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Categoria: Economia

FIERN e SENAI-RN mostram, no Reino Unido, potencial do Rio Grande do Norte para eólicas offshore

FOTO: DIVULGAÇÃO

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e o SENAI-RN deram início à missão que realizam até sábado (06), no Reino Unido, com a exibição do potencial potiguar na mais nova fronteira do setor de energia: a eólica offshore (no mar).

Um vídeo destacando porquê a solução na área passa pelo Brasil – e pelo RN – foi apresentado ao grupo que integra a programação, incluindo Carolina Silva e Larissa Bruscky, representantes da Embaixada e do Consulado britânico no Recife (PE).

 Clique abaixo para acessar o conteúdo com áudio em português e confira, no YouTube, a versão original, em inglês.

A apresentação foi realizada em Manchester, primeira cidade a receber a comitiva, que também passará por Newcastle, Hull e Londres.

Representantes de 20 empresas e organizações potiguares participam da missão. O presidente da FIERN, Amaro Sales, é representado pelo diretor Roberto Serquiz, que também é o presidente eleito da FIERN e assumirá o mandato em outubro deste ano.

A programação inclui visitas a centros de inovação, a instalações eólicas offshore, à infraestrutura portuária da região e participação na conferência “Offshore Wind Connections” – um dos principais e mais conhecidos eventos eólicos offshore do Reino Unido.

O diretor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Rio Grande do Norte (SENAI-RN) e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), Rodrigo Mello, o superintendente do Serviço Social da Indústria (SESI-RN), Juliano Martins, o superintendente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no estado (SEBRAE-RN), Zeca Melo e o diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), Leon Aguiar, Junto com Serquiz, fazem parte do grupo.

Empresas potiguares que atuam em segmentos como construção civil, montagem de torres eólicas, engenharia, telecomunicações, consultoria em meio ambiente, alimentos e bebidas, portos, logística, transporte e apoio marítimo também participam.

MISSÃO

O objetivo é conferir, in loco, a operação de parques eólicos offshore – instalados no mar – prospectar oportunidades de negócios para o estado e mostrar o potencial brasileiro e o potiguar, na área, de olho em possíveis parcerias com empresas e instituições britânicas.

O Reino Unido é líder do setor eólico offshore na Europa e a expectativa é que a experiência do país seja uma das inspirações para os caminhos que o Brasil e o Rio Grande do Norte começam a trilhar nessa nova fronteira de investimentos no setor de energia.

A Missão ocorre em um momento em que investimentos na área já são realidade na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos, e que, em território brasileiro, começam a despontar no horizonte também como oportunidades. Há, no Brasil, a intensificação de estudos e um processo de regulamentação em curso para início da implantação dos primeiros complexos. Cerca de 74 empreendimentos previstos para a costa estão, atualmente, à espera de licenciamento no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A maior parte da potência está concentrada no Nordeste.

Aneel mantém Bandeira Verde nas contas de energia elétrica em maio

FOTO: MARCELLO CASAL JR

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que no mês de maio vai manter a Bandeira Verde nas contas de luz, ou seja, não haverá valor adicional nas contas de energia elétrica dos consumidores. A bandeira verde está vigorando desde abril do ano passado.

Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), a bandeira verde é válida para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN) e reflete a melhoria dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas, beneficiados com o período de chuvas.

Apesar do País já ter entrado no período de poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas estão operando em média com 87 5% do total. No subsistema Norte, o acúmulo de água chega a 98 7%, enquanto o nível mais baixo é constatado no subsistema Sul, de 83,9%, mesmo assim considerado alto para o período.

O mecanismo das bandeiras tarifárias foi criado em 2015 e tem o objetivo mostrar transparência ao custo real da energia, indicando se haverá cobrança extra, o que ocorre principalmente em períodos secos. A bandeira da Aneel pode variar de verde a amarela e vermelha (patamar 1 e 2).

Estadão Conteudo

Novo salário mínimo injeta R$ 10 bi na economia, mas aumenta despesas do governo

FOTO: REPRODUÇÃO

O novo salário mínimo começa a valer nesta segunda-feira (1°), Dia do Trabalhador. Agora, o valor passa a ser de R$ 1.320 mensais. O reajuste é de 1,38%, com aumento de R$ 18 em relação ao patamar anterior.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, a medida vai injetar aproximadamente R$ 10 bilhões na economia do país. Por outro lado, o governo gastará mais R$ 7 bilhões por ano.

