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Categoria: Economia

Potiguares aderem à tendência de escritórios de coworking como opção para desenvolver o próprio negócio

O SEAHUB, ESPAÇO DE COWORKING EM NATAL, POSSIBILITA O ALUGUEL DE ESCRITÓRIOS COMPARTILHADOS, SALAS PRIVADAS E AUDITÓRIOS PARA REALIZAÇÃO DE EVENTOS

Os norteriograndenses estão sendo destaque no ramo do empreendedorismo e da inovação. Prova disso, é que no primeiro semestre de 2022, foram registradas 34.365 novas empresas. O que significa uma média de 125 novos negócios por dia, constatou Ministério da Economia.

Uma das inovações adotadas pelo empreendedor natalense foi trabalhar de forma remota, o que possibilitou uma flexibilização de horários e poder trabalhar de onde quiser. Porém, mesmo com tantos benefícios de trabalhar remotamente, há momentos em que é necessário um ambiente moderno, acolhedor e com uma estrutura de qualidade para poder realizar reuniões, planejamentos, atendimento ao cliente e, até mesmo, realizar eventos.

Pensando em atender essa demanda e ajudar a concretizar sonhos, O Seahub, espaço de Coworking em Natal, possibilita o aluguel de escritórios compartilhados, salas privadas e auditórios para realização de eventos. Possibilitando aos empreendedores do Estado o ambiente perfeito para realizar atendimentos, desenvolver o próprio negócio, atingir metas e ampliar a rede de networking.

“Se não fosse o Seahub seria muito difícil o crescimento da escola! Nós começamos a desenvolver o curso e não tínhamos um espaço físico adeuqado e foi no lá que encontramos a estrutura necessária para receber os nossos alunos”, declarou o fundador da Escola de Líderes e Oratória PDL Brasil, Brenny Senna.

Brenny Senna comentou ainda que no início, o curso contou com 100 alunos e hoje já ultrapassa a faixa de 800 pessoas que buscam melhorar a desenvoltura oral. “Além da qualidade dos auditórios que recebem as nossas turmas, o fato da localização acessível contribuiu muito para o sucesso do nosso curso”, afirmou.

Reciclagem deve aumentar 280% no Seridó; empregos indiretos podem chegar a 2.000

FOTO: DIVULGAÇÃO

Apenas 8% dos resíduos sólidos produzidos no Seridó são reciclados hoje, mas esse número deve aumentar para 30% no intervalo de dois anos: um ganho de 280%. Essa é a perspectiva da indústria da reciclagem com a chegada de uma empresa que será instalada às margens da RN-118, no município de Caicó, com inauguração marcada para o dia 23 de agosto.

Trata-se da primeira unidade da Recicla fora da Grande Natal. A entidade tem mais de 40 anos de atuação no mercado e é uma das responsáveis por garantir um novo aproveitamento aos resíduos produzidos no Rio Grande do Norte, figurando a atividade entre as mais prósperas do Estado.

De acordo com Etelvino Patrício de Medeiros, diretor da Recicla, a unidade de Caicó vai gerar 30 empregos diretos na primeira fase e 60 já a partir do próximo ano. Quando se fala em empregos indiretos, o número é ainda mais animador: cerca de 2.000 oportunidades devem ser criadas.

“Queremos contribuir com a reciclagem e com o desenvolvimento socioeconômico do Seridó. Temos uma relação afetiva com a região, onde estão as raízes dos nossos diretores e fundadores, e Caicó possui uma localização estratégica, que vai nos permitir acessar Paraíba, Pernambuco e Ceará com mais facilidade”, explica ele.

A Recicla de Caicó terá como foco a reciclagem de metálicos, mas papelão e plástico também serão reaproveitados pelo seu maquinário e equipe. O impacto financeiro da atividade na arrecadação pode chegar a R$ 5 milhões por ano.

“Ainda destinamos a aterros e lixões materiais com longo processo de decomposição que poderiam ser transformados em receita e empregos, deixando de ameaçar o Meio Ambiente e a saúde das pessoas. É essa história que já estamos mudando na Grande Natal e vamos fazer isso também a partir de Caicó”, afirma Etelvino Patrício.

