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Categoria: Economia

Encontro promovido pela Fecomércio e LIDE RN esclarece pontos da nova Reforma Tributária aos empresários

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Autoridades, empresários e especialistas estiveram reunidos nesta segunda-feira, 12, durante o Encontro-Debate com o tema Brasil em Foco: Debatendo a Reforma Tributária, promovido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN) e o LIDE RN (Grupo de Líderes Empresariais do Rio Grande do Norte), no Hotel Holiday Inn Natal. 

O evento contou com a participação do secretário extraordinário da Reforma Tributária do Governo Federal, Bernard Appy; o diretor de Economia e Inovação da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Guilherme Mercês; e o secretário estadual da Fazenda e presidente do Comsefaz, Carlos Eduardo Xavier. 

O evento foi mediado pelo presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, e pelo presidente do LIDE RN, Jean Valério, e contou com a presença dos deputados federais, João Maia, Benes Leocádio, Fernando Mineiro, General Girão e Sargento Gonçalves.

A reforma tributária em tramitação no Congresso Nacional é um tema de extrema importância com impactos relevantes para a economia do país e do estado. Na ocasião, os especialistas apresentaram um panorama com as implicações das mudanças propostas no sistema tributário.

Para o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, o país necessita de um crescimento econômico sólido a partir de um melhor ambiente de negócios. “Essas discussões são essenciais para garantir a geração de emprego e renda para os brasileiros. Infelizmente, vivemos em um país com uma carga tributária complexa e excessivamente elevada, o que gera inúmeras dificuldades para os empreendedores e população em geral”, afirmou Queiroz.

Para o secretário extraordinário da Reforma Tributária no Governo Federal, Bernard Appy, a proposta em questão se trata de uma reforma de país. “Isso já vem sendo discutido desde 2019 e já está bastante amadurecido no âmbito do Congresso Nacional. A nossa percepção é de que hoje exista um ambiente favorável à aprovação”, analisa Appy. 

O secretário da Fazenda do Estado, Carlos Eduardo Xavier, explica que há uma leitura, por parte do Governo do RN, de que a proposta atual precisa ser remodelada e que dialogue com o futuro do país nas próximas décadas. “É uma reforma que visa simplificar o nosso sistema tributário mas, também, trazer um viés de justiça social”, afirmou o titular da pasta estadual.   

Setor de Serviços

Atualmente, parte das premissas defendidas pelos empresários do setor terciário foi contemplada na nova proposta, mas, de acordo com a classe produtiva, é preciso garantir uma alíquota diferenciada para todo o setor de serviços. 

Por conta do aumento da carga tributária para o setor de Serviços, que pode crescer em mais de 70%, a Confederação Nacional do Comercio (CNC), defende que deve haver alíquotas diferenciadas não apenas para segmentos específicos – o proposto inicialmente é que haja distinção apenas para as áreas de saúde, educação e transporte público –, mas para todo o setor de Serviços.

Para que não haja aumento da carga tributária para o setor, a CNC propõe uma alíquota máxima de 10,7% para o segmento de Serviços.

De acordo com o diretor de Economia e Inovação da CNC, Guilherme Mercês, a entidade entende que o sucesso da reforma tributária também depende da não cumulatividade plena, bem como crédito para empresas do Simples Nacional.

“A CNC tem apresentando cálculos de impacto e propostas concretas, em frequentes reuniões com os Poderes Executivo e Legislativo. Também temos promovido momentos com os empresários para esclarecer o tema, como este evento que realizamos hoje”, disse Mercês.

O presidente do LIDE, Jean Valério, afirmou que a iniciativa é uma forma de esclarecimento aos empresários “para que possam entender as mudanças previstas e como elas podem impactar a economia do estado”.

A ideia do evento é que as discussões geradas possam resultar em sugestões de mudanças no sistema tributário, além de ser uma oportunidade para que empresários e lideranças locais possam contribuir para o debate nacional.

Dia dos namorados: pesquisa mostra como tributos encarecem presentes

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Na próxima segunda-feira (12) será comemorado o Dia dos Namorados, mas, de um modo geral, o consumidor não sabe quais são as taxas de tributos que incidem nos principais produtos que compõem a lista de presentes mais procurados nesta época do ano.

Pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) mostra as taxas de tributo projetadas para este ano que impactam no preço final para o consumidor. O perfume importado, por exemplo, é taxado com 78,99%, e o nacional, com 69,13%. No caso do importado, o diretor do IBPT, Carlos Pinto, explicou que pesam também o imposto de importação, o frete, a dolarização, o desembaraço aduaneiro e a taxa de comércio exterior, que elevam o preço do produto internamente.

Os chocolates, sempre lembrados como presente, são tributados em 39,61% e as flores naturais, em 17,71%. Objetos pessoais, como relógios, tem taxação de 56,14% e joias, de 50,44%. Se a opção for por bijuterias, os impostos serão de 43,36%.

No caso de livros, que não têm taxação na saída, os impostos alcançam 15,52%, porque consideram fatores como produção na indústria editorial, energia elétrica, equipamentos, funcionários, frete, gasolina. Outros produtos, como bolsas,têm taxa de tributo que pode atingir 39,95% de cobrança. O preço dos presentes fica mais alto para o consumidor porque os produtos são taxados dentro do país.

Regressividade

Uma característica do sistema tributário brasileiro é esse acúmulo sobre o consumo, disse Carlos Pinto à Agência Brasil. “A gente tem aí um tributo que entra na base de outro tributo, e isso faz com que haja uma parcela extremamente grosseira dentro de um produto que é relativo à tributação”. Ele considera o sistema de tributação brasileiro antagônico ao sistema mundial. Na regra geral, existem três fontes de receita do governo: renda (Imposto de Renda); patrimônio (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, Imposto Predial e Territorial Urbano, Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis-ITBI); e consumo.

Quando se tem uma carga tributária elevada sobre o consumo, “não há escapatória para o contribuinte. Porque [no caso de] um carro, por exemplo, que é patrimônio, ele pode dizer que não vai comprar porque o imposto está muito caro. Mas, no consumo geral, não tem jeito. É armadilha, e todo mundo cai”. No Brasil, esse imposto é por dentro. Ou seja, o consumidor não sabe quanto está pagando.

De acordo com Carlos Pinto, o sistema tributário no Brasil é regressivo porque ricos e pobres pagam carga tributária igual sobre um mesmo produto. Em uma geladeira que custa, por exemplo, R$ 3 mil, a carga tributária é de 60%, o que significa que R$ 1,8 mil são tributos. Para um trabalhador que ganha salário mínimo, R$ 1,8 mil representam cerca de 140% do salário dele; quem ganha R$ 10 mil paga 18% do salário. “O sistema regressivo do Brasil é extremamente prejudicial”, afirmou.

Reforma

Para Carlos Pinto, a reforma tributária que está em análise pelo governo é, na verdade, uma simplificação de tributos que incidem sobre o consumo.

“Aí, a gente está falando de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Serviços (ISS), Programa de Integração Social e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/COFINS)”. Esse momento demonstra a necessidade de fato de o Brasil adotar uma política transparente dos tributos que estão sendo pagos., acrescentou.

A carga de tributos acumulada da indústria até o consumidor final faz com que o produto fique extremamente oneroso. E em épocas em que a oferta é superior, o preço aumenta, o tributo sobe, e toda a cascata aumenta. “´É o efeito cascata que a gente tem.”

Impostômetro

Fundado em 1992, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) dedica-se ao estudo do complexo sistema tributário no país e é reconhecido pelo uso de uma linguagem clara e precisa à sociedade sobre a realidade tributária brasileira.

O IBPT calcula os tributos diretos e os indiretos que estão na etapa de produção.

O instituto também lançou bases e fundamentos para viabilizar a lógica da transparência fiscal, promovendo conscientização tributária, através de projetos como o Impostômetro e o De Olho no Imposto, entre outros. O cadastro é atualizado anualmente ou sempre que a legislação é alterada, como ocorreu na recente mudança no ICMS.

