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Categoria: Economia

RN registra sexto menor custo do m² no Brasil em julho

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O Rio Grande do Norte teve, em julho, o sexto menor custo médio de construção do metro quadrado (m²) do país. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o valor registrado foi de R$ 1.725,35, uma variação de 0,12% em relação a junho, quando o custo médio ficou em R$ 1.723,52.

O levantamento integra o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). Com esse resultado, o estado subiu da sétima para a sexta colocação entre os menores custos do m² no Brasil.

Materiais e mão de obra

O custo médio é formado por dois componentes: materiais, que em julho ficaram em R$ 1.059,80 (alta de 0,29% frente a junho), e mão de obra, que registrou R$ 665,55 (queda de 0,16% no mês). No quesito mão de obra, o RN obteve o segundo menor custo médio do país, ficando à frente apenas de Sergipe (R$ 646,70).

Variação anual

No acumulado de 2025, o custo médio do m² no estado subiu 2,40%, o terceiro menor aumento entre os estados do Nordeste. Sergipe (1,66%) e Paraíba (1,47%) tiveram índices menores, enquanto Alagoas apresentou a maior alta da região, com 3,08% no mês e 5,86% no ano.

Nos últimos 12 meses, o RN registrou variação acumulada de 3,53%.

Sobre o Sinapi

O Sinapi é produzido pelo IBGE em parceria com a Caixa Econômica Federal e fornece séries mensais de custos e índices para a construção civil, sendo usado para planejamento e avaliação de orçamentos, especialmente no setor público.

Porto de Natal receberá R$ 130 milhões em investimentos para modernização e ampliação da capacidade operacional

FOTO: SANDRO MENEZES

Em cerimônia realizada nessa segunda-feira (11), a governadora Fátima Bezerra e o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciaram um pacote de investimentos no Porto de Natal que soma R$ 130 milhões. As medidas têm como objetivo modernizar a infraestrutura, aumentar a segurança e ampliar a capacidade operacional do terminal, com impacto direto no desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte e na geração de empregos.

O evento aconteceu no Terminal Marítimo de Passageiros, na Rua Chile, bairro da Ribeira, e contou com a presença de autoridades estaduais, federais e representantes do setor produtivo. Entre as ações anunciadas está a reforma de armazéns e galpões, com a instalação de usina fotovoltaica, orçada em R$ 9,3 milhões, visando modernizar as instalações elétricas, reduzir custos operacionais e promover a sustentabilidade.

A dragagem do canal de acesso, no valor de R$ 60 milhões, está com licitação em andamento e recursos assegurados. A obra vai aprofundar o calado do porto, permitindo a atracação de navios de maior porte.

Também estão previstos R$ 52 milhões para a construção das defensas da Ponte Newton Navarro e R$ 10 milhões para instalação de dolfins, que são estruturas que auxiliam na amarração e atracação das embarcações, garantindo maior segurança à navegação e preservação das estruturas portuárias. Outro destaque é o estudo para implantação do Porto-Indústria Verde, que contará com aporte de R$ 11,6 milhões para planejamento logístico e ambiental voltado a projetos de energia eólica offshore, hidrogênio verde e múltiplos usos.

Desenvolvimento econômico e logístico

A governadora Fátima Bezerra destacou que os investimentos representam um marco para a infraestrutura potiguar. “Hoje é um dia histórico para o Rio Grande do Norte com a confirmação de mais de R$ 130 milhões para modernizar o Porto de Natal, incluindo dragagem, defensas da Ponte Newton Navarro e o projeto do Porto-Indústria Verde. Esses recursos vão fortalecer a logística, gerar empregos e impulsionar o desenvolvimento econômico do estado. Agradeço ao presidente Lula e ao ministro Silvio Costa pelo apoio fundamental para tornar esses avanços realidade”, afirmou.

O estudo para o Porto-Indústria Verde integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e prevê início em agosto de 2025, com conclusão estimada para setembro de 2027.

Ministro reforça retomada de obras

O ministro Silvio Costa Filho lembrou que a dragagem do Porto de Natal não é realizada desde 2009 e que as obras são fundamentais para ampliar a competitividade do estado. “A governadora Fátima Bezerra nos procurou para a recuperação das defensas da Ponte Newton Navarro e a dragagem do porto, ações que irão aumentar a capacidade de escoamento da produção e impulsionar o desenvolvimento”, disse.

