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Categoria: Economia

Financiamento solar dispara no RN e banco registra alta de 124% nos pedidos

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O Rio Grande do Norte registrou um crescimento de 124% nos pedidos de financiamento de placas fotovoltaicas em 2024, segundo dados da Financeira do Santander, referência nacional em crédito para projetos de energia solar.

No Nordeste, região estratégica para o segmento, a expansão foi ainda mais expressiva: alta de 150% no volume de financiamentos. Já as simulações realizadas por parceiros e clientes no primeiro trimestre de 2025 cresceram 25% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

A região concentra 7,23 GW de geração solar distribuída — 19,7% do total nacional — e 9,17 GW de geração centralizada, mais da metade da produção do país. A expectativa é que a capacidade de exportação de energia do Nordeste aumente 30% até 2029, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico. “O aumento na busca por financiamento mostra que o brasileiro está atento às vantagens da energia limpa. Nosso papel é facilitar esse acesso com agilidade e segurança.”, afirma Cezar Janikian, diretor da Financeira do Santander.

A Financeira do Santander financia toda a estrutura necessária para projetos solares, incluindo placas, baterias de armazenamento, sistemas de monitoramento e estruturas de montagem. A contratação é simples, digital e pode ser feita pelo site www.santander.com.br/santanderfinanciamentos.

Natal registra saldo histórico de 2.220 empregos formais em abril

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Natal alcançou, em abril de 2025, o melhor desempenho mensal na geração de empregos formais desde o início da série histórica do Novo CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), iniciada em 2020. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a capital potiguar registrou 10.030 admissões e 7.810 desligamentos no período, resultando em um saldo positivo de 2.220 novos postos de trabalho com carteira assinada.

Esse resultado representa não apenas o maior avanço do ano, mas também consolida Natal como protagonista na recuperação econômica do Rio Grande do Norte. Somente em abril, a cidade foi responsável por 75,8% de todas as vagas formais geradas no estado, que totalizou 2.927 novos empregos em seus 167 municípios. O desempenho potiguar também superou capitais vizinhas, como João Pessoa (PB), que registrou saldo de 1.620 empregos no mesmo período.

Com esse crescimento, o estoque de vínculos formais ativos em Natal chegou a 237.360. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2025, já são 3.917 novos postos de trabalho criados, reforçando uma trajetória consistente de recuperação do mercado de trabalho. O setor de serviços liderou a geração de empregos em abril, com 1.692 vagas abertas, evidenciando sua força na economia local.

O prefeito Paulinho Freire comemorou os dados e destacou o compromisso da gestão com a criação de oportunidades e o fortalecimento da economia. “Esses resultados refletem o esforço conjunto da Prefeitura do Natal para fomentar o desenvolvimento econômico da nossa cidade. Estamos trabalhando incansavelmente para atrair investimentos, apoiar o empreendedorismo e criar um ambiente favorável à geração de empregos. Vamos seguir firmes para ampliar ainda mais essas conquistas”, afirmou. Ele também enfatizou a importância do momento: “Os dados mostram que estamos no caminho certo, com uma gestão focada na criação de oportunidades para quem mais precisa”.

Instrumento estratégico para o monitoramento do mercado de trabalho formal, o Novo CAGED acompanha mensalmente as admissões e demissões sob o regime da CLT e orienta a formulação de políticas públicas de combate ao desemprego e incentivo à inclusão produtiva.

Preço do ovo vai cair com a gripe aviária? Saiba o que o mercado diz

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Após passar um longo período com preços nas alturas, o ovo de galinha deve dar algum alívio para o bolso do consumidor. Isso porque a iguaria já dá indícios de queda nas gôndolas dos supermercados. Algo que já era esperado com o fim da quaresma, que pressionou muito os preços do ovo no mês passado, e com a pressão do próprio mercado.

De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP, o ovo caiu pelo menos 13,7% desde a Semana Santa na região metropolitana de Belo Horizonte. Em 17 de abril, Quinta-feira Santa, a caixa com 30 dúzias de ovos brancos era negociada pelo preço médio de R$ 209,59, já na atualização mais recente, em 19 de maio, o preço da caixa estava em R$ 180,73. Se comparado com três meses atrás, a queda é de 28% – em 20 de fevereiro, a caixa estava em R$ 251,48.

