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Categoria: Economia

Pix diário em novos celulares será limitado a R$ 1.000; entenda

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O Pix terá novas regras de transação a partir de 6ª feira (1.nov.2024) para dar mais segurança aos usuários e reduzir a probabilidade de fraudes por golpistas que usam dispositivos diferentes dos de clientes para fazer transferências.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o cliente que trocar de aparelho (celular, tablet ou computador) vai precisar cadastrar o seu dispositivo junto ao banco utilizado em operações Pix. Caso não faça esse cadastro, terá um limite de R$ 200 por operação e de R$ 1.000 por dia.

Em caso de ações suspeitas de algum golpe de engenharia social –em que o cliente passa dados como informações de conta e senha– e esse fraudador tentar acessar a conta por outro dispositivo não cadastrado, a instituição bancária irá detectar essa tentativa e limitará as permissões para transferências do Pix.

O comunicado diz que os bancos terão a obrigação de enviar uma mensagem ao cliente por meio do aplicativo bancário indicando como cadastrar o novo dispositivo. Os clientes com suas contas já cadastradas no Pix não serão afetados pela nova regra.

A Febraban orienta os clientes a ficarem atentos a mensagens que chegam por WhatsApp ou SMS, já que as instituições costumam contatar o cliente por meio do aplicativo do banco.

“Portanto, não clique em links, e-mails e em mensagens de WhatsApp ou SMS que solicitem que você passe seus dados pessoais e bancários. Se você receber alguma mensagem fora dos canais oficiais de seu banco, ignore, porque provavelmente é um golpe”, diz Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.

Além disso, todos os aplicativos de bancos têm a função “Limites Pix”, que permite aos clientes solicitar aumento ou redução nos valores das transações. Esses limites podem ser definidos para transferências diurnas, noturnas e contatos salvos, exceto em casos de pessoas jurídicas ou pessoas que não estão cadastradas. A alteração no limite passará a valer de 24h a 48h após a solicitação pelo cliente.

Todos os 900 bancos associados à Febraban devem implementar sistemas antifraude e atualizar a cada 6 meses o cadastro de fraude no Banco Central. A Febraban avalia que essas medidas são um avanço na proteção contra fraudadores e um sinal do comprometimento dos bancos com a segurança das transações Pix.

Poder 360

Economia do RN cria 4.981 novos empregos formais em setembro

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A economia do Rio Grande do Norte abriu em setembro 4.981 novas vagas de trabalho com carteira assinada. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e assim como nos meses de maio, junho, julho e agosto, todos os grupamentos econômicos registraram saldos positivos em setembro.

A indicação do aquecimento da economia potiguar registrou o nono mês seguido em que o número de admissões superou o de demissões, elevando para 31.488 o total de novos empregos formais criados neste ano, 59,6% a mais do que no mesmo período de 2023.

Conforme os dados, o número de pessoas ocupando postos de trabalho regidos pelo regime celetista, subiu para 533.409 em setembro, dos quais, 85.197 na Indústria, conforme o cadastro de Empregado Geral de Empregados e Desempregados (Caged). É o maior estoque de empregos no setor industrial do RN desde que o Novo Caged foi instituído em 2020.

FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA

Dos 85.197 empregados no setor industrial, 51.891 estão vinculados a empresas beneficiadas pelo Proedi, Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte, criado pela governadora Fátima Bezerra em dezembro de 2019 em substituição ao antigo Proadi.

O programa consiste na implementação de regime de incentivos fiscais voltado para o fortalecimento da indústria local, oferecendo isenções e reduções tributárias em troca de contrapartidas em geração de empregos, investimentos e desenvolvimento tecnológico.

O Boletim Proedi de agosto, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, informa que são 32,1 mil empregos diretos e 19,7 mil terceirizados nos segmentos têxtil, mineração, transformação, alimentação, química e bioquímica, máquinas e equipamentos e construção.

“O Proedi tem um papel estruturante, não só na manutenção dos investimentos pelas empresas optantes, mas na ampliação desses investimentos. Com o Proedi viramos a página dos empregos que estavam indo embora do nosso Estado. Os empregos não só permaneceram, como estamos ampliando cada vez mais as oportunidades”, diz a governadora Fátima Bezerra.

