SELO BLOG FM (4)

Categoria: Economia

Vendas do varejo no RN crescem pelo quinto mês consecutivo, aponta IBGE

FOTO: JOSÉ ALDENIR

Em março deste ano, o comércio varejista do Rio Grande do Norte registrou um crescimento de 2,1% em termos reais, comparado ao mês anterior. Esse resultado marca o quinto mês consecutivo de desempenho positivo. Os números são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada na quarta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No terceiro mês do ano, o desempenho do estado potiguar superou a média brasileira, que permaneceu estável em relação a fevereiro. Além disso, o Rio Grande do Norte conquistou a terceira posição entre os estados nordestinos, ficando atrás apenas de Sergipe – que cresceu 3,7% – e Bahia que teve alta de 3,1%.

Na comparação com março do ano passado, as vendas do comércio varejista potiguar apresentaram um crescimento ainda mais expressivo, atingindo 5,9% em termos reais.

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, explica que o bom desempenho do estado é oriundo de um conjunto de fatores. “Entre os pontos que contribuíram está a queda da taxa de Juros, da inflação e do desemprego. Também registramos o aumento real de salário mínimo e benefícios sociais”, explica.

No acumulado do primeiro trimestre de 2024, o comércio varejista potiguar registrou uma alta de 6,0% nas vendas, em termos reais, comparado ao mesmo período de 2023. É importante ressaltar que este desempenho foi melhor que a média nacional (+5,9%) e que, no início do ano passado, o crescimento havia sido bem mais modesto, com apenas 1,4%.

Preço de gasolina tem redução de R$ 0,20 centavos no RN

FOTO: MARCELO CAMARGO

A empresa 3R Petroleum reduziu o preço da Gasolina A repassada às distribuidoras da Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, interior do Rio Grande do Norte, em R$ 0,20. O valor passou de R$ 3,48, no início deste mês, para R$ 3,27 a partir desta quinta-feira 9, de acordo com a tabela de preços da empresa.

Além disso, o Óleo diesel A S500 também registrou queda tanto na modalidade de venda EXA, quando a entrega do combustível ocorre através de duto (canal) a serviço da compradora, quanto na LCT que acontece na entrega por duto, ou trecho de duto, a serviço da Petrobras.

Na primeira modalidade, o valor caiu de R$ 3,45 para R$ 3,42, representando uma redução de R$ 0,28. Enquanto na segunda modalidade, a variação foi de R$ 3,46 para R$ 3,43, com uma queda similar de cerca de R$ 0,28.

Agora RN

Em abril, em Natal, o IPC e cesta básica registram variação positiva

FOTO: FREEPIK

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – Idema, por meio da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos – CES registrou para o mês de abril de 2024, uma variação positiva de 0,36% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 1,95%, nos últimos doze meses (Maio/2023 a Abril/2024) atingiu 3,47% e 660,93% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 1,07% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Hortaliças e Verduras (18,66%), Tubérculos, Raízes e Legumes (9,63%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (0,89%), Sal e Condimentos (0,77%), Pescados (0,49%) e Frutas (0,49%).

Já o grupo Serviços e Cuidados Pessoais apresentou uma variação positiva de 1,14%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Produtos Farmacêuticos (3,47%) e Serviços Laboratoriais e Hospitalares (0,50%).

E o grupo Vestuário teve uma variação positiva de 0,19% em função do aumento de preços nos seguintes itens: Roupa Masculina (0,89%), Calçados e Acessórios (0,49%), Roupa Feminina (0,43%) e Tecidos e Armarinhos (0,33%).

Cesta Básica

Já o custo da Cesta Básica teve uma variação positiva, teve de 2,26% em relação ao mês anterior.

Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a alimentação por pessoa foi de R$ 591,75. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 2.367,00. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com vestuário, despesas pessoais, transportes, etc., o dispêndio total seria de R$ 7.298,93.

Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, sete tiveram variações positivas: legumes (16,53%), tubérculos (9,57%), açúcar (6,23%), feijão (3,30%), café (2,36%), pão (1,80%) e frutas (0,70%). As variações negativas ocorreram em seis produtos restantes: margarina (-7,50%), farinha (-5,76%), arroz (-2,49%), óleo (-1,23%), carne de boi (-0,91%) e leite (-0,24%).

Cesta Básica

– Janeiro: variação positiva de 2,83%

– Fevereiro: variação positiva de 0,73%

– Março: variação positiva de 1,05%

– Abril: variação positiva de 2,26%

IPC

– Janeiro: 0,46%

– Fevereiro: 0,68%

– Março: 0,44%

– Abril: 0,36%

PREPARE O BOLSO: com enchentes no RS, Brasil pode ter que importar arroz e feijão

FOTO: ILUSTRAÇÃO

Ao comentar os efeitos dos temporais registrados no Rio Grande do Sul no agronegócio brasileiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (7) que o país pode precisar importar arroz e feijão para equilibrar a produção e conter o aumento dos preços.

“Fiz uma reunião com o ministro [do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar] Paulo Teixeira e com o ministro [da Agricultura, Pecuária e Abastecimento] Carlos Fávaro sobre a questão do preço do arroz e do feijão, porque estavam caros. Eu disse que não era possível a gente continuar com o preço caro. Alegaram que a área plantada estava diminuindo e que havia um problema do atraso da colheita no Rio Grande do Sul.”

“Agora, com a chuva, acho que nós atrasamos de vez a colheita do Rio Grande do Sul. Se for o caso, para equilibrar a produção, vamos ter que importar arroz, vamos ter que importar feijão. Para que a gente coloque na mesa do povo brasileiro um preço compatível com aquilo que ele ganha”, completou, ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Presidente, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

FAZ O L: Postos elevam preços e gasolina vai a R$ 6,59 em Natal

FOTO: MARCELO CAMARGO

Os postos de combustíveis de Natal voltaram a elevar os preços nesta primeira semana de maio, chegando a R$ 6,59 o litro da gasolina em boa parte dos estabelecimentos e a R$ 5,29 o etanol. A atualização dos valores ainda estava em andamento nesta segunda-feira (6) em alguns dos postos. A medida não segue nenhuma grande alteração nas refinarias ou fatores externos que possam ter influenciado.

A elevação nos postos acontece após uma breve redução dos preços promovida por eles próprios nas últimas semanas. “Eu percebi que está cerca de 30 centavos mais cara a gasolina nos últimos dias. Isso interfere no planejamento das contas no mês porque eu uso a minha moto para o trabalho e a gente sabe que o salário não acompanha essas mudanças”, comentava o mobilizador social, Francimário Gomes, ao abastecer em um posto de combustível na zona Leste da capital.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos/RN) não se posiciona sobre os preços praticados pelos empreendedores do setor, mas o presidente da entidade, Maxsuel Flor, faz uma observação particular sobre o comportamento do mercado no último mês. “O que eu observo é que, desde meados do mês passado houve algumas reduções pontuais por parte de alguns revendedores que foram baixando seus preços e por iniciativa própria mesmo, uma vez que não tivemos redução das distribuidoras nem das refinarias”, conta.

Maxsuel explica que isso pode ter ocorrido como estratégia das empresas do ramo para atrair consumidores. “Penso eu que foi na tentativa de aquecer as vendas, de tentar bater suas metas junto às distribuidoras também, no caso desses postos que têm bandeira. Com isso, na virada do mês, a gente percebeu, de fato, que teve uma readequação com alguns postos voltando a praticar os preços que estavam em vigor antes dessa redução”, relata.