A dúvida agora é se o preço pode cair ainda mais como consequência da gripe aviária. A redução de preços recente foi percebida também pela pesquisa do Mercado Mineiro em Belo Horizonte, que deve divulgar em breve os resultados do levantamento. De acordo com o administrador do Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, é possível observar uma queda no preço do ovo desde antes de estourar a notícia sobre o primeiro caso de gripe aviária em granja comercial no Brasil – que gerou, a princípio, a expectativa de queda na exportação e uma possível “sobra” de produto no mercado interno.

Agora, a tendência é cair mais, mas por diversos motivos, entre eles pressão do próprio mercado. “Chegou ao limite. O ovo estava muito caro, e o mercado segura por si só”, contextualiza Feliciano. Para ele, a gripe aviária também deve provocar queda no preço, motivada por mais ofertas do produto, pelo menos no início.

A influência da gripe aviária no preço dos ovos, no entanto, ainda não está clara. O que se sabe é que há uma expectativa de queda de 20% nas exportações de frango, isso porque, União Europeia e China, por exemplo, interromperam a compra de carne de frango brasileira. Mas ainda não há menção sobre os ovos.

Além disso, o próprio cenário da gripe aviária no Brasil ainda é incerto, não sendo possível, segundo entidades do setor agropecuário, prever impactos diretos nos preços ao consumidor interno. Para o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, o país está preparado para enfrentar os casos pontuais de gripe. “A gente já vinha trabalhando e se prevenindo. É por isso que estamos preparados. Hoje você consegue controlar, você consegue fazer com que esse foco fique somente reduzido ao local onde aconteceu, fruto da biosseguridade”, explica. “Aqui no Brasil, nós podemos assegurar que não há risco de se espalhar porque estamos preparados já desde muito tempo para enfrentar esse desafio”, garante.

Ricardo Santin também dá esperanças de que, apesar das recentes sanções, as relações comerciais internacionais com o Brasil não sejam afetadas. “A gente espera que, desse episódio, a gente saia mais forte. A confiança que o mundo já tem no Brasil agora vai ser reforçada”, diz. “O mundo vai ver que o Brasil leva muito a sério e que cumpre as regras. E também, ao mesmo tempo, vai ver que nós temos biosseguridade para conseguir manter um surto isolado em um só lugar e que somos parceiros fortes e confiáveis do mundo na segurança alimentar”, afirma.

O Tempo

RN aparece no fim da fila do crescimento no Nordeste e no Brasil em 2025

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O Rio Grande do Norte aparece apenas na 21ª colocação entre os estados com maior projeção de crescimento do PIB em 2025, segundo levantamento da Resenha Regional do Banco do Brasil.

A previsão de 1,8% o coloca como o penúltimo do Nordeste, atrás até de estados historicamente mais frágeis economicamente.

O dado expõe fragilidades na gestão da governadora Fátima Bezerra (PT), que enfrenta críticas por falta de desenvolvimento econômico e pouca atração de investimentos.

O desempenho abaixo da média nacional é um alerta sobre os rumos do futuro do estado potiguar.

Veja a projeção de crescimento do PIB:

Blog do BG

Promessa de campanha, picanha ficou 15,6% mais cara em um ano

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Promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a picanha ficou 15,6% mais cara devido à inflação nos últimos 12 meses. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O instituto divulgou nesta sexta-feira (9) que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) teve alta de 0,43% no mês de abril, e de 5,53% no acúmulo dos últimos 12 meses.

Outras carnes, como patinho e acém, tiveram altas ainda mais elevadas que a picanha nesse período, registrando um aumento de 24% e 25% nos preços, respectivamente. Nesse contexto, nem os ovos e o frango se salvaram, tendo acréscimo de 16,7% e 9,2%.

Apesar disso, o governo Lula (PT) segue prometendo que o “povo vai voltar a comer picanha”. Em fevereiro deste ano, ele disse que o preço “começou a cair”, e que a população poderia “estar certa de que vai voltar a comer a sua picanha, costela ou outro pedaço de carne que deseja”.

À época, ele afirmou à Rádio Tupi FM que os alimentos tiveram uma disparada de preços no último ano por causa das condições climáticas.

O governo tem estudado formas de conter a alta nos preços, ciente de que esse é um dos principais fatores que afetam a imagem da gestão petista. Sua principal aposta é que a supersafra prevista para este ano junto à valorização do real frente ao dólar ajude a reduzir os preços este ano.

Pleno News

FAZ O L: Café sobe 80,2% em 12 meses e acumula maior inflação desde início do Plano Real

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O café moído acumulou inflação de 80,2% no Brasil nos 12 meses encerrados em abril, segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta sexta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O órgão afirmou que a alta dos preços é a maior já registrada nesse recorte desde a entrada em circulação do real, em julho de 1994, há quase 31 anos.

