14 de março de 2024 às 12:00
14 de março de 2024 às 09:00
FOTO: JOSÉ CRUZ
A empresa 3R Petroleum, que opera na Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, atualizou a tabela de preços dos combustíveis nesta quinta-feira (14) e registrou queda no valor da comercialização da Gasolina A e um aumento no Diesel A S500.
O preço da Gasolina A saiu de R$3,22 e reduziu para R$3,02, representando uma queda de R$0,20 no comparativo ao preço comercializado no dia 7 de março. Enquanto isso, o Diesel A S500 estava com o preço de R$3,35 e foi para R$3,55, ou seja, um acréscimo de R$0,20.
O terminal da Petrobras mais próximo do Rio Grande do Norte está em Cabedelo, na Paraíba. De acordo com a última atualização na tabela em 1º de março, a Petrobras está comercializando a Gasolina pelo valor de R$2,70, ou seja, uma diferença de R$0,32 em comparação com a 3R Petroleum. Já o preço do Diesel está R$3,30, sendo R$0,25 menor do que na refinaria do RN.
12 de março de 2024 às 09:30
12 de março de 2024 às 08:27
FOTO: AGÊNCIA BRASIL
Na última semana, o Rio Grande do Norte se destacou ao apresentar a maior queda no preço do etanol em todo o Brasil, com uma redução significativa de 10%. Essa queda expressiva tornou o combustível mais competitivo em relação à gasolina no estado potiguar.
A média nacional do preço do etanol ficou estável em R$ 3,58 por litro. Em contrapartida, a média do preço da gasolina comum no Rio Grande do Norte é de R$ 6,06 por litro, enquanto o preço médio do etanol ficou em R$ 4,23, cerca de 30% abaixo do valor da gasolina.
De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pelo AE-Taxas, os preços do etanol subiram em 14 Estados, caíram em oito e no Distrito Federal, enquanto permaneceram estáveis em quatro.
Os dados revelam que o abastecimento com etanol se torna mais vantajoso para os consumidores potiguares. O menor preço registrado para o etanol na semana foi de R$ 2,73 por litro em um posto de São Paulo, enquanto o maior preço atingiu R$ 5,99 no Rio Grande do Sul. Em termos estaduais, Mato Grosso apresentou o menor preço médio de R$ 3,18 por litro, enquanto o Amapá registrou o maior preço médio de R$ 4,94 por litro.
Essas variações nos preços refletem a competitividade do etanol em relação à gasolina não apenas no Rio Grande do Norte, mas também em outros 13 Estados e no Distrito Federal. A paridade média dos postos pesquisados indicou que o etanol era mais vantajoso em 62,37% dos casos em comparação com a gasolina.
12 de março de 2024 às 09:15
12 de março de 2024 às 10:01
FOTO: ELISA ELSIE
O melão fresco superou o petróleo (fuel oil) e voltou, no mês de fevereiro, a ser o produto do Rio Grande do Norte mais exportado para o mercado internacional. O fato não ocorria desde 2022.
O dado está presente na edição mais recente do Boletim da Balança Comercial do RN, do Sebrae-RN, que é baseado na Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.
Em fevereiro, as remessas de melão ultrapassaram 19 mil toneladas, um aumento de 29,8% em comparação com o mesmo mês em 2023. O volume negociado foi na casa dos US$ 13,8 milhões.
Nos dois primeiros meses de 2024, o RN exportou 40 mil toneladas da fruta para o mercado externo, principalmente para Espanha, Países Baixos e Reino Unido, em negociações na casa dos US$ 29 milhões. Em todo 2023, foram 157,3 mil toneladas,
12 de março de 2024 às 09:00
12 de março de 2024 às 07:51
FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE
Apesar de um faturamento melhor nos dois primeiros meses do ano do que a média nacional, o endividamento ainda é uma preocupação do setor de bares e restaurantes do Rio Grande do Norte. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontou que 43% das empresas do setor, no Estado, operam com dívidas em atraso. O percentual é igual ao que foi constatado em nível nacional e, segundo a entidade, também se deve aos reflexos das dificuldades enfrentadas durante a pandemia da covid-19.
O vice-presidente da Abrasel no RN, Thiago Machado, diz que, as dívidas são uma preocupação ainda muito presente. “O endividamento ainda é alto no setor em geral. Isso foi atenuado na pesquisa. São dívidas que estão em impostos federais, municipais, estaduais. Dívidas com fornecedores, água, luz, gás, aluguel atrasado, enfim todas os aspectos”, enfatizou.