A projeção de adição de R$ 10 bilhões no mercado é do economista Ulisses Ruiz de Gamboa, da ACSP (Associação Comercial de São Paulo). De acordo com ele, isso vai movimentar o consumo, a produção de riquezas e gerará empregos.

Para o especialista, o reajuste é “bem-vindo”, por causa “da situação que as famílias estão vivendo, pela corrosão do poder de compra [que sofreram]”.

Porém, ele ressalta que o aumento da demanda “não vai aumentar na mesma proporção”, porque “as famílias estão endividadas”. Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo), 78,3% das famílias em março diziam estar com contas atrasadas.

R7

Contribuição dos microempreendedores sobe de R$ 65,10 para R$ 66

FOTO: MARCELLO CASAL JUNIOR

A elevação do salário mínimo para R$ 1.320, a partir deste mês, muda o cálculo da contribuição de microempreendedores individuais (MEI) para a Previdência Social. O valor, que estava em R$ 65,10 com o salário mínimo de R$ 1.302, agora ficará em R$ 66. O aumento segue o novo valor do salário mínimo, publicado em medida provisória, nesta segunda-feira (1º).

O reajuste valerá apenas para os boletos com vencimento a partir de 20 de junho. A cota deste mês, que vence em 20 de maio, continuará a ser paga pelo valor antigo, de R$ 65,10. Para os MEI caminhoneiros, que pagam mais para a Previdência Social, a contribuição passará de R$ 156,24 para R$ 158,40.

A elevação do salário mínimo foi decidida em reunião na última quinta-feira (27) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as centrais sindicais e os ministros da área econômica. O valor de R$ 1.320 estava estipulado no Orçamento de 2023, mas o salário mínimo ficou em R$ 1.302 nos quatro primeiros meses do ano porque a quantidade de benefícios da Previdência Social, cuja maior parte é atrelada ao mínimo, superou as previsões iniciais.

Na última sexta-feira (28), o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, indicou que pretende retomar, no próximo ano, a política de reajuste para o salário mínimo que vigorou entre 2011 e 2019. Pela fórmula, o salário mínimo é corrigido todos os anos pela inflação do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) de dois anos antes.

Nesse domingo (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a decisão do governo, ao anunciar que enviará ao Congresso Nacional, nos próximos dias, um projeto de lei (PL) que, se aprovado, tornará obrigatório o reajuste do salário mínimo acima da inflação.

Recolhimento

Profissionais autônomos com regime tributário e previdenciário simplificado, os microempreendedores individuais recolhem 5% do salário mínimo por mês para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os MEI caminheiros contribuem com 12% do salário mínimo.

O restante da contribuição mensal varia conforme o ramo de atuação. Os trabalhadores que exercem atividades ligadas ao comércio e à indústria pagam R$ 1 a mais referente ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), administrado pelo estado onde mora. Os profissionais que executam serviços recolhem R$ 5 a mais de Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelo município onde habita.

Ao contribuírem para o INSS, os microempreendedores individuais passam a ter direito à aposentadoria por idade, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio-reclusão e pensão por morte. Além disso, a Receita Federal fornece um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) aos MEI, que podem emitir notas fiscais e obter crédito com condições especiais.

O boleto mensal do Documento de Arrecadação Simplificada do MEI (DAS-MEI) pode ser gerado no Portal do Empreendedor. As parcelas vencem no dia 20 de cada mês.

Agência Brasil

Petrobras reduz preço do gás natural vendido a distribuidoras a partir desta segunda-feira

FOTO: DIVULGAÇÃO

O preço do gás natural vendido pela Petrobras a distribuidoras ficará mais barato a partir desta segunda-feira (1º). Segundo anuncio feito pela petroleira no mês passado, o ajuste representa uma redução média de 8,1% dos preços, e faz parte de uma atualização trimestral prevista em contrato.

Ainda de acordo com a Petrobras a queda também reflete as variações no preço do combustível, vinculado às oscilações do petróleo Brent (principal referência de preços internacional), da taxa de câmbio e do transporte por dutos.

Segundo a companhia, o petróleo teve uma queda de 8,7% e o câmbio teve apreciação de aproximadamente 1,1% no mês de referência.

A parcela do preço relacionada ao transporte do gás é atualizada anualmente no mês de maio, vinculada à variação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). A atualização será e aproximadamente 0,2%.

g1

Petrobras anuncia redução de R$ 0,38 por litro no preço do diesel a partir de sábado

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A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (28) mais uma redução do preço do diesel para as distribuidoras. O valor passa de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma redução de R$ 0,38 ou 9,9%.