Exportações e operação contínua

O evento também marcou o lançamento da exportação da safra 2025/2026 de frutas, com expectativa de movimentar 300 mil toneladas — resultado da parceria entre a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e a Agrícola Famosa, consolidando o Porto de Natal como referência nacional na exportação de frutas.

Segundo o diretor-presidente da Codern, Paulo Henrique Macedo, as intervenções fazem parte de um conjunto de ações para revitalizar a infraestrutura portuária. “A obra das defensas da ponte, por exemplo, permitirá operação 24 horas por dia, algo que hoje não é possível. A dragagem está em fase final de licitação e as defensas serão executadas diretamente pela Codern”, explicou.

Portal 98 FM

Fertilizantes: nova taxação dos EUA pode ser fatal para o agro brasileiro

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As novas sanções dos Estados Unidos a países parceiros comerciais da Rússia ligaram o alerta vermelho no agronegócio brasileiro. O Brasil é totalmente dependente da importação de fertilizantes: 85% de todo o insumo usado no Brasil é produzido no exterior. E, para piorar, mais de 25% de todos os fertilizantes importados têm origem na Rússia. Além das tarifas já impostas, os países que compram petróleo russo estão sujeitos a 25% de tarifas adicionais caso continuem esse comércio.

Relações íntimas

A Rússia é o principal fornecedor de fertilizantes ao Brasil, sobretudo potássio (40%), fosfato monoamônico (53%) e ureia (20%).

Más notícias

O Brasil é o quarto maior consumidor de fertilizantes do mundo, atrás de China, Índia e EUA e o maior importador mundial de fertilizantes.

Mau caminho

Sob o terceiro governo Lula, o Brasil multiplicou em 6.000% as importações de óleo diesel da Rússia.

Afronta ao embargo

A decisão de Lula de aumentar as importações da Rússia afronta o embargo mundial àquele país por causa da invasão da Ucrânia.

Diário do Poder

RN registra crescimento de 42% nas exportações em Julho e superávit de US$ 20,3 milhões

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Em julho de 2025, o Rio Grande do Norte alcançou uma corrente de comércio exterior de US$ 94,6 milhões, representando um impressionante crescimento de 13,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. O estado registrou um superávit comercial de US$ 20,3 milhões neste mês. No acumulado de janeiro a julho, as relações comerciais potiguares já movimentaram US$ 815,3 milhões, consolidando-se como um vetor dinâmico da atividade econômica estadual, conforme apresentado no Boletim da Balança Comercial do RN – Nº 10/2025.

As exportações potiguares totalizaram US$ 57,6 milhões em julho, refletindo um aumento significativo de 42% em relação a julho de 2024. Os principais produtos exportados incluem óleo combustível, bulhão dourado em formas brutas, açúcares de cana, mamões frescos e sal marinho. Os principais parceiros nas exportações foram Panamá, Canadá, Estados Unidos, Portugal e China.

Por outro lado, as importações atingiram US$ 37,3 milhões. Os principais produtos importados foram outras gasolinas (exceto para aviação), trigos e misturas de trigo com centeio, hulha betuminosa, conversores elétricos estáticos e óleo diesel. Os principais destinos das importações foram Estados Unidos, China, Argentina, Colômbia e Espanha.

De acordo com a Equipe Técnica da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), os resultados reafirmam a capacidade competitiva do estado no cenário internacional. “O crescimento robusto das exportações reflete o desempenho de setores estratégicos como petróleo, mineração e fruticultura”, destacam os pesquisadores.

Além disso, a expansão da corrente de comércio evidencia uma diversificação dos parceiros internacionais e uma pauta de exportações mais sofisticada. Isso contribui para aumentar o valor agregado da produção local e gerar empregos formais em diversas regiões do estado.

Diário do RN

Atividade industrial despenca 21% no RN em junho, aponta pesquisa do IBGE

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A produção industrial do Rio Grande do Norte caiu 21,4% em junho de 2025 na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional – Produção Física, divulgada nesta sexta-feira 8 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado registrou a maior retração entre os 18 locais pesquisados.

O resultado foi influenciado pela queda de 34,3% na produção do setor de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel). Todos os outros segmentos industriais pesquisados apresentaram crescimento no período: a indústria extrativista avançou 36,6%, a confecção de artigos do vestuário e acessórios cresceu 22,4% e a fabricação de produtos alimentícios registrou alta de 5,1%.

No acumulado de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, o desempenho seguiu o mesmo padrão, com alta em todos os setores, exceto no de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que caíram 27,1%. A indústria extrativista cresceu 12,5%, a confecção avançou 6,9% e a fabricação de produtos alimentícios subiu 5,9%.

