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Categoria: Economia

Sindlojas atualiza salário comercial do varejo potiguar para R$ 1.565,00

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O Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista no Estado do Rio Grande do Norte, (Sindilojas RN), comunica o novo piso salarial para o comércio varejista no estado em R$ 1.565,00, celebrado em Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026.

A agilidade nas negociações demonstra o compromisso do Sindilojas RN em assegurar condições atualizadas para a categoria, alinhando-se às necessidades do mercado e à realidade econômica. O reajuste salarial foi de 5% (cinco por cento) para os trabalhadores com remuneração até 05 (cinco) salários base. Para os trabalhadores com salários superiores a 05 (cinco) vezes o salário base o reajuste será objeto de livre negociação.

O presidente do Sindilojas RN, Gilberto Costa, destacou a importância do entendimento entre as partes: “A rápida conclusão das tratativas evidencia o espírito colaborativo entre empresários e trabalhadores, essencial para o crescimento sustentável do comércio no RN”.

A nova Convenção Coletiva de Trabalho 2025-2026 (CCT) está disponível no site do Sindilojas RN (www.sindilojasrn.com/convencoes).

Brasil fica em último lugar em ranking de competitividade industrial da CNI

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A indústria brasileira foi considerada a menos competitiva entre 18 países analisados por uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta semana. O ranqueamento incluiu localidades que possuem complexos industriais de dimensão ou nível de desenvolvimento comparáveis ao do Brasil, ou uma inserção semelhante na economia global.

O primeiro lugar configurou um empate entre Países Baixos e Estados Unidos, ambos com nota 6,41 em uma escala de zero a 10. Encerrando a lista, o Brasil conquistou apenas 3,6 pontos, atrás de pares do continente sul-americano como Peru, Colômbia, Argentina e Chile.

Foram analisados oito grandes fatores para a formulação do ranking de competitividade industrial: Ambiente de Negócio; Ambiente Econômico; Baixo Carbono e Recursos Naturais; Comércio e Integração Internacional; Desenvolvimento Humano e Trabalho; Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Tecnologia; Educação; e Infraestrutura. O Brasil figurou na última posição em três dos oito critérios: Ambiente Econômico; Desenvolvimento Humano e Trabalho; e Educação.

Em relação ao ambiente econômico, pesou para o país principalmente o patamar da taxa de juros local, hoje em 14,25% ao ano, o custo do spread bancário, a baixa taxa de investimento, a despesa do governo com os juros da dívida pública, e a complexidade e alíquotas dos tributos cobrados sobre empresas no país. Em todos esses pontos, o Brasil ficou entre os quatro piores países. O aspecto do ambiente econômico brasileiro melhor avaliado foi a inflação, quesito no qual o país ficou em sétimo lugar.

O ponto analisado pelo estudo da CNI no qual o Brasil apresentou seu melhor resultado foi Baixo Carbono e Recursos Naturais. O país ficou em 12o lugar, à frente de México, Canadá, Chile, Argentina, China e Rússia. O uso de energia renovável na matriz brasileira e a relativa baixa emissão de gases do efeito estufa ajudaram na classificação do país. Por outro lado, o Brasil ficou entre as piores nações quando o assunto é recuperação de resíduos sólidos e uso produtivo de recursos, de modo que o país não figurou entre os primeiros na categoria voltada ao meio ambiente.

