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Categoria: Política

José Dias diz que não será candidato em eleições indiretas e classifica cenário do RN como “caos”

FOTO: JOÃO GILBERTO

O deputado estadual José Dias (PL) afirmou, em resposta à 98 FM Natal nesta terça-feira (13), que não pretende se candidatar ao cargo de governador nas eleições indiretas que devem ocorrer após a saída da governadora Fátima Bezerra (PT) para disputar uma vaga no Senado Federal. O vice dela, Walter Alves (MDB), comunicou a interlocutores que renunciará ao cargo a fim de se candidatar a deputado federal.

O parlamentar foi enfático ao negar a possibilidade, e classificou a situação financeira do Rio Grande do Norte como um “caos”.

“Nunca me julguei competente para administrar o caos. Se administrar a coisa pública já é difícil, porque envolve muitas qualidades que eu reputo, que eu não sei se eu possuo. Agora, o caos não, o caos eu não tenho condições, não. E o que vão deixar para o Rio Grande do Norte é uma das coisas mais lamentáveis que você pode imaginar”, disse.

Em sua crítica, Dias evitou acusar o governo Fátima e seus envolvidos de qualquer ato crime administrativo, mas pontuou que o déficit orçamentário (apontado pela Lei Orçamentária Anual em R$ 1,54 bilhão para 2026) mostra um cenário de “incompetência”.

Dias defendeu ainda que o próximo governador do RN precisa ser hábil na administração e também na articulação política, mas disse que as dificuldades do Estado são problemas a serem enfrentados por todos.

“Não quero nem levar para o campo da desonestidade, até porque eu não tenho nenhuma prova, não tenho realmente nenhuma razão para levantar isso aí. Mas a incompetência é absoluta. Eu não sei como é que esse Estado vai sobreviver. Vamos ver, o povo vai ter que, esse ano, tentar dar um novo rumo e escolher um candidato que não seja apenas um demagogo, não seja apenas um populista, que seja uma pessoa que tenha capacidade, não apenas gerencial, mas também política. todos que têm que ir fazer um mutirão para salvar o Estado da situação mais difícil e o Estado já chegou na sua história.”

Portal 98 FM

Jean Paul adverte: Walter Alves pode cometer erro político se deixar grupo

FOTO: LULA MARQUES

O ex-senador e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates (PDT), afirmou que acredita que o ex-governador Walter Alves (MDB) pode cometer um erro político se decidir deixar o grupo. Segundo Jean Paul, ele pretende conversar pessoalmente com Walter para apresentar seu ponto de vista.

“Eu acredito que ele vai fazer uma grande bobagem se fizer isso. Vou conversar com ele sobre isso também”, disse o ex-senador, em entrevista à 88FM Universitária. Jean Paul destacou que o objetivo não é convencer, mas apenas colocar argumentos e reflexões sobre a situação.

Segundo ele, Walter Alves teria mais futuro permanecendo no grupo político. “Eu acho que ele tem mais futuro conosco do que ‘sem nós’. Ele chegou por último, quer a presidência da Assembleia… mas há outros nomes no caminho. Já tomou decisões que eu não tomaria, mas pode tomar mais uma”, explicou.

Jean Paul também comentou sobre a necessidade de diálogo amplo na política. Ele revelou que conversa com diferentes aliados, incluindo Allyson Bezerra, e reforçou que dialogar não é um erro.

“Conversar tem que conversar com todo mundo. No dia a dia da política, o diálogo é fundamental”, afirmou, citando sua experiência no Senado, quando mantinha conversas frequentes com outros parlamentares, como Flávio Bolsonaro.

Novo Noticias

PT tem estratégia para eleger maioria no Senado em 2026

FOTO: WALDEMIR BARRETO

O PT definiu uma estratégia para as eleições de 2026: concentrar esforços em estados com menos eleitores para ampliar sua bancada no Senado, quando dois terços das cadeiras estarão em disputa em todo o país.

Cada estado tem três representantes e, nesta eleição, o eleitor terá de escolher dois nomes nas urnas, ou seja, ao todo, 54 senadores serão eleitos este ano. O mandato de senador é de oito anos.