A inauguração vai contar com representantes do Governo do Estado e da Federação das Indústrias (Fiern) e profissionais ligadas ao setor da reciclagem, além de veículos de imprensa e autoridades municipais.

Após anúncio da Petrobras, postos aumentam preços e gasolina chega a R$ 6,59 em Natal

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Postos de combustíveis de Natal começaram a reajustar os preços dos produtos nesta quarta-feira (16), após o anúncio do aumento do valor da gasolina e do diesel vendidos pelas refinarias da Petrobras, em todo o país. Em alguns estabelecimentos, o aumento chegou a R$ 0,61 no preço da gasolina.

No bairro Pajuçara, Zona Norte da capital, um posto aumentou o preço da gasolina de R$ 5,98 para R$ 6,59.

Pela manhã, alguns estabelecimentos ainda mantinham preços abaixo dos R$ 6 e chegaram a registrar filas. Em um posto do bairro Cidade Nova, na Zona Oeste, os motoristas queriam aproveitar a gasolina a R$ 5,59.

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) um aumento nos preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras, válido a partir desta quarta-feira (16).

– O litro da gasolina teve uma alta de R$ 0,41, chegando a R$ 2,93.

– O litro do diesel subiu R$ 0,78, passando a R$ 3,80.

Em nota, a Petrobras destacou que o “o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”.

Após o anúncio desta terça-feira (15), o sindicato que representa os revendedores de combustíveis do Rio Grande do Norte informou que, mesmo tendo combustível fornecido pela Refinaria Clara Camarão, da empresa 3R Petroleum, que já vende a preços mais elevados que a Petrobras, os postos do estado poderiam registrar alta de preços.

Com informações de G1 RN

Após anúncio de alta, presidente da Petrobras diz que política de preços continua eficiente e que ajuste é ‘justo’

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O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse que a política de preços da estatal continua eficiente e que o ajuste anunciado nesta terça-feira (15), com aumento no valor do diesel e da gasolina, é “justo”.

A partir de quarta-feira (16), o preço da gasolina será reajustado em R$ 0,41 para as distribuidoras. Já o do diesel sofrerá um aumento de R$ 0,78.

Em entrevista ao J10, da GloboNews, Prates disse que a nova política de preços da Petrobras, adotada em maio, já ajudou a combater a volatilidade nos valores dos combustíveis.

“Tanto o brent [tipo de petróleo] quanto o diesel estão variando muito desde junho para cá, principalmente nas últimas semanas. Tem sido variações diárias de 2% a 3%”, explicou.

Prates disse que ajuste anunciado nesta terça-feira precisou ser feito por questões que vão além da volatilidade.

“Nós chegamos a um patamar diferente e tivemos que fazer um ajuste para chegar num valor marginal de novo, aquele que a gente não sai da mesa porque não vende. Então, a gente fez um ajuste justo”, afirmou.

O presidente da Petrobras afirmou ainda que não houve interferência do presidente Lula na definição do reajuste de preços.

“Em momento algum o presidente Lula nos instou, influenciou ou sugeriu fazer qualquer movimentação de preço. Para cima, para baixo, para manter, para dar mais tempo, para dar menos tempo. O mandato é da presidência da Petrobras”, disse Prates.

Para os próximos meses, com a chegada do inverno no hemisfério norte, Prates afirmou que há uma tendência de alta no diesel, mas de queda no preço da gasolina.

Com informações do G1 

Produção de grãos no Rio Grande do Norte cresce 9,4% em comparação à safra anterior

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O Rio Grande do Norte deve registrar um aumento de 9,4% em sua safra de grãos de 2022/2023 em comparação com a safra de 2021/2022. Segundo o 11º Levantamento da Safra de Grãos, divulgado nesta primeira quinzena de agosto pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção no estado deve passar de 51,2 mil toneladas (21/22) para 56 mil toneladas na safra atual.

Os números também apontam um crescimento na produtividade e projetam um salto de 12,9%, com 566 quilos por hectare em 22/23 contra 501 quilos por hectare em 21/22. O levantamento da Conab mostra, ainda, que a área utilizada nas lavouras no Rio Grande do Norte sofreu uma leve redução, passando de 102,2 mil hectares em 21/22 para 99 mil hectares na safra atual.