Agência Brasill

Após 3R Petroleum assumir, ficou mais barato “importar” gasolina da Paraíba que comprar no RN

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Um dia depois de assumir a refinaria Clara Camarão, em Guamaré, e aumentar o preço da gasolina e do diesel, a empresa 3R Petroleum acabou por transformar os combustíveis vendidos em Paraíba mais vantajosos do que o comercializado no Rio Grande do Norte, para revendedores do próprio RN. A informação foi trazia por exclusividade por Dinarte Assunção, no Jornal das 6, nesta sexta-feira (9).

Segundo Dinarte, uma tabela recebida por ele (veja o trecho no vídeo acima), mostra que, mesmo pagando frete, é mais barato para os revendedores comprarem gasolina na Paraíba que no Rio Grande do Norte. Por isso, não foram poucas as críticas a medida do 3R Petroleum.

No caso da gasolina tipo A, a alta é de R$ 0,23. A comparação foi feita por empresários e distribuidoras com base nos dados de preços dos produtos disponibilizados pela Petrobras no dia 1º de junho e os preços disponibilizados nesta quinta (8) no site da 3R Petroleum, que assumiu as operações da refinaria.

No dia 1º, a gasolina era vendida pela Petrobras à distribuidoras por R$ 2,68. O novo preço disponibilizado no site da 3R Petroleum é de R$ 2,91. No caso do diesel, o preço passou de R$ 2,85 para R$ 3,36.

RN não vai conceder reajuste a nenhuma categoria neste ano, diz Governo

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A situação financeira do Estado impede que qualquer reajuste salarial seja concedido aos servidores públicos neste ano. É o que afirma o secretário da Fazenda do Rio Grande do Norte, Carlos Eduardo Xavier. Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal (93,5 FM), o secretário explicou que os gastos com pessoal têm crescido de maneira que as finanças governamentais estão gravemente comprometidas.

De acordo com Cadu Xavier, o Rio Grande do Norte passa por uma “tempestade perfeita”, com queda na arrecadação após mudanças nas alíquotas de ICMS no ano passado e o aumento significativo da folha de pessoal. De maneira aberta, o secretário explicou que, mesmo sendo favorável à implementação, o piso dos professores implicou diretamente nas finanças do Estado.

“Nada contra os pisos, mas é preciso que os entes tenham condições de arcar com esses gastos. É uma tempestade perfeita. O aumento dos gastos com a perda de receitas trouxe o desequilíbrio. A gente está enfrentando esse desequilíbrio. (O piso dos professores) É o principal calo. Temos que falar abertamente. o Rio Grande do Norte precisa conter o crescimento da folha de pessoal. Ou faz isso, ou não vamos recuperar o poder de investimentos”, disse o secretário.

Segundo o secretário, que enfatizou diversas vezes não ser contrário ao piso, a forma com que ele é aplicado no Rio Grande do Norte é diferente do que acontece na maioria do Brasil. De acordo com ele, o estado é “basicamente” o único que faz o reajuste à categoria fora do que ele entende ser um conceito de “piso”. Isso porque, no estado, mesmo os profissionais que já recebiam acima do valor do piso determinado por lei vão receber os reajustes, que foram de 33% ano passado e quase 15% neste ano. 

“Para se ter uma ideia, o impacto anual em Pernambuco é de R$ 600 milhões por ano, enquanto aqui é de R$ 1 bilhão. E estamos falando de um estado que é maior do que o nosso, que consequentemente tem mais escolas que o nosso e, consequentemente, tem mais professores do que o nosso”, explicou.

Apesar da crítica, Carlos Eduardo Xavier disse que os valores que foram acordados e a forma de pagamento para este ano estão garantidos no planejamento financeiro do Estado. Porém, não há margem para reajustes a outros servidores dos quadros, com a exceção do que já está previsto por lei nos planos de carreira.

“O pagamento do piso já estava no planejamento. A gente consegue absorver no fluxo desse ano o piso dos professores. Novas concessões, não tem condições nesse momento. Não temos condições financeiras de dar nenhum tipo de concessão nesse ano. Nenhum tipo de reajuste nesse ano”, enfatizou o secretário.