A avaliação do partido é que, em estados menores, são necessários menos votos para conquistar uma vaga. Por isso, a prioridade deve ser dada a locais como Acre, Amapá, Tocantins, Sergipe e Rio Grande do Norte.

Os números das últimas eleições mostram essa diferença. No Acre, em 2022, Alan Rick Miranda (União Brasil) foi eleito com 154.312 votos. No Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil) conquistou a vaga com 395.408 votos.

Já em estados maiores, a disputa exige milhões de votos. Em São Paulo, Marcos Pontes (PL) venceu com 9.901.895 votos. No Rio de Janeiro, Romário foi eleito com 2.240.045 votos.

De acordo com o portal R7, no Tocantins, o PT trabalha com o nome do ex-deputado Paulo Mourão como pré-candidato. No Acre, Jorge Viana deve tentar retornar ao Senado, cargo que ocupou entre 2011 e 2019.

No Amapá, a expectativa é de que Randolfe Rodrigues busque a reeleição. Em Sergipe, o senador Rogério Carvalho aparece como principal aposta. No Rio Grande do Norte, o partido deve lançar a governadora Fátima Bezerra.

Em estados com eleitorado maior, a estratégia tende a ser outra. No Distrito Federal, o nome citado é o da deputada Erika Kokay. Em Santa Catarina, o partido aposta em Décio Lima, presidente do Sebrae.

Para São Paulo, ainda não há definição. Entre os nomes cogitados estão os ministros Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.

Pleno News

Zema nega ser vice de Flávio Bolsonaro e mantém candidatura à presidência: ‘vou até o final’

FOTO: RODNEY COSTA

O governador Romeu Zema (Novo) negou, nesta segunda-feira (12/1), uma eventual composição para ser candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao rechaçar a possibilidade, o chefe do Executivo mineiro reafirmou a candidatura ao Palácio do Planalto, que está sendo pavimentada desde agosto de 2025.

Zema falou sobre o assunto durante agenda em que anunciou investimentos da ordem de R$ 4,3 milhões à Polícia Civil de Minas Gerais na manhã desta segunda-feira. “Eu sou pré-candidato, como já aconteceu o lançamento no ano passado e continuo com a pré-candidatura e irei até o final”, disse o governador ao ser questionado pela imprensa.

É a primeira vez que Zema fala sobre o assunto, desde que começaram a surgir notícias de uma eventual composição com Flávio Bolsonaro. De acordo com pessoas ligadas à pré-campanha do governador à presidência, a articulação para que os dois estejam lado a lado em uma chapa está sendo liderada pelo senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira. que defende a unificação de nomes à direita para barrar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros partidos e figurões da política nacional que se colocam em oposição ao petista também têm tido aderência à ideia.

O parlamentar, ex-ministro da Casa Civil no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), já chegou a falar publicamente sobre a possibilidade em entrevista ao jornal O GLOBO. “O melhor vice é o Zema, na minha opinião. A eleição vai ser decidida pelo Sudeste, que é o eleitorado que muda de voto”, disse. Pessoas ligadas a Zema e à executiva do Novo, porém, reforçam que não houve nenhum contato formal para tratar de uma eventual candidatura do governador de Minas como vice de Flávio.

Nos bastidores, a leitura é de que Zema, inclusive, deixa caminho aberto para uma eventual aliança no segundo turno das eleições – caso o pleito se desenrole para esta configuração. Todavia, ao manter a candidatura, o governador de Minas tem citado a interlocutores uma conversa com o ex-presidente Jair Bolsonaro, ainda em 2025, em que o líder do PL o encorajou nos planos de candidatura à presidência e negou haver prejuízos em se ter mais de um candidato da direita na corrida ao Planalto.

Em dezembro, o vice-governador Mateus Simões (PSD), colocado por Zema na linha de sucessão em Minas, tratou a situação com baixas possibilidades. “Nós temos clareza de quatro nomes colocados como candidatos à presidência pela direita no Brasil: o governador Romeu Zema, o governador Ratinho, o governador Caiado e Flávio Bolsonaro. Eu acho que é um cenário em que talvez haja uma unificação, mas nesse momento, me parece lógico que o governador Romeu Zema leve até o final a sua candidatura como candidato à presidência da República. É o governador do segundo maior colégio eleitoral do Brasil, com um governo que possui mais de 65% de aprovação, não vejo neste momento ainda um motivo de unificação”, avaliou.

