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Categoria: Economia

Assú recebe confirmação para instalação de unidade de gás natural liquefeito pela empresa GNL Link

Executivos da empresa GNL Link se reúnem com o prefeito Gustavo Soares

A Prefeitura de Assú recebeu a confirmação de que a empresa GNL Link irá instalar uma unidade do empreendimento na cidade. Essa unidade converterá o gás do seu estado gasoso para sua forma líquida, o gás natural liquefeito (GNL), que pode ser transportado para áreas que não têm acesso ao gás natural, em um raio de até mil quilômetros.

Na manhã desta quinta-feira (18), o prefeito Gustavo Soares recebeu André Corrêa, gerente de negócios da empresa; Marcelo Rodrigues, presidente da empresa; e Ramires Santana, coordenadora regulatória.

Além de proporcionar acesso à uma fonte de energia mais limpa, o projeto promete gerar empregos, renda e movimentação financeira para a região. Previsto para entrar em operação em um ano, o empreendimento representa um marco significativo para o desenvolvimento econômico local e para a ampliação da infraestrutura energética da região.

“Com uma imensa satisfação dividimos com vocês a confirmação de mais um grande empreendimento para Assú. A parceria com a GNL Link é um passo significativo para o desenvolvimento econômico local. E, quando falamos em empreendimentos, falamos em empregos, renda e movimentação financeira para nossa região. Estamos ansiosos para ver os benefícios que essa iniciativa trará para a ampliação da infraestrutura energética local. Juntos, estamos construindo um futuro mais próspero para Assú”, destacou o prefeito Gustavo Soares.

Gasolina no RN sobe R$ 0,05 com terceiro aumento seguido da 3R

FOTO: MARCELO CAMARGO

A empresa 3R Petroleum, que opera na Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, atualizou a tabela de preços dos combustíveis nesta quinta-feira (18) e registrou aumento no preço de distribuição da Gasolina A. Este é o terceiro acréscimo consecutivo, que acumula uma diferença de R$0,23 desde a última estabilidade no dia 28 de março.

O preço da Gasolina A saiu de R$3,43 e subiu para R$3,48, representando um aumento de R$0,05 no comparativo ao preço comercializado no dia 11 de abril. Entre os dias 11 e 04 do mesmo mês, a mudança foi de R$3,35 para R$3,48, uma diferença de R$0,08. Já entre 04 de abril e 28 de março, a alteração nos valores teve registro de R$3,25 para R$3,35, uma mudança de R$0,10.

O terminal da Petrobras mais próximo do Rio Grande do Norte está em Cabedelo, na Paraíba. De acordo com a última atualização na tabela em 1º de abril, a Petrobras está comercializando a Gasolina pelo valor de R$2,70, ou seja, uma diferença de R$0,78 em comparação com a 3R. O preço da Petrobras está estável e sem mudanças desde o dia 21 de outubro de 2023.

A 3R informou que necessita importar gasolina, de forma a não desabastecer os postos do Estado, uma vez que a Refinaria Clara Camarão não detém capacidade para produzi-lo. “Assim, a Companhia o adquire no mercado ao preço de referência internacional, que é sensível a flutuações do dólar, a variações do Brent e a custos logísticos incidentes até a chegada do produto aos postos. Portanto, o preço encontrado pelo consumidor nas bombas reflete toda uma cadeia de produção inescapavelmente conectada às cadeias globais de valor em que a Companhia está inserida”, informou à TRIBUNA DO NORTE.

Por outro lado, A defasagem do preço da gasolina nas refinarias da Petrobras atingiu, no último dia 12, o maior patamar deste ano, ficando 21% abaixo do preço praticado no Golfo do México, onde estão localizadas as refinarias norte-americanas, informou a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

Além da alta do preço do petróleo no mercado internacional, a valorização do dólar frente ao real tem elevado a defasagem de preços no mercado interno.

