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Categoria: Mundo

Governo da Suécia propõe reduzir maioridade penal para 13 anos

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Nesta segunda-feira (26), o governo sueco anunciou que vai propor um projeto de lei para reduzir a maioridade penal para 13 anos em casos de crimes graves puníveis com pelo menos quatro anos de prisão, como assassinato ou estupro.

A medida foi anunciada em uma entrevista coletiva em Estocolmo pelo ministro da Justiça sueco, Gunnar Strömmer.

– Estamos em uma situação de emergência, e as medidas que implementamos devem refletir essa gravidade – declarou o ministro.

Ele destacou que, no ano passado, 52 menores de 15 anos estiveram envolvidos em investigações judiciais por homicídio ou tentativa de homicídio.

A nova idade de responsabilidade criminal deve entrar em vigor no próximo dia 3 de julho e permanecer por um período de cinco anos, após o qual a legislação será revisada.

– O objetivo é que, em cinco anos, tenhamos dado passos tão grandes na prevenção do crime que tenhamos a opção real de escolher entre voltar ao limite de 15 anos ou tornar permanente o limite de 13 anos – declarou Strömmer.

De acordo com a proposta, menores de 13 ou 14 anos que forem considerados culpados receberão uma pena muito reduzida em relação à de um adulto. Dessa forma, um adolescente de 13 anos será punido com um décimo da pena de um adulto e um de 14 anos, com um quinto, o que, por exemplo, no caso de um homicídio, equivaleria a sentenças de um a dois e de três a quatro anos, respectivamente.

No entanto, os tribunais continuariam tendo a possibilidade de optar por medidas alternativas à prisão.

Atualmente, os menores de 15 anos que cometem um crime grave são entregues à custódia dos serviços sociais que, dependendo do caso, podem alojá-los com uma família de acolhimento, num centro para menores tutelados ou devolvê-los à sua própria família.

A redução da idade de responsabilidade penal ocorre no contexto das guerras entre grupos criminosos no país nórdico, que muitas vezes recorrem a menores de idade para ajustar contas.

Pleno News

Senador denuncia nos EUA ‘consórcio de perseguição política’ de Lula e STF

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), membro titular da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal, considerou “muito proveitosa” a reunião que manteve em Washington, nos Estados Unidos, no gabinete da congressista americana María Elvira Salazar (Republicana), da Flórida.

De acordo com o parlamentar, a deputada — que preside o subcomitê de assuntos internacionais da Câmara dos Representantes — demonstrou profundo conhecimento sobre a influência do Foro de São Paulo na América Latina e tem se destacado por sua defesa intransigente da liberdade de expressão. Girão destacou a atuação de Salazar contra autoridades que recorrem à censura em seus países.

Momento em que a congressista Maria Salazar denunciava Moraes.

Durante o encontro, o senador entregou cópia da petição protocolada junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), na qual são relatadas violações recentes de direitos humanos atribuídas a um “consórcio de perseguição política” envolvendo o governo Lula (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

O documento busca chamar a atenção do organismo da OEA para o que Girão classifica como agravamento das restrições democráticas no Brasil.

Ela sabe o que acontece no Brasil

A congressista María Elvira Salazar ganhou notoriedade no Brasil ao exibir, em audiência pública no Congresso americano, a foto do ministro do STF Alexandre de Moraes, ocasião em que fez duras críticas ao que descreveu como comportamento ditatorial do magistrado.

Girão também ressaltou o papel de Salazar junto ao secretário de Estado Marco Rubio, reconhecido pela comunidade latino-americana nos EUA como importante para o fortalecimento do ambiente democrático na região.

O senador enfatizou que a viagem, assim como todas as suas missões internacionais anteriores, ocorreu sem qualquer custo para o Senado Federal.

Em sua mensagem, Girão concluiu com votos pela prevalência da verdade, da justiça e do bom senso no Brasil, reforçando sua orientação cristã: “Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação. Jesus no comando. Sempre! Paz & Bem.”

Diário do Poder

Kremlin diz que líderes europeus não poderão enfrentar Trump

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Nesse domingo (25), o Kremlin afirmou que os atuais políticos europeus, os quais classificou como medíocres, não serão capazes de enfrentar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nem as mudanças tectônicas que ocorrem no mundo.

– Eles não são capazes de resistir às pressões de Trump – comentou o porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov.

Ele deu declarações durante entrevista à televisão estatal russa.

Peskov ressaltou que as “mudanças dramáticas” ocorridas recentemente são consequência do “duplo padrão” e da “hipocrisia” que, segundo o porta-voz, “dominou a Europa durante muitas décadas”.