Adversários, mas do mesmo lado

Apesar das negativas iniciais de Zema e seus pares, nos arredores do governador há quem acredite que o cenário ainda pode mudar até o início do período de convenções partidárias e registros de candidaturas, entre julho e agosto. O próprio governador tem evitado tratar Flávio Bolsonaro como um opositor no pleito de 2026.

“Quando anunciei minha Pré-candidatura ao presidente Jair Bolsonaro ele foi claro: múltiplas candidaturas no primeiro turno ajudam a somar forças no segundo. Então, faz todo sentido o Flávio apresentar seu nome à Presidência. É justo e democrático. O foco da direita em 2026 é tirar o PT do poder. Contem comigo até o fim pra isso”, disse, nas redes sociais, no início de dezembro.

Pré-campanha

Em meio aos boatos sobre o futuro da candidatura à presidência, Zema mantém os acenos ao eleitorado para se projetar no cenário nacional. Nesse domingo, o governador usou as redes sociais para fazer uma analogia entre a limpeza de um quintal e as eleições de 2026.

Zema afirmou que o ano é para “dar destino para as frutas podres” ao publicar um vídeo limpando o quintal da casa em que mora, em Belo Horizonte. No material, ele também fez uma comparação indireta à prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, capturado pelos Estados Unidos no início do ano.

“Mês de janeiro é o mês que a mangueira fica mais carregada aqui, de fruta, mas essa aqui, ó, caiu já de maduro”, disse Zema, momento em que o rosto do ditador aparece no vídeo. “E tem de fazer uma limpeza, porque se não fizer vem jacu aqui, vem uma mosquitada enorme, só faz sujeira”, continua. “Espero que em 2026 o Brasil também faça essa limpeza, porque se a gente não limpar agora, vai ficar cada vez pior.”

Romeu Zema lançou a pré-candidatura à presidência em agosto do ano passado, durante evento do Partido Novo em São Paulo. O governador de Minas busca se apresentar como um candidato da direita para o pleito de 2026. Ele deve deixar o cargo no Executivo mineiro até o final de março, às vésperas do prazo estipulado pelo Tribunal Superior Eleitoral para a desincompatibilização.

O Tempo

TCE-RN autoriza manutenção de dois cargos públicos com mandato de vereador

FOTO: JOSÉ ALDENIR

O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) revisou o entendimento sobre a possibilidade de acúmulo de cargos públicos com o exercício do mandato eletivo de vereador. A decisão foi tomada pelo Pleno da Corte no julgamento do Procedimento de Revisão de Interpretação das Consultas nº 006623/2013-TC e nº 001162/2016-TC.

Com a nova interpretação, o TCE-RN reconheceu que é juridicamente possível a manutenção de três vínculos públicos, sendo dois cargos, empregos ou funções públicas constitucionalmente acumuláveis e o mandato de vereador, desde que não haja percepção simultânea de três remunerações.

Nessa situação, o servidor deverá se afastar, sem remuneração, de um dos cargos públicos enquanto durar o exercício concomitante do outro vínculo com a vereança, observada a compatibilidade de horários.

O Tribunal esclareceu que o mandato eletivo de vereador não se equipara a cargo, emprego ou função pública, por possuir natureza temporária e regime jurídico próprio, conforme previsto na Constituição Federal. Segundo o entendimento, a vedação constitucional incide sobre o recebimento de três remunerações, e não sobre a existência de três vínculos.

A revisão foi motivada por decisões judiciais, principalmente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, além de entendimentos adotados por outros Tribunais de Contas, que passaram a admitir a acumulação de vínculos, desde que observados os limites constitucionais.

Na tese firmada pelo Pleno, o TCE-RN definiu que o mandato de vereador não se confunde com cargo, emprego ou função pública; que é vedado o recebimento de três remunerações no exercício simultâneo de dois cargos públicos e da vereança; e que, comprovada a compatibilidade de horários, é permitida a acumulação remunerada de um cargo público com o mandato eletivo, sendo obrigatório o afastamento sem remuneração do outro vínculo acumulável.