Para alinhar os preços em relação ao mercado internacional, a Petrobras poderia aumentar a gasolina em R$ 0,74 o litro, segundo a entidade. No caso do diesel, a defasagem está em 12% nas refinarias da estatal, possibilitando aumento de R$ 0,48 por litro. A Petrobras está há 178 dias sem reajustar a gasolina e há 111 dias sem alterar o preço do diesel.

Jean diz que Petrobras não vai reajustar preços de combustíveis agora: ‘Não há razão para pânico’

FOTO: TOMAZ SILVA

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que, por enquanto, não vê razão para reajustar os preços de combustíveis, mesmo com o aumento na cotação do petróleo no mercado internacional.

“Estamos avaliando todas as condições de mercado. Não há razão para pânico nenhum agora”, afirmou ele, após participar de evento no Rio de Janeiro.

“Nós estamos avaliando o cenário internacional e, por enquanto, não há nada que faça a gente mover (preços), e o próprio preço do petróleo indica isso”, acrescentou.

A cotação do petróleo Brent, referência global, chegou a fechar acima de 90 dólares o barril em alguns dias da última semana. No acumulado do ano, a alta é de cerca de 10 dólares o barril, ou aproximadamente 13%.

A Petrobras não aumentou os preços da gasolina e do diesel este ano, com integrantes do mercado apontando um aumento da defasagem.

Não bastasse a volatilidade dos preços do petróleo, o dólar tem se valorizado frente ao real, outro fator que impacta nas contas da defasagem dos combustíveis em relação aos valores externos.

VAI SUBIR! Aneel aprova reajuste da tarifa de energia no RN

FOTO: ILUSTRAÇÃO

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nessa terça-feira (16), o reajuste tarifário da conta de energia no Rio Grande do Norte. O efeito médio a ser percebido pelos consumidores residenciais será de 8,14%. Os novos valores entrarão em vigor na próxima segunda-feira (22).

De acordo com a Aneel, os principais itens que influenciaram o índice de reajuste aprovado foram os gastos com pagamentos de encargos setoriais, os custos com transmissão de energia e os componentes financeiros.

Veja na tabela abaixo os novos índices:

  • Consumidores residenciais: 08,14%
  • Baixa tensão em média: 08,08%
  • Alta tensão em média: 07,05%
  • Efeito médio para o consumidor: 07,84%

Revisão tarifária x Reajuste tarifário

A Revisão Tarifária Periódica (RTP) e o Reajuste Tarifário Anual (RTA) são os dois processos tarifários mais comuns previstos nos contratos de concessão. O processo de RTP é mais complexo – nele são definidos: (i) o custo eficiente da distribuição (Parcela B); (ii) as metas de qualidade e de perdas de energia; e (iii) os componentes do Fator X para o ciclo tarifário.

Já o processo de RTA é mais simples e acontece sempre no ano em que não há RTP. Nesse processo, é atualizada a Parcela B pelo índice de inflação estabelecida no contrato (IGP-M ou IPCA) menos o fator X (IGP-M/IPCA – Fator X).

Em ambos os casos são repassados os custos com compra e transmissão de energia e os encargos setoriais que custeiam políticas públicas estabelecidas por meio de leis e decretos.

Gasolina do RN fica 0,73 mais cara do que a da Paraíba

FOTO: DIVULGAÇÃO

A gasolina vendida na Refinaria potiguar Clara Camarão, administrada pela 3R Petroleum, está R$ 0,73 mais cara do que o preço praticado no estado vizinho da Paraíba. Essa diferença ocorreu após o recente reajuste por parte da 3R, que vende o litro do combustível às distribuidoras por R$ 3,43, enquanto que a refinaria da Petrobras, em Cabedelo, comercializa o produto por R$ 2,70. Esse é um dos fatores apontados como justificativa para os potiguares pagarem por uma das gasolinas mais caras do Brasil, segundo último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP).

