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Categoria: Economia

Fevereiro tem bandeira verde de energia, confirma Aneel;

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz neste mês de fevereiro. A Aneel informou que o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios garantiram a continuidade da bandeira verde. É o terceiro mês consecutivo que a bandeira verde é acionada.

Mesmo com manutenção da bandeira verde, sem cobrança adicional na conta, a Neoenergia Cosern chama atenção para a necessidade de adoção de consumo consciente de energia elétrica. Além disso, o cliente contribui com o meio ambiente evitando desperdícios com a adoção de pequenas mudanças de hábitos que o transformam em um consumidor de energia elétrica consciente.

RN tem gasolina mais cara do Nordeste por R$ 6,63, aponta ANP

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O Rio Grande do Norte tem a média da gasolina mais cara do Nordeste por R$ 6,63, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O relatório apontou que o preço da gasolina comum no Rio Grande do Norte variou entre R$ 5,89 e R$ 6,89 por litro no período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2025. O desvio padrão da média foi de R$ 0,240, indicando variações consideráveis entre os postos pesquisados. No caso da gasolina aditivada, os valores oscilaram de R$ 5,96 a R$ 6,89, com uma média de R$ 6,61.

A pesquisa da ANP analisou os preços dos principais combustíveis comercializados no estado, incluindo gasolina comum, gasolina aditivada, etanol hidratado, GLP, diesel e GNV (gás natural veicular), abrangendo um total de 25 postos de combustíveis.

Segundo o levantamento, o etanol hidratado, alternativa mais econômica para alguns motoristas, teve variação entre R$ 4,46 e R$ 5,49, com preço médio de R$ 5,16. Apesar do custo menor em relação à gasolina, a viabilidade do etanol depende da eficiência do veículo e do consumo em relação ao preço do combustível.

O diesel, amplamente utilizado no transporte de cargas e passageiros, registrou preços entre R$ 6,09 e R$ 6,79, com uma média de R$ 6,34. A variação impacta diretamente nos custos logísticos e no preço final de mercadorias e serviços.

No segmento de combustíveis gasosos, o GNV (gás natural veicular), usado principalmente por motoristas de aplicativos e frotas comerciais, foi comercializado entre R$ 4,77 e R$ 5,09, com uma média de R$ 4,80.

O levantamento da ANP também posicionou o Rio Grande do Norte na 5ª colocação entre os estados brasileiros com a gasolina mais cara. O preço médio da gasolina no Brasil no período analisado foi de R$ 6,20 por litro, colocando o Rio Grande do Norte acima da média nacional.

Tribuna do Norte

Balança Comercial do RN: saldo cresceu mais de 600% em dez anos

FOTO: WENDERSON ARAÚJO

O Rio Grande do Norte inicia o ano de 2025 celebrando um aumento exponencial na atividade econômica internacional, considerando os últimos dez anos. A Balança Comercial do Rio Grande do Norte registrou um aumento de saldo de 638,89%% no período de 2015 e 2024, conforme dados de análise da Balança Comercial do RN, elaborada pelo Sebrae-RN, com base nos dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O documento apresenta uma análise e um detalhamento do histórico de exportações e importações dos últimos dez anos, revelando, entre outros pontos, um salto no saldo de U$70.239,153 em 2015 para U$518.989.905 em 2024, representando um incremento de 638,89%.

De forma contínua, as exportações mantiveram uma tendência de alta ao longo dos anos de 2015 a 2024 com algumas oscilações. Destaco o crescimento significativo entre 2023 e 2024, quando houve um salto de 42,55%, passando de US$ 781 milhões para US$ 1,113 bilhão. Esse avanço foi impulsionado principalmente pelo crescimento de 118% nas exportações de fuel oil, que têm apresentado aumento contínuo desde 2018, quando o valor exportado era de US$ 9 milhões, alcançando US$ 558 milhões em 2024.
Alinne Dantas, gerente da UGE.

