11 de outubro de 2024 às 07:45
11 de outubro de 2024 às 10:36
FOTO: AGÊNCIA PETROBRAS
A Petrobras vai construir sua primeira planta-piloto para geração de hidrogênio renovável na Usina Termelétrica do Vale do Açu, em Alto do Rodrigues, no Rio Grande do Norte. O projeto, com orçamento total de R$ 90 milhões e realizado em cooperação com o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (Senai ISI-ER), terá as obras executadas pela WEG, empresa brasileira referência global em eletrificação. A previsão é que a planta para teste entre em operação no primeiro trimestre de 2026.
O hidrogênio renovável será gerado pelo processo de eletrólise da água com uso de energia solar, que consiste na quebra das moléculas de água por meio de uma corrente elétrica, separando o hidrogênio e oxigênio.
Segundo o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras, Maurício Tolmasquim, trata-se de um projeto-piloto fundamental na estratégia da companhia de investir em descarbonização. “É o primeiro passo para futuras iniciativas comerciais no segmento de hidrogênio sustentável. A produção de hidrogênio renovável a partir da eletrólise da água utilizando energia solar não apenas reduz a emissão de gases de efeito estufa, como também promove o uso de recursos naturais abundantes e sustentáveis no país”.
A Usina Fotovoltaica de Alto Rodrigues, que foi construída originalmente para fins de pesquisa e desenvolvimento, terá capacidade de produção ampliada de 1,1 MWp (Megawatt pico) para 2,5 MWp, suprindo a demanda elétrica da unidade-piloto de eletrólise de 2 MW a ser instalada. A usina de eletrólise será testada em diferentes modos de operação, aproveitando a conexão com a malha de distribuição de energia elétrica e o sistema de armazenamento de energia já instalado na unidade.
O hidrogênio produzido será usado para geração de energia e em estudos sobre a adição em gás natural, alimentando microturbinas cujo desempenho e integridade estrutural serão testados com a mistura desses dois componentes.
9 de outubro de 2024 às 17:30
9 de outubro de 2024 às 15:46
FOTO: DIVULGAÇÃO
O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), por meio da Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos (CES), divulgou os resultados do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) para a cidade do Natal no mês de setembro de 2024, uma variação positiva de 0,08% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 3,11%, nos últimos doze meses (Outubro/2023 a Setembro/2024) atingindo 4,63% e 688,41% desde o início do Plano Real.
O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação negativa de 0,81% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para essa queda de preços foram: Tubérculos, Raízes e Legumes (-7,37%), Frutas (-2,62%), Óleo e Gorduras (-2,60%), Farinha, Féculas e Massas (-1,45%), Cereais, Leguminosas e Oleaginosas (-1,37%) e Açúcares e Derivados (-0,77%).
O grupo Habitação apresentou uma variação positiva de 1,37%. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Artigos de Limpeza (1,43%) e Reparos (1,26%). O grupo Comunicação teve uma variação positiva de 0,77% em função do aumento de preço no seguinte item: Aparelho de Celular (1,01%).
Cesta Básica
O custo da Cesta Básica na cidade do Natal, no mês de setembro teve uma variação negativa de 2,73% em relação ao mês anterior.
Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a Alimentação por pessoa foi de R$ 563,76. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 2.255,04. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 6.953,69 Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, quatro tiveram variações positivas: Óleo (10,05%), Café (5,85%), Farinha (0,86%) e Carne de Boi (0,37%). As variações negativas ocorreram em nove produtos restantes: Legumes (-9,84%), Tubérculos (-8,66), Leite (-5,30%), Margarina (-4,93%), Pão (-3,55%), Açúcar (-2,57%), Frutas (-2,03%), Feijão (-2,03%) e Arroz (-0,71%).
