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Categoria: Economia

SINE-RN tem 40 vagas de empregos nesta segunda-feira para Natal

NESTE MOMENTO, DEVIDO À PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19), O SINE-RN ESTÁ COM ATENDIMENTO PRESENCIAL. FOTO: GETTY

A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, através do SINE-RN, oferece hoje 40 vagas de emprego para Natal.

Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.

Neste momento, devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Sine-RN está com atendimento presencial realizado mediante agendamento.

Em Natal, os telefones para agendamento da unidade matriz, em Candelária, são: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226.

Os agendamentos e atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h.

Siga o Sine-RN no Instagram: @sine.rn

VEJA AS OFERTAS DE VAGAS DE EMPREGO POR OCUPAÇÃO:

  • NATAL e GRANDE NATAL – (Vagas Permanentes)
  • ANALISTA DE RECURSOS HUMANOS  01
  • ATENDENTE DE MESA 01
  • AUXILIAR DE COZINHA 12
  • CABELEIREIRO      03
  • CAMAREIRA DE HOTEL   06
  • MANICURE  08
  • MECÂNICO DE AR-CONDICIONADO E REFRIGERAÇÃO   01
  • MECÂNICO DE MÁQUINAS PESADAS (MANUTENÇÃO)    02
  • MONTADOR DE VEÍCULOS (LINHA DE MONTAGEM)         01
  • TÉCNICO DE CONTROLE DE QUALIDADE    04
  • TÉCNICO DE REFRIGERAÇÃO (INSTALAÇÃO)        01

Por falta de insumos, preço da cerveja deve aumentar neste fim de ano

ALÉM DISSO, ESTÁ FALTANDO CERVEJA NAS PRATELEIRAS DOS SUPERMERCADOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO

É, 2020 ainda não acabou bem como as consequências da pandemia de coronavírus. Entre elas, a falta de insumos, como embalagens de vidro e alumínio, está causando um problema sério para algumas empresas neste fim de ano. Prova disso é uma notícia não tão boa: está faltando cerveja nas prateleiras dos supermercados e o preço da bebida deve subir.

De acordo com um estudo desenvolvido e publicado pela Neogrid, empresa de Joinville especializada no monitoramento da cadeia de suprimentos, a falta de cerveja chegou a 10% em novembro de 2019. Já em novembro deste ano, a escassez do produto bate quase 20%, um recorde para a categoria.

“A raiz do problema está na cadeia produtiva e na falta de insumos para a produção de embalagens de vidro e alumínio. Ainda não é o caso de desabastecimento, mas uma luz de alerta se acende”, diz o texto da pesquisa.

Segundo o jornal Estadão, o problema atinge também as microcervejarias. Além de latas e garrafas de vidro, os pequenos produtores estão com dificuldades para receber rótulos e até caixas de papelão. Infelizmente, a conta será repassada para os consumidores.

Metropoles

R$ R$ 7,60/mês: sem auxílio-emergencial, 314 mil pessoas do RN voltam a situação de miséria a partir de janeiro

PESQUISA PNAD-COVID DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) INDICA UMA DIMINUIÇÃO BRUSCA DA RENDA DAS FAMÍLIAS MAIS POBRES

Sem a renovação do auxílio-emergencial, 314 mil pessoas do Rio Grande do Norte devem passar a sobreviver a partir de janeiro de 2021 com uma renda mensal per capita de R$ 7,60, o preço de l kg de feijão. É o que aponta a pesquisa Pnad-Covid do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica uma diminuição brusca da renda das Famílias mais pobres com o fim do auxílio. Com o benefício, esse contingente possui a renda per capita de R$ 156, superior 20 vezes ao cenário previsto no mês que vem.

O impacto deve ser diminuído com o Bolsa Família, destinado a pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil que retornam automaticamente ao programa com o fim do auxílio criado durante a pandemia. O valor atual do Bolsa Família varia de R$ 41 a R$ 205, o mesmo aplicado antes do benefício emergencial. Mas, com os impactos económicos ao longo de 2020, o cenário social em janeiro deve ser pior que o observado em março deste ano.

Para ler a matéria completa, acesse o link do jornal Tribuna do Norte: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sem-auxa-lio-314-mil-pessoas-voltam-a-misa-ria-no-rn/499017

INSS: regras de aposentadoria para professores mudam em 2021

REFORMA DA PREVIDÊNCIA ESTABELECEU TRÊS REGRAS TRANSITÓRIAS PARA AMENIZAR OS IMPACTOS NO NOVO TEXTO, QUE ENDURECEU AS NORMAS. FOTO: GETTY

Promulgada em novembro do ano passado, a nova Previdência (Emenda Constitucional – EC 103) estabeleceu três regras de transição específicas para professores segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) se aposentarem.