Na comparação acumulada dos últimos 12 meses, apenas o setor de fabricação de produtos alimentícios e as indústrias extrativistas registraram resultados positivos, com crescimento de 9,1% e 3%, respectivamente. O setor de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis recuou 18,2%, e o de confecção caiu 3,7%.

Agora RN

Cai o mito do “cartel” : Natal é a segunda capital do país e lidera no NE em ranking competição entre postos de combustíveis, revela ANP

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Dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e publicados nesta sexta-feira (8) pela Folha de S. Paulo, revelam que Natal é a capital nordestina com maior grau de competição entre os postos de combustíveis. O estudo, que compara o desvio-padrão dos preços da gasolina nas capitais brasileiras, posiciona a capital potiguar com uma diferença média de R$ 0,344 entre os postos pesquisados — a maior do Nordeste e a segunda maior do Brasil, atrás apenas de São Paulo (R$ 0,714).

No cenário regional, Natal está muito à frente de outras capitais nordestinas como João Pessoa (R$ 0,153); Recife (R$ 0,116) e Fortaleza (R$ 0,088). A média nacional de variação entre os postos foi de R$ 0,141, o que evidencia ainda mais o destaque da capital potiguar.
A análise da ANP indica que quanto maior o desvio-padrão, maior é a competição — já que os preços variam mais em função da disputa por clientela. Assim, Natal aparece como uma das poucas capitais onde há um mercado de combustíveis efetivamente concorrencial, proporcionando ao consumidor mais opções e preços potencialmente mais vantajosos.

Para o presidente do Sindipostos RN (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte), o dado oficial apenas confirma uma percepção antiga do setor local: “Essa informação da ANP valida algo que nós, como empresários e operadores do setor, sempre percebemos: em Natal existe uma concorrência de verdade entre os postos. Até porque, aqui nós temos uma das menores concentrações de mercado em termos de redes de postos. A atuação destas redes é muito pulverizada em Natal, o que contribui decisivamente para este dado que a ANP confirma agora. O melhor é que o contexto todo é saudável para o mercado e, principalmente, para o consumidor, que pode escolher com base em preço e qualidade. É um reflexo direto da liberdade comercial que ainda conseguimos preservar na cidade”, afirmou.

Em um momento de pressão nos preços dos combustíveis em todo o país, a constatação de que Natal oferece um ambiente competitivo serve como exemplo positivo e reforça a importância de políticas que evitem a concentração de mercado no setor.

RN emprega 132, 6 mil trabalhadores no comércio em 2023 e registra maior ocupação da série histórica

FOTO: DIVULGAÇÃO/IBGE

Em um ano, o número de trabalhadores formais cresceu 0,85% no Rio Grande do Norte. Em 2022, o estado contabilizava 131,5 mil trabalhadores formais, enquanto em 2023 esse número subiu para 132,6 mil. Embora o aumento percentual seja pouco expressivo, a ocupação o, a ocupação de 2023 foi a maior da série histórica iniciada em 2007, quando o comércio do estado empregou 92.113 pessoas. Os dados são da Pesquisa Anual de Comércio 2023 (PAC 2023), divulgada nesta quinta-feira (7) pelo IBGE.

De acordo com o levantamento, 2023 foi o terceiro ano consecutivo de crescimento da ocupação no comércio potiguar após uma série de quedas registradas pela PAC a partir do ano de 2017. O número de 2023 também supera os patamares pré-pandemia.

Entre os três grandes grupos de atividades comerciais investigados na PAC 2023, o comércio varejista foi o que mais empregou no Rio Grande do Norte, com 95,2 mil pessoas ocupadas (71,7% do total) no período. O comércio por atacado veio em seguida, empregando 23,3 mil pessoas (17,6%). Já o comércio de veículos, peças e bicicletas empregou 14 mil (10,7%).

A PAC 2023 mostra um crescimento de 1,78% no número de unidades locais com receita de revenda no Rio Grande do Norte em relação ao ano de 2022, ou seja, houve um aumento na quantidade de empresas no comércio local. Em 2023, foram identificadas 21 mil unidades comerciais, frente a 20,8 mil no ano anterior. No início da série histórica, havia 17 mil empresas no estado, o que representa um crescimento de 22,64% em todo o período analisado.