No seu último levantamento semanal finalizado sábado passado (4), quando parte dos postos ainda não tinham modificado as tabelas, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) identificou que Natal estava com o terceiro menor preço médio da gasolina entre as capitais, sendo também o terceiro menor das nordestinas. O preço médio ficou em R$ 5,59 para o litro da gasolina, variando de R$ 5,39 a R$ 5,99 e de R$ 4,34 (de R$ 3,89 a R$ 5,19) para o etanol nos postos pesquisados.

Esses estabelecimentos são abastecidos pela refinaria potiguar Clara Camarão, da 3R Petroleum, ou por refinarias da Petrobras nos estados vizinhos. No Rio Grande do Norte, a 3R Petroleum segue o mercado internacional e, no mês passado, promoveu três acréscimos consecutivos para o litro da gasolina tipo A, gerando uma diferença de 23 centavos em comparação com a última semana de março. Na última atualização em 1º de maio, o preço da Gasolina A ficou estável mantendo-se em R$ 3,48 sendo que, em 4 de abril, custava R$ 3,35. Neste caso, considerando a passagem do mês, a diferença fica em 13 centavos.

A 3R informou que necessita importar gasolina, de forma a não desabastecer os postos do Estado, uma vez que a Refinaria Clara Camarão não detém capacidade para produzi-la. “Assim, a Companhia o adquire no mercado ao preço de referência internacional, que é sensível a flutuações do dólar, a variações do Brent e a custos logísticos incidentes até a chegada do produto aos postos. Portanto, o preço encontrado pelo consumidor nas bombas reflete toda uma cadeia de produção inescapavelmente conectada às cadeias globais de valor em que a Companhia está inserida”, informou.

O terminal da Petrobras mais próximo do Rio Grande do Norte está em Cabedelo, na Paraíba. De acordo com a última atualização na tabela em 1º de abril, a Petrobras está comercializando a Gasolina pelo valor de R$ 2,70, ou seja, uma diferença de R$ 0,78 em comparação com a 3R.

Neste ano, em todo o país, os preços dos combustíveis estão praticamente estáveis, reflexo da nova política da Petrobras que, há um ano, vem realizando ajustes pontuais com os clientes, dependendo do mercado. A estatal é responsável por 80% do mercado nacional e o último reajuste linear que fez em relação à gasolina foi em 21 de outubro do ano passado, e do diesel, em 27 de dezembro. Por essa razão, em relação ao mercado internacional que a companhia deixou de usar como referência, os preços nas suas refinarias registram defasagem de 18% e 7%, respectivamente.

BOX

Preço médio da gasolina RN

Até 04 de maio

R$ 5,59 (de 5,39 a R$ 5,99)

Até 27 de abril

R$ 5,85 (de R$ 5,49 a R$ 6,19)

Até 20 de abril

R$ 5,90 (de R$ 5,61 a R$ 6,09)

Até 13 de abril

R$ 6,08 (de R$ 5,71 a R$ 6,39)

Até 06 de abril

R$ 6,15 (de R$ 5,57 a R$ 6,39)

Até 30 de março

R$ 6,17 (de R$ 5,77 a R$ 6,39)

Tribuna do Norte

Intenção de compra: 75% dos natalenses pretendem presentear no Dia das Mães

FECOMÉRCIO RN APONTA EXPECTATIVA DA DATA MOVIMENTAR R$ 98 MILHÕES NO COMÉRCIO DA CAPITAL POTIGUAR; SHOPPINGS SÃO PRINCIPAL LOCAL DE COMPRA COM TICKET MÉDIO DE R$ 167,18. FOTO: DIVULGAÇÃO

O Dia das Mães deste ano deve levar 1 em cada 3 natalenses às compras, segundo levantamento realizado pelo Instituto Fecomércio RN (IFC). Até o dia 12 de maio, 75% da população da capital potiguar deve sair na busca por presentes para mães, avós, esposas e sogras, um comportamento que deve movimentar cerca de R$98 milhões nos segmentos de comércio e serviços locais.