9 de outubro de 2024 às 16:30
9 de outubro de 2024 às 12:13
FOTO: DIVULGAÇÃO
De acordo com a pesquisa do Instituto Fecomércio RN, na capital potiguar, aproximadamente 67,9% dos consumidores ouvidos pelo IFC pretendem ir às compras nas vésperas do Dia das Crianças, um pequeno aumento em relação ao mesmo período do ano passado, quando cerca de 67,6% dos natalenses esperava gastar com presentes.
Os brinquedos (58,7%) e os itens de vestuário (34,4%) serão os mais procurados em Natal. Para comprar os presentes das crianças, os natalenses pretendem gastar uma média de R$ 155,33.
A maior parte dos entrevistados pertence ao sexo feminino (68,9%), tem de 35 a 44 anos de idade (77,2%), concluiu o Ensino Médio (68,5%), vive com renda familiar mensal de 3 a 5 salários mínimos (75,1%) e presenteará os próprios filhos (49,9%).
O valor é 4,3% menor do que o registrado em 2023, quando a expectativa dos consumidores da capital era gastar aproximadamente R$ 162,26. Além disso, 36,9% pretendem investir em uma comemoração extra, como passeios em shoppings (36%) ou em praias/lagoas (18,7%).
8 de outubro de 2024 às 10:01
8 de outubro de 2024 às 10:01
FOTO: DIVULGAÇÃO
O comércio do Rio Grande do Norte deve movimentar cerca de R$ 344,9 milhões em vendas relacionadas ao Dia das Crianças de 2024, segundo um levantamento do Instituto Fecomércio RN (IFC). O valor representa uma queda de 1,5% em comparação ao ano anterior, quando o estado registrou R$ 350,3 milhões. Apesar da leve retração, o período continua sendo um dos mais aguardados pelos comerciantes, especialmente devido à proximidade de datas como Black Friday e Natal, que são impulsionadas pelo pagamento do 13º salário.
De acordo com a pesquisa, Natal deve ser responsável por R$ 126,7 milhões do total movimentado, enquanto Mossoró contribuirá com R$ 26,7 milhões. Mesmo com uma previsão de queda em relação ao ano passado, o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, ressalta o otimismo do setor. “O quarto trimestre é, sem dúvidas, o mais aguardado pelo comércio varejista. Além de muitas datas comemorativas – como Dia das Crianças, Black Friday e Natal – as vendas desse período são impulsionadas pelo pagamento do 13º salário”, afirmou.
Consumo em Natal para dia das crianças
Na capital potiguar, 67,9% dos consumidores entrevistados pelo IFC planejam fazer compras para o Dia das Crianças, um leve aumento em relação a 2023, quando o percentual foi de 67,6%. A maior parte desses consumidores é composta por mulheres (68,9%) entre 35 e 44 anos (77,2%), com ensino médio completo (68,5%) e renda familiar entre três e cinco salários mínimos (75,1%).
Os produtos mais procurados são brinquedos (58,7%) e itens de vestuário (34,4%). Em média, os natalenses pretendem gastar R$ 155,33 com presentes, uma redução de 4,3% em relação ao ano anterior, quando o valor médio foi de R$ 162,26. Além dos presentes, 36,9% dos consumidores afirmaram que investirão em atividades de lazer, como passeios em shoppings (36%) e visitas a praias ou lagoas (18,7%).
Comportamento de consumo em Mossoró
Já em Mossoró, 53,6% dos consumidores disseram que irão às compras para o Dia das Crianças, uma queda em relação aos 56,9% observados no mesmo período de 2023. A maioria dos consumidores mossoroenses é composta por homens (53,9%) na faixa etária de 35 a 44 anos (68,6%) e com renda mensal entre seis e dez salários mínimos (71,1%).
Os itens mais procurados em Mossoró seguem a mesma tendência de Natal, com brinquedos (61,6%) e roupas (28,7%) sendo as principais escolhas. No entanto, diferentemente da capital, a maioria dos consumidores mossoroenses (66,8%) prefere realizar suas compras no comércio de rua. O gasto médio previsto na cidade é de R$ 132,84, um pequeno aumento de 0,7% em relação ao ano anterior, quando foi registrado um gasto médio de R$ 131,85.