Confira o ranking geral de competitividade na indústria da CNI (2023-2024):

Países Baixos: nota 6,41
EUA: nota 6,41 (empate)
Coreia do Sul: nota 6,15
Alemanha: nota 6,13
Reino Unido: nota 5,87
China: nota 5,44
Itália: nota 5,40
Canadá: nota 5,40 (empate)
Espanha: nota 5,34
Turquia: nota 4,56
Rússia: nota 4,48
Índia: nota 4,45
México: nota 4,38
Chile: nota 4,34
Argentina: nota 3,92
Colômbia: nota 3,81
Peru: nota 3,78
Brasil: nota 3,60

Veja

Supermercados projetam alta de até 8% nas vendas de Páscoa no RN

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As vendas no setor supermercadista do Rio Grande do Norte devem registrar crescimento de até 8% na Semana Santa e no período da Páscoa, conforme estimativa da Associação de Supermercadistas do RN (Assurn). A projeção, comparada a 2024, repete o desempenho observado nos últimos anos, que costuma oscilar entre 5% e 8%, e segue a tendência nacional, cujas estimativas variam entre 8% e 12%. Os dados foram divulgados durante entrevista do presidente da Assurn, Gilvan Mikelyson, ao programa Tribuna Livre, da Rádio Jovem Pan News Natal (93.5 FM), nesta quinta-feira (17).

De acordo com Mikelyson, a Páscoa é considerada uma das principais datas sazonais do calendário do varejo alimentar, atrás apenas do período natalino. O otimismo dos empresários do setor, no entanto, convive com os desafios impostos pela inflação de alimentos, que tem afetado de forma significativa itens tradicionalmente associados à celebração religiosa, como pescados, chocolates, vinhos e azeites.

Ainda na avaliação do presidente da Assurn, embora a expectativa de aumento nas vendas seja real, parte desse crescimento também é impulsionado pela elevação dos preços. “Apesar de caros, eles vão estar ofertados um pouco acima do que seria um cenário de normalidade. São ofertas. Do preço que está caro, vai ficar menos caro”, afirmou.

Entre os produtos com maior incremento de demanda nesta época do ano, o chocolate e o pescado se destacam. Gilvan explicou que os peixes, em especial, chegam a ter um aumento médio de até 500% no consumo durante a Semana Santa, impulsionado principalmente pela tradição religiosa dos católicos de se absterem da carne vermelha.

Para atender ao aumento expressivo da procura, os supermercados ampliaram estoques e reforçaram a logística. A aposta principal está no pescado congelado, que facilita o armazenamento e garante uma vida útil maior ao produto.

Entre os consumidores, a percepção é semelhante. Juliana Soares, 26, contou que ainda não comprou os ovos de chocolate para a família, mas pretende adquirir nos próximos dias. Ela diz que este ano pretende gastar um pouco menos em comparação ao ano passado, tentando equilibrar as despesas com os outros itens da ceia pascoal. “Acredito que vou gastar um pouco menos do que no ano passado. Tem que economizar. E nos últimos dias costuma ficar mais barato”, comentou.

Além das promoções, supermercados também diversificaram com produtos com faixas de preços variadas para atender a diferentes perfis de consumo. Para Gilvan, a tradição pesa bastante na escolha dos consumidores, mas há uma adequação de hábitos. “A tradição vai mudando. Você comia um salmão, agora você já vai numa tilápia, Vai adequando. Isso é um exercício que nós brasileiros já estamos acostumados a fazer”, disse. Entre os pescados mais procurados nos supermercados estão atum, serra, espada e o tradicional bacalhau.

Tárcio Ranier, 38, é um exemplo de consumidor que já garantiu o estoque de pescado para os próximos dias até a chegada do domingo de Páscoa. “Estou gastando mais do que ano passado, mas porque as coisas estão mais caras”, avaliou. Para tentar economizar, ele tem pesquisado preços e se organizado para fazer as compras nos horários de menor movimento. Na quinta-feira ele reservou tempo para comprar produtos complementares, como verduras e temperos.

O mesmo cenário de gasto ocorre com o chocolate: em vez de ovos licenciados com brinquedos, que ficaram mais caros devido à alta no preço do cacau, que aumentou 180% em dois anos, muitos consumidores têm optado por caixas de bombom ou barras simples de chocolate. No ponto de venda, as promoções também têm papel importante para atrair os consumidores e garantir o escoamento dos estoques.

