SELO BLOG FM (4)

Categoria: Política

Deputada evangélica Carla Dickson reage à eleição de Erika Hilton para presidir comissão das Mulheres

FOTO: CÂMARA DOS DEPUTADOS

A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) comentou a eleição da também deputada Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados do Brasil. A escolha aconteceu na última quarta-feira (11).

Após a votação no colegiado, Erika Hilton afirmou que pretende priorizar o avanço de projetos voltados à proteção das mulheres e ao enfrentamento das violências de gênero.

Questionada pela equipe do portal Bnews Natal, Carla Dickson se manifestou sobre a escolha e disse considerar o tema sensível dentro do debate sobre os direitos das mulheres.

Na declaração, a parlamentar afirmou que as mulheres enfrentam desafios históricos e precisam continuar lutando por igualdade de direitos. Segundo ela, pautas como o combate à violência doméstica, à violência patrimonial e à violência política continuam sendo centrais no debate público.

“A luta da mulher é uma luta pesada. A gente precisa ter os nossos direitos. Temos que batalhar contra a violência doméstica, contra a violência patrimonial, contra a violência política… Eu sou da política e eu sofro violência política. Nós temos que lutar para nós termos os mesmos direitos que os homens. Eu, Carla, não quero ser melhor que homem, não. Eu quero ter os mesmos direitos, o mesmo direito a salário, o mesmo direito de entrar e sair”, disse a deputada.

Durante a fala, a deputada também comentou o que classificou como conflitos entre pautas femininas e demandas do movimento trans.

Ela afirmou que respeita o direito de pessoas trans se identificarem como desejarem, mas defendeu que mulheres cisgênero devem ter espaço para discutir questões que, segundo ela, fazem parte da experiência feminina.

Com informações de Bnews Natal

TRE-RN decide por unanimidade manter cassação da prefeita de Maxaranguape

FOTO: DIVULGAÇÃO

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) manteve, por unanimidade no mérito (7 votos a 0), a cassação do mandato da prefeita de Maxaranguape, Maria Erenir Freitas de Lima, conhecida como Professora Nira (PSD), em julgamento realizado nesta quinta-feira (11).

Na análise sobre a alegação de nulidade de provas, o placar foi de 5 votos a 2. Apesar da decisão, a prefeita permanece no cargo por enquanto, já que o resultado não tem efeito imediato e ainda depende do julgamento de embargos.

O processo teve origem em decisão da Justiça Eleitoral proferida em agosto de 2025, que determinou a cassação dos mandatos da prefeita e do vice-prefeito Evanio Pedro do Nascimento por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2024.

Justiça Potiguar

Sandro Pimentel cita Erika Hilton para Presidência da República

FOTO: REPRODUÇÃO

O pré-candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte, Sandro Pimentel, afirmou nesta quinta-feira (12), em entrevista ao Radar 95, que a deputada federal Erika Hilton pode ser um nome promissor para disputar a Presidência da República no futuro.

Durante a conversa, Sandro destacou que a parlamentar tem ganhado projeção nacional e reúne características que podem credenciá-la para voos mais altos na política brasileira. Para ele, Erika Hilton representa uma nova geração de lideranças e poderia, em um cenário futuro, se tornar uma forte candidata ao comando do país.

A declaração foi dada ao programa Radar 95, da rádio 95 Mais FM, nesta quinta-feira, durante entrevista em que o pré-candidato também comentou sobre o cenário político e as articulações para as eleições.

Ponta Negra News

Álvaro Dias confirma filiação ao PL e aponta que terá apoio de 91 prefeitos nas eleições

FOTO: REPRODUÇÃO

O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, confirmou que se filiará ao Partido Liberal, e apontou que terá o apoio de 91 prefeitos em sua campanha.

As declarações foram concedidas em entrevista à TCM Notícias, na quinta-feira (12). Dias confirmou que a decisão foi tomada após convite realizado pelo senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado. Ele citou ainda o envio de recursos realizado durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a Natal como um dos fatores que influenciaram a mudança de legenda.