Expectativa para o Dia das Crianças
As pesquisas realizadas pelo IFC em setembro de 2024 entrevistaram 600 consumidores em Natal e 500 em Mossoró, com nível de confiança de 95% e margem de erro de quatro pontos percentuais. As datas comemorativas do último trimestre do ano, incluindo o Dia das Crianças, são fundamentais para o comércio potiguar, que espera, apesar da leve queda, uma movimentação significativa no período.
As pesquisas completas estão disponíveis no site da Fecomércio RN.
8 de outubro de 2024 às 06:38
8 de outubro de 2024 às 07:14
FOTO: ELISA ELSIE
No mês de setembro, o comércio exterior do RN alcançou US$ 82,2 milhões de exportações e importações. No acumulado do ano, a balança comercial do estado registrou um volume total de US$ 1,1 bilhão.
Nas exportações, os cinco principais destinos comerciais do estado foram os Países Baixos (US$ 10,2 milhões), o Reino Unido (US$ 9,3 milhões), os Estados Unidos (US$ 3,6 milhões), a Colômbia (US$ 1,9 milhão) e o Peru (US$ 1,1 milhão), sendo que estes cinco países representaram 73,3% do total exportado pelo Rio Grande do Norte.
Em relação às importações, os maiores parceiros comerciais do estado no mês de setembro foram: China (US$ 18,1 milhões), Estados Unidos (US$ 6,9 milhões), Países Baixos (US$ 5,0 milhões), Rússia (US$ 3,9 milhões) e Alemanha (US$ 3,1 milhões), compondo juntos 79,3% das importações potiguares.
As informações estão na nova edição do Boletim Econômico da SEDEC.
3 de outubro de 2024 às 08:45
3 de outubro de 2024 às 06:17
FOTO: REPRODUÇÃO
O Rio Grande do Norte (RN) segue em ritmo de expansão na produção de petróleo e gás natural. No segundo trimestre de 2024, o Estado registrou um crescimento de 4% na produção de petróleo, que totalizou três milhões de barris. O setor de gás natural também apresentou um crescimento expressivo de 17,5%, ao atingir a marca de 108 milhões de metros cúbicos produzidos.
Os números integram o Boletim de Petróleo e Gás Natural e Arrecadação de Royalties – Segundo Semestre, divulgado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), nesta terça-feira (01.10). A publicação técnica é elaborada pela Coordenadoria de Desenvolvimento Energético (CODER) da SEDEC-RN.
Um dos destaques do levantamento foi a constatação de que o campo de Canto do Amaro, localizado na Bacia Potiguar, se consolidou como o maior produtor de petróleo onshore do Brasil, durante o segundo trimestre de 2024, o que reforça a importância estratégica da região para a indústria petrolífera nacional.
Além dos números de produção, o Boletim traz dados relevantes sobre a distribuição de royalties entre os municípios do estado. No período de abril a junho de 2024, o Rio Grande do Norte repassou R$ 60,9 milhões em royalties, um aumento de 14,39% em relação ao mesmo período de 2023. Entre os municípios beneficiados, Felipe Guerra se destacou com R$ 7,3 milhões recebidos, representando um crescimento expressivo de 207,8%.
Os números e a análise – com informações técnicas sobre os principais campos de produção e a variação semestral na distribuição dos royalties – estão disponíveis para consulta no Boletim de Petróleo e Gás Natural e Arrecadação de Royalties – Segundo Semestre.
O Boletim tem como objetivo apresentar um panorama completo da produção de petróleo e gás natural na Bacia Potiguar durante o segundo trimestre de 2024, detalhando os volumes produzidos, os principais campos em operação e a distribuição dos royalties entre os municípios da região.
