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Categoria: Economia

Preço médio da gasolina fecha 2024 em alta de 10,2%

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Os combustíveis fecharam em alta em 2024, com destaque para o etanol hidratado e a gasolina, que subiram 20,4% e 10,2%, respectivamente, segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referente à última semana do ano, de 22 a 28 de dezembro, comparada com a última semana de 2023, de 24 a 30 de dezembro.

O preço médio da gasolina atingiu R$ 6,15 o litro, contra R$ 5 58 no final do ano passado, e do etanol chegou à média de R$ 4 12 o litro, ante R$ 3,42 por litro há um ano.

O diesel S-10, o menos poluente e mais vendido no Brasil, subiu 3,1% no final deste ano, comercializado a R$ 6,13 o litro, apesar do congelamento do preço durante todo o exercício pela Petrobras, agente dominante do mercado de refino no País.

O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 quilos (gás de cozinha) aumentou 6,8%,para R$ 107,86 por metro cúbico em um ano, enquanto o Gás Natural Veicular (GNV) teve alta de 5,4%, ao preço de R$ 4,64 o metro cúbico.

Estadão Conteúdo

RN abre 2,3 mil vagas de trabalho em novembro e acumula saldo de mais de 36 mil novos empregos em 2024

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O Rio Grande do Norte abriu 2.361 novas vagas de trabalho no mês de novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O número representa a diferença entre o número de contratações (18.613) e demissões (16.252) ao longo do mês.

Com o resultado do penúltimo mês de 2024, o estado chegou a um saldo de 36,8 mil novos empregos no mercado local desde o início do ano. De janeiro a novembro, todos os meses tiveram saldo positivo.

Apesar de novembro ter registrado um saldo menor que o mesmo mês do ano passado, no acumulado dos 11 meses, 2024 teve um saldo muito maior que o de 2023.

Para se ter uma ideia, de janeiro a novembro de 2023, o saldo de empregos do estado tinha sido de cerca de 25,1 mil novos postos de trabalho.

Ao todo, o estado tem um “estoque” de 538.780 pessoas contratadas formalmente.

Comércio foi o principal contratante em novembro
No mês de novembro, o comércio foi o principal responsável pelas contratações, com 1.522 admissões registradas a mais que as demissões. O setor foi seguido pelo de serviços, que teve saldo de 747 vagas. A indústria também contratou mais do que demitiu e abriu 321 novos postos.

Já a construção civil teve saldo negativo de 214 vagas. A agropecuária fechou 15 postos de emprego no estado.

País

O Brasil gerou 106,6 mil empregos com carteira assinada em novembro deste ano. Segundo o governo federal, ao todo foram registrados no mês de novembro:

1.978.371 contratações;
1.871.746 demissões.

g1rn

Novo leilão do Banco Central não consegue conter alta do dólar

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O Banco Central (BC) informou que, em leilão extraordinário de dólares no mercado à vista, aceitou nove propostas que totalizaram a venda de US$ 3 bilhões. Antes do leilão extraordinário desta quinta-feira (26/12), o dólar exibia apreciação de 0,50%. Às 10h21, o dólar tinha alta de 0,61%, cotado em R$ 6,19.

Esta foi a oitava intervenção no mercado de câmbio à vista feita em dezembro. Desde o dia 13, foram injetados US$ 27,76 bilhões no mercado de câmbio, configurando o maior volume para um único mês.

Por aqui, com a semana mais curta por conta do Natal, investidores direcionam as atenções para o mercado internacional. A China anunciou que vai aumentar o estímulo fiscal no próximo ano, e concordou em emitir 3 trilhões de iuanes (US$ 411 bilhões ou R$ 2,5 trilhões) em títulos públicos especiais. Se confirmado, esse será o maior valor já registrado.

Por conta da China, maior importador de petróleo do mundo, os preços do óleo operam em alta. Por volta das 9h10, o petróleo Brent para entrega em fevereiro subia 0,46% a US$ 73,92 por barril. Já o petróleo WTI para o mesmo mês avançava 0,49%, a US$ 70,44.

Metrópoles

Pesquisa do Procon Natal aponta acréscimo nas mensalidades escolares para 2025

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As mensalidades escolares das unidades particulares de ensino de Natal terão reajustes para 2025. De acordo com pesquisa realizada e divulgada nesta quinta-feira 26 pelo Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal), foi identificado um reajuste médio de 8,71% para as mensalidades do Ensino Médio. Já para os níveis da Educação Infantil, Fundamental I e II, foi registrado um acréscimo de 9,25%.