“Eu tenho um bom relacionamento, um bom entrosamento com todos eles e achei que seria um bom caminho também trilhar, a partir de agora, o nosso caminho na vida pública filiado ao Partido Liberal. Sendo assim, aceitamos o convite e vamos integrar as hostes do Partido Liberal de agora por diante. Nós temos o apoio de 91 prefeitos já confirmados.”, disse.

Para o ex-gestor de Natal, a polarização política ainda é presente e deve influênciar na disputa eleitoral de outubro. Ele apontou o PT e o PL como os partidos que centralizam os extremos ideológicos, e concentram o poder de votos.

“Acho que foi uma boa opção. A eleição está polarizada, de todo jeito, aqui no Estado do Rio Grande do Norte, como no Brasil também. Existem aí realmente, ou você está no PT com a esquerda ou você está no PL com a direita e eu achei melhor me filiar logo diretamente ao PL, que é o maior partido do Brasil, é um partido com o qual me identifico bastante”, concluiu.

Dias deve formalizar sua filiação ao PL no dia 21 de março, em evento que marcará o lançamento oficial da chapa com Babá Pereira, pré-candidato a vice-governador. A solenidade terá a presença do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro.

Portal 98 FM

João Maia projeta eleição mais difícil para deputado federal no RN

FOTO: MAYANE LINS

Durante entrevista ao programa Repórter 98, o deputado federal João Maia (PP) analisou o cenário político para as eleições de 2026 no Rio Grande do Norte e afirmou que a disputa por vagas na Câmara dos Deputados deve se tornar ainda mais difícil do que na eleição passada.

Segundo o parlamentar, a principal mudança está na quantidade de chapas competitivas que devem disputar a eleição. De acordo com ele, na última eleição houve muitas nominatas, mas algumas delas não foram estruturadas da maneira correta e acabaram não conseguindo transformar votos em cadeiras.

Na avaliação de João Maia, o cenário agora tende a ser diferente. Ele acredita que, em vez de muitas chapas, o estado deve ter apenas três ou quatro nominatas realmente competitivas. Isso significa que haverá menos candidatos disputando os votos, o que pode elevar bastante o número necessário para se eleger.

O deputado explicou que, com menos chapas na disputa, cerca de 700 mil votos que antes estavam espalhados entre várias nominatas deverão se concentrar em um número menor de candidatos. Durante a conversa, ele usou a própria eleição passada como exemplo.

“Na eleição passada eu tive 104 mil votos e fui o segundo mais votado do estado. Pelas contas que a gente faz hoje, se eu tiver a mesma votação na próxima eleição, posso não ficar nem de suplente”, afirmou João Maia.

Pelas contas do parlamentar, considerando o número de eleitores e o volume de votos que devem migrar para as principais chapas, um candidato poderá precisar entre 130 mil e 150 mil votos para se eleger deputado federal no estado.

Portal 98 FM

PF flagra sócios da Dismed discutindo pagamento com auxiliar de Allyson Bezerra

FOTO\: DIVULGAÇÃO

Documentos da investigação da Operação Mederi, da Polícia Federal, revelam a atuação de mais uma personagem dentro da estrutura investigada por suspeita de fraude na contratação de medicamentos pela Prefeitura de Mossoró na gestão Allyson Bezerra (UB). A servidora Poliana Rezende Dantas, que ocupou cargos na área financeira da Secretaria Municipal de Saúde entre 2024 e 2025, aparece citada em pelo menos nove interceptações ambientais realizadas entre maio e junho de 2025 na sede da distribuidora de medicamentos DISMED.

As informações fazem parte de documentos aos quais o Blog do Dina, do jornalista Dinarte Assunção, teve acesso com exclusividade. Segundo decisão do desembargador federal Rogério Fialho Moreira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), Poliana ocupa a quinta posição em uma estrutura formada por nove pessoas descritas no processo. Na decisão judicial, ela é apontada como “contato de confiança dentro da Secretaria Municipal de Saúde”, cuja participação seria considerada indispensável para a execução do esquema investigado.