No período de 2015-2024, a análise aponta os Países Baixos – Holanda (U$904.507.632), Singapura (U$851.280.273) e Estados Unidos (U$823.783.308) como sendo os três principais países de destino das exportações. Óleos de petróleo (US$ 1.481.675.424- 29%), melões frescos (US$ 969.149.925- 19%), melancia fresca (US$ 320.484.571- 6%) e sal marinho (US$ 232.454.002- 5%) são os produtos que respondem por 58% da balança comercial do RN no acumulado do período.

“Uma das interpretações da análise, no que se refere aos óleos de petróleo, revela que o RN desempenha predominantemente o papel de intermediador. As exportações desse produto apresentam uma diferença positiva significativa de US$ 38,7 milhões e 67,9 milhões de quilogramas líquidos entre os valores atribuídos à UF e aos municípios. Isso indica que empresas domiciliadas no RN estão intermediando exportações de produtos que podem ter origem fora do estado”, explicou Alinne.

A análise registra ainda que o RN possui como principais países importadores a China (U$1.054.735.829), Argentina (U$465.011.481) e Estados Unidos (U$461.843.301) no período de 2015-2024. Em 2024, a China (U$260.457.644) seguiu liderando as importações para o Estado, sendo o principal produtos células fotovoltaicas montadas em módulos ou em paineis, seguida pelos Estados Unidos (U$76.271.315) e Suíça (U$44.161.328).

Os municípios de Guamaré (66,43%), Mossoró (11,87%), Natal (4,66%), Baraúna(2,42%) e Pendências (1,90%) são os 5 principais exportadores do RN com óleos de petróleo, frutas frescas e algodão (não cardado, não penteado) e tecidos de algodão.

Porto de Natal: principal exportador de óleos

Nos últimos três anos, o Porto de Natal desempenhou um papel fundamental na logística das exportações do Rio Grande do Norte, sendo responsável por 70% do total escoado por via marítimas no estado em 2024. Entre os principais produtos escoados pelo Porto de Natal estão os óleos de petróleo e o gasóleo (óleo diesel), que juntos representaram quase 80% do volume exportado. Além disso, o terminal potiguar transportou cerca de 1,81% de frutas frescas – o escoamento das frutas produzidas no estado é especialmente realizado pelo porto de Fortaleza.

Novo Notícias

Boletos podem ser pagos por pix a partir desta segunda-feira (3)

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A partir da segunda-feira (3), entrará em vigor resolução do Banco Central (BC) com aperfeiçoamentos das regras atuais para o boleto de pagamento. A primeira melhoria permitirá que boletos sejam pagos por intermédio de outro arranjo de pagamento autorizado ou operado pelo BC, a exemplo do Pix. A pessoa acessará o QR Code específico, inserido no próprio boleto, para fazer essa operação.

Assim, serão incorporadas a agilidade, a conveniência e a grande aceitação do Pix à experiência do uso do boleto de pagamento, instrumento amplamente utilizado e objeto de diversos aperfeiçoamentos de segurança ao longo dos últimos anos.

De forma experimental, algumas instituições já oferecem a possibilidade de pagar boleto utilizando QR Code, e as pessoas já estão usufruindo dessa alternativa. Agora, essa solução será objeto de regulamentação mais ampla com o estabelecimento de responsabilidade entre todos os participantes.

A Resolução BCB 443, de 12 de dezembro de 2024, também cria o boleto dinâmico, uma modalidade de boleto de cobrança que será utilizada na negociação de títulos representativos de dívidas entre empresas, com ganhos de segurança e eficiência nessas negociações.

“A possibilidade de pagamento do boleto por meio do Pix e a criação do boleto dinâmico têm como objetivo modernizar esse instrumento de pagamento [boleto], trazendo mais conveniência e segurança tanto para o pagador quanto para o recebedor dos recursos”, disse Ricardo Vieira Barroso, Chefe de Divisão no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do BC.

Boleto dinâmico

O dirigente ressalta a importância dessa nova modalidade, principalmente para pagamento de dívidas entre empresas, em que o devedor terá a segurança de que os recursos pagos serão direcionados automática e corretamente para o credor.

A nova modalidade trará mais segurança nos pagamentos de dívidas em cobranças representadas por certos tipos de títulos, a exemplo da duplicata escritural prevista na Lei 13.775, de 20 de dezembro de 2018. Como tais títulos podem ser negociados, é fundamental assegurar ao pagador e ao credor a segurança de que os pagamentos serão direcionados ao legítimo detentor de direitos.