– Infelizmente, são fruto da geração medíocre de políticos que agora está no poder na Europa – disse ainda.

Como exemplo, o representante do Kremlin citou a reação dos europeus quando Trump revelou publicamente, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos nesta semana, detalhes de sua conversa com o presidente francês, Emmanuel Macron.

– Muito interessante. Todos os europeus literalmente ficaram em polvorosa (…). Mas quando Macron tornou pública a conversa com [o presidente russo, Vladimir] Putin, ninguém reagiu assim – apontou Peskov.

O porta-voz admitiu que os métodos utilizados por Trump não correspondem “totalmente” à ordem multipolar defendida pela Rússia há anos, uma vez que o líder americano prefere impor a lei do mais forte e espera que seus adversários “baixem a cabeça” – algo que, segundo Peskov, a Rússia não pretende fazer.

– Trump é um político experiente que baseia suas abordagens nos princípios do mundo dos negócios, um mundo duro e implacável. E ele defende seus interesses, claro, em primeiro lugar os interesses do seu país – considerou.

Putin, que tem evitado criticar publicamente as recentes ações da Casa Branca em relação à Venezuela, ao Irã ou à proposta sobre a Groenlândia, ainda não respondeu formalmente ao convite de Trump para integrar seu Conselho de Paz, anunciado em Davos para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza.

Pleno News

Tempestade de inverno nos EUA deixa 7 mortos e 1 milhão sem energia

FOTO: REPRODUÇÃO/X

Uma intensa onda de frio provocada por uma tempestade de inverno atingiu os Estados Unidos, causando transtornos no transporte aéreo e no fornecimento de energia elétrica em várias regiões. As condições climáticas extremas também resultaram nas mortes de ao menos sete pessoas, segundo autoridades locais, com registros nos estados do Tennessee, Louisiana, Texas e Kansas.

O acúmulo de neve foi significativo em vários estados. No Arkansas, a camada chegou a 20 centímetros, enquanto Illinois e Ohio registraram até 28 centímetros. Em Indiana, o volume alcançou 33 centímetros e no Missouri, cerca de 30 centímetros.

As condições severas levaram à emissão de alertas meteorológicos em cidades como Dallas, Oklahoma City, Oklahoma, St. Louis, Missouri, Louisville, Kentucky, Cleveland, Ohio, Whashington, DC, Filadélfia e Boston devido ao risco de gelo nas estradas e quedas de energia.

Nevasca em NY

Em Nova York, é esperado que as temperaturas permaneçam negativas durante todo o dia e a neve alcance até 30 centímetros de altura no Central Park.

Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia (NWS, na sigla em inglês), “Viagens perigosas e impactos na infraestrutura estão ainda previstos por vários dias. Poderá haver queda de neve abundante e acúmulo de gelo com potenciais catastróficas a nível local”, informa.

As autoridades seguem monitorando a situação e alertam para o risco contínuo de hipotermia, acidentes em rodovias e novos apagões enquanto o frio intenso persiste.

Metrópoles

Nevasca cancela quase 11 mil voos nos EUA e paralisa grandes aeroportos

FOTO: REPRODUÇÃO

Nevasca cancela voos nos Estados Unidos e provoca um dos maiores colapsos recentes no transporte aéreo do país. Nesse domingo (25), cerca de 10.870 voos foram cancelados devido à forte tempestade de inverno que avança por diversas regiões, segundo dados do site de monitoramento FlightAware. No sábado (24), antes disso, mais de 4.000 voos já haviam sido suspensos, o que indica a escalada dos impactos do fenômeno climático.

As interrupções atingiram, principalmente, aeroportos considerados estratégicos para a malha aérea norte-americana. Entre os mais afetados estão Dallas–Fort Worth, Charlotte, Filadélfia e Atlanta. Além disso, em Nova York, os aeroportos John F. Kennedy (JFK) e LaGuardia também registraram atrasos e cancelamentos em massa, prejudicando milhares de passageiros.

Nevasca cancela voos e pressiona aeroportos

O Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson, em Atlanta, o mais movimentado dos Estados Unidos, liderou o número de cancelamentos. Conforme o FlightAware, até o início da noite, 597 voos de partida e 563 de chegada haviam sido cancelados. Assim, o impacto se espalhou rapidamente para conexões em todo o país, ampliando o efeito dominó sobre outras rotas.

Além disso, autoridades aeroportuárias reforçaram alertas aos passageiros para que verificassem o status dos voos antes de se deslocarem. Embora equipes atuem para normalizar as operações, as condições climáticas adversas continuam dificultando pousos e decolagens em várias regiões.