Poliana foi nomeada pelo prefeito Allyson Bezerra por meio de portaria publicada em 31 de janeiro de 2025. O próprio documento judicial identifica o prefeito como o topo da estrutura investigada. Antes mesmo da nomeação, porém, já havia registros de contato entre a servidora e integrantes do grupo investigado.

Os autos obtidos pelo Blog do Dina apontam que 23 dias antes da nomeação, a servidora manteve troca de mensagens com Oseas Monthalggan Fernandes da Costa, sócio da DISMED e apontado como um dos principais operadores do esquema. Conforme os documentos, “verificou-se trocas de mensagens entre Poliana e o investigado Oseas Montalgghan, que foram realizadas nos dias 07, 08, 09, 14, 15, 16 e 17 de janeiro de 2025”.

O material indica que foram sete dias de conversas entre os dois. O conteúdo dessas mensagens não foi transcrito nos documentos disponibilizados à reportagem. Ainda assim, chama atenção o fato de que menos de um mês depois do último contato registrado, Poliana já estava oficialmente nomeada diretora financeira da Secretaria Municipal de Saúde.

A primeira menção direta ao nome da diretora nas interceptações ocorre em 9 de maio de 2025. Na conversa registrada pela investigação, Sidney, representante comercial que atuava como intermediário da DISMED, informa a Oseas que Mossoró havia recebido um ofício licitatório e que o documento tinha sido entregue à diretora financeira.

Na conversa interceptada, ele diz: “MOSSORÓ recebeu o ofício, viu, hoje! POLIANA, pra POLIANA, dá CARONA. Ela disse que segunda-feira respondia; a resposta de Oseas é direta: “Show de bola!”.

De acordo com os investigadores, a expressão “carona” refere-se à adesão a atas de registro de preços de outros entes públicos. Esse mecanismo permite que um município contrate produtos ou serviços a partir de licitações realizadas por outros órgãos, sem a necessidade de abrir um novo processo licitatório próprio. Segundo a investigação, o ofício mencionado seria o passo formal para ativar esse mecanismo, passando pela mesa da diretora financeira.

Quatro dias depois, em 13 de maio de 2025, uma nova interceptação registra Oseas planejando uma conversa reservada com Poliana. Pelo conteúdo da conversa, os investigadores inferem que a escolha do horário do almoço e a preocupação de encontrá-la sozinha indicariam a tentativa de estabelecer contato fora do ambiente institucional formal. A expressão “ver até onde vai dar pra ir” aparece no processo analisada dentro do contexto de tentativa de ampliar o volume das ordens de compra de Mossoró.

De acordo com outra interpretação dos investigadores, de 15 de maio de 2025, a diretora teria fornecido um modelo oficial de documento em formato Word, retirado do sistema da prefeitura, para orientar a distribuidora na apresentação da documentação exigida. Para a Polícia Federal, esse episódio reforçaria o papel de facilitadora atribuído a Poliana dentro da estrutura investigada.

Uma das escutas consideradas mais diretas envolve uma nota fiscal de R$ 231 mil. Em 2 de junho de 2025, Moabe Zacarias Soares, outro sócio da DISMED, liga para o telefone de Poliana. O pedido principal era para que ela localizasse no sistema da prefeitura a nota paga em 28 de abril de 2025 e desse baixa na contabilidade.

Minutos depois, em outra escuta do mesmo dia, Oseas comenta sobre a mesma nota: “Essa nota aqui só tem comissão de 15 mil, de Mossoró”. Para os investigadores, o valor de R$ 15 mil corresponderia à comissão ou propina vinculada ao pagamento.

Em 29 de maio de 2025, as interceptações registram sinais de tensão na relação entre o grupo investigado e a diretora. Em uma das conversas, Oseas tenta ligar para Poliana sem sucesso e comenta que ela poderia estar desconfiada. Minutos depois, outra conversa trata da necessidade de autorização dela para o andamento de determinada licitação comentada por eles.