ICMS

Sobre a alíquota modal do ICMS, Carlos Eduardo Xavier disse que o Estado não vai revogar a alíquota atual, de 20%, para retornar aos 18% até o fim deste ano. Mesmo com a homologação do acordo para compensação, o secretário diz que não há condições de que o valor retorne a 18% antes de fevereiro do ano que vem. Os deputados e o setor produtivo têm cobrado a redução.

“Do nosso ponto de vista, jurídico e da necessidade que temos, não vê previsão de voltar antes de janeiro. A gente conta com a manutenção dessa alíquota, até para cumprir com as obrigações do ano”, disse o secretário.

Tribuna do Norte

Petrobras recebe US$ 1 bilhão de dólares e conclui transferência do Polo Potiguar a 3R Petroleum

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A Petrobras informa que, após o cumprimento de todas as condições precedentes previstas no contrato vinculante assinado em janeiro do ano passado, concluiu hoje (7) a transferência da totalidade de sua participação (100%) no conjunto de 20 concessões de campos de produção  terrestres e de águas rasas, com instalações integradas, localizadas no estado do Rio Grande do Norte – RN, denominados conjuntamente de Polo Potiguar, para a empresa 3R Potiguar S.A. (3R).

A operação foi concluída com o pagamento à vista de US$ 1,1 bilhão para a Petrobras, já com os ajustes previstos no contrato. O valor recebido hoje se soma ao montante de US$ 110,0 milhões pagos à Petrobras na ocasião da assinatura do contrato, realizada em 31/01/2022. Além desse montante, é previsto o recebimento pela Petrobras de US$ 235,0 milhões, que serão pagos em 4 parcelas anuais de US$ 58,75 milhões, a partir de março de 2024.

Com a conclusão da cessão, a 3R assume a condição de operadora dos campos do Polo Potiguar e demais infraestruturas de produção.

A presente divulgação está de acordo com as normas internas da Petrobras e com as disposições do procedimento especial de cessão de direitos de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo, gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos, previsto no Decreto 9.355/2018.

O Polo Potiguar responde por menos de 1% da produção total de óleo da Petrobras, que continuará no Rio Grande do Norte investindo em projetos com grande potencial de crescimento futuro, tais como a exploração da Margem Equatorial na Bacia Potiguar (onde a empresa detém participação em 5 blocos exploratórios e possui compromisso de perfurar o poço de delimitação da descoberta de Pitu) e a avaliação de projetos de parques eólicos offshore, a exemplo de Colibri, em parceria com a Equinor.

Sobre o Polo Potiguar

O Polo Potiguar compreende três subpolos (Canto do Amaro, Alto do Rodrigues e Ubarana), totalizando 20 concessões, sendo 3 concessões marítimas e 17 concessões terrestres localizadas no Rio Grande do Norte, além de incluir acesso à infraestrutura de processamento, refino, logística, armazenamento, transporte e escoamento de petróleo e gás natural. As concessões do subpolo Ubarana estão localizadas em águas rasas, entre 10 e 22 km da costa do município de Guamaré-RN. As demais concessões dos subpolos Canto do Amaro e Alto do Rodrigues são terrestres.

A produção média do Polo Potiguar em 2023 foi de 16,5 mil barris de óleo por dia (bpd) e 37,3 mil m³/dia de gás natural. Além das concessões e suas instalações de produção, está incluído na transação o Ativo Industrial de Guamaré, incluindo a estação de tratamento de óleo, unidades de processamento de gás natural, a unidade de QAV e diesel e o Terminal Aquaviário de Guamaré.

Sobre a 3R Potiguar S.A.

A 3R Potiguar S.A. é uma empresa com foco no redesenvolvimento de campos maduros e em produção, controlada pela 3R Petroleum Óleo e Gás S.A. (3R Petroleum), companhia listada no Novo Mercado da bolsa brasileira.

Portal 96 FM

Dia dos Namorados deve movimentar quase R$ 80 milhões em Natal e Mossoró

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Uma das principais datas comemorativas para o comércio potiguar, o Dia dos Namorados deverá aquecer as vendas do varejo no Rio Grande do Norte. De acordo com a pesquisa de intenção de compras realizada pelo Instituto Fecomércio RN, a data deverá injetar cerca de R$ 66 milhões em Natal e R$ 13 milhões em Mossoró, dois principais polos econômicos do estado.