Esses percentuais foram calculados com base na média das variações anuais. Aproximadamente, 60% das escolas pesquisadas aplicaram reajustes acima dessa média. A coleta de dados foi realizada em 30 escolas da cidade, selecionadas entre as maiores e mais tradicionais, distribuídas pelas quatro regiões de Natal. O levantamento foi realizado entre os dias 23 e 29 de novembro.

Para uniformizar a diversidade de políticas de preços, o levantamento considerou apenas os valores das mensalidades sem descontos aplicados e para um turno principal. Algumas escolas oferecem preços diferenciados para turnos matutino e vespertino, como também descontos para irmãos matriculados. Os parâmetros estabelecidos foram para os níveis: Infantil IV, V e 1º ano, fundamental I: 2º ao 5º ano, fundamental II: 6º ao 9º ano e o ensino Médio: 1º ao 3º ano. Valores considerados para análise, o preço anual dividido em 12 parcelas, sem aplicação de descontos, como por pontualidade ou bolsas. O Objetivo da análise é identificar regiões e escolas com melhores mensalidades dentro de cada nível de ensino.

O Núcleo de Pesquisa identificou grande variação nos valores das mensalidades, refletindo o padrão e a metodologia de ensino de cada escola: Educação Infantil: Média de R$ 1.188,36. Cinquenta por cento das escolas praticam preços abaixo dessa média. Determinados estabelecimentos de ensino tem suas metodologias pedagógica voltada para este nível.

Ensino Fundamental I: Média de R$ 1.249,89. Sessenta por cento das escolas apresentam preços inferiores a essa média. Ensino Fundamental II: Média de R$ 1.358,68, com sessenta por cento das escolas ofertando valores abaixo da média. Ensino Médio: Média de R$ 1.692,20. Quarenta e seis por cento das escolas possuem preços abaixo desse valor. Este nível apresenta variações devido ao enfoque no preparo para o ENEM. O estudo identificou que as regiões leste e sul concentram as escolas com as maiores mensalidades, enquanto as regiões oeste e norte apresentam os menores valores.

Os dados analisados apontam que as mensalidades dos níveis principais de algumas escolas são superiores à média, enquanto outros níveis apresentam valores inferiores. Isso reflete o foco pedagógico das instituições. Por exemplo, escolas voltadas à preparação para o ensino superior tendem a ter mensalidades mais altas no Ensino Médio.

Os pais ou responsáveis podem tomar medidas para uma escolha mais assertiva, como visitar as escolas, analisar espaços, número de alunos por sala, instalações, laboratórios, bibliotecas, metodologia de ensino, carga horária e comunicação com as famílias. Trocar informações com outros pais e participar de reuniões também são iniciativas importantes para evitar problemas futuros.

As planilhas completas, contendo dados por nível de ensino, médias, variações, maiores e menores preços, entre outras informações, estão disponíveis no site oficial: www.natal.rn.gov.br/procon/pesquisa. A cópia dos dados é permitida, desde que a fonte seja citada. No entanto, é vedada a utilização do material para fins publicitários comerciais.

BC ‘queima’ R$190 bilhões das reservas cambiais, em poucos dias, para tentar conter o dólar

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O Banco Central voltará a “queimar” nesta quinta-feira (26) reservas cambiais brasileiras com um novo leilão no montante de de US$3 bilhões (R$18,5 bilhões) para tentar conter a alta do dólar prevista para hoje.

Com isso, somando os US&27,76 bilhões já torrados desde o início disparada da moeda norte-americana há cerca de dez dias, o BC queimará até o final do dia de hoje US$30,76 bilhões (ou R$190 bilhões) tentando conter o aumento do dólar.

O aumento do dólar, assim como a taxa de juros que de acordo com o próprio BC deve alcançar 14,25% em fevereiro, têm sido determinada pela falta de politica fiscal responsável do governo Lula (PT), ignorado todos os alertas dos especiaalistas e do mercado.

Os R$190 bilhões gastos pelo Brasil em dez dias, para tentar reduzir os estragos provocados pelo governo, representam quase o triplo dos incertos R$75 bilhões que o governo imagina irá “cortar” no longo de quinze anos, com a aprovação na semana passada do “paacote fiscal” de Haddad aprovado semana passada pelo Congresso, que, além de insuficiente, ocorreu tardiamente após meses de adiamentos.