O milho, cuja produção aumentou em 9,4%, saltando de 25,4 mil toneladas em 21/22 para 27,8 mil toneladas em 22/23, e o feijão, que teve crescimento de 17,8%, passando de 21,4 mil toneladas na safra passada para 25,2 mil toneladas na atual, foram os destaques no estado.

Esse valor de 320,1 milhões de toneladas se deve, principalmente, ao avanço da colheita do milho segunda safra, que vem apresentando produtividades superiores às inicialmente previstas, aliado ao melhor desempenho das culturas ainda em campo. Portanto, reforça o recorde da safra brasileira de grãos (Edegar Pretto, Presidente da Conab).

Em todo o Nordeste, a produção de grãos entre a safra passada e a atual registrou um aumento de 10,8%, saindo de 27 milhões de toneladas em 21/22 para 29,9 milhões na safra 22/23. A produtividade na região cresceu e passou de 2.936 quilos por hectare em 21/22 para 3.146 quilos em 22/23, um crescimento de 7,2%. Em relação à área utilizada, o crescimento foi 3,4%, com 9,19 milhões de hectares em 21/22 contra 9,51 milhões de hectares em 22/23.

BRASIL — Em todo o país, a estimativa para a produção de grãos na safra 2022/23 é 17,4% maior que a do ciclo passado. A projeção é de um incremento de 47,4 milhões de toneladas neste ciclo, integrando 320,1 milhões de toneladas colhidas.

O resultado é reflexo da combinação dos ganhos de área e de produtividade das lavouras. Enquanto a área apresenta uma alta de 5% em relação à safra 2021/22, chegando a 78,3 milhões de hectares, a produtividade média registra uma elevação de 11,8%, saindo de 3.656 quilos por hectare para 4.086 kg/ha.

“Esse valor de 320,1 milhões de toneladas se deve, principalmente, ao avanço da colheita do milho segunda safra, que vem apresentando produtividades superiores às inicialmente previstas, aliado ao melhor desempenho das culturas ainda em campo. Portanto, reforça o recorde da safra brasileira de grãos”, explica o presidente da Conab, Edegar Pretto.

DESENVOLVIMENTO DAS LAVOURAS — A colheita do milho segunda safra segue avançando e ultrapassa 64,3% da área plantada, como indica o Progresso de Safra publicado pela estatal nesta semana. Se confirmado, o volume estimado para a segunda safra de milho ultrapassa as 100 milhões de toneladas, a maior produção já registrada na série histórica.

Petrobras anuncia aumento de R$ 0,41 no preço do litro da gasolina e de R$ 0,78 no diesel

FOTO: MARCELLO CAMARGO

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (15) um aumento nos preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras, válido a partir desta quarta-feira (16).

  • O litro da gasolina terá uma alta de R$ 0,41, chegando a R$ 2,93.
  • O litro do diesel vai subir R$ 0,78, passando a R$ 3,80.

Em nota, a Petrobras destaca que o “o valor efetivamente cobrado ao consumidor final no posto é afetado também por outros fatores como impostos, mistura de biocombustíveis e margens de lucro da distribuição e da revenda”.

Apesar das altas, a companhia diz que até aqui, em 2023, a variação acumulada nos preços dos combustíveis apresenta uma redução de R$ 0,15 por litro para a gasolina e de R$ 0,69 por litro para o diesel.

Nova política de preços e reajustes

Em maio deste ano, a Petrobras anunciou uma nova política de preços que determinava o fim da política de paridade de importação (PPI) — prática que ajustava o preço dos combustíveis com base na cotação do dólar e do petróleo no exterior.

A nova estratégia comercial, que foi vista por muitos especialistas como pouco transparente, busca incorporar “parâmetros que refletem as melhores condições de refino e logística da Petrobras na sua precificação”, segundo a companhia.

“Em um primeiro momento, isso permitiu que a empresa reduzisse seus preços de gasolina e diesel e, nas últimas semanas, mitigasse os efeitos da volatilidade e da alta abrupta dos preços externos, propiciando período de estabilidade de preços aos seus clientes”, diz a Petrobras.

No entanto, o forte avanço dos preços do petróleo no exterior e a disparada do dólar nas últimas semanas levaram a empresa a atingir o “limite da sua otimização operacional, incluindo a realização de importações complementares”.