“Com a finalidade de antecipar as intenções de compras do consumidor potiguar frente às datas comemorativas mais importantes para o comércio, a Fecomércio RN realiza pesquisas que funcionam como verdadeiros termômetros de vendas, bem como apresenta as principais tendências do mercado varejista local”, explicou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

Em Natal, a pesquisa revela que a maioria dos consumidores da capital potiguar (57,6%) deseja ir às compras visando comemorar a data deste ano. O índice é superior ao registrado 2022 (48,7%) e 2021 (45,7%).  A maioria dos gastos com presentes para os amados vai ficar na faixa de até R$ 200, informado por 73,3% dos consumidores que disseram que irão às compras na data comemorativa.

O valor médio para a compra do presente do dia dos namorados será de R$ 149,57. Em 2022, o valor médio foi de R$ 128,06; em 2021 de R$ 122,45; e, em 2020, foi de R$ 109,16.

A data não é exclusividade de quem está em início de relacionamento. O levantamento apurou que 55,2% dos que vão às compras presentearão as (os) esposas (os) no dia 12 de junho; 37,6% irão homenagear as (os) namoradas (os); e 9,2% os noivos (as), companheiros (as), entre outros.

Sobre os itens preferidos para presentear, 39,9% dos entrevistados presentearão com itens de vestuário. Em seguida, aparecem no ranking perfumes e cosméticos (17,2%); calçados (10,6%); joias, relógios ou acessórios (9,2%); alimentos, cestas e chocolates (6,3%); celulares e eletrônicos (3,4%); livros (3,2%); flores (3,2%); entre outros. Já 12,9% dos ouvidos pela pesquisa ainda não decidiram o que vão comprar para presentear.

Para escolha dos presentes, são principais determinantes as ofertas e promoções (44,9%) e a marca dos produtos (38,6%). Os dados também mostraram que 60,6% dos consumidores natalenses pretendem pagar a compra do presente de forma à vista, utilizando dinheiro, débito, PIX ou transferência bancária. Ao mesmo tempo que 39,5% vão recorrer às compras parceladas.

A respeito do local de compra, 46,3% dos respondentes da pesquisa afirmaram que vão comprar os presentes de Dia dos Namorados em lojas de shoppings, 28,6% se preparam para ir às compras em lojas do comércio de rua, enquanto 16,6% desejam comprar pela internet.

Para aqueles que vão comemorar, a atividade programada para o Dia dos Namorados mais planejada é o almoço ou jantar em restaurante (21,2%). Almoçar ou jantar em casa/familiar é a intenção de 13,1% dos entrevistados. Outros tipos de celebração como viagem para algum lugar especial, entre outros, foram citados por 7,5% dos natalenses.

Mossoró

Os dados apontaram que muitos casais estão dispostos a fazer compras no período comemorativo: 44,6% dos mossoroenses disseram ter intenção de comprar algo para presentear os (as) companheiros (as). O número de pessoas que vai presentear ficou estável em relação a 2022, quando 44,4% diziam que iriam presentear.

Para 55,4% dos consumidores entrevistados, o investimento será de até R$ 200 reais; e 34,7% deverão priorizar presentes acima de R$ 200 reais. O ticket médio dos mossoroneses deverá ser de R$ 152,49. Valor maior que o registrado em 2022, quando alcançou R$ 131,05.

Os principais tipos de produtos citados como presentes são roupas (29,1%); joias, relógios e acessórios (17%); perfumes e cosméticos (14,8%); calçados e bolsas (10,3%); eletrônicos e celulares (9%); chocolates e alimentos (7,2%); flores (3,1%); eletrodoméstico (2,2%); viagem (1,8%); entre outros.

Para 43,2% dos compradores, a marca do produto será um fator decisivo na escolha do presente nesse dia dos namorados, seguido de perto pelas ofertas e promoções com 40,5% dos entrevistados. Com menores percentuais, aparecem formas de pagamento (5,4%), localização da loja (5,4%), nome da loja (1,4%) entre outras.