30 de setembro de 2024 às 16:30
30 de setembro de 2024 às 13:08
FOTO: MARCELO CASAL JR
O Rio Grande do Norte fechou o mês de agosto com 7.239 novos empregos com carteira assinada. Os dados do Novo Caged foram divulgados nesta sexta-feira, 27 de setembro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
No acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o estado registra 26.340 novos empregos formais. Com isso, o Rio Grande do Norte ajudou o país a atingir o saldo de 1,72 milhão em oito meses, mais do que o Brasil registrou nos 12 meses de 2023, quando foram abertas 1,46 milhão de vagas. Desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, são 3,18 milhões de empregos com carteira assinada.
As cinco grandes atividades econômicas pesquisadas tiveram saldo positivo no estado em agosto. O destaque ficou com a Agropecuária, que registrou a abertura de 2.258 novas vagas. Na sequência aparecem o setor de Serviços (1.997), Indústria (1.342), Construção (867) e Comércio (778).
A capital, Natal, foi o município com melhor saldo no estado em agosto, tendo gerado 1.627 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 229.990 empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no mês no Rio Grande do Norte aparecem Mossoró (1.307), Baía Formosa (608), Apodi (538) e Parnamirim (446).
30 de setembro de 2024 às 07:10
30 de setembro de 2024 às 08:02
FOTO: ILUSTRAÇÃO
O Rio Grande do Norte tem 73,3 mil empresas inadimplentes com cerca de 490 mil dívidas negativadas, que somadas chegam a R$ 1,51 bilhão. O número representa 28,2% de todas as empresas potiguares e está abaixo da média nacional (30,8%) e regional do Nordeste (31%). As informações constam em um levantamento do Serasa Experian, com dados até o último mês de julho. A série histórica, monitorada pela datatech, com início em 2019, mostra que o endividamento de empresas no Rio Grande do Norte avançou 21,3% em cinco anos, no intervalo de julho de 2019 a julho de 2024.
Considerando o percentual de endividamento na região, o RN ocupa uma posição intermediária, atrás do Ceará (25,8%), Paraíba (25,8%) e Piauí, que tem a menor taxa de endividamento (23,5%). A maior taxa da região é de Alagoas, com 42,4% das empresas com dívidas negativadas. “A inadimplência subiu ao longo dos últimos anos em todos os estados, alguns mais outros menos, mas tivemos esse crescimento. Acho que podemos dizer que o comportamento do RN foi ‘menos pior’, porque cresceu também, mas cresceu abaixo da média nacional”, comenta Luiz Rabi, economista-chefe do Serasa Experian.
Em termos de volume total, o valor das dívidas no Estado aumentou de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,51 bilhão no período de um ano, um aumento de 25,8%. Ampliando a conta para cinco anos, comparando com julho de 2019, quando as dívidas acumulavam R$ 822,5 milhões, o salto é de 84,2%. O panorama atual do Rio Grande do Norte, conforme as planilhas do Serasa Experian, mostra também que a média por CNPJ é de 6,7 dívidas, no valor médio de R$ 20,6 mil.
Dentre as 6,9 milhões de empresas inadimplentes no Brasil, cerca de 6,5 milhões são micro e pequenas. No RN, essa tendência se repete. Das 73,3 mil empresas inadimplentes, 69,7 mil são enquadradas como micro e pequenas empresas (95%). O economista-chefe da Serasa Experian, Luiz Rabi, diz que os números indicam que os empreendimentos de menor porte têm sido os mais afetados pelas dificuldades financeiras e também enfrentam mais dificuldades para se recuperar.
A pesquisa não detalha os setores por estados, mas o resultado nacional reflete a realidade do Rio Grande do Norte, diz Rabi. O setor de “Serviços” lidera a lista de setores mais impactados pela inadimplência no Brasil, com 55,9% das empresas endividadas pertencendo a esse segmento. Em seguida, vêm o “Comércio” (35,6%), “Indústrias” (7,3%), “Primário” (0,8%) e “Outros” (0,3%), que englobam o setor financeiro e o terceiro setor.
