SELO BLOG FM (4)

Categoria: Economia

Mídia internacional dá destaque para crise fiscal no governo Lula e queda do real

FOTO: DIVULGAÇÃO

A imprensa internacional deu destaque ao cenário econômico brasileiro ao longo da semana. Reportagens de veículos especializados, Financial Times e Economist, relevantes abordaram o resultado do temor fiscal brasileiro, que se refletiu em uma forte desvalorização do real.

Os textos relataram o principal tema econômico da semana: a tramitação no Congresso do pacote fiscal idealizado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A Câmara e o Senado aprovaram as medidas, mas com desidratação, em derrota para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Reportagens também apresentaram os dados sobre a venda desenfreada de dólares ao longo da semana pelo Banco Central, na tentativa de controlar a cotação do câmbio. A autoridade monetária vendeu quase US$ 30 bilhões em dezembro. Mesmo assim, a moeda norte-americana permanece acima de R$ 6 –patamar altíssimo.

Uma das razões que motivou o crescimento da produção do país foram os incentivos econômicos do Estado brasileiro. A política expansionista de Lula impulsionou esse movimento.

Poder 360

Preços da gasolina e do diesel aumentam na refinaria potiguar Clara Camarão

FOTO: DIVULGAÇÃO

A Brava Energia, antiga 3R Petroleum, aumentou o preço dos combustíveis na refinaria potiguar Clara Camarão, em Guamaré, nessa quinta-feira (19). A alteração nos valores ocorre depois de duas semanas de estabilidade no preço da gasolina e três, no valor do diesel.

O preço do óleo Diesel A S500 saiu de R$ 3,461 para R$ 3,541, o que representa um aumento de oito centavos para cada litro do combustível vendido na refinaria.

Já a gasolina tipo A comercializada às distribuidoras subiu de R$ 3,147 para R$ 3,173, ou seja, um aumento de três centavos.

Os dois combustíveis estão mais caros quando comparados com os preços praticados pela Petrobras. No terminal da estatal em Cabedelo, na Paraíba, o diesel é vendido por R$ 3,306, enquanto a gasolina custa R$ 2,909.

Tribuna do Norte

Abacate está custando quase R$ 50 o quilo em supermercados de Natal

FOTO: REPRODUÇÃO

Abacate avocado por R$ 50 o quilo, acredita? Pois é. Essa é a realidade em alguns supermercados de Natal. A fruta que custava R$ 8 ou R$ 9 o quilo, passou para mais de R$ 20 e, alguns tipos, como o avocato, já é visto por R$ 49.

Segundo notícias nacionais sobre o assunto, o problema é resultado de um período de entre safra, visto que o abacate só é produzido no início do ano. Além disso, questões ambientais afetaram consideravelmente a produção, tornando a fruta mais escassa.

Há também um aspecto importante a se considerar que é a “moda” que o consumo do abacate se transformou. Vários pratos passaram a considerar a fruta, que agora é utilizada muito mais do que simplesmente para fazer vitamina ou comer amassada com açúcar.

NO FUTURO, MELHORA

Em reportagens nacionais sobre o assunto, é dada uma luz no fim do túnel: o preço deve melhorar quando começar a safra. A economista Flávia Rapozo, do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-ES), por exemplo, afirma que o período de alta nos preços deve ser momentânea.

A normalização dos valores parece estar próxima, o que pode dar um alívio ao consumidor.

Portal 96 FM

DÓLAR: Governo Lula torra reservas do câmbio e saldo entra em nível crítico jamais visto

FOTO: DIVULGAÇÃO

Estimavam-se em US$360 bilhões as reservas cambiais antes de o governo começar a torrar dólares, inclusive nos últimos dias, quando tentou inutilmente conter a alta da moeda, provocada por Lula (PT) e o ministro da Fazenda, mas a pindaíba chegou a essa velha “zona de conforto”. De acordo com especialistas, a dívida externa do governo soma US$202,7 bilhões (R$1,17 trilhão), reduzindo o saldo das reservas a US$158 bilhões. Noves fora, nada, incluída a dívida do setor privado.

Saldo crítico

Excluindo a dívida externa do governo e do setor privado e também os swaps cambiais (ligada ao dólar), o Brasil está perto do saldo negativo.

Restou sombra

Os bancos têm números apocalípticos: 30% das reservas (US$108 bi) já não existem. Tudo escriturado, mas o dinheiro não está mais lá.