A expectativa é que o consumidor invista uma média de R$167,18 na compra de apenas um presente. O valor é 5,4% maior quando comparado ao ticket médio de 2023. Dentre os produtos campeões de venda, lideram os perfumes e cosméticos (37,3%), seguidos de itens de vestuário (29,6%) e calçados ou bolsas (14,5%). Os shopping centers seguem como principal local de compra para 55,5% dos entrevistados, com um aumento significativo em comparação com o registrado em 2023, quando esse índice era de 42,5%.

Para Felipe Furtado, superintendente do Natal Shopping, esse crescimento é reflexo da maior segurança e comodidade que o segmento oferece ao público consumidor. Somado a isso, uma das estratégias para atrair a clientela neste período é investir em campanhas promocionais, com brindes instantâneos e a mecânica “compre e ganhe”.

No Natal Shopping, nas compras a partir de R$400, os clientes ganham um vinho Carmen Discovery 750 ml e a chance de concorrer a um carro elétrico BYD Mini Dolphin 0km, conforme exemplifica Felipe. Para a Ancar Ivanhoe, administradora do Natal Shopping, a estimativa é que a ação traga um resultado positivo em relação ao ano passado, com um aumento de 13% nas operações de alimentação e de 10% nos artigos presenteáveis.

Experiência atrai na hora das compras

Para promover uma experiência completa, foi instalado no mall um lounge instagramável e temático, onde os clientes poderão fazer a troca de seus cupons pelo brinde e o seu número da sorte. Além disso, uma programação especial acontece na véspera da grande data. De 7 a 9 de maio, no Fórum de Mães, uma série de rodas de conversa e palestras abordam o tema “Famílias conectadas: todos navegando juntos”.

O evento convida especialistas para discutir como lidar com a maternidade em uma realidade hiperconectada e oferecer insights valiosos para as mães e famílias. O acesso é gratuito, bastando se inscrever pelo aplicativo do shopping.

“A experiência que os shoppings oferecem aos clientes é um fator que faz a diferença na hora de escolher o local de compras”, analisa Felipe Furtado. “Hoje, o cliente não compra apenas pelo mix de lojas, mas também pela identificação com a marca e ações que agregam valor e conhecimento. Temos investido muito nessa esfera e esperamos colher os resultados, não só nas vendas, mas principalmente fortalecendo o vínculo com os nossos clientes e suas famílias ao proporcionar um momento mais especial para celebração da data”, complementa.

Preço médio da cesta básica volta a subir em Natal no mês de abril

FOTO: VALTER CAMPANATO

O preço médio da cesta básica subiu pelo quarto mês consecutivo na cidade de Natal. Pesquisa do Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) destaca um aumento de 0,97% no mês de abril em relação a março. Somados os acréscimos dos preços desde o início do ano, os consumidores já têm um custo adicional de R$ 17,53 nos quatro primeiros meses de 2024. O valor médio da cesta básica fechou o mês de abril custando R$ 430,20, um acréscimo de R$ 3,07 em relação aos R$ 427,13 registrados no fim de março.

Durante o mês de abril, foram observadas alterações nos preços médios da cesta básica em diferentes semanas. Na primeira semana, o custo foi de R$ 433,12, enquanto na segunda semana subiu para R$ 433,34. Na terceira semana, houve outro aumento, chegando a R$ 436,51, seguido por uma pequena redução na semana seguinte, para R$ 435,03. Na última semana de abril, o preço médio caiu para R$ 430,20. Essa variação é comum, com os preços geralmente mais altos no início e mais baixos no final do mês.

A pesquisa abrange 26 estabelecimentos comerciais na capital, coletando os preços de 40 itens que compõem a cesta básica em quatro categorias: Mercearia, Açougue, Higiene/Limpeza e Hortifrúti. Enquanto os produtos de Mercearia e Higiene/Limpeza apresentaram redução em relação ao mês anterior, as categorias de Açougue e Hortifrúti registraram aumentos.