Entre as que enfrentam dificuldades, 59% devem impostos federais, 50% impostos estaduais, 47% empréstimos bancários, 31% encargos. trabalhistas e previdenciários, 31% serviços públicos (água, gás, energia elétrica), 17% taxas municipais, 14% devem a fornecedores de insumos e 17% estão com o aluguel atrasado.
O vice-presidente conta que muitos empresários precisaram contrair empréstimos para não fechar os empreendimentos durante a pandemia da covid-19, mas agora a conta chegou. “O ano de 2023 foi um ano muito difícil para o setor, 2024 vai continuar sendo um desafio, porque essas dívidas foram contraídas na pandemia. Houve o período de carência de empréstimos e agora estão vindo com parcelas altas”, explica.
Além disso, pontua que o mercado está retraído em todo o país. “O pessoal tem segurado o dinheiro, tem saído menos para gastar, mas o que conforta a gente é que a gente está um pouco melhor que a média nacional”, aponta.
Uma das medidas para não ficar no vermelho é o reajuste dos cardápios, até mesmo para compensar a inflação, contudo uma minoria tem conseguido.
No RN, apenas 12% dos bares e restaurantes têm conseguido aumentar seus preços acima da inflação, segundo a Abrasel. Outros 48% realizaram reajustes conforme ou abaixo da inflação, enquanto 40% não conseguiram aumentar os preços nos últimos 12 meses. “Isso é bem preocupante porque a margem de lucro diminui. Muitas empresas até estão operando no vermelho. Se for fazer uma análise de cardápio, algumas pessoas nem sabem, mas estão pagando para vender”, sugere Thiago Machado.
Além do temor de perder clientes, outro fator que faz com que os bares e restaurantes segurem os preços, segundo ele, é a concorrência, especialmente a desleal, o mercado informal.
Nacionalmente, os números não são tão discrepantes. Cerca de 40% dos estabelecimentos não conseguiram aumentar os preços nos últimos 12 meses, enquanto 51% realizaram reajustes conforme ou abaixo da inflação, diz a pesquisa. Em todo o país, apenas 9% dos bares e restaurantes têm conseguido aumentar seus preços acima da inflação. Além disso, 43% dos estabelecimentos relataram atrasos em seus pagamentos, evidenciando as dificuldades financeiras ainda enfrentadas por parte do setor.
O ano não começou bom. Janeiro, por exemplo, uma vez que 22% dos estabelecimentos alegaram prejuízos em relação a dezembro no RN, o que representa um crescimento de 9% em relação ao resultado de dezembro/novembro. Outras 38% operaram em estabilidade e 40% fizeram lucro. Ainda sobre o resultado do mês, 49% dos bares e restaurantes tiveram desempenho menor em janeiro do que em dezembro.
“É normal que em dezembro a gente tenha um incremento das festas de final de ano, o pessoal abre mais a mão para gastar com presentes, com confraternizações. Foi o melhor mês do ano de 2023, comparando a média. Aí vem janeiro com uma queda de 9% em relação a dezembro e aumenta a quantidade de empresas faturando abaixo do esperado”, pontua o vice-presidente da Abrasel/RN.
Apesar disso, bares e restaurantes no RN comemoram o desempenho no mês de fevereiro, puxado pelo carnaval. Das empresas que abriram (74%) durante os festejos, 40% disseram ter tido um aumento no faturamento em relação. Esse aumento ficou na média de 20,41%. Outros 12% tiveram um desempenho igual ao de 2023 e 36% ficaram abaixo. “A gente tem a semana do carnaval como acréscimo de vendas, mas o mês inteiro fica sacrificado por causa dessa margem que o cliente acaba segurando dinheiro para curtir no carnaval”, destaca Thiago Machado.
11 de março de 2024 às 10:30
11 de março de 2024 às 08:46
FOTO: DIVULGAÇÃO
Líder na produção de energia eólica no Brasil, o Rio Grande do Norte deu mais um passo para ampliar ainda mais a primeira posição na viabilização de energia limpa no País. O Estado ganhou 13 novos parques eólicos nos dois primeiros meses de 2024, segundo o Mapa das Energias Renováveis do Observatório da Indústria Mais RN, núcleo de planejamento estratégico contínuo da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern). O número de parques em operação representa um crescimento de 0,45 gW de potênciaativa no Estado. Só em 2023, o RN registrou R$ 22,5 bilhões em investimentos em novos projetos de geração de energia, tanto para fontes eólicas como solares.