Companhias aéreas mais afetadas

Entre as empresas aéreas, a American Airlines concentrou o maior número de suspensões. A companhia cancelou 1.521 voos, o que representa cerca de 47% de sua frota programada para o período. Logo depois, a Delta Air Lines registrou aproximadamente 1.444 cancelamentos. A Southwest Airlines superou 1.320 voos suspensos, enquanto a United Airlines contabilizou cerca de 998.

Por outro lado, as empresas informaram que oferecem reacomodação e isenção de taxas para remarcação. No entanto, a alta demanda e as restrições operacionais prolongam a espera dos passageiros.

Impactos além do transporte aéreo

De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia, a megatempestade de inverno ameaça cerca de 180 milhões de pessoas. Como resultado, ao menos 21 estados decretaram estado de emergência. Além do transporte aéreo, rodovias ficaram bloqueadas, motoristas enfrentaram congestionamentos severos e o risco de interrupções no fornecimento de energia aumentou significativamente.

Ponta Negra News

Lula conversa com Trump por telefone sobre situação na Venezuela e combinam visita a Washington

FOTO: RICARDO STUCKERT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira (26). Durante a ligação, os dois trataram sobre a situação na Venezuela e combinaram uma visita do petista a Washington, nos próximos meses.

“No curso da conversa, Lula e Trump trocaram impressões sobre a situação na Venezuela. O presidente brasileiro ressaltou a importância de preservar a paz e a estabilidade da região e de trabalhar pelo bem-estar do povo venezuelano”, diz a nota divulgada pelo governo brasileiro.

Esta foi a primeira conversa entre Lula e Trump desde que os Estados Unidos invadiram a Venezuela e retiraram do poder o dirigente Nicolás Maduro, no início deste mês. O ditador venezuelano está detido em território americano desde o ataque.

Lula, no entanto, já deu declarações públicas condenando a ação militar no país vizinho. Na última sexta-feira (23), o petista chamou o episódio de “falta de respeito” e disse que a América Latina não vai abaixar a cabeça para ninguém.

Ele também afirmou que o mundo vive um momento “muito crítico” do ponto de vista político e disse que a Carta das Nações Unidas (ONU) está sendo “rasgada”, com a prevalência da chamada “lei do mais forte” nas relações internacionais.

A expectativa é que Lula aproveite a instabilidade no cenário internacional para reiterar o pedido de reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, um pleito do petista desde o primeiro mandato, em 2002 (entenda mais abaixo).

Conselho da Paz

A conversa durou 50 minutos, de acordo com o Planalto. Entre outros temas, o convite feito ao Brasil para integrar o Conselho da Paz, criado por Trump, também entrou em pauta. No entanto, Lula não confirmou se vai integrar a iniciativa.

Ao comentar a proposta, o presidente brasileiro propôs que o órgão apresentado pelos Estados Unidos se limite à questão humanitária e a situação da Faixa de Gaza, e preveja um assento para a Palestina nos debates.

De acordo com fontes da diplomacia ouvidas pela TV Globo, o Brasil não tem pressa para responder o convite de Trump. A expectativa é que, em vez de uma resposta direta, o governo envie pedidos de esclarecimentos técnicos sobre as brechas jurídicas do estatuto de Trump.

A avaliação da diplomacia é de que o Brasil não deve aceitar um convite no qual países apenas aderem a um estatuto pronto e unilateral escrito por Washington.

Para o governo brasileiro, um conselho que já nasce sob a presidência fixa dos EUA e com apoio explícito de apenas um dos lados do conflito é visto com preocupação.

Durante a conversa com Trump, Lula aproveitou a ocasião para defender, novamente, uma reforma abrangente da Organização das Nações Unidas (ONU), com ampliação dos membros permanentes do Conselho de Segurança.

Outros temas

Lula e Trump também trocaram informações sobre a situação econômica dos dois países e avaliaram que há boas perspectivas para as economias brasileira e norte-americana. Trump afirmou que o crescimento de Brasil e Estados Unidos é positivo para a região das Américas como um todo.

Os presidentes também destacaram o bom relacionamento construído nos últimos meses, que resultou na retirada de parte significativa das tarifas aplicadas a produtos brasileiros, também segundo relato do Planalto.

O presidente brasileiro manifestou interesse em ampliar a parceria nas áreas de repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas, além do congelamento de ativos de grupos criminosos e do intercâmbio de dados sobre transações financeiras. A iniciativa, segundo o Planalto, foi bem recebida por Trump.