Além do desequilíbrio fiscal do governo, de acordo com espelcialistas, a alta do dólar também foi turbinada por declarações de Lula e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após a alta hospitalar do presidente, reafirmando menosprezo do governo pelo equilíbrio fiscal.

Nessas declarações, Lula e Haddad insistiram em apontar responsáveis imaginários pelos próprios erros, inclusive reiterando ataques ao “mercado”, isto é, aos investidores que financiam o próprio governo por meio de investimentos de renda fixa como o Tesouro Direto.

Diário do Poder

Lei que isenta medicamentos do Imposto de Importação é sancionada com vetos

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com vetos a lei que isenta medicamentos do Imposto de Importação. O projeto permite que o Ministério da Fazenda zere as alíquotas do II para medicamentos no Regime de Tributação Simplificada, com limitação de US$ 10 mil para importação por pessoa física para uso próprio ou individual. Esse projeto também incorporou uma Medida Provisória (MP) que promovia alterações no Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

Os vetos foram tomados por contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade. Um trecho vetado versava sobre a substituição tributária em caso de não devolução do produto ao exterior. “Na hipótese de não devolução do produto ao exterior que tenha sido objeto de importação pelo regime de tributação simplificada, a indicação de que a empresa de comércio eletrônico passe a figurar como substituto tributário seria tecnicamente inadequada, pois representaria a transferência da responsabilidade do contribuinte originário a terceiro, ainda que não domiciliado no território nacional. Adicionalmente, a proposta provocaria um desequilíbrio concorrencial devido à nacionalização de mercadorias em condições mais vantajosas quando comparadas com as importações ordinárias”, diz o documento.

Outro trecho vetado é o que criaria o Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico (FNDIT) e definia sua composição. O argumento é de que o dispositivo contraria a Constituição, que fala da competência privativa do Chefe do Poder Executivo para determinar a organização e funcionamento da administração pública federal em casos que não impliquem em aumento de despesa ou criação ou extinção de órgãos. “Além disso, o dispositivo contraria o interesse público na medida em que não prevê a participação da sociedade civil no Conselho do Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico”, diz o veto.

O Diário Oficial da União ainda trouxe a sanção da Lei 15.069/2024, que institui a Política Nacional de Cuidados, sem vetos. Também foi sancionada sem vetos a lei 15.068/2024, chamada de Paul Singer, que cria Política Nacional de Economia Solidária. Outra lei sancionada sem vetos foi a 15.070/2024, que trata da regulamentação de bioinsumos.

Folhapress

Alta do dólar eleva custos de produção e pressiona preços no RN, especialmente o trigo

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A recente alta do dólar, que atingiu uma cotação histórica de R$ 6,26, na quarta-feira (18) e nesta terça-feira (24), até o fechamento desta edição, às 12h, estava cotado a R$ 6,15, gera preocupação entre consumidores e produtores no Rio Grande do Norte. O aumento afeta diretamente a importação de insumos como o trigo, essencial para a produção de alimentos, e pressiona o custo de vida da população. Com uma pauta de importação dependente de commodities e insumos dolarizados, o Estado sente os efeitos da desvalorização do real, enquanto setores como o de panificação tentam equilibrar custos para evitar um repasse total aos consumidores.

Entre os itens mais afetados estão o trigo, utilizado na produção de pães, bolos e outros derivados. Como o Brasil importa cerca de 70% do trigo consumido, a alta da moeda americana eleva o custo de produção e, consequentemente, os preços ao consumidor, que pode encarar uma alta nos produtos já nas próximas semanas. Para Ivanaldo Maia, presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Rio Grande do Norte (Sindipan-RN), o cenário é preocupante.

“Com certeza isso vai ter impacto. Não só no Rio Grande do Norte, mas em todo o País. O Brasil importa 70% do trigo consumido, e essas importações são feitas pelos moinhos. Isso impacta bastante na cadeia como um todo, em produtos como pão, bolo e derivados”, afirmou. Além disso, ele destacou outros fatores que pressionam os custos, como o aumento do ICMS para o ano que vem. “A tendência é que você tenha que repassar isso para os consumidores finais”, completa.

Embora o repasse dos custos ao consumidor seja inevitável, os donos de padarias enfrentam desafios adicionais. Segundo Ivanaldo, pequenos comércios, como padarias de bairro, têm maior dificuldade em competir com grandes redes ou supermercados, que conseguem manter preços mais baixos por não dependerem exclusivamente da venda de pães. “A gente vê essa situação com muita preocupação. O setor da panificação prevê um impacto”, conclui.