O Hortifrúti foi a categoria que mais contribuiu para o aumento da cesta básica em abril, com uma variação de 5,15%. Dos treze produtos que compõem essa categoria, apenas quatro apresentaram preços mais baixos em relação ao mês anterior. Itens como tomate e cebola tiveram aumentos significativos, refletindo as condições climáticas adversas que afetaram a produção.

Dia das Mães 2024: comércio movimentará mais de R$ 115 milhões em Natal e Mossoró, aponta Fecomércio RN

FOTO: ILUSTRAÇÃO

Celebrado neste ano em 12 de maio, o Dia das Mães é a segunda data comemorativa mais aguardada pelo comércio varejista, atrás apenas dos festejos natalinos. Em 2024, de acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), a procura por presentes deve movimentar cerca de R$ 96,8 milhões em Natal e R$ 18,2 milhões em Mossoró. Na capital do oeste, há um aumento de 22% em comparação ao ano passado, quando a data injetou R$ 14,9 milhões na economia.

“O Dia das Mães é uma data muito especial, tanto para quem compra quanto para quem vende. Neste ano, a grande maioria dos consumidores do RN – mais de 75% dos natalenses e de 66,7% dos mossoroenses – pretendem gastar com presentes, então nossos negócios precisam estar preparados para atender essa demanda”, ressaltou o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio RN), Marcelo Queiroz.

Mães natalenses receberão mais perfumes e cosméticos

Na capital potiguar, a maior parte de quem vai comprar presentes para o Dia das Mães pertence ao sexo masculino (76,1%), tem de 25 a 34 anos de idade (82,2%), possui ensino superior completo (78,4%) e vive com uma renda familiar superior a 10 salários mínimos (85,3%). Além disso, mais de 60% pretendem gastar com apenas um presente, enquanto aproximadamente 67% farão pesquisa de preços e cerca de 69,5% irão às compras na semana que antecede a data comemorativa.

De acordo com as pesquisas do IFC, cerca de 55,5% dos consumidores da capital pretendem comprar em shoppings. Os produtos mais procurados serão perfumes/cosméticos (37,3%), itens de vestuário (29,6%) e calçados/bolsas (14,5%). Para homenagear principalmente as próprias mães (91,4%), a expectativa é que os natalenses gastem uma média de R$ 167,18 – um aumento de aproximadamente 5,4% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o valor registrado foi de R$ 158,58.

Metade dos mossoroenses comprará no comércio de rua

Diferente do observado em Natal, cerca de 50% dos mossoroenses entrevistados pelo Instituto Fecomércio RN comprará presentes no comércio de rua. Por outro lado, assim como na capital potiguar, a maior parte de quem vai às compras pertence ao sexo masculino (67,5%), tem de 25 a 34 anos de idade (83,7%), concluiu o ensino superior (80,1%), possui renda familiar acima de 10 salários mínimos (100%) e vai realizar as compras uma semana antes do Dia das Mães (61,3%).

Em Mossoró, a demanda será maior para itens de vestuário (35,5%), perfumes/cosméticos (34%) e calçados/bolsas (23%). Além de homenagear as próprias mães (88,7%), cerca de 19,7% dos mossoroenses desejam presentear suas esposas e 14,6% pretendem comprar presentes para as sogras. Para tanto, o gasto médio deles será de aproximadamente R$ 145,54 – um aumento de 11,2% em comparação ao Dia das Mães de 2023, quando esperavam gastar uma média de R$ 130,92.

Metodologia – As pesquisas do Instituto Fecomércio RN foram realizadas ao longo do mês de Abril. Para mapear a intenção de consumo em virtude do Dia das Mães 2024, o IFC ouviu um total de 608 natalenses e de 502 mossoroenses. O nível de confiança de ambos os levantamentos é de 95%, com margem de erro de 3 pontos percentuais.