Custo Lula

O Brasil torrou cerca de US$10 bilhões das reservas cambiais para tentar conter a alta do dólar provocada por leviandades de Lula e Haddad.

Diário do Poder

Produção de gás natural no RN registra aumento de 11,7% no acumulado até setembro

FOTO: DIVULGAÇÃO

A exploração de gás natural no Rio Grande do Norte teve um aumento de 11,7% no acumulado do ano até setembro, em relação ao mesmo período dos nove meses do ano passado. O número integra a mais recente edição do Boletim Trimestral de Petróleo e Gás Natural e Arrecadação de Royalties – Terceiro Trimestre de 2024, divulgado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico.

A publicação informa que a produção onshore (em terra) trimestral de petróleo e gás natural em 2024 alcançou 2,23 milhões de barris e 73.474 Mm³, respectivamente. Em termos diários, a produção foi de 24.274 barris de petróleo e 799 Mm³ de gás natural. No trimestre, o aumento da produção de gás natural foi de 12,82%.

“Localizado na Bacia Potiguar, o Canto do Amaro se consolidou como o maior produtor de petróleo onshore do Brasil no terceiro trimestre de 2024, sendo responsável por 8% da produção nacional”, aponta o Boletim. “Além disso, o campo de Estreito, também situado na mesma bacia, destacou-se como o campo com o maior número de poços produtores em operação no país, reforçando a relevância da região para a indústria petrolífera brasileira”, acrescenta.

Os repasses de royalties provenientes das atividades do setor de petróleo e gás, no terceiro trimestre de 2024, para os 98 municípios potiguares beneficiados por essa distribuição, chegaram a R$ 82,6 milhões.

Com ‘ajuda’ de Haddad, Dólar fecha na maior cotação da História: R$6,26

FOTO: DIVULGAÇÃO

Dólar bate mais um recorde e fecha nessa quarta-feira (18) cotado a R$ 6,26 apresentando alta de 2,78%. Durante a tarde de hoje, às 16h12, a moeda chegou a ser negociada a R$ 6,27 e até a R$6,31.

O novo impulso na cotação da moeda saiu do controle no começo da tarde, logo após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fazer declarações inapropriadas para quem tem a responsabilidade do cargo. Ele atribuiu a alta do dólar a supostas “pendências” a “movimentos especulativos”, demonstrando mais uma vez a atitude do governo de não agir responsavelmente.

Logo após a fala de Haddad, a moeda norte-americana saltou para R$6,19 e não parou mais de subir, mas, no final das negociações de mercado, fechou em R$6,26

Na terça-feira (17), a moeda chegou a ser negociada a R$ 6,20 e fechou a R$ 6,0956, a maior cotação de fechamento já registrada.

Nas redes sociais o ministro da Secom, Paulo Pimenta, voltou a contar lorotas, sem apresentar provas, relacionando a alta do dólar às “industrias da fake news”.

Diário do Poder

Aumento na alíquota do ICMS não resolverá problema do RN, diz Fiern

FOTO: REPRODUÇÃO

O aumento na alíquota do ICMS ( Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) no Rio Grande do Norte não resolverá a situação do Estado. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, em entrevista ao podcast “Fala, Indústria!”, retransmitido na Jovem Pan News Natal nesta quarta-feira (18). Ele explica que o poder público estadual precisa focar em estratégias para recuperar a capacidade de investimento e conversar com setores potenciais da economia potiguar que podem dar retorno no futuro.

“Nós continuamos a dizer que [aumentar imposto] não é a única alternativa, solução, para aumentar arrecadação”, reiterou. As declarações foram dadas após a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN) aprovar a mudança da alíquota modal do ICMS de 18% para 20%, a partir de abril de 2025.

“Isso já ocorreu no governo anterior, quando saiu de 17% para 18%. No ano passado, a arrecadação foi calculada com base em 20% e tivemos um superávit de praticamente R$ 800 milhões e ainda não se resolveu a situação do Estado. Agora, nós temos uma perspectiva de com 20% ter uma arrecadação melhor, que já está comprometida. Então, o grande problema do Estado é recuperar a capacidade de investimento”, explicou Serquiz.

“Basta a gente conversar com os setores, que inclusive são potenciais no Rio Grande do Norte, como por exemplo: as empresas que estão hoje operando no campo maduro que já foi da Petrobras. Hoje são nove empresas independentes que estão explorando. Isso é um potencial gigante”, disse.