No total, o comércio potiguar registrou R$ 70,9 bilhões em receita bruta de revenda de mercadorias em 2023, ficando em sexto lugar entre os estados do Nordeste. O montante representa 6,3% de participação nos mais de R$ 1,127 trilhão registrado na região. Em comparação com 2022, quando a receita bruta foi de R$ 63,6 bilhões, houve crescimento de 13,18%.

Remuneração dos trabalhadores

Apesar do aumento do número de trabalhadores formais empregados e do crescimento da receita bruta entre os anos de 2022 e 2023, a PAC aponta uma queda do salário médio pago ao pessoal empregado no comércio potiguar. O valor saiu de 1,5 salário mínimo (s.m.) em 2022 para 1,4 s.m. no ano seguinte. O salário médio em 2023 foi o mesmo pago no início da série histórica, em 2007 (1,4 s.m.).

Segundo o levantamento, o comércio por atacado liderou com o maior salário médio pago no comércio potiguar, 1,6 s.m., valor seguido pelo comércio de motocicletas, peças e veículos, que pagou 1,4 s.m., e pelo comércio varejista, que pagou 1,3 s.m. em média ao pessoal ocupado.

Os gastos totais com salários, retiradas e outras remunerações em empresas comerciais do RN aumentaram 1,72%, saindo de R$ 3 bilhões em 2022 para R$ 3,1 bilhões no ano seguinte. Em 2007, era R$ 631 milhões.

Tribuna do Norte

Tarifa de 50% dos EUA paralisa exportações de sal e atum do RN

FOTO: CANINDÉ SOARES

Entrou em vigor nesta quarta-feira (6) a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, afetando diretamente dois setores essenciais da economia potiguar: o salineiro e o pesqueiro. Com a medida, as exportações de sal e atum para o mercado norte-americano estão suspensas por tempo indeterminado.

O Rio Grande do Norte é responsável por 98% da produção de sal marinho do Brasil. Cerca de metade desse volume era destinado aos EUA, agora considerados economicamente inviáveis como destino.
“Com esse tarifaço de 50%, ele vale mais como um embargo. Nós não temos condições de continuar vendendo para os Estados Unidos enquanto esse tarifaço permanecer”, afirmou Airton Torres, presidente do Sindicato da Indústria de Extração do Sal do RN.

Desde o anúncio da tarifa, as remessas de sal já haviam sido interrompidas.
“Diante do anúncio feito no mês passado, nós não carregamos mais nada para lá já há algumas semanas. E não temos a expectativa de chegar novos navios para receber sal que iria para os Estados Unidos simplesmente porque o cliente não aceita pagar essa tarifa tão alta”, explicou Torres.

Sem compradores alternativos no curto prazo, a produção — entre 500 mil e 600 mil toneladas por ano — será direcionada ao mercado interno.
“Esse sal vai ficar sobrando aqui no mercado interno. A consequência é que vai haver uma oferta maior de sal no mercado interno”, acrescentou.

Até o momento, não há definição sobre corte na produção nem demissões.
“Nós estamos no primeiro dia que a tarifa entrou em vigor, então nada se faz com tanta antecedência. A indústria salineira tem hoje mais de 4.200 pessoas trabalhando dentro das salinas e produzindo sal e será muito ruim a indústria ter que fazer demissões”, ponderou.

O setor atua em duas frentes: tenta junto ao governo federal retirar o sal da lista de produtos tarifados e contratou empresas nos EUA para tentar reverter a medida. Por ora, sem sucesso.

Na pesca, a situação é semelhante. O presidente do Sindicato da Indústria da Pesca do RN (Sindipesca), Arimar França Filho, informou que as exportações de atum também estão suspensas e a maior parte da frota foi parada.
“A gente parou os barcos, a maioria dos barcos está parada fazendo manutenção”, afirmou.

Das 32 embarcações, apenas sete estavam em alto-mar nesta quarta-feira. O estado exporta cerca de 3 mil toneladas de atum por ano, 80% para os EUA.
“O que produzimos já enviamos para os Estados Unidos antes do tarifaço”, declarou Arimar.

Em meses normais, são exportadas 300 toneladas por mês. Na entressafra, como agora, a média é de 200. “Está todo mundo ainda atordoado, porque a gente tinha esperança que isso seria revertido até a data prevista para começar”, reforçou Arimar.

Não houve demissões formais no setor pesqueiro, mas parte da equipe foi colocada de férias.
“Só foi colocado de férias”, disse o presidente do Sindipesca-RN.

Uma reunião com representantes do setor está marcada para os próximos dias.

Com informações da Tribuna do Norte