O devedor utilizará o mesmo boleto que lhe foi apresentado por meio físico ou eletrônico para cumprir, de forma automática, a sua obrigação de realizar o pagamento ao legítimo credor de uma duplicata escritural, por exemplo, sem que o financiador que adquiriu o título precise trocar de instrumento de pagamento para receber os recursos negociados.

Para garantir o correto direcionamento dos recursos pagos de forma automática, o boleto dinâmico será vinculado ao título, emitido digitalmente em sistemas autorizados pelo BC.

A criação do boleto de cobrança dinâmico representa, portanto, enorme avanço no sentido de modernizar o sistema financeiro e dar mais segurança na negociação de importantes tipos de títulos essenciais ao fomento de uma ampla gama de empresas integrantes da economia real, principalmente as de pequeno e médio porte.

Regulamentações

O BC, por meio de instrução normativa a ser editada, definirá os tipos de ativos financeiros passíveis de vinculação ao boleto de cobrança dinâmico, de forma a garantir a higidez e a segurança no uso dessa nova modalidade de instrumento de pagamento.

Em um primeiro momento, pretende-se que o boleto dinâmico possa ser vinculado a duplicatas escriturais, regulamentadas pela Resolução BCB 339, de 24 de agosto de 2023, e a recebíveis imobiliários, regulamentados pela Resolução BCB 308, de 28 de março de 2023.

Ressalta-se que os sistemas de escrituração ou de registro que darão suporte digital a esses ativos ainda se encontram em processo de desenvolvimento, e a entrada em operação do boleto dinâmico deverá ocorrer em um prazo de até seis meses após a aprovação de ao menos um desses sistemas.

A norma também requer a adoção de uma estrutura de governança mais robusta da convenção do boleto, com atuação mais ampla dos vários segmentos participantes do arranjo, bem como a previsão do estabelecimento de modelo tarifário e de reembolso de custos operacionais que leve em consideração os aspectos de isonomia, transparência e fundamentação econômica, de modo a inibir a adoção de modelos anticoncorrenciais.

Agência Gov

Refinaria potiguar reduz preços da gasolina e do diesel às vésperas do reajuste do ICMS

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A Brava Energia, controladora da Refinaria Clara Camarão, anunciou nesta quinta (30) uma redução nos preços da gasolina tipo A e do diesel S-500. No caso da gasolina, a redução foi de R$ 0,05 (cinco centavos), saindo de R$ 3,29 para R$ 3,24 por litro na refinaria. Já o diesel foi reduzido em R$ 0,08 (oito centavos), caindo para R$ 3,76 (EXA) e R$ 3,78 (LCT).

O movimento é ligado ao impacto da queda do dólar nos preços do mercado internacional. A expectativa é que a redução atenue o impacto do aumento previsto para o próximo sábado no ICMS. A partir deste sábado, o reajuste do imposto será de R$ 0,10 na gasolina e R$ 0,06 no diesel.

O presidente do Sindipostos RN, Maxwell Flor, comemorou a notícia. “Quanto mais barato vendermos, melhores são nossas vendas. A redução nas refinarias, com potencial para chegar integralmente às bombas, nos dá um alento de que os postos possam manter seus preços, apesar do aumento de ICMS a partir do próximo sábado e, assim, evitar uma nova desaceleração nas vendas, algo que não é positivo para ninguém. Nem para nós e nem para o consumidor”, diz Flor.

Portal 98 FM

Picanha está cada vez mais longe da mesa dos brasileiros

FOTO: PEXEL

Um dos cortes bovinos preferidos no país, a picanha, vai ficando cada vez mais longe da mesa dos brasileiros. Não bastasse o alto valor de consumo que atingiu, a carne nobre pode ficar ainda mais cara neste ano de 2025.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, a produção de carne bovina deverá sofrer queda de aproximadamente 5% no decorrer deste ano, o que reduz a oferta e encarece ainda mais o produto. A estimativa prevê uma redução de 535 mil toneladas na produção de carne vermelha.