A medida passa a valer a partir deste sábado (29) e os preços dos demais combustíveis não sofreram alteração. A última redução para o diesel anunciada pela Petrobras foi no dia 22 de março.

Veja a nota da empresa:

“A partir de amanhã, 29/04, o preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,84 para R$ 3,46 por litro, uma redução de R$ 0,38 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,05 a cada litro vendido na bomba.

Destaca-se que o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margem de lucro do distribuidor.

A redução do preço da Petrobras tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente.“

Mais de 7 toneladas de cabos irregulares são retiradas da rede da Neoenergia Cosern em 3 meses

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No primeiro trimestre deste ano, a Neoenergia Cosern extraiu mais de 7 toneladas de equipamentos instalados à revelia na rede de postes da distribuidora em todo o Rio Grande do Norte através da “Operação Ordenamento”. Esse quantitativo é 21 vezes maior que o retirado no mesmo período de 2022. A cidade com o maior volume de fios, caixas de telecomunicações e outros equipamentos retirados da rede até agora foi Assu, com 2,8 toneladas.

A Operação Ordenamento visa garantir maior segurança à população e ao sistema elétrico através da identificação e retirada de fios irregulares da rede da Neoenergia Cosern que soma quase um milhão de postes. Isso garante a continuidade do fornecimento de energia elétrica com o mínimo de interrupções, entre outros benefícios. Hoje, 128 empresas de telecomunicações estão regulares junto à Neoenergia Cosern através de contratos de uso compartilhado dos postes.

“Ao longo de todo o ano, nossas equipes desenvolvem a Operação Ordenamento com o objetivo coletivo de ampliar a segurança da população e mitigar os riscos de interrupção no fornecimento de energia a partir de sinistros envolvendo essa rede de telecomunicações”, comenta Júlio Giraldi, superintendente de Relacionamento com o Cliente da Neoenergia Cosern.

Os itens extraídos, em sua totalidade, pertencem às empresas de telecomunicações (telefonia e internet). Essas empresas precisam seguir regras impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)​ e Agência Nacional do Petróleo (ANP). Anterior à instalação dos equipamentos nos postes, seguindo a legislação em vigor para o setor, as empresas de telecomunicações precisam encaminhar os projetos e aguardar a análise da concessionária que resultará na aprovação, ou não, da execução da instalação.

Nos casos em que forem identificados pontos de fixação ou equipamentos instalados clandestinamente ou cabos que possam causar risco à segurança, tanto da população quanto ao fornecimento de energia (como fios descascados ou rompidos, vão baixo, repetidoras, mão francesa, cabos descumprindo as distâncias de segurança etc.), a instalação irregular será retirada pela Neoenergia Cosern imediatamente.

Balanço anual

O quantitativo de equipamentos instalados à revelia na rede de postes da Neoenergia Cosern e extraídos pelas equipes da distribuidora ao longo de 2022 bateu um recorde: 19,3 toneladas. Esse número representa aumento de 357% em relação ao ano de 2021 e foi resultado da ampliação das ações da Operação Ordenamento, desenvolvida em todo o Rio Grande do Norte de forma ininterrupta.

FIERN e SENAI-RN promovem missão ao Reino Unido em busca de negócios ligados a eólicas offshore

FOTO: NICHOLAS DOHERTY / UNSPLASH

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e o SENAI-RN dão largada, neste fim de semana, à primeira missão internacional para conferir a operação efetiva de parques eólicos offshore – instalados no mar – e prospectar potenciais oportunidades de negócios para o estado ligadas à atividade. O foco da viagem é o Reino Unido, país líder do setor na Europa. O embarque ocorre em 28 de abril. A programação vai até 6 de maio.

Participam representantes do Serviço Social da Indústria (SESI-RN), do Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (SEBRAE-RN) e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema), além de empresas potiguares que atuam em segmentos como construção civil, montagem de torres eólicas, engenharia, telecomunicações, consultoria em meio ambiente, alimentos e bebidas, portos, logística, transporte e apoio marítimo.

A Missão ocorre em um momento em que investimentos na área já são realidade na Europa, na Ásia e nos Estados Unidos, e que, em território brasileiro, começam a despontar no horizonte também como oportunidades.

Há, no Brasil, a intensificação de estudos e um processo de regulamentação em curso para início da implantação dos primeiros complexos eólicos no mar. Cerca de 74 empreendimentos previstos para a costa estão, atualmente, à espera de licenciamento no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A maior parte da potência está concentrada no Nordeste.