Apesar das estratégias adotadas, o setor ainda enfrenta dificuldades para equilibrar custo e preço final. O presidente da Assurn destacou que os empresários têm evitado repassar integralmente os aumentos vindos da indústria para o consumidor, reduzindo margens para não comprometer as vendas. “O empresário tem retraído muito os repasses e tem absorvido bastante os aumentos. Se eu repassar tudo aquilo que vem da indústria diretamente para o consumidor, a gente vai causar uma ruptura no consumo e vai realmente parar de vender”, explicou.

Segundo Gilvan Mikelyson, os supermercados da Grande Natal estão preparados para o grande contingente de clientes que decidem ir às compras de última hora. O funcionamento nos estabelecimentos será estendido até às 22h nos dias que antecedem o domingo de Páscoa. Em algumas cidades do interior, as lojas poderão ter horários específicos, mas a orientação geral é manter as unidades abertas para atender ao público.

Tribuna do Norte

Petrobras reduz preços do diesel para distribuidoras a partir desta 6ª feira

FOTO: KEBEC NOGUEIRA

A Petrobras reduzirá seus preços de venda de diesel para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (18/4). O valor passará a ser, em média, de R$ 3,43 por litro, redução de R$ 0,12 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 86% de diesel A e 14% de biodiesel para composição do diesel B vendido nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 2,95/litro, redução de R$ 0,10 a cada litro de diesel B.

Com o reajuste anunciado nesta quinta-feira (17/4), a Petrobras reduziu, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras em R$ 1,06/litro, redução de 23,6%. Considerando a inflação do período, esta redução é de R$ 1,59/litro ou 31,7%, diz a companhia em nota.

No fim de março, a Petrobras havia anunciado redução no preço do diesel de R$ 0,17 por litro, válida a partir de 1º de abril. Esta foi a segunda redução em menos de um mês.

Metrópoles

Antecipação do 13º salário do INSS deve injetar R$ 964 milhões na economia do RN

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A primeira parcela da antecipação do 13º salário de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do INSS será paga no Rio Grande do Norte a partir de 24 de abril. O pagamento segue até 8 de maio, conforme o calendário do Instituto Nacional do Seguro Social. A segunda parcela será liberada entre 26 de maio e 6 de junho.

A medida vai beneficiar cerca de 539 mil pessoas no estado e injetar aproximadamente R$ 964 milhões na economia potiguar, segundo projeções do governo federal. Cada parcela corresponde a 50% do valor do benefício, sem desconto do Imposto de Renda na primeira metade.

Têm direito à antecipação os beneficiários de aposentadoria, pensão por morte e auxílios temporários, como auxílio-doença e auxílio-acidente. Beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada), por se tratar de um benefício assistencial, não recebem o 13º salário e, portanto, não são contemplados pela antecipação.

Segundo o INSS, a antecipação, que nos últimos anos tem ocorrido ainda no primeiro semestre, tem potencial para movimentar o comércio e ajudar famílias a quitar dívidas ou cobrir despesas urgentes. O valor a ser pago para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderá ser consultado pela Central de Atendimento 135 ou pelo Meu INSS a partir do dia 17.

No Brasil, o montante total da primeira parcela da antecipação do 13º salário será de 34,2 milhões. O pagamento de 50% da gratificação natalina virá junto com o benefício do mês corrente, que será pago de 24 de abril a 8 de maio. A segunda parcela sairá junto com o calendário de maio, que vai de 26 de maio a 6 de junho. A antecipação do pagamento, que injetará R$ 73,3 bilhões na economia.

Novo Noticias

Governo deve apresentar salário mínimo de R$ 1.627 para 2026

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A equipe econômica vai apresentar um salário mínimo de R$ 1.627 no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026 que será enviado ao Congresso Nacional nesta terça-feira (15).

O reajuste é 7,18% maior que o salário mínimo deste ano, de R$ 1.518, que foi confirmado na aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) no final de março, com três meses de atraso.