Esses dispositivos transitórios foram criados em uma tentativa de diluir os impactos do novo texto, que endureceu as regras para se ter direito à aposentadoria, por alguns anos. Entenda como funcionam essas normas:

Pedágio 100%

O professor de rede pública ou particular poderá se aposentar aos 55 anos, se homem, e 51 anos, se mulher, mas terá que contribuir por um período adicional.

Chamado de pedágio, esse tempo a mais será de 100% sobre o período que, em 12 de novembro de 2019, faltaria para atingir o tempo mínimo de contribuição exigido.

Logo, se um docente, homem, tem 28 anos de contribuição, precisará contribuir, no total, por mais quatro anos (100% sobre os 2 anos restantes), em vez de somente dois.

Sistema de pontos

Os professores também poderão se aposentar pela regra de transição dos pontos, que equivalem à soma da idade do segurado com o número de anos trabalhados.

Metrópoles

Metade dos trabalhadores do país pararam durante a pandemia

CERCA DE 93 MILHÕES DE BRASILEIROS, OU 53% DA POPULAÇÃO EM IDADE DE TRABALHAR, FICARAM INATIVOS OU DESEMPREGADOS EM 2020. FOTO: REPRODUÇÃO

O mercado de trabalho do Brasil chegou ao fundo do poço em 2020. Com a pandemia, que interrompeu o comércio, paralisou a produção industrial e brecou o setor de serviços, o país viu um fenômeno inédito: quase metade da população em idade de trabalhar literalmente parou.

Pela primeira vez, o número de brasileiros inativos, ou seja, sem emprego e sem buscar algum, ultrapassou a marca de 40%. O maior índice foi nos trimestres encerrados em julho e agosto, quando o indicador chegou a 45,3% —a média histórica é de 38,9%.

Os dados são de um estudo feito pelo professor sênior da FEA/USP e coordenador do Projeto Salariômetro, da Fipe, Hélio Zylberstajn. Ele utilizou dados de todas as pesquisas Pnad Contínua, do IBGE, para chegar aos parâmetros.

Somando-se a esse contingente os brasileiros desempregados (aqueles em busca de trabalho, segundo o critério do IBGE), a quantidade de pessoas sem ocupação chegou a 53,2%, um recorde.

Folha de S. Paulo

Sem navios nessa temporada, Brasil perde R$ 2,6 bi e 40 mil empregos

CADA CRUZEIRISTA QUE VISITA UMA CIDADE EM UMA ESCALA DEIXA UM IMPACTO DE R$ 557 E GERA EMPREGOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO/CODERN

A Clia Brasil, presidida por Marco Ferraz, divulgou uma análise do impacto do cancelamento da temporada de cruzeiros no verão 2020/2021 no País – hoje a MSC Cruzeiros cancelou sua temporada, que estava adiada para janeiro, e citou a demora do governo em aprovar as operações marítimas.

O impacto da paralisação em todo o mundo, calculado pela Clia, é de US$ 77 bilhões para a economia mundial e perda de 518 mil empregos.

No Brasil, as perdas, calculadas a partir do Estudo da FGV para a temporada 2019/2020, chegam a R$ 2,62 bilhões e 39,5 mil empregos deixam de ser gerados. Cada cruzeirista que visita uma cidade em uma escala deixa um impacto de R$ 557 e gera empregos para toda a economia local em bares, restaurantes, passeios, no comércio e ainda estimulam o retorno das pessoas para uma estada futura naquelas cidades.

A Clia tem 57 companhias de cruzeiros associadas, 270 navios de oceano, 13 mil agências de viagens revendedoras, 57 mil agentes de viagens individuais e 350 parceiros executivos que criam a nossa comunidade em todo o mundo.

“No caso do Brasil, infelizmente não conseguimos avançar com a temporada 20/21, prevista para início em no vembro passado e término em abril de 2021. Estavam programados nove navios com uma oferta próxima dos 620 mil leitos, um aumento de 17% em relação a temporada passada. Vínhamos de três anos consecutivos de crescimento e esta seria a quarta temporada com números positivos, mostrando uma tendência importante para o desenvolvimento do setor no Brasil”, avalia a entidade de empresas de cruzeiros no seu comunicado ao mercado.

De acordo com a Clia, “a retomada está avançando em todo o mundo, com conversas e diálogos com as autoridades e, muito provavelmente, estaremos de volta com os navios no primeiro quadrimestre de 2021 no Caribe, África do Sul, Emirados Árabes, EUA, Canadá, México, Austrália e Japão, além de outros países na Europa”.

MEDIDAS DE SAÚDE

Os protocolos para o setor já estão prontos, e a Clia relembra os principais em seu comunicado de hoje:

– Embarque – Teste pré-embarque em todos os hóspedes com triagem rigorosa. Tripulantes com três testes antes do embarque e a cada semana a bordo.