Segundo informações administrativas da prefeitura, Poliana recebia salário base de R$ 3.020,00, acrescido de R$ 4.530 de representação pela função de gestora de contratos, totalizando R$ 7.550 mil mensais.

Dados do Portal da Transparência da Prefeitura de Mossoró indicam que a DISMED Distribuidora de Medicamentos recebeu R$ 4.978.999,75 do município entre 1º de julho de 2024 e 1º de julho de 2025, período que coincide com a atuação de Poliana em cargos ligados à área financeira da Secretaria de Saúde.

Nas escutas interceptadas pela investigação, os próprios sócios da empresa descrevem uma divisão percentual dos contratos: 15% para o prefeito, 10% para a assessora, 25% de lucro da empresa e 50% em medicamentos fornecidos.

Aplicando essa fórmula ao volume de contratos registrados no período, a estimativa de propina gerada pelos contratos de Mossoró poderia chegar a R$ 1.244.749,94, sendo R$ 746.849,96 atribuídos ao prefeito Allyson Bezerra. Os próprios documentos da investigação ressaltam, no entanto, que os valores são projeções baseadas nas conversas interceptadas e não foram confirmados individualmente pelos investigadores.

A defesa da servidora foi procurada pelo Blog do Dina para comentar as citações nas investigações, mas informou que, como o processo tramita sob sigilo, não poderia se manifestar sobre o conteúdo.

Diário do RN

Com Walter Alves, Jader Filho anuncia novas unidades habitacionais para o RN

FOTO: DIVULGAÇÃO

O presidente do MDB no Rio Grande do Norte, Walter Alves, esteve reunido nesta quinta-feira (12) em Brasília com o ministro das Cidades, Jader Filho. Ele ouviu do ministro que, em breve, serão anunciadas novas unidades do programa Minha Casa Minha Vida para o Rio Grande do Norte.

Walter Alves agradeceu ao ministro as 12 mil unidades com as quais o estado já foi contemplado e as 6 mil contratadas. Ele explicou que o pleito agora é para que seja agilizada a construção e a entrega dessas casas. E pediu também por novas unidades.

“Eu recebo os prefeitos, os vice-prefeitos e é aquele pleito: Walter, fala lá com o Ministério das Cidades para apressar as casas aqui. E não só o beneficiário, Jader, como também a economia gira rápido. Então, assim, a gente está muito animado com a perspectiva auspiciosa com relação a isso também”, disse o presidente do MDB.

O ministro Jader Filho elogiou o “grande trabalho que tem sido feito pelo nosso governador Walter Alves em defesa do povo do Rio Grande do Norte”. Ele explicou que a meta traçada pelo presidente Lula era de 2 milhões de casas por todo o país, mas que essa marca já foi superada.

“Nós já temos contratadas 2.220.000 casas, gerando emprego, renda e realizando o sonho da casa própria das famílias, tanto no Brasil como no nosso querido Rio Grande do Norte. E dizer que a gente vai ampliar ainda mais”, afirmou.

Jader Filho lembrou que atualmente está aberta uma seleção do Minha Casa Minha Vida Rural e do Minha Casa Minha Vida Entidades. “Atenção as entidades e as prefeituras que quiserem ter casas tanto na área rural quanto também na zona urbana, estamos aqui neste momento finalizando o processo”, alertou.

E acrescentou, anunciando mais unidades para o RN: “Vamos fazer a seleção e, daqui a pouquinho, a gente anuncia mais casas para o povo do meu querido estado do Rio Grande do Norte”.

Diário do RN

José Dias acusa governo do RN de usar STF como “cortina de fumaça” para não pagar emendas

FOTO: JOÃO GILBERTO

O deputado estadual José Dias (PL) acusou o Governo do Rio Grande do Norte de utilizar indevidamente decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) como justificativa para não liberar emendas parlamentares impositivas. Durante sessão na Assembleia Legislativa na terça-feira 11, o parlamentar classificou a explicação apresentada por aliados do Executivo como uma “defesa esfarrapada” e uma tentativa de criar uma “cortina de fumaça” para encobrir problemas administrativos e financeiros.