O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, destaca o protagonismo e o potencial do Rio Grande do Norte nesse contexto. “O Rio Grande do Norte é o maior produtor brasileiro de energia eólica em terra e esse protagonismo deve compor a busca e a construção de soluções em transição energética. O estado também tem um potencial para geração offshore [no mar] de 54,5 Gigawatts (GW). Estamos falando no equivalente ao abastecimento de cerca de ⅓ de toda energia elétrica brasileira em 2020 (aproximadamente 651TWh)”, diz Amaro.

Ele será representado na Missão internacional pelo diretor Roberto Serquiz, que também é o presidente eleito da FIERN e assumirá o mandato em outubro deste ano.

Programação

O grupo que embarca para o Reino Unido sob a liderança da Federação passará pelas cidades de Manchester, Newcastle, Hull e Londres. Visitas a centros de inovação, a instalações eólicas offshore, à infraestrutura portuária da região e participação na conferência “Offshore Wind Connections” fazem parte do roteiro.

“Nós temos uma semana de reuniões marcadas com gente que fornece alimentos, que fornece embarcações, que faz instalação, manutenção e atua em outras frentes nessa atividade. A ideia é conhecer, funcionando, a cadeia do offshore wind, para que empresas e instituições locais enxerguem oportunidades, possibilidades de cooperação e o que têm condições de implantar no nosso ecossistema. A ideia é gerar negócio”, diz o diretor do SENAI-RN e do Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), Rodrigo Mello.

Ele ressalta que a viagem é muito mais que uma busca de inspiração. A ideia, enfatiza o diretor, também é mostrar a empresas e instituições britânicas o Rio Grande do Norte e o Brasil como partes da solução que o mundo precisa em direção à transição energética.

“Vamos apresentar os diferenciais competitivos que temos aqui. O Brasil e o Rio Grande do Norte estão se preparando para participar desse processo e têm condições de contribuir, de ser parte da resposta que o mundo precisa”, observa. O RN, exemplifica ainda Mello, tem condições privilegiadas para implantação de parques eólicos no mar e para exportação da energia que irão produzir, para além das fronteiras brasileiras. “O hidrogênio é a forma de transportar essa energia e é um vetor em que também estamos investindo”, complementa.

Desenvolvimento profissional e tecnológico

Há aproximadamente 10 anos o SENAI-RN, que é parte do Sistema FIERN, desenvolve trabalhos voltados ao offshore e ao hidrogênio.

O Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER), sediado em Natal (RN) e principal centro de formação profissional do SENAI no Brasil para indústrias no ramo, foi pioneiro, por exemplo, em mapeamentos no país para medir o potencial de energia eólica offshore – trabalho base para a atual fase de desenvolvimento do setor brasileiro e para atividades de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação que o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) conduz hoje como referência nacional.

“Possuímos com destaque um centro de referência em pesquisa aplicada e inovação voltado ao setor (o ISI-ER), um centro de formação de profissionais para a atividade (o CTGAS-ER) e um sólido relacionamento com as grandes petroleiras do mundo que têm metas traçadas para a transição energética e com as grandes empresas de energia eólica instaladas no Brasil, onde o potencial de geração dessa energia, de cerca de 700 GW, sugere um potencial de investimento gigantesco para o mundo”, frisa Mello.

Esses e outros atributos potiguares, como águas rasas, um mar calmo como regra, qualidade de vento ótima comprovada em estudos, um grande potencial de geração já medido, a cultura de trabalhar com fontes renováveis e a posição geográfica próxima a mercados como a Europa serão apresentados ao público britânico.

O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, elenca pesquisas, inovação, desenvolvimento e adaptação de tecnologias, além de toda a parte de formação e qualificação profissional como chaves para que o Rio Grande do Norte desponte na dianteira desse mercado fundamental não apenas para economia do estado, mas do Brasil e do mundo.

“Sabemos dos desafios e da necessidade de medidas compensatórias e de tecnologias possíveis para produzirmos, gerarmos renda para as pessoas, efetivarmos o progresso com justiça social”, diz ele e vai além: “Buscar soluções, construir parcerias e propor novas vias tem sido papel que o Sistema FIERN, por meio do SENAI e de seus institutos, o ISI-ER, o CTGAS-ER e o IST Mossoró, vem exercendo no âmbito das energias. E o intercâmbio com outras nações soma ainda mais no esforço de ampliar e consolidar o caminho do Rio Grande do Norte como maior gerador de energia renovável do país”.