Para Zeca Melo, superintendente do Sebrae-RN, a alta do dólar é um reflexo de problemas estruturais e de comunicação do governo, que acabam afetando a confiança de consumidores e empresários. “É uma situação que preocupa o consumidor brasileiro, de maneira geral. Eu não vejo como algo muito localizado no Rio Grande do Norte, mas é uma péssima notícia para a economia do Brasil”, afirmou.

Segundo ele, o aumento do dólar impacta diretamente o custo de vida, pois a inflação está parcialmente atrelada à cotação da moeda americana. “O brasileiro vai pagar tudo mais caro. Quem produz com insumo importado, como o trigo, vai sentir o impacto. E commodities como o petróleo, que é influenciado pelo câmbio, podem gerar reajustes em produtos como a gasolina”, explicou.

Melo também destacou que a alta do dólar pode desestimular o crescimento econômico ao reforçar o pessimismo entre consumidores e empresários. “A percepção é que a economia não vai para a frente. Esse pessimismo do empresário e do consumidor não ajuda o País”, avaliou. Apesar disso, ele acredita que medidas para melhorar a comunicação entre o governo e o mercado, além de ajustes fiscais, podem amenizar a situação.

Apesar dos impactos negativos, a alta do dólar também beneficia alguns segmentos econômicos no estado. A exportação de frutas e de petróleo tende a se tornar mais competitiva no mercado internacional. “Pode até ajudar muito a quem produz fruta e a quem está vendendo óleo no exterior. A gente aumentou muito a exportação de petróleo”, explicou Melo.

Dólar superou maior valor desde criação do Real

Na quarta (18), em um dia de forte estresse no Brasil e no exterior, o dólar superou a marca de R$ 6,20 e fechou no maior valor nominal desde a criação do Plano Real, vendido a R$ 6,267, com alta de R$ 0,172 (+2,82%).

Pauta Importação

Principais produtos importados no RN (jan-nov)

Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos): 24%
Válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores: 19%
Geradores elétricos giratórios e suas partes: 11%
Trigo e centeio, não moídos: 8,5%
Demais produtos – Indústria de Transformação: 4,5%
Veículos de transmissão de movimento, engrenagens, rodas de fricção, eixos articulados, etc.: 2,1%

Total: US$ 533 Milhões

Tribuna do Norte

Picanha dispara no governo Lula e tem maior preço nos últimos 18 anos

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Nos últimos anos, o preço da picanha tornou-se um indicador do poder de compra e da situação econômica do Brasil. O levantamento feito pelo Poder 360 mostra que este corte de carne nobre atingiu seu valor mais alto em quase duas décadas. Tal aumento reflete uma série de fatores econômicos que afetam a vida cotidiana dos brasileiros.

Entre as promessas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva estava a de tornar a picanha mais acessível. No entanto, a realidade do mercado em 2024 contraria essa expectativa, com o preço da picanha alcançando valores históricos. Essa situação ocorre em meio a uma conjuntura econômica complexa, em que fatores internos e externos desempenham papéis decisivos.

Como o Custo Afeta o Consumidor?

O levantamento mostra que, para os consumidores, o impacto é sentido de forma direta. Por exemplo, quatro quilos de picanha para uma celebração de Ano Novo agora custam cerca de R$ 310, um aumento de R$ 39 em relação ao mesmo período do ano passado. Esse crescimento nos preços pressiona ainda mais o orçamento das famílias, especialmente aquelas de renda mais baixa.

Em uma análise a longo prazo, observa-se que, mesmo ajustando os valores pela inflação, o custo atual é competitivo apenas se comparado aos anos mais críticos da última década. No entanto, a situação econômica como um todo, incluindo taxas de desemprego e poder de compra, também influencia na percepção do preço da carne.

Por que a Picanha Ficou Mais Cara?

Um dos principais motivos para o aumento do preço da picanha foi a alta do dólar. Essa valorização tornou as exportações de carne mais lucrativas, reduzindo a oferta local. Soma-se a isso o aumento dos custos de insumos para a alimentação animal, impactando diretamente o bolso dos consumidores.

Além dos componentes financeiros, as condições climáticas adversas contribuíram significativamente. Secas prolongadas e altas temperaturas afetaram as pastagens, resultando em menor disponibilidade de gado. Essa conjuntura fez com que o preço médio do quilo da picanha subisse para R$ 77,44 em novembro, representando um aumento considerável em relação ao ano anterior.

Terra Brasil Noticias