O Estado tem 293 parques eólicos em atividade e, no cenário nacional, fica atrás apenas da Bahia, que tem 319 empreendimentos. Mesmo assim, o RN é líder na potência em operação, com 9,43 gW, o que representa quase 32% de toda a geração de energia eólica no País. A plataforma da Fiern aponta ainda que há 91 empreendimentos em desenvolvimento, com 3,58 gW de potência outorgada, que consiste na potência em construção ou ainda não construída.
“A qualidade dos ventos, tanto no litoral do Rio Grande do Norte como em boa parte do interior, tem atraído novos investimentos na geração de energia eólica. Esse crescimento da atividade tem lastro nos 5,5 Gw (on-shore) já contratados para os próximos anos. Isso sem falarmos do potencial de 51 Gw já mapeado para geração da energia eolica off-shore, em fase de aquecimento. Essa liderança mais a vocação natural do Estado têm levado o SENAI/RN, através do Hub de Inovação e Tecnologia (HIT), a liderar diversos projetos nacionais e manter amplo intercâmbio mundial”, aponta o presidente da Fiern, Roberto Serquiz.
Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do RN (Sinduscon-RN), Sérgio Azevedo, o RN possui “qualidades excepcionais para os ventos” e destaca o protagonismo do Estado na área.
“Temos excelentes jazidas de ventos, e na medida que tenhamos capacidade de escoamento, com linhas de transmissão, o RN seguirá sendo o protagonista de produção de energia eólica no Brasil enquanto tivermos área para construir os parques. Nosso problema, em gerando energia, é o escoamento, mas tem que existir a necessidade da demanda. O Brasil precisa retomar o seu crescimento para termos demanda de energia cada vez maior e com isso possamos construir uma maior quantidade de parques para gerar mais energia para suprir essa necessidade”, explica.
Segundo o coordenador de desenvolvimento energético da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do RN (Sedec-RN), Hugo Fonseca, a entrada em operação dos novos parques está dentro do cronograma das outorgas recém-contratadas.
“Esses parques que entraram em operação estão obedecendo o cronograma previsto de implantação. Temos uma série de usinas que estão previstas para entrar em operação em 2024, mas esses 13 estão dentro do plano informado à Aneel e, principalmente, para o início da entrada de operação e comercialização desses projetos já junto a ONS. Esses 13 parques estão dentro do universo dos quase 13,1 GW contratados e outorgados que entrarão em operação até o início de 2026”, explica Hugo Fonseca.
“Avaliamos esse crescimento de forma muito positiva, pois cada novo parque significa em media 500 empregos. Além de movimentar toda cadeia produtiva, desde pousadas, casas alugadas de moradores das cidades do entorno, como também movimenta o setor de bares restaurantes, pousadas e a economia das cidades próximas”, disse Max Fonseca, consultor da Associação Potiguar de Energias Renováveis (Aper-RN).
“O RN já é um líder em energias renováveis, pois lidera a produção de energia eólica no Brasil. O fator central é pelo recurso disponível dos ventos da região Nordeste, com destaque para o RN. Aliado a isso é importante ter um governo pensando nas energias renováveis, em atrair investimentos, e a gente tem percebido isso no Estado, com Atlas Eólico, Onshore, Offshore, e agora o hidrogênio e solar. O papel do Estado de dar uma indicação aos investidores faz com que os estudos atraiam mais investimentos”, destacou a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica, Elbia Gannoum.
RN terá 1,97 bilhão para linhas de transmissão
O Rio Grande do Norte vai receber o investimento de R$ 1,97 bilhão por conta do primeiro leilão de transmissão de energias renováveis que vai ocorrer no dia 28 de março, na sede da B3, em São Paulo.
Ao todo, o leilão vai contemplar 15 lotes em 14 estados brasileiros. A previsão é que seja investido cerca de R$ 18,2 bilhões. No leilão deste ano, o Rio Grande do Norte foi contemplado nos Lotes 3 e 4 junto com os estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Entre os projetos previstos, destaca-se a linha de transmissão de 500kV, entre Ceará-Mirim e João Pessoa (PB), com 198 quilômetros.
O presidente do Sindicato da Indústria Construção Civil do RN (Sinduscon-RN), Sérgio Azevedo, aponta ainda que o desenvolvimento do setor é importante para que o Estado esteja pronto para a demanda de Hidrogênio Verde que se aproxima.