G1

Homem encontra tesouro romano antigo de R$ 34 milhões no quintal de casa

FOTO: REPRODUÇÃO

O desaparecimento de um simples martelo no quintal de uma propriedade rural levou a uma das descobertas arqueológicas mais relevantes do Reino Unido. O episódio ocorreu na cidade de Hoxne e resultou na localização de um tesouro avaliado em milhões de libras, além de possuir enorme importância histórica.

Em 1992, o fazendeiro Peter Whatling percebeu que havia perdido uma ferramenta em suas terras e decidiu pedir ajuda a um amigo, Eric Lawes, jardineiro aposentado e entusiasta da detecção de metais. Em 16 de novembro daquele ano, enquanto procuravam pelo objeto, os dois acabaram encontrando diversos artefatos antigos enterrados no solo, incluindo moedas e colheres.

Após a descoberta inicial, os amigos optaram por informar as autoridades locais e o serviço arqueológico, permitindo que especialistas analisassem o material e realizassem uma investigação completa da área. Essa escolha foi fundamental para que os arqueólogos conseguissem registrar com precisão o posicionamento de cada objeto, em vez de uma escavação improvisada que poderia comprometer as informações históricas.

O conjunto ficou conhecido como Tesouro de Hoxne e é considerado um dos mais importantes achados de ouro e prata do final do período romano na Grã-Bretanha. No ranking internacional, ocupa o quinto lugar entre os dez maiores tesouros de metais preciosos datados entre os séculos 2 e 7 d.C. Ao todo, foram catalogadas 15.233 moedas, além de vasos de prata, joias de ouro, colheres e itens de higiene pessoal.

Durante a escavação, também foram encontrados vestígios de madeira e outros materiais orgânicos. Essas evidências indicaram que os objetos estavam guardados em um baú de carvalho, com divisórias internas protegidas por palha e tecido.

Os estudiosos acreditam que o tesouro tenha sido enterrado no século 5 d.C., já que algumas moedas datam dos anos 407 e 408, embora a maioria seja mais antiga. A identidade do proprietário e o motivo do esconderijo permanecem desconhecidos, podendo estar ligados a um período de instabilidade ou ao resultado de um roubo.

Em 1993, as peças foram entregues à Coroa britânica e posteriormente vendidas a museus. Parte do acervo está exposta no Museu Britânico, em Londres. O valor obtido foi repassado ao descobridor e ao dono do terreno, que dividiram 1,75 milhão de libras, quantia equivalente a cerca de 4,7 milhões atualmente, quase R$ 34 milhões.

Notícias ao Minuto

Alvo de bullying e rejeitado em paqueras, inglês transforma o sorriso e faz sucesso com mulheres: ‘Melhor do que ganhar na loteria’

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Johnathon Pratt, de 35 anos, enfrenta problemas dentários desde a adolescência. Na escola, o morador de Halifax (Inglaterra) e era constante alvo de bullying, sendo chamado de “Boca de Cavalo” até por mulheres.

Além dos abusos, Johnathon tinha vergonha de paquerar e sofria dores frequentes.

“Eu não conseguia comer direito porque sentia dor constante, o que afetava minha fala, e eu nunca sorria ou saía de casa. Sofri bullying durante a maior parte da minha vida, fui xingado e perdi muitas oportunidades. Me chamaram de ‘Boca de Cavalo’ por anos. Isso até me desanimou de namorar. Em alguns encontros, a primeira coisa que me diziam era: ‘Seus dentes são horríveis e eu jamais sairia com você'”, desabafou o inglês.

No ano passado, Johnathon resolveu mudar o cenário bucal. Após pesquisar várias clínicas na Turquia, ele viajou ao país para extrair todos os dentes substituí-los por implantes, ao custo de R$ 68 mil — no Reino Unido ele teria que desembolsar quatro vezes esse valor pelo mesmo tratamento dentário. O procedimento consiste na remoção dos dentes existentes e na inserção de pinos de metal, geralmente de titânio, no osso maxilar. Após a cicatrização, os novos dentes são colocados.

O procedimento foi completado no início de janeiro. Johnathon declarou que o novo sorriso já o colocou no radar de algumas mulheres que, antes, provavelmente, o rejeitariam.

“Antes da cirurgia, meus dentes me deprimiam. Adoro a minha aparência agora. Eu só gostaria de ter sabido disso muito antes”, afirmou o inglês que tem dois filhos de relacionamentos passageiros. É ele quem cuida das crianças de 9 e 11 anos. “Estou recebendo muito mais atenção, mas estou feliz apenas com a minha família por enquanto. Ainda me olho no espelho e me emociono. É uma sensação melhor do que ganhar na loteria. As pessoas me olham como uma pessoa normal, e isso é incrível.”, finalizou.

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