A definição do valor para salário mínimo é feita por meio de uma fórmula que soma a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos últimos 12 meses, mais a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo ano anterior ao ano vigente, limitado a 2,5%.

A limitação é uma trava imposta pela lei 15.077/24, que endurece as regras de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e estabelece que até 2030 o limite do crescimento real do salário mínimo tem que se ater ao crescimento real do limite de despesa, em 2,5%.

O valor que será apresentado ainda não é definitivo, tendo em vista que é necessário ver o comportamento da inflação ao longo do ano e as modificações que serão feitas pelos parlamentares.

O PLDO e o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado até 31 de agosto ao Congresso, geralmente são votados pelas casas legislativas até o fim do ano.

A proposta que será enviada para o Congresso nesta terça também vai trazer as metas de resultado primário para os próximos anos.

Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o alvo fixado no projeto do ano passado para 2026, de superávit de 0,25% não será alterado.

“Não tem previsão de mudança daquilo que estava projetado na LDO do ano passado, a não ser o fato de que agora há um ano a mais de projeção”, disse o chefe da equipe econômica à imprensa na semana passada.

Na LDO de 2025, a equipe econômica prevê ainda superávits de 0,5% do PIB em 2027 e 1% em 2028.

Os valores contam com uma margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para mais ou para menos para ser considerada cumprida a meta.

CNN

Brasil deve perder R$ 30 bi com guerra de tarifas iniciada por Trump

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As perdas do Brasil com a guerra global de tarifas, iniciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, podem somar cerca de US$ 4,980 bilhões, o equivalente a R$ 30 bilhões, segundo o câmbio desta segunda-feira (14/4). A estimativa foi feita por meio de uma simulação computacional, realizada por economistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A análise, realizada por pesquisadores do Núcleo de Estudos em Modelagem Econômica e Ambiental Aplicada (Nemea), da UFMG, mostra que esse seria o impacto geral do conflito tarifário na produção do país. Sob o ponto de vista dos setores que compõem a economia, contudo, o resultado pode variar.

A estimativa aponta que a agropecuária, por exemplo, deve ganhar US$ 5,526 bilhões com a guerra. Em contrapartida, a indústria pode perder US$ 8,895 bilhões e o setor de serviços vai ficar US$ 1,612 bilhão no negativo.

No que diz respeito às exportações, as perdas totais seriam de US$ 1,970 bilhão. Parte dessa queda já está contemplada no recuo da produção. Por isso, os dois números não podem ser somados.

Ainda assim, no tema exportações, a situação setorial se repete. A agropecuária ganharia US$ 6.642 bilhões, enquanto a indústria e os serviços perderiam, respectivamente, US$ 6,409 bilhões e US$ 2,203 bilhões.

Lances da guerra

As projeções feitas pela equipe de economistas da UFMG consideram os principais lances da guerra de tarifas. Inclui a elevação promovida pelos EUA contra importados da China, em 145%, além de 10% para os demais países de uma lista de quase 180 nações.

Leva em conta também o aumento para 25% da tarifa de importações de automóveis e aço nos EUA, de qualquer país. Inclui na conta, por fim, a retaliação promovida pela China, taxando em 125% os importados americanos.

Sem vencedores

A partir desses dados, os especialistas também estimaram as consequências do combate para a economia global. Em suma, não há vencedores. A guerra provocaria uma queda de 0,25% no PIB mundial, o equivalente a uma perda de US$ 205 bilhões. O comércio mundial também seria prejudicado, reduzindo em 2,38%, o equivalente a uma baixa de US$ 500 bilhões.

Nos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) sofreria uma redução de 0,7%. A China enfrentaria uma diminuição 0,6% do seu PIB. No Brasil, haveria um pequeno incremento de 0,01%, como resultado quase exclusivamente do ganho em atividade e exportações de alguns produtos agrícolas e pela queda de preços de importações.