Uma taxa de 85,5% até foi verificada de junho de 1994 a maio de 1995, diz o IBGE, mas esse período teve a influência do último mês antes da vigência da moeda.

A carestia do café ocorre em meio a problemas de oferta causados pelo clima adverso e baixos estoques na indústria. Esse contexto levou as cotações do produto para níveis recordes.

Com a alta de 80,2%, o café também registrou a maior variação de preços entre os 377 bens e serviços (subitens) que compõem a cesta do IPCA.

Entre as 16 capitais e regiões metropolitanas pesquisadas no índice, Porto Alegre teve a maior disparada do produto: 99,4%. Goiânia veio na sequência (97,01%). As duas menores altas foram registradas em Recife (61,63%) e São Paulo (65,34%).

Apenas o mês de abril, o café moído subiu 4,48% no país. O aumento veio após um avanço ainda maior em março (8,14%).

O produto foi novamente um dos principais vetores de pressão na inflação do grupo alimentação e bebidas. O ramo é o de maior peso no IPCA.

A alta dos preços de alimentação e bebidas até desacelerou a 0,82% no mês passado, depois da taxa de 1,17% em março. Mesmo assim, o segmento gerou o maior impacto no IPCA (0,18 ponto percentual).

O índice geral mostrou inflação de 0,43% em abril. A taxa veio após variação de 0,56% em março.

Em 12 meses, a inflação de alimentação e bebidas alcançou 7,81%. É a maior alta dos nove grupos pesquisados. Educação aparece na sequência (6,31%).

Folhapress

Procon Natal identifica quarto aumento consecutivo no preço da cesta básica

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O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) realizou uma pesquisa de preços da cesta básica na capital e identificou aumento pelo quarto mês consecutivo neste ano. Em abril, dos quarenta itens que compõem a cesta básica, 62,5% tiveram reajuste em relação ao mês anterior. Em março, o preço médio era de R$ 450,69, o que representa um acréscimo de R$ 6,54 para o consumidor, equivalente a um aumento de 1,43%.

O estudo, realizado pelo Núcleo de Pesquisa do Procon Natal, que acompanhou as cinco semanas do mês de abril, constatou aumento nas quatro categorias pesquisadas. Na categoria de hortifrúti foi identificado o maior reajuste: 7,53%. Dez produtos subiram em relação ao mês anterior; os principais foram: tomate (kg), com aumento de 23,04%; cebola, 7,13%; repolho, 12,93%; e batata, 23,18%. Já na categoria de mercearia, o aumento foi de 1,33%, destacando-se o café (pacote de 250 g), com alta de 7,08%, e o leite, com 1,73%. As categorias de açougue e higiene/limpeza seguiram a mesma tendência, com aumentos de 0,24% e 1,76%, respectivamente.

Entre os 40 itens que compõem a cesta básica, 25 registraram aumento de preço, quatro a mais em comparação ao mês anterior. Esta tendência vem sendo observada a cada mês desde o início do ano.

A média dos preços da cesta básica por segmento mostrou que os hipermercados possuem os preços mais elevados, seguidos dos supermercados, enquanto os atacarejos apresentam os preços mais baixos.

A pesquisa comparou os preços da cesta básica em diferentes segmentos comerciais, visando orientar os consumidores. O preço médio mais alto foi encontrado nos hipermercados, que são 10,71% mais caros que os supermercados de bairro. Em relação aos atacarejos, a variação dos preços é ainda maior, cerca de 15,40%. Em valores monetários, o consumidor pode economizar R$ 47,93 e R$ 66,11, respectivamente, caso realize pesquisa antes das compras do mês.

Os preços médios pesquisados da cesta básica nas quatro regiões da cidade apresentaram variações. A região com o menor preço médio foi a oeste, com R$ 445,04; seguida pela região Sul, com R$ 454,89. Já nas regiões Leste e Norte foram encontrados preços de R$ 467,42 e R$ 469,87, respectivamente.

Os preços encontrados por região oscilam; no entanto, a diferença entre a região mais cara (Leste) e a mais barata (Oeste) chega a R$ 24,83. Este mês, a pesquisa observou um aumento de R$ 13,24 nos preços da Zona Norte em relação ao mês anterior. Esta região é considerada uma das mais acessíveis em termos de preços.