A pesquisa da Fecomércio RN mostra que 46,8% dos mossoroenses pretendem adquirir os itens em estabelecimentos do comércio de rua. Quem declarou que vai procurar os produtos para presentear em lojas de shopping são 29,3% do público. Os que indicaram internet representaram 17,1% das indicações.

No que se refere à forma de pagamento dos produtos, 45,9% mostraram preferência pelo pagamento usando cartão de crédito de forma parcelada. À vista, no dinheiro, será a opção de 29,7% dos consumidores do local.

Para aqueles que vão comemorar, as principais formas são através de almoço ou jantar em restaurantes (16,4%); almoço ou jantar em casa ou de parentes (11,2%). Já viagem e entre outros (8,2%).

O levantamento ouviu 604 pessoas em Natal e 500 em Mossoró, no período de 15 a 22 de maio. O índice de confiança é 95% com margem de erro de 4 pontos percentuais.

RN fecha primeiro quadrimestre com saldo positivo no emprego

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O período de janeiro a abril de 2023 apresentou índice positivo para geração de empregos formais no Rio Grande do Norte. O saldo apurado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que, no primeiro quadrimestre do ano, o RN contabiliza a abertura de 1.588 postos de trabalho com carteira assinada.

O resultado representa uma elevada recuperação, se comparada ao saldo do mesmo período registrado no ano passado, que estava negativo em 71 empregos.

No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, o segmento do Comércio teve destaque com saldo positivo de 560 vagas, contra -888 vagas registradas em 2022.  O setor de Serviços também fechou o quadrimestre com saldo positivo (+4.560 vagas), porém, o saldo é menor que no ano passado (+5.533).

Abril

O saldo contabilizado no mês de abril no Rio Grande do Norte foi positivo em 1.578 vagas, um pouco menor que as 1.833 abertas no mesmo mês de 2022. 

Este é o quarto mês seguido em que os Serviços abrem mais vagas de emprego que os demais setores (+383 em janeiro; +1.396 em fevereiro; +1.195 em março). Ano passado, o setor abriu 1.446 vagas de emprego. 

Agropecuária (-746) e Comércio (-166) tiveram desempenhos negativos. Indústria (+162) e Construção (+742) tiveram desempenhos positivos. 

Em 2010, início da série histórica do Caged, apenas em 2011 e em 2012 que o Comércio não encerrou o mês de abril com saldos negativos.

RN tem saldo de 1.578 vagas formais em abril, melhor resultado em cinco meses

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O Rio Grande do Norte registrou em abril de 2023 o melhor resultado na relação entre admissões e demissões desde dezembro de 2022.

O estado registrou um saldo de 1.578 postos de trabalho com carteira assinada, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta quarta-feira, 31/5.

O número muda a tendência negativa de -25 postos de trabalho registrada em março e é bem superior aos resultados registrados em fevereiro (405), janeiro (-370) e dezembro de 2022 (-3.303).

Em três dos cinco setores avaliados o estado teve desempenho positivo. O saldo foi de 1.586 vagas no setor de Serviços, 742 na Construção e 162 na Indústria. Os setores com variação negativa no período foram a Agropecuária (-746) e o Comércio (-166).

Com o resultado, o total de pessoas com carteira assinada no Rio Grande do Norte chega a 459,9 mil.

HISTÓRICO – Abril foi marcado pelo recorde histórico de 43 milhões de empregos formais no Brasil, o maior patamar já registrado na série histórica que tem início em janeiro de 2002. O país registrou um saldo positivo de 180 mil novos postos de trabalho. No acumulado dos quatro primeiros meses de 2023 foram criados 705,7 mil empregos com carteira assinada em todo o Brasil.

ATIVIDADES – Os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo em abril. O setor de serviços foi o que teve melhor desempenho, responsável por 103 mil novos empregos formais. Na sequência aparecem comércio (27,5 mil), construção (26,9 mil), indústria (18,7 mil) e agropecuária (2,9 mil).