Esses fatores, de acordo com a companhia, tornaram necessários os reajustes tanto na gasolina quanto no diesel, mirando no reequilíbrio dos preços da Petrobras em relação aos praticados pelo mercado e na melhora dos valores de margens da empresa.

O dragão desacelera: deflação na China acende alerta no mundo

FOTO: GETTY

A China anunciou nesta semana sua primeira deflação anual em mais de dois anos, o que não ocorria desde 2021 – então auge da pandemia da Covid-19. Embora esperada, a queda de 0,3% do indicador em julho deu força à leitura de que a aguardada reabertura da economia chinesa não será tão forte quanto parte dos economistas supunha.

Quando a China anunciou o fim gradual de sua política de “Covid zero”, que fez o país ter quarentenas severas por três anos, a expectativa era que a economia decolaria rapidamente. O governo definiu uma meta de crescimento de 5% para 2023, e o alvo chegou a ser visto como bastante moderado para os padrões chineses.

Ainda que frentes como o setor de serviços tenham de fato se reerguido no começo do ano, a projeção é que a meta será atingida com mais dificuldade.

“Criou-se uma expectativa de que a China fosse ser o carro chefe da economia global neste ano, mas os números têm decepcionado até agora”, diz André Cordeiro, economista sênior do banco Inter.

Freio na demanda chinesa

Uma deflação ocorre quando há “inflação negativa”, isto é, uma demanda por bens e serviços abaixo da oferta. No caso da China, esse tem sido o problema mesmo antes da deflação vista em julho: a confiança do consumidor está em patamares baixos e setores importantes para a economia, como o imobiliário, vivem momento de saturação após a bonança dos anos 2010.

A cereja do bolo é uma alta taxa de desemprego juvenil, superior a 20% (muito acima da média geral, em torno de 5%).

“A China está descolada das demais economias em termos de ciclo econômico. Enquanto estamos discutindo aperto de juros nas demais economias desenvolvidas e até emergentes, na China, estamos discutindo estímulos”, diz Laura Pitta, economista do Itaú Unibanco.

Metrópoles

Financiamentos do BNB ao agro devem chegar a R$ 3 milhões na Festa do Bode de Mossoró

FOTO: ARQUIVO/SAPE

Considerado o maior evento agropecuário do interior do Rio Grande do Norte e o maior especializado em ovinos e caprinos, a 23ª Festa do Bode movimenta Mossoró, neste fim de semana. O parque Armando Buá, no bairro Costa e Silva, deve receber 1.500 animais, incluindo bovinos, além da exposição de implementos, máquinas agrícolas e veículos. Os itens podem ser financiados pelo Banco do Nordeste, que é expositor e patrocinador da feira. A agência local do BNB trabalha para fechar R$ 3 milhões em negócios.

O volume representa 30% da movimentação financeira estimada pela Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Mossoró, incluindo serviços diretos como a venda de animais e o comércio no espaço da festa, com concursos gastronômicos, feiras de artesanato e da agricultura familiar; e indiretos, como a ocupação de hotéis e o turismo na cidade.

Aos tradicionais torneios leiteiros e julgamentos de raças, somam-se apresentações culturais e shows com atrações regionais e nacionais, como o humorista Nairon Barreto, o Zé Lezin da Paraíba. O público estimado supera 100 mil visitantes nos quatro dias do evento. Já a programação científica prevê a realização de seminários, dias de campo, clínicas tecnológicas, cursos e oficinas de capacitação para aproximadamente 500 produtores.

Técnicas de manejo, melhoramento genético de rebanhos, emprego de novas tecnologias e temas relevantes, como acesso ao crédito e políticas públicas voltadas para o setor incluem a programação. Nesse ponto, ganha destaque o Programa de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste – Prodeter, que já atua na região oeste na estruturação das cadeias produtivas da cajucultura e agricultura irrigada.

“O Banco do Nordeste se fará presente para divulgação dos produtos em apoio ao agronegócio, além de assinaturas de contratos de financiamento e prospecção de novos negócios. A perspectiva de formalizar, pelo menos, R$ 3 milhões em contratações durante o evento consolidam ainda mais a liderança do BNB no crédito rural e a posição de principal parceiro do agronegócios potiguar”, evidencia o gerente da agência Mossoró, Gilson Pereira.