O setor de pesquisa do Procon Natal tem acompanhado a oscilação dos preços da cesta básica na capital, que continua subindo desde o início do ano. Na quarta-feira (7), o Comitê de Políticas Monetárias (Copom), aumentou a taxa Selic, meio ponto percentual, para 14,75%, maior patamar em quase vinte anos.

“Os dados reforçam a importância do monitoramento contínuo para garantir maior transparência e auxiliar os consumidores na busca por preços mais acessíveis, promovendo o consumo consciente e econômico com informações atualizadas sobre os preços praticados na capital”, pontuou Dina Perez, diretora-geral do Procon Natal.

Os dados completos estão disponíveis no site www.natal.rn.gov.br/procon/pesquisa. O Procon Natal recomenda que os consumidores fiquem atentos às promoções e estratégias de venda dos estabelecimentos, que costumam oferecer descontos em dias específicos. Utilizar as informações do Núcleo de Pesquisa e planejar as compras pode gerar uma economia significativa. Para mais detalhes, dúvidas ou denúncias, o consumidor pode entrar em contato pelo e-mail [email protected], ou presencialmente na sede do órgão, localizada na Rua Ulisses Caldas, 181, bairro Cidade Alta.

Dia das Mães deve movimentar R$ 589 milhões no RN em 2025

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Considerado a segunda melhor data de vendas para o comércio, o Dia das Mães deve aquecer mais uma vez a economia do Rio Grande do Norte em 2025. A pesquisa de intenções de gasto, conduzida pelo Instituto Fecomércio RN (IFC), aponta que o varejo natalense deve gerar R$ 195,9 milhões na data comemorativa, um aumento de 12,1% em relação a 2024. Em Mossoró, o volume de recursos circulando deve atingir R$ 37,9 milhões, avanço de 12,8% sobre o ano anterior. Os resultados estimados para todo o estado são de R$ 589 milhões. Os números consideram gastos com presentes e com comemorações (principalmente com almoços em família).

Na capital, 76,2% dos entrevistados manifestaram a intenção de comprar presentes, patamar estável em relação ao ano passado e muito superior aos 46,9% observados em 2020. Já o ticket médio histórico, de R$ 177,01, reflete também o maior percentual já registrado de consumidores motivados “por carinho” (65,1%), superando aqueles que compram “por tradição” (33,5%).

As compras continuam concentradas em shoppings (47,9%), seguidas pelo comércio de rua (34,3%) e pela internet (15,1%), enquanto o cartão de crédito lidera as formas de pagamento (45,9%), à frente do Pix e dinheiro (43,9%).

Para celebrar, 60,5% dos natalenses planejam confraternizar em almoço — majoritariamente em casa (32,9%) ou na residência de familiares (15,2%) —, elevando o gasto médio com festejos de R$ 171,05 para R$ 198,93. Mesmo com 79,5% dos consumidores antecipando alta de preços, 40,5% afirmam sentir-se financeiramente melhores que há um ano, e 38,2% consideram o momento “bom” ou “ótimo” para compras.

Mais de 69% dos mossoroenses têm intenção de presentear

Em Mossoró, 69,2% dos consumidores declararam intenção de presentear, o maior índice desde 2021, e 63,4% afirmam que a motivação é o afeto, contra 46% que citam a tradição. O gasto médio de R$ 157,37 também bate recorde local, embora 40,8% ainda optem por investir até R$ 100 em cada presente

Ao contrário de Natal, o comércio de rua predomina (51,1%), com shoppings em segundo lugar (36,9%) e internet em terceiro (9,8%), e o cartão de crédito concentra 56,9% das transações.

Para as comemorações, 17,2% escolherão restaurantes — o maior índice desde 2019 —, elevando o gasto médio nesse item para R$ 152,54. E, apesar de 83,5% preverem preços mais altos, 36,5% avaliam o momento como “bom” ou “ótimo” para compras e 72,1% mantêm otimismo quanto ao futuro econômico local

“O comportamento do consumidor natalense está em linha com o observado nas principais capitais nordestinas: alta intenção de consumo em datas comemorativas, aumento do ticket médio e crescente adesão a meios digitais de pagamento. A movimentação robusta e os indicadores de otimismo revelam um mercado em recuperação, ainda que desafiado pelo endividamento e pela percepção de alta de preços”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

A pesquisa foi realizada entre abril e maio de 2025, com 1.000 entrevistas presenciais (600 em Natal e 400 em Mossoró) com consumidores a partir de 18 anos, em amostragem estratificada por gênero, faixa etária e nível de renda.