Representando o setor da indústria, Roberto Serquiz falou que apresentou possíveis soluções ao Governo do RN para aumentar a arrecadação do Estado sem recorrer ao encarecimento do bolso do consumidor. “Nós apresentamos ao Governo do Estado de forma muito clara, com números. Se tivesse sido implementado, não precisaria estar se discutindo o aumento do ICMS. Vencida essa etapa, vai começar a ser cobrado (o aumento) a partir de abril”, disse.

“Existe, sim, uma saída que é através da descentralização do licenciamento da Lei Ambiental. Nós apresentamos. Apresentamos também a questão da melhoria do ambiente de negócios e de outras alternativas que foram apresentadas. A partir daí, nós podemos começar um caminho de resgatar essa capacidade de investimento. Mas também, paralelo, precisamos de um grande plano de contenção de despesas, não é só aumentar a arrecadação”, propôs Roberto Serquiz.

No entanto, o Governo apresentou, junto com a proposta do aumento da alíquota do ICMS, um plano de contenção de despesas de custeio durante 90 dias. O empresário acredita que é uma boa forma de amenizar os custos, porém, fez ressalvas a alguns pontos desse plano.

“É um ponto de partida, mas em um período curto e é preciso um plano que abrange um espaço maior e tenha toda uma definição. E a Federação tem apresentado, tem chamado atenção para um grande “pacto”, que possa chamar os poderes na Assembleia Legislativa. Nós sugerimos uma moderação através do legislativo para que essa conversa pudesse acontecer, mas lembre-se é sempre importante que o executivo dê o exemplo. E no momento, o exemplo não é bem feito. Porque você tem uma despesa de pessoal acima do limite potencial. Então, é preciso trabalhar isso daí e dialogar com os demais poderes”, explicou.

Expectativas para 2025

A expectativa para a indústria do Rio Grande do Norte, segundo o presidente da Fiern, vem, principalmente, do setor petroleiro, como principal carro-chefe do desenvolvimento econômico potiguar no ano de 2025. “Os bancos oficiais indicam um crescimento do nosso PIB de 6,2% para 2025. Isso é liderado pelo petróleo. É exatamente esse petróleo, essas empresas que chegam para operar no campo maduro da Petrobras que precisam ter uma atenção especial, porque isso é uma arrecadação imediata”, analisou.

Tribuna do Norte

Além do ICMS a 20%, Assembleia do RN aprova projeto com taxação extra sobre refrigerantes, bebidas alcoólicas e cosméticos

FOTO: GETTY

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou nessa terça-feira (17) um projeto de lei que aumenta o número de produtos sobre os quais incide uma taxa extra de ICMS, o principal imposto estadual. Agora, o projeto vai à sanção da governadora Fátima Bezerra (PT).

A aprovação do projeto aconteceu em votação simbólica, sem registro nominal dos deputados favoráveis e contrários, na mesma sessão que aprovou o aumento da alíquota do ICMS dos atuais 18% para 20%.

Segundo o projeto, será feita a cobrança de uma taxa de 2%, acima do ICMS padrão, sobre mais produtos considerados supérfluos. Além dos existentes, ficam acrescentados refrigerantes e cosméticos.

Informalmente, a cobrança é chamada de “Imposto do Pecado”. A arrecadação extra será destinada ao Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop), que banca programas sociais como o Restaurante Popular e o Programa do Leite. O governo justifica a necessidade de aumentar a cobrança porque a arrecadação desse fundo caiu de cerca de R$ 13 milhões por mês antes de 2022 para os atuais R$ 4 milhões por mês.

As novas cobranças de impostos começarão a valer em abril de 2025, respeitando a regra da noventena, ou seja, a necessidade de um intervalo mínimo de 90 dias entre a publicação da lei e a vigência do aumento do imposto.

Veja como ficará a lista dos produtos:
bebidas alcoólicas, exceto aguardente de cana ou de melaço;
armas e munições;
fogos de artifício;
perfumes e cosméticos importados;
cigarros, fumos e seus derivados, cachimbo, cigarreiras, piteiras e isqueiros e demais artigos de tabacaria;
embarcações de esporte e recreação;
joias;
asas delta e ultraleves, suas partes e peças;
*perfumes, águas-de-colônia, cosméticos e produtos de beleza ou de maquiagem;
*refrigerantes, bebidas isotônicas e bebidas energéticas.
*Os dois últimos itens, em destaque, serão adicionados pela nova lei.

Portal 98 FM