“O argumento não se sustenta um segundo. Isso é apenas uma cortina de fumaça para quem não tem argumento”, afirmou o deputado durante discurso.

José Dias contestou a interpretação de que decisões do STF impediriam o pagamento das emendas. Segundo ele, as determinações da Corte tratam de mecanismos de controle e transparência, mas não proíbem a execução de recursos obrigatórios, especialmente aqueles destinados a áreas como saúde e educação.

Para sustentar as críticas, o parlamentar apresentou números relacionados às emendas de sua autoria. De acordo com ele, R$ 1,727 milhão indicados em 2024 ainda não foram pagos, e outros R$ 2,497 milhões referentes a 2025 também permanecem sem liberação.

“A grande verdade é que a governadora utiliza dois comportamentos para liberar essas ações. Primeiro, o desastre administrativo e financeiro do Estado. E segundo, o critério político”, declarou o decano da ALRN.

O deputado também afirmou que outros parlamentares não enfrentariam o mesmo nível de atraso, o que, na avaliação dele, indicaria tratamento desigual na liberação dos recursos.

“É o retrato de um governo político perseguidor, incompetente, destruidor do nosso Estado”, disse.

José Dias defendeu que o tema seja discutido com maior transparência e ressaltou que a decisão sobre os rumos políticos do Estado cabe ao eleitor. “Numa democracia, quem decide é o voto. Que o voto seja consciente”, concluiu.

Cobrança do TCE

Enquanto isso, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) afirma que a execução das emendas continua bloqueada porque o Governo do Estado ainda precisa adequar o Portal da Transparência às exigências de rastreabilidade e transparência estabelecidas após decisões do STF no debate nacional sobre o chamado “orçamento secreto”.

Segundo o auditor de controle externo José Luiz Moreira, diretor de Controle de Contas de Gestão e Execução da Despesa Pública do TCE, o sistema criado pelo governo ainda não atende totalmente aos critérios definidos.

“São 15 critérios de transparência e dois critérios de rastreabilidade. Os dois critérios de rastreabilidade os nossos auditores entenderam que não estão implementados e, dos 15 de transparência, ainda faltam cinco a serem implementados”, explicou, em entrevista ao jornal Agora RN.

Entre as informações que ainda precisam ser disponibilizadas no portal estão o objeto da despesa, cronograma de execução, instrumentos vinculados, APIs abertas e cronograma físico-financeiro, além da integração com os sistemas de gestão orçamentária e financeira.

“Se não estiver cumprindo, o tribunal tem que acompanhar esse cumprimento. E, se não estiver cumprindo esses requisitos, ele está proibido de executar”, afirmou. Segundo ele, a regra vale para qualquer órgão jurisdicionado ao tribunal, o que vale também para prefeituras.

De acordo com o tribunal, enquanto todos os requisitos não forem cumpridos, a execução das emendas permanece impedida.

Decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) proferidas em 2025 estabeleceram que, a partir de agora, as emendas parlamentares só podem ser pagas se forem cumpridos critérios de transparência e rastreabilidade, no contexto do debate nacional provocado pelo chamado “orçamento secreto”. No Rio Grande do Norte, um conjunto de regras foi regulamentado pela Resolução nº 034/2025 do TCE, publicada no fim de novembro do ano passado.

No orçamento estadual, cada um dos 24 deputados indicou cerca de R$ 4 milhões em emendas para 2025, dos quais aproximadamente R$ 800 mil ainda não foram pagos. Para 2026, ano eleitoral, o valor indicado por parlamentar é de R$ 4,4 milhões, mas nenhum recurso foi liberado até agora.

Procurada, a Controladoria Geral do Estado (Control) não se manifestou sobre as exigências do tribunal.

Agora RN