“Acredito na capacidade do RN de gerar essa energia. A vantagem do H2V é que em boa parte das plantas, não em todas, não há necessidade de linhas de transmissão. A produção de energia é para consumo da própria indústria de hidrogênio, para o próprio processo de hidrólise, então esse é um ponto que o RN sai com uma vantagem”, acrescenta Azevedo.
Segundo Hugo Fonseca, coordenador de desenvolvimento energético da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), os empreendimentos estão previstos para entrar em operação no ano de 2029. As novas linhas serão integradas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e têm como objetivo principal expandir e fortalecer a rede básica de energia elétrica do estado. “As quatro grandes obras, nos blocos 3 e 4, garantirão a conexão de novos empreendimentos de geração de energia no sistema elétrico nacional”, ressaltou ele.
O leilão deste ano prevê a construção, operação e manutenção de 6.464 quilômetros de linhas de transmissão e 9.200 MVA em capacidade de transformação em todo o país. “A partir do leilão, esses projetos já podem comercializar seus contratos, abrindo margem no sistema elétrico para a conexão de novos empreendimentos”, complementou.
PANORAMA DAS EÓLICAS
293 é o número de parques em operação no RN
9,43 gW é a geração de energia com parques eólicos no Estado
30% é a produção de energia eólica do RN para o Brasil
25,5 GW de potência contratada no Brasil
13 é o número de parques instalados no último bimestre no RN
7 de março de 2024 às 18:00
7 de março de 2024 às 16:07
FOTO: PIXABAY
Em fevereiro, o custo da cesta básica subiu em 14 das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na comparação anual, as quedas mais importantes foram registradas no Recife (-7,79%) e em Natal (-7,48%).
Ainda conforme apontado pela pesquisa, 12 capitais apresentaram alta no preço dentro do mesmo período, com variações que oscilaram entre 0,32% (em Belém) e 11,64% (no Rio de Janeiro).
As únicas capitais que não apresentaram aumento no preço médio da cesta foram Florianópolis (-2,12%), Goiânia (-0,41%) e Brasília (-0,08%). As maiores elevações foram observadas no Rio de Janeiro (5,18%), São Paulo (1,89%) e Salvador (1,86%).
No mês passado, os produtos que mais contribuíram para o aumento no preço da cesta foram o feijão, a banana, o arroz, a manteiga e o pão francês. O feijão, por exemplo, subiu em todas as capitais analisadas pelo Dieese. Já a banana subiu em 16 capitais, com elevações que oscilaram entre 2,62% [em Belém] e 19,83% [em Belo Horizonte] na comparação com janeiro.
A cesta mais cara do país foi encontrada no Rio de Janeiro, onde o conjunto dos alimentos básicos custava em média, no mês de fevereiro, em torno de R$ 832,80. Em seguida apareceram São Paulo (R$ 808,38), Porto Alegre (R$ 796,81) e Florianópolis (R$ 783,36). Nas capitais do Norte e do Nordeste do país, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 534,40), no Recife (R$ 559,68) e em João Pessoa (R$ 564,50).
Com base no valor da cesta mais cara [que em dezembro foi a do Rio de Janeiro] e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família (com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência), o Dieese estimou que o valor ideal deveria ser de R$ 6.996,36 em fevereiro, ou 4,95 vezes o valor do salário mínimo atual de R$ 1.412,00.
5 de março de 2024 às 08:15
5 de março de 2024 às 06:59
FOTO: DIVULGAÇÃO
O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Natal, realizou pesquisa de preços da cesta básica em fevereiro deste ano e identificou um aumento no preço. O valor médio registrado foi de R$ 427,13, e em janeiro, o custo era de R$ 416,11, ou seja, um aumento de R$ 11,10 de um mês para outro, e isso representa uma variação de 2,58%.
Nas quatro semanas pesquisadas em fevereiro foi observada uma constância no preço médio da cesta básica, principalmente nas duas primeiras com registros de R$ 423,26 e 423,04, respectivamente, no entanto, na terceira semana foi observada elevação nos preços chegando ao valor médio de R$ 430,57. Já na última semana foi observado um novo aumento sendo comercializada com um preço médio de R$ 431,63.