PIB e produção

Pode soar estranho que a produção registre perda de US$ 4,980 bilhões e o PIB, por outro lado. anote ganho de 0,01%. Mas essa aparente incoerência, observa o economista Edson Paulo Domingues, do Nemea, da UFMG, pode ser explicada. O PIB é uma medida de valor adicionado. Ele mede a riqueza criada. Assim, pode divergir do efeito no valor da produção.

Metrópoles

Com reforma, Porto de Natal pode gerar R$ 1 bilhão em 1 ano, diz Fiern

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O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Roberto Serquiz, afirmou que a recuperação do Porto de Natal demandará um investimento de R$ 250 milhões, com potencial de gerar, em um ano, movimentação econômica de aproximadamente R$ 1 bilhão. Segundo ele, estudo realizado pela Fiern por meio do Observatório Mais RN apontou que atualmente 74% da produção potiguar é escoada pelos portos de Pecém (CE) e Suape (PE).

“O porto é viável. Nós mostramos em números, fizemos um levantamento do que precisava ser feito no porto […]. Um orçamento em torno de R$ 250 milhões de investimentos, isso em abril de 2024, e um estudo nos trouxe que, uma vez retomado o porto, teríamos um retorno em um ano de movimentação econômica em torno de R$ 1 bilhão”, disse.

Serquiz ressaltou a importância da dragagem para ampliar o calado de 10 para 12,5 metros, o que permitirá a entrada de cruzeiros e o aumento da competitividade. “O ponto logístico tem uma influência gritante no custo, não é? E o tráfego marítimo é realmente um componente que faz essa diluição”, afirmou.

Ele também destacou gargalos logísticos como as rodovias estaduais e federais, citando a RN-064, a BR-304 e os acessos à produção de mamão, cana-de-açúcar, etanol e sal como pontos críticos.

Sobre a recente taxação dos EUA sobre produtos importados, Serquiz avaliou o cenário como um risco, mas também como oportunidade.

“Isso é um fato novo que surpreendeu a todos. O comportamento diplomático é muito certeiro nas oportunidades. A Federação da Indústria, através do Observatório, está acompanhando isso, eu estou alerta a isso”, afirmou.

Ele mencionou setores locais com potencial de expansão, como vestuário, atum e pescado, além da recente venda de 40 navios de soja do Brasil para a China como exemplo de reposicionamento no mercado.

Serquiz também defendeu a descentralização do licenciamento ambiental no RN, com repasse da autorização de atividades de impacto local para os municípios, através de consórcios regionais, como Seridó, Agreste, Costa Branca e Potengi.

“O que é que nós estamos propondo ao Estado? Descentralizar o licenciamento para os municípios naquilo que for de impacto local”, explicou. Ele citou o concurso em andamento no Idema e a necessidade de revisão da Lei Complementar 272.

Na área institucional, o presidente da Fiern confirmou a instalação de uma nova sede da federação em Mossoró, prevista para ser lançada até o fim do ano. “Nós já estamos com o ponto, nós já estamos na parte de construção, esperamos que até o final do ano a gente possa lançar a sede de Mossoró”, afirmou.

Ele detalhou investimentos em escolas de referência, clínicas médico-odontológicas e formação profissional em cidades como Mossoró, São Gonçalo, Currais Novos, Macau e, futuramente, Caicó.

Sobre os sindicatos, Serquiz destacou o projeto Meritocracia e o crescimento da rede sindical na Fiern. “Nós tivemos em 2024, 122 indústrias chegando à federação, indo para a sua casa, onde elas têm que estar. Nós temos perspectivas agora de mais de 208 para 2025”, declarou.

Ele revelou que setores como petróleo, energia renovável, sal refinado e material de limpeza pleiteiam ingresso na federação. “Nós estamos de portas abertas, porque nós acreditamos que lá é a casa, realmente, da indústria, do industriário, onde ele deve recorrer”, concluiu.

Agora RN