Brasileiros pretendem gastar até R$ 3 mil durante Black Friday, revela pesquisa

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Os consumidores brasileiros já estão de olho nas promoções da Black Friday, que acontece sempre na última sexta-feira de novembro. É o que mostra uma pesquisa da LWSA, que indica que 51% dos consumidores pretendem comprar produtos eletrônicos no dia de descontos. Os itens mais desejados são os smartphones, jogos eletrônicos, computadores e televisores. Do total, 63% pretende gastar até R$ 3 mil.

Sites e redes sociais das empresas são a principal fonte de informação sobre descontos para 57% dos entrevistados, seguidos por e-mails (37%) e sites de comparação de preços (25%).

Segundo o estudo, 64,3% dos entrevistados já definiram o que vão comprar, 44% economizaram nos últimos meses para aproveitar o momento e 20,3% pretendem usar parte do 13º salário no dia de promoção, sendo que 96% dos consumidores planeja fazer compras online.

A principal forma de pagamento será o cartão de crédito (75%) e 83% dos consumidores planejam parcelar as compras em até 12 vezes; 23,2% preferem pagar à vista, utilizando o Pix.

Para 60% dos consumidores o frete é um fator decisivo e 57% dos entrevistados relataram já ter desistido de compras por causa de taxas de entrega.

SBT News

Conta de luz mais baixa: Aneel anuncia bandeira amarela para novembro

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A bandeira tarifária na conta de energia será amarela no mês de novembro, de acordo com anúncio feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A mudança de bandeira vermelha, como foi em outubro, para amarela representa contas de energia mais baixas para os consumidores. A decisão veio por causa das melhores condições de geração de energia no país com o aumento do volume de chuvas. Assim, a cobrança passa dos R$ 7,877 cobrados na bandeira vermelha patamar 2 a cada 100 kWh consumidos para R$ 1,885 a cada 100 kWh.

Os fatores que acionaram a bandeira vermelha patamar 2 foram o risco hidrológico e o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), influenciados pelo baixo nível nos reservatórios e pela elevação do preço do mercado de energia elétrica. Apesar das melhores condições, as previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ainda permanecem abaixo da média, indicando a necessidade de geração termelétrica complementar para atender os consumidores.

Entre abril de 2022 até julho de 2024, a bandeira permaneceu verde no país quando foi interrompida com o anúncio da bandeira amarela. Em setembro, ficou vermelha, patamar 1, alcançando o patamar 2 em outubro.

Previdência privada no RN cresce 2,95% em 2024 e atinge R$ 789 milhões

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O volume de contribuições para a previdência privada no Rio Grande do Norte alcançou o montante de R$ 789,65 milhões até agosto de 2024, representando um crescimento de 2,95% em comparação ao mesmo período de 2023. Com esse aumento, o estado segue a tendência de alta observada em outras regiões, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).

Os números do órgão vinculado ao Ministério da Fazenda do Governo Federal contabilizam os aportes para previdência complementar aberta no Brasil, que engloba, por exemplo, os planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

De acordo com Erli Bandeira, Consultor de Negócios da Central Sicredi Nordeste, esse movimento é impulsionado por fatores como a expectativa de uma maior longevidade da população e as incertezas quanto ao sistema de previdência pública.

“Com a melhora do cenário econômico, as pessoas estão cada vez mais atentas com o planejamento do seu futuro financeiro e buscando formas de garantir uma aposentadoria tranquila, especialmente após a reforma da Previdência de 2019 e os balanços deficitários da Seguridade Social. O investimento em uma previdência complementar é um reflexo direto desses fatores”, analisa Bandeira.

O aumento no saldo do plano também foi percebido no Sicredi no Rio Grande do Norte. A carteira de previdência privada da instituição cresceu 22,5% em setembro deste ano em comparação com dezembro do ano passado. A cooperativa de crédito alcançou no estado um rendimento de R$ 12,6 milhões nesse período. De forma geral, os investimentos de longo prazo têm ganhado cada vez mais adeptos no mercado financeiro.

“Esse aumento no saldo da previdência mostra que as cooperativas estão oferecendo soluções acessíveis e adequadas às necessidades dos nossos associados. Com apenas R$ 50 por mês é possível começar a sua previdência e garantir uma melhora do padrão de vida no futuro. Com baixas taxas de administração e taxa zero de carregamento, os planos de previdência são uma alternativa concreta para quem busca segurança financeira”, acrescenta Erli Bandeira.