Produtos que compõem a cesta básica e contribuíram para esse aumento de preço observado pelo estudo do Núcleo de pesquisa Procon Natal, foram o arroz agulhinha, carne e legumes. O pacote de um quilo do arroz, teve preço médio no mês anterior de R$ 6,77, e em fevereiro R$ 7,15, ou seja, um aumento de R$ 0,38 de um mês para o outro. A carne de primeira e segunda também se destaca com aumento nos preços de um mês para o outro: em janeiro o preço médio para esses produtos era de R$ 42,24 e R$ 28,00 respectivamente, no mês seguinte a pesquisa identificou um preço médio de R$ 42,80 e R$ 28,50 respectivamente, durante o mês pesquisado na terceira semana esse produto estava sendo comercializado ao maior preço de R$ 55,90 e R$ R$ 42,90 respectivamente. Os legumes e verduras também contribuíram na elevação do preço da cesta básica, em produtos como o tomate, cebola, jerimum e chuchu, com variação de um mês para o outro de 7,91%; 10,03%; 27,32% e 29,74%, respectivamente.
O acompanhamento de preço observou também um aumento consistente nos produtos por categoria é o caso da categoria de hortifrúti com a maior variação encontrada 10,96%; na categoria de açougue foi identificado um aumento de 1,55%; mercearia com 0,15%; e a única categoria com variação negativa foi a de higiene e limpeza com variação de -1,16%, os produtos desta categoria chamam atenção as ofertas nos estabelecimento é o que justifica, a pesquisa encontra variação negativa nessa categoria.
O Núcleo de pesquisa, acompanha semanalmente, 26 (vinte e seis) estabelecimentos comerciais da capital, os pesquisadores coletam o preço de 40 itens que compõem a cesta básica, classificados em quatro categorias: Mercearia, Açougue, Higiene/Limpeza e Hortifrúti todo mês, onde são pesquisados três seguimentos: 8 hipermercados, 7 atacarejos e 11 supermercados de bairro denominados de mercadinhos, contemplando assim as quatro zonas da cidade como: Hipermercados, Supermercados e Atacarejos, e divulga na íntegra no início do mês subsequente, o preço médio da cesta básica mais barata, assim como a variação dos segmentos pesquisados, o maior e menor preço encontrados, no site www.natal.rn.gov.br/procon/pesquisa. É permitido cópia dos dados da pesquisa, desde que seja citada a fonte: Núcleo de pesquisa Procon Natal. No entanto, é vedada a utilização deste material, integral ou parcial, para fins de anúncio publicitário comercial de qualquer espécie.
O objetivo do Procon Natal com essa pesquisa é monitorar os estabelecimentos, promovendo o consumo consciente dos consumidores e informação previa dos preços praticados na capital, fornecendo assim subsídios na hora de sair às compras. Para mais detalhes, a pesquisa completa, assim como dúvidas ou denúncias, o consumidor deve entrar em contato pelo WhatsApp (84) 98812-3865, e-mail [email protected] ou presencial na sede do órgão na rua Ulisses Caldas, 181 no bairro de Cidade Alta.
No entanto, o consumidor deve ter estratégias de compras e com posse das informações levantadas pelo Núcleo de pesquisa, devem está atento aos preços que variam durante a semana e em dias específicos no mês em determinados estabelecimentos do comércio da capital, em janeiro a pesquisa identificou a segunda semana como melhor dia de compra no mês, uma dica importante para o consumidor é procurar os estabelecimentos com melhores preços, acompanhando os estabelecimentos nas suas redes sociais.
29 de fevereiro de 2024 às 11:45
29 de fevereiro de 2024 às 11:16
FOTO: DIVULGAÇÃO
O rendimento domiciliar per capita (por pessoa) da população do Rio Grande do Norte foi o maior da região Nordeste no ano de 2023, com valor mensal de R$ 1.373. O Maranhão teve o pior desempenho do País, com R$ 945, enquanto o Distrito Federal registrou o maior valor no levantamento, com R$ 3.357. A média do Brasil ficou em R$ 1.893. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo IBGE.
Em comparação com todos os estados e o Distrito Federal, o Rio Grande do Norte ficou na 16ª posição. Nenhum estado do Norte ou do Nordeste teve valor maior que a média nacional.
O rendimento domiciliar per capita representa a razão entre o total das rendas domiciliares e o número de moradores. Nessa conta, o IBGE considera os recursos obtidos com o trabalho e outras fontes.
Os valores são publicados de forma resumida pelo IBGE em termos nominais (sem o ajuste pela inflação), o que dificulta uma comparação com anos anteriores.
A divulgação atende a uma lei complementar que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE). Os dados são repassados pelo IBGE para o Tribunal de Contas da União (TCU) anualmente.
Confira o valor nominal mensal domiciliar per capita entre os estados do Nordeste em 2023:
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