De acordo com o último levantamento, feito entre os dias 07 e 13 de abril, a gasolina comum no Estado registrou preço médio por litro nas bombas de R$ 6,07, ficando no ranking dos cinco mais caros do Brasil, ao lado de Acre (R$ 6,84), Rondônia, e Amazonas (R$ 6,34) Roraima (R$ 6,15) e igual a Sergipe. Além disso, o RN também registrou preço médio por litro da gasolina aditivada a R$ 6,17 (6ª mais cara do Brasil e mais cara do Nordeste) e a R$ 4,90 (2º mais caro do Brasil).

Na semana passada, a 3R Petroleum aumentou o preço da gasolina e do diesel comercializados na refinaria, aumentando oito centavos. Com isso, o litro passou a custar R$ 3,436. Já o Diesel A S500 teve um acréscimo de seis centavos, ficando em R$ 3,497.

O especialista e economista Ricardo Valério, aponta que o fato da refinaria Clara Camarão ser privatizada explica a “carestia” dos preços no estado em relação aos vizinhos. “O único fator é a empresa privada que tem a liberdade de mercado para praticar o preço de sua conveniência para segurar a margem de lucro desejada. Hoje em dia, somente isso, é que é responsável pela carestia no RN”, afirma.

Segundo o presidente do Sindicato dos Revendedores de Postos de Combustíveis do Rio Grande do Norte (Sindipostos-RN), Maxwell Flor, ainda não é possível afirmar se os preços já foram repassados para os clientes com os últimos reajustes. “A 3R faz esses reajustes semanais, então os postos, em alguns deles se absorve e em outros não, é muito dinâmico. Depende do estoque de cada posto e das vendas. Se o movimento está fraco e as vendas baixas, o revendedor acaba absorvendo esse reajuste para poder segurar e conseguir melhorar”, explica.

Em relação aos preços dos combustíveis no Rio Grande do Norte, a 3R Petroleum disse em nota que necessita importar gasolina, de forma a não desabastecer os postos do Estado, uma vez que a Refinaria Clara Camarão não detém capacidade para produzi-lo. “Assim, a Companhia o adquire no mercado ao preço de referência internacional, que é sensível a flutuações do dólar, a variações do Brent e a custos logísticos incidentes até a chegada do produto aos postos. Portanto, o preço encontrado pelo consumidor nas bombas reflete toda uma cadeia de produção inescapavelmente conectada às cadeias globais de valor em que a Companhia está inserida”, informou à TRIBUNA DO NORTE.

Motoristas e condutores dizem que têm buscado alternativas e o máximo possível de promoções visando economizar na hora de abastecer. Neste sentido, vários postos em Natal e no interior, por exemplo, promovem descontos para usuários com cadastros, pagamentos no Pix ou à vista, entre outras ações, como aplicativos de acúmulo de pontos e cashback.

Tribuna do Norte

Prefeitura do Assú e CDL reforçam parceria para desenvolvimento de ações e fortalecimento da economia local 

Prefeito Gustavo Soares discute projetos com o presidente da CDL Assú, Sérgio Rodrigues

As parcerias público/privada desenvolvidas pela Prefeitura de Assú trazem projetos e ações de grande importância e desenvolvimento comunitário. Por isso, nesta sexta-feira (12), o prefeito Gustavo Soares esteve reunido com o presidente da CDL Assú, Sérgio Rodrigues. Na ocasião, os gestores trataram sobre o apoio da Prefeitura frente aos empréstimos concedidos a empreendedores individuais através na Agência de Fomento (AGN).

Outro tópico discutido entre as partes foi o fortalecimento da parceria para a realização da Fenavale, Feira de Negócios do Assú e do Vale, que está prevista para acontecer no final de setembro de 2024.

3R Petroleum aumenta preço dos combustíveis na refinaria do RN; veja valores

FOTO: JOSÉ CRUZ

A 3R Petroleum aumentou o preço da gasolina e do diesel comercializados na refinaria potiguar Clara Camarão, em Guamaré, nessa quinta-feira (11). O valor dos combustíveis segue mais alto do que o praticado pela Petrobras.