Se a oferta dos cortes bovinos diminuirão no Brasil, as exportações seguem em alta, fator que contribui para o encarecimento da carne em nosso país. A oferta do produto para o mercado brasileiro sofrerá queda de cerca de 9%.

Em 2025, o agronegócio brasileiro produzirá quase 10,3 milhões de toneladas de carne bovina. Dessa produção, 6,5 milhões de toneladas serão negociadas com o mercado externo.

A produção interna tem média de 32 quilos por habitante, o que faz da carne vermelha a segunda mais consumida pelos brasileiros, perdendo apenas para a carne de frango, que atinge a marca de 50 quilos por pessoa. A terceira é a carne suína, com média de 20 quilos por habitante.

Pleno News

Refinaria potiguar reduz preços da gasolina e do diesel e pode anular impacto do ICMS

FOTO: MARCELLO CASAL JR

A Brava Energia (controladora da Refinaria Clara Camarão) trouxe uma boa notícia para os consumidores potiguares na manhã desta quinta (30). O terminal reduziu em cinco centavos o preço do litro da gasolina tipo A e em oito centavos o litro do diesel S-500.

O movimento, provavelmente ligado ao impacto da queda do dólar nos preços do mercado internacional, tende a ser repassado aos postos pelas distribuidoras e pode ter o poder de anular, nas bombas, o aumento previsto para o próximo sábado no ICMS destes dois combustíveis em função do novo valor Ad Rem (que impactará em 10 centavos por litro de gasolina e de seis centavos por litro de diesel).

O presidente do Sindipostos RN, Maxwell Flor, comemorou a notícia. “As revendas sempre estarão em busca de menores preços porque quanto mais barato vendermos, melhores são nossas vendas. Neste sentido, esta redução nas refinarias, com potencial para chegar integralmente às bombas, nos dá um alento de que os postos possam manter seus preços, apesar do aumento de ICMS a partir do próximo sábado e, assim, evitar uma nova desaceleração nas vendas, algo que não é positivo para ninguém. Nem para nós e nem para o consumidor”, diz Flor.

Tribuna do Norte

RN tem o maior crescimento na venda de motos em 10 anos

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O Rio Grande do Norte registrou em dezembro de 2024 um crescimento de 5,7% da frota de motocicletas em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). O percentual representa o maior aumento dos últimos 10 anos no Rio Grande do Norte. Em um ano, são quase 34.300 motos a mais circulando no estado.

Além de ser um veículo mais ágil para lidar com o trânsito nas cidades, também entra nesse cálculo a expansão dos serviços de entrega e de transporte de passageiros. Desde que a atividade se tornou uma opção acessível de geração de renda, pilotos por aplicativos geram uma demanda crescente por motocicletas.

Condições de financiamento mais atrativas, como prazos estendidos e juros mais baixos têm permitido que mais pessoas tenham acesso às motos. No Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em todo país e com mais de 8,5 milhões de associados, a procura por essa linha de financiamento tem crescido de forma significativa e dado mais poder de compra aos seus associados.

Crédito consciente

O saldo da carteira de crédito liberado pelo Sicredi no estado mais que dobrou em um ano e atingiu um montante de R$ 222 mil em dezembro de 2024, aponta balanço que acaba de ser divulgado pela instituição.

Para Ana Paula Medeiros Vieira, Coordenadora do Ciclo de Crédito da Central Sicredi Nordeste, esses números refletem um movimento claro de expansão do crédito direcionado para quem sonha em possuir uma motocicleta ou prover sua subsistência a partir dela.

“A atuação do Sicredi tem sido fundamental ao oferecer taxas competitivas e condições de pagamento flexíveis, possibilitando que mais pessoas tenham acesso a esse tipo de financiamento, especialmente nos estados do Nordeste, fomentando a economia local”, afirma a especialista.

Com o objetivo de oferecer um crédito consciente, a instituição cooperativa afirma se preocupar em ajustar as condições de financiamento à realidade de cada pessoa. “A proximidade com os associados permite estimular o desenvolvimento e oferecer oportunidades de geração de renda, especialmente para quem utiliza a motocicleta como instrumento de trabalho”, conclui Ana Paula Medeiros Vieira.

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