“O setor de serviços é aonde se concentram as micro e pequenas empresas. A gente tem uma estatística de nascimento de empresas, que a gente acompanha todos os meses e cerca de 80% são de micro e pequenas empresas, sendo dois terços no setor de serviços. É um setor predominantemente constituído de micro e pequenas empresas”, acrescenta o economista.
Na análise da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do RN (Fecomércio/RN) não se pode discutir o aumento do endividamento entre 2019 e 2024 sem mencionar o impacto da pandemia de covid-19 em 2020. “Nesse período, a carteira de crédito às empresas registrou um crescimento significativo. Esse aumento foi impulsionado pela maior disponibilidade de crédito, uma medida essencial para apoiar as empresas durante a crise sanitária. Contudo, em março de 2021, teve início um ciclo de elevação da taxa de juros”, analisa a entidade.
Esse aumento no custo do crédito, segundo a Fecomércio RN, combinado com as restrições econômicas e sanitárias do período, resultou em dificuldades para muitas empresas quitarem suas dívidas. “A alta dos juros não só encareceu as operações de crédito, como também agravou a situação financeira de diversas empresas, já impactadas pela queda na demanda e interrupções nas atividades econômicas causadas pela pandemia”, afirma.
A entidade alerta que para alcançar saúde financeira, é essencial monitorar o endividamento e adotar estratégias de redução de custos e renegociação de dívidas. “Essas medidas são fundamentais para um maior equilíbrio e sustentabilidade financeira”, diz.
O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca que, segundo levantamento do Sebrae RN referente a 2023, as micro e pequenas empresas (MPEs) são responsáveis por cerca de 86% dos empregos formais e 36,6% do PIB do Estado, tornando crucial a atenção à sua saúde financeira. “O comércio, que concentra aproximadamente 74,2 mil MPEs, é o setor mais representativo e o mais vulnerável, o que demanda monitoramento constante e políticas de apoio específicas. Garantir a sustentabilidade dessas empresas é fundamental para preservar tanto a geração de renda quanto os empregos, que são pilares da economia local”, diz ele.
DICAS
Para ajudar os empreendedores a enfrentar o desafio da inadimplência e manter a saúde financeira de seus negócios, Alessandro Schlomer, consultor em planejamento financeiro e CEO da Potencer Soluções Corporativas, dá dicas essenciais que podem fazer a diferença na gestão do seu empreendimento. Confira:
Tenha controle rigoroso do seu fluxo de caixa: monitore as entradas e saídas de dinheiro diariamente, segregue o fluxo operacional e não operacional, utilize ferramentas de gestão financeira para automatizar o processo e mantenha um fluxo de caixa positivo, com mais entradas do que saídas. Você pode utilizar softwares como Omie, Conta Azul, MXM, ou até mesmo uma planilha bem estruturada para facilitar a gestão financeira;
Faça um planejamento financeiro detalhado: defina metas e objetivos claros, crie um orçamento minucioso, incluindo todas as receitas, custos e despesas previstas, e acompanhe o desempenho do seu negócio em relação ao seu orçamento;
Gerencie seus custos de forma eficaz: identifique e categorize todas as suas despesas, negocie melhores preços com seus fornecedores, busque maneiras de reduzir custos desnecessários, e acompanhe uma DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) gerencial (aberta por linha de negócio). Exemplo: o lucro sobre a receita para entender o percentual de lucratividade do negócio;
Invista em sua empresa: reserve parte do seu lucro para reinvestimento no negócio – em novos produtos, serviços, marketing e tecnologia, e aumente a sua produtividade e eficiência;
Pessoa física x Pessoa jurídica: não misture suas contas pessoais com as contas corporativas e tenha uma conta bancária de pessoa jurídica;
Mantenha-se atualizado sobre as suas finanças: revise-as regularmente e faça ajustes no seu planejamento financeiro conforme necessário. A saúde financeira é fundamental para o seu sucesso a longo prazo.
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