Uma mudança recente impactou positivamente o setor, e uma nova regulamentação da Receita Federal deve aumentar a adesão à previdência privada. Instituída em agosto, a instrução normativa permite agora aos participantes de planos de previdência complementar escolherem o regime de tributação no momento da obtenção do benefício ou do primeiro resgate.

“Essa opção pode reduzir a carga tributária para quem mantiver o investimento por longos períodos, especialmente no regime regressivo, cujas alíquotas diminuem com o tempo. A medida busca facilitar a decisão dos associados e se aplica a diversos tipos de planos, incluindo PGBL e VGBL​”, acrescenta o especialista do Sicredi.

Diário do RN

Comércio e Serviços do estado devem gerar até 8,5 mil empregos temporários no final de ano, projeta Fecomércio RN

FOTO: ARI DIAS

Marcado por datas como Black Friday e Natal, o final do ano tem um papel estratégico no faturamento do Comércio de Bens e Serviços. Com a expectativa de aumento nas vendas, cresce também a necessidade de ampliar o estoque e contratar mão de obra extra. Em 2024, de acordo levantamento do Instituto Fecomércio RN (IFC), os negócios dos segmentos no Rio Grande do Norte devem gerar entre 6 mil e 8,5 mil novas oportunidades de trabalho entre os meses de outubro a dezembro.

“A maior parte dessas vagas, entre 4 mil e 5,5 mil, estará concentrada no Comércio. O setor de Serviços, por sua vez, deve criar de 2 mil a 3 mil postos de trabalho no final do ano. O melhor é que cerca de 70% delas serão para o mercado formal, com carteira assinada, então essa é uma grande oportunidade para quem está procurando trabalho e estabilidade financeira”, ressaltou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

Em relação ao mesmo período do ano passado, os negócios do RN abriram 6,3 mil vagas: 2,8 mil no Comércio e 3,5 mil nos Serviços, tendo um aumento de 35% em relação a expectativa de 2024.

Além disso, de acordo com o Instituto da Fecomércio RN, o varejo potiguar deve terminar o ano com um crescimento de 4% a 5,5% nas vendas – um aumento significativo em comparação a 2023, quando o segmento apresentou alta de 0,5%. Já o setor de Serviços deve fechar 2024 com as vendas crescendo entre 2% e 2,5%, aproximadamente metade da variação registrada em 2023.

Para o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, os dados indicam não apenas que o estado vai abrir mais vagas, mas que o final de ano será melhor para os negócios locais: “estamos otimistas porque, do ano passado para cá, a renda do trabalhador do estado cresceu quase 20%. Isso, junto com o aumento no volume de crédito disponível, mais emprego e menos endividamento, devolveu o poder de compra de muitas famílias”.

‘MANDRUVÁ’: Interesse de Lula em fundos de pensão assusta servidores e vira tema de editorial do Estadão

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Em editorial intitulado Blindagem para Previdência Privada, o jornal O Estado de S. Paulo abordou o temor que tem se espalhado entre servidores federais em relação aos esforços do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para usar fundos de pensão como financiadores de obras que interessam ao governo. De acordo com o periódico, há a preocupação de que investimentos malfeitos em gestões petistas passadas se repitam e comprometam o pagamento futuro de aposentados, pensionistas e dependentes.

– Participantes do fundo de pensão dos servidores federais do Executivo e do Legislativo, a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp-Exe), lançaram abaixo-assinado pedindo a criação de um perfil conservador de investimentos para assegurar a aposentadoria e proteger o patrimônio dos contribuintes do fundo. A iniciativa diz muito sobre a desconfiança que se espalha entre servidores públicos sobre o modo como o governo Lula da Silva tenta fazer dos fundos de pensão financiadores de políticas públicas lulopetistas – introduziu o veículo de imprensa.

Na sequência, o jornal aponta que 233 entidades fechadas de previdência privada administram juntas recursos trilionários. Conforme dados da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), no primeiro semestre deste ano, elas geriram R$ 1,3 trilhão ou 11,4% do PIB brasileiro. A Funpresp-Exe, responsável pelo abaixo-assinado, possui patrimônio de R$ 10 bilhões, sendo a 18ª mais influente do Brasil. Seu documento reúne, até o momento, mais de 1,7 mil signatários.