Agora RN

Larissa Rosado é cotada para compor chapa com Cadu Xavier ao governo

FOTO: REPRODUÇÃO

A ex-deputada estadual e presidente estadual do PSB, Larissa Rosado, surge como um dos nomes cotados para compor como vice-governadora a chapa do pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT). A informação foi divulgada pelo comentarista político Saulo Spinelly durante o programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, nesta segunda-feira (12), ao tratar dos bastidores das articulações políticas visando as eleições de 2026.

Segundo Spinelly, a movimentação ganhou força após agendas recentes no Alto Oeste Potiguar, que contaram com a presença da governadora Fátima Bezerra (PT), de Larissa Rosado e da ex-deputada Sandra Rosado. De acordo com o comentarista, o grupo governista passou a buscar alternativas para a vaga de vice diante de um possível afastamento do MDB da composição majoritária.

Ainda conforme a análise, o MDB não demonstraria interesse em indicar um nome para a vice, concentrando seus esforços na disputa proporcional e na montagem das nominatas para deputado estadual e federal, liderada por Walter Alves. Esse cenário teria levado o governo a avaliar um nome com forte inserção regional, especialmente em Mossoró e no Oeste Potiguar, área estratégica do estado.

Durante as discussões, outros nomes chegaram a ser lembrados, como o da ex-prefeita Fafá Rosado, que atualmente integra o governo estadual. No entanto, segundo Spinelly, questões familiares afastariam essa possibilidade. Assim, o nome de Larissa Rosado teria se consolidado como uma opção considerada forte dentro da base governista.

O comentarista destacou a trajetória política de Larissa, que já foi deputada estadual por vários mandatos, obteve votações expressivas na disputa pela Prefeitura de Mossoró e mantém bom trânsito político. Ele também ressaltou a ligação histórica da ex-prefeita com campos progressistas e a proximidade com a governadora Fátima Bezerra.

Portal 98 FM

Juninho Saia Rodada amplia base em Apodi e recebe apoio de suplentes da oposição

FOTO: DIVULGAÇÃO

Na manhã deste domingo, o pré-candidato a deputado federal Juninho Saia Rodada foi recebido em Apodi por um grupo de suplentes de vereador da oposição local, que declarou apoio ao seu projeto de pré-campanha, fortalecendo a articulação política no município.

Na ocasião, manifestaram apoio os suplentes Bêda de Sansão, Lucivalda Nobre, Juciele França e Francisco de Dedé. O movimento de crescimento do grupo foi articulado pelo também suplente de vereador Fernando do Paredão e pelo ex-vereador Genivan Varela.

O grupo apodiense de apoio a Juninho Saia Rodada também conta com o suplente de vereador Piaba, reforçando a ampliação da base política no município.

Rogério consegue liberar mais R$ 3,8 milhões para Estrada da Produção; total chega a R$ 9,5 milhões

FOTO: DIVULGAÇÃO

A atuação do senador Rogério Marinho (PL) assegurou a liberação da última parcela de recursos federais destinados à pavimentação da RN-203, conhecida como Estrada da Produção, que interliga os municípios de Cerro Corá e São Tomé, no Seridó potiguar. O repasse totaliza R$ 3,83 milhões.

Com essa liberação, o volume total de investimentos viabilizados por emenda parlamentar de autoria do senador supera R$ 9,57 milhões já pagos à Secretaria de Infraestrutura do Estado para execução da obra, prevista no Orçamento Geral da União de 2023.

A pavimentação da RN-203 representa um avanço decisivo para a economia regional, ao reduzir custos logísticos, garantir maior eficiência no escoamento da produção agropecuária e facilitar o acesso de produtores aos mercados consumidores. A estrada é um eixo estratégico para a circulação de mercadorias, insumos e serviços, beneficiando diretamente agricultores, comerciantes e empreendedores locais.

Além de fortalecer a atividade produtiva, a melhoria da infraestrutura viária também contribui para a valorização das propriedades rurais, amplia a competitividade da produção local e dá mais segurança para a mobilidade da população.

Para Rogério Marinho, o investimento reafirma o compromisso do mandato com ações estruturantes capazes de promover desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Norte. Com os recursos integralmente liberados, a expectativa é de aceleração das obras, atendendo a uma demanda histórica da população de Cerro Corá, São Tomé e de toda a região do Seridó.