A Gasolina A subiu oito centavos na refinaria da 3R e passou a custar R$ 3,436, o litro. Já o Diesel A S500 teve um acréscimo de seis centavos no preço e agora é vendida a R$ 3,497.

Em comparação com os preços praticados no terminal paraibano da Petrobras, em Cabedelo, os combustíveis potiguares são mais caros. A gasolina vendida às distribuidoras no estado vizinho custa 2,709, ou seja, 72 centavos mais barato. Já o Diesel sai a 3,306 por litro, que significa 19 centavos a menos que na refinaria de Guamaré.

Tribuna do Norte

Mercado e custo podem ditar extração de petróleo em novos poços do RN, afirma economista

FOTO: REPRODUÇÃO

Com a descoberta de petróleo em águas ultraprofundas da Bacia Potiguar, no poço Anhangá, próximo da divisa entre o Rio Grande do Norte e o Ceará, a Petrobras já anunciou que pretende perfurar ao menos 16 poços na chamada Margem Equatorial, que vai do RN ao Amapá. O investimento anunciado pela estatal para esta região é de US$ 3,1 bilhões. Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a descoberta é considerada importante e deve trazer novo panorama de desenvolvimento ao estado. Economista afirma que mercado internacional pode ditar extração ou não do petróleo devido aos custos.

Localizado a 250 km de Natal e a 190 km de Fortaleza, o poço está a uma profundidade de 2.196 metros e é a segunda descoberta na Bacia Potiguar neste ano, que já teve comprovação da presença de hidrocarboneto também no Poço Pitu Oeste, a 24 km de Anhangá. Segundo a estatal, as descobertas ainda precisam de avaliações complementares.

Para Pedro Lúcio, diretor da Federação Única dos Petroleiros e do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio Grande do Norte (Sindipetro/RN), defende que a descoberta é um passo importante para o Rio Grande do Norte. “A Petrobras de dezembro para cá, já perfurou dois poços, os dois com formação de hidrocarbonetos comprovada. Então a Petrobras agora deve seguir para novos estudos para testar ou não a viabilidade comercial desses poços e espero que sim, estamos torcendo muito para que esses campos sejam viáveis comercialmente, porque isso vai trazer um novo panorama de desenvolvimento e produção de petróleo e gás para o RN”, disse.

William Eufrásio, economista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), vê a descoberta como algo positivo. “É sempre uma boa notícia você ter uma grande quantidade de petróleo. Espero que seja muito grande mesmo. Em situações favoráveis, ou seja, com a extração desse petróleo, você traz muita gente para cá, seja da Petrobras, já empregado e recebendo o salário, mas você cria e chama os empregos, com o que está conectado ao aumento da exploração desse petróleo”, avalia.

Mas o especialista aponta que estes efeitos econômicos, como a geração de empregos, não serão imediatos. “Tem um tempo, um hiato. Todo o petróleo ainda é fundamental para qualquer economia, são valores, são recursos. Mas ele é em águas ultraprofundas. Isso significa dizer que os custos são maiores do que quando é em águas rasas e isso vai ser observado. Ou seja, qual o custo para retirar esse petróleo dessas águas profundas”, avaliou.

A Petrobras acredita que as atividades exploratórias na Margem Equatorial representam um passo no compromisso da companhia em buscar reposição de reservas e desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.

De acordo com Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, a companhia tem histórico de quase três mil poços perfurados em águas profundas e ultraprofundas, sem qualquer tipo de intercorrência ou impacto ao meio ambiente, reforçando o compromisso da estatal com o respeito ao meio-ambiente. “Associado à capacidade técnica e experiência acumulada em quase 70 anos, habilitam a companhia a abrir novas fronteiras e lidar com total segurança suas operações na Margem Equatorial” afirma Prates.