– O temor de interferência política da gestão lulopetista sobre os fundos não é exclusivo dos participantes da Funpresp-Exe. É um temor justificado, diante do interesse recorrente do governo de usar recursos dos fundos – especialmente os ligados direta ou indiretamente à União, como os fundos patrocinados por estatais – para financiar políticas públicas – escreveu o jornal.

ENTENDA

Diante de um Orçamento apertado, o governo Lula quer buscar nos fundos de pensão uma saída para bancar obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e financiamento imobiliário. Em agosto, ele chegou a reunir-se com representantes da Previ (Banco do Brasil), da Petros (Petrobras), da Funcef (Caixa) e do Postalis (Correios) e discutir uma possível autorização para que os fundos de pensão possam adquirir debêntures de infraestrutura.

Debêntures são um tipo de título de dívida que empresas emitem a fim de captar recursos. Basicamente, quando se compra um debênture, a pessoa ou entidade empresta dinheiro para a empresa e, em troca, essa mesma empresa tem de devolver o valor com juros em um período de tempo previamente combinado. Trata-se de uma forma de financiamento sem precisar recorrer a bancos, contudo, apresenta riscos ao comprador, pois a empresa pode deixar de pagar o valor combinado em uma crise financeira.

Foi o que ocorreu com a Sete Brasil, empresa criada em 2011 para fabricar sondas de perfuração destinadas à exploração do pré-sal. À época, ela emitiu debêntures para a Petrobras, para os bancos Santander, Bradesco e BTG Pactual e para os fundos de pensão Petros, Previ, Funcef e Valia (da Vale). Entretanto, após uma série de escândalos envolvendo atrasos, sobrepreço e pagamento de propinas, ela passou a ser investigada pela Operação Lava Jato e entrou em recuperação judicial em 2016, sem conseguir cumprir os contratos das sondas. Em abril deste ano, a Sete Brasil pediu falência. Somente a Previ e a Vale conseguiram reaver os valores investidos.

Perante os temores de que situações similares ocorram, o criador do abaixo-assinado e servidor do Ministério do Planejamento Jorge Moisés disse que sua iniciativa não possui viés ideológico, mas trata-se somente de uma “blindagem de segurança” para os fundos de pensão.

Pleno News

Preços do refrigerante e da cerveja podem disparar; entenda o motivo

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Os consumidores brasileiros podem sentir um aumento nos preços das bebidas, tanto alcoólicas quanto não alcoólicas, com a possível retomada do Sicobe (Sistema de Controle de Produção de Bebidas) pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Desativado em 2016 após um escândalo de corrupção, o sistema volta a ser o foco de discussões sobre sua eficácia no controle e monitoramento da produção no setor de bebidas.

O Sicobe foi implementado com o objetivo de rastrear a produção de bebidas no Brasil, visando combater práticas de sonegação fiscal e fraude tributária. A suspensão do sistema ocorreu há quase sete anos, após a descoberta de um escândalo envolvendo a Casa da Moeda e uma empresa suíça, que resultou em investigações e questionamentos sobre sua viabilidade econômica e técnica.

Argumentos Favoráveis à Retomada

A favor da reativação do Sicobe, alguns ministros do TCU destacam sua importância para incrementar a arrecadação e combater a pirataria no mercado de bebidas, que em 2022 apresentou perdas significativas. Uma maior fiscalização poderia garantir um mercado mais justo e formal, contribuindo também para políticas públicas mais eficazes no setor.

Apesar dos argumentos favoráveis, a Receita Federal mantém uma postura contrária ao retorno do sistema. Segundo o órgão, o Sicobe é considerado oneroso, responsável por 15% dos custos de arrecadação do setor de bebidas, e tecnicamente superado por tecnologias mais modernas, como a Nota Fiscal Eletrônica e o Bloco K. Inclusive, no período sem o sistema, a arrecadação teria aumentado em 9%.

Implicações para o Consumidor e o Setor

Se retomado, o Sicobe pode trazer implicações diretas para o consumidor, devido ao repasse dos custos adicionais no controle de produção para os preços finais das bebidas. Os produtores de bebidas também podem enfrentar desafios em adaptar suas operações às exigências desse controle rigoroso.

Terra Brasil Noticias