“Com o avanço da pesquisa exploratória da Margem Equatorial brasileira, aumentamos o conhecimento desta região, considerada como uma nova e promissora fronteira em águas ultraprofundas, que será fundamental para o futuro da companhia, garantindo a oferta de petróleo necessária para o desenvolvimento do país”, afirma o diretor de Exploração e Produção Joelson Mendes.

Extração pode depender do mercado internacional

Ciente de que a Petrobras tem recursos para extração de petróleo em águas ultraprofundas, o especialista ainda afirma que o mercado internacional pode ditar o que será feito. “Ele é explorado ou não, dependendo da relação entre o custo de exploração desse petróleo em águas ultraprofundas e o preço do petróleo no mercado internacional. Quando o preço do petróleo internacional sobe demais e está muito acima do custo de extração, então esse poço será bem demandado, porque fica mais barato tirar o petróleo de lá do que comprar externamente. Agora, se o preço do petróleo cair a valores idênticos ou abaixo do custo de exploração desse petróleo, não compensa retirar o petróleo. É um processo de oscilação que vai depender muito dos preços do petróleo”, explicou.

“A gente tem visto o preço do petróleo, dependendo do tipo do barril, oscilando entre US$ 80 a US$ 100 dólares aproximadamente. No pré-sal,,ele era extremamente favorável quando o preço estava acima de 50 dólares. Então, como está perto aí dos US$ 80, US$ 90, US$ 100, o pré-sal é vantajoso. Se esse aí poço de ultra profundidade tiver mais ou menos o custo do pré-sal, que já é relativamente bom, a gente pode dizer que nesses próximos meses será favorável a estação desse petróleo”, esclareceu William.

Entre os fatores que podem interferir diretamente no mercado nacional, estão os conflitos entre a Ucrânia e a Rússia, um dos grandes países produtores de petróleo. “O preço do petróleo, ele tem também um elemento, um componente muito especulativo. São players internacionais que jogam bilhões de dólares, não é um jogo de criança. Esses conflitos internacionais, em particular o da Rússia e Ucrânia, estão falando da Otan entrar, ele gera complicadores grandes. A Faixa de Gaza é um conflito mais localizado, mas também chama a atenção pela capacidade que teriam os países árabes de retalhar Israel, e eles podem retalhar reduzindo a oferta de petróleo. E isso gera aumento nos preços. Dado o contexto de conflitos no mundo, esse preço do petróleo pode oscilar e criar implicações, eu diria, favoráveis, dado que o cenário [de redução de conflitos bélicos] não é muito positivo”, completou.

PETRÓLEO E ENERGIAS RENOVÁVEIS. Visto como um estado que foca nas energias renováveis, o RN terá no petróleo a possibilidade de gerar mais uma fonte de energia. No entanto, o especialista aponta que o petróleo não é utilizado apenas como matéria prima para combustíveis. “Embora ele seja muito utilizado na forma de combustíveis, o petróleo é um produto. Que serve para muitas outras coisas, para além da queima via combustível. Está na base da produção de plásticos, da produção de determinados insumos agrícolas. Então, ele tem mil e uma utilidades”, observou o professor da UFRN.

Para Eufrásio, as energias limpas são uma realidade e surgem como uma possibilidade de reduzir a demanda pelo petróleo. “Isso poderá provocar uma queda nos níveis de preço, favorecendo até outros setores que utilizam o petróleo ou componentes como insumos nas suas produções. Então, isso também será favorável para o RN. O que a gente precisa, evidentemente, é ter um polo científico produtivo que utilize de fato as novas tecnologias, não somente para gerar energia, e gerar também novos produtos. E é isso aí que está o gargalo. O empresariado, em geral, espera que o Estado crie as primeiras condições para que eles possam vir. E o nosso Estado ainda não tem, porque é um estado pequeno e com poucos recursos”, finalizou.

Agora RN