– Procedimentos a bordo – Uso de máscaras, distanciamento, menor ocupação, ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização constantes.

– Saúde a bordo – Plano de contingência, corpo médico especialmente treinado para avaliações constantes, estrutura com todos os modernos recursos para atendimento dos hóspedes e tripulantes.

– Excursões – Protocolos especiais, coordenação com os municípios, cancelamento do reembarque para hóspedes que não cumprem as regras.

“Já sentimos a busca por novos embarques em todo o mundo, cerca de 74% dos cruzeiristas querem fazer uma nova viagem nos próximos anos, e dois a cada três querem fazer esta viagem no próximo ano. Cerca de 58% das pessoas que nunca viajaram de navio também querem fazer sua viagem nos próximos anos”, informa a associação.

“Aproveitamos para reforçar a temporada 21/22 aqui no Brasil, já lançada por nossos associados, com início em novembro próximo, com sete navios confirmados e investimentos relevantes. As companhias de cruzeiros continuam acreditando no Brasil, com navios modernos que vão garantir as melhores experiências, respeitando a saúde e segurança dos nossos hóspedes, tripulantes e das cidades que visitamos, sempre cumprindo as regras e protegendo o meio ambiente”, finaliza a Clia Brasil.

Panrotas

Retomada do Recadastramento Previdenciário será a partir de março/2021

A FINALIDADE É EVITAR A AGLOMERAÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS NO SETOR DE ATENDIMENTO. FOTO: ASSECOM

O Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte (IPERN) vai manter a suspensão da obrigatoriedade da Prova de Vida por mais dois meses. Essa medida está sendo adotada porque o estado de pandemia permanece e, a maioria dos beneficiários da previdência estadual é formada por pessoas idosas, portanto grupo de risco para contaminação do Covid-19.

A finalidade é evitar a aglomeração dessas pessoas no Setor de Atendimento do IPERN. Havia uma expectativa da retomada da Prova de Vida a partir do próximo mês de janeiro, porém diante da atual conjuntura, a previsão agora fica para o mês de março/2021.

Com isso, os servidores aposentados e pensionistas que fizerem aniversário nos meses de janeiro e fevereiro, por enquanto, continuam dispensados.

Governo do RN realiza estudos para novo porto que viabilizará usinas offshore

A INSTALAÇÃO DE PARQUES EÓLICOS OFFSHORE EXIGE ÁREA PORTUÁRIA QUE POSSA SERVIR TAMBÉM COMO ÁREA DE PRODUÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS TORRES. FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER

O Governo do Estado discute a instalação de infraestrutura para atrair investimentos e usinas de produção de energias renováveis offshore (no mar) do Rio Grande do Norte. Estudos já realizados apontam o litoral do RN como a área mais viável em todo o país. As condições geográficas e de vento superam outros estados e regiões. Este assunto foi discutido nesta quarta-feira (23) pela governadora Fátima Bezerra com os secretários de estado do desenvolvimento econômico, Jaime Calado, da Infraestrutura, Gustavo Coelho, da Tributação, Carlos Eduardo Xavier e com o professor e pesquisador da UFRN Mario González, que coordena grupo de trabalho naquela instituição.

“Como parlamentar sempre me angustiei com a falta de infraestrutura do RN para que possamos dar um salto no desenvolvimento e na produção econômica em escala. Nosso estado tem fortes ativos como sal, calcário, ferro e gás. Mas ao longo de décadas somos reféns da falta de infraestrutura adequada.  O resultado é que perdemos investimentos e competitividade até para vizinhos como Pernambuco e Ceará”, apontou a governadora Fátima Bezerra.

Fátima Bezerra ressaltou, ainda, a necessidade de dar continuidade ao trabalho iniciado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) com a finalidade de criar infraestrutura portuária para o estado. “Essa iniciativa que tomamos agora é de fundamental importância para a economia e para o futuro. No que depender da governadora vamos dar todo incentivo para levar os estudos adiante. E com a participação da UFRN vamos elaborar um estudo de viabilidade consistente e seguro apontando os caminhos para atrairmos investimentos em energia limpa e escoar nossa produção, corrigindo uma lacuna de décadas. Vamos à luta e ao trabalho”, afirmou a chefe do executivo estadual.

A instalação de parques eólicos offshore exige área portuária que possa servir também como área de produção de equipamentos para as torres. Isto é necessário devido à dificuldade de transportar componentes das usinas, como as torres e pás dos aerogeradores que podem medir até 260 metros de comprimento, o que dificulta e onera o transporte por via terrestre.  O secretário da Sedec, Jaime Calado, destacou a instalação de um novo porto como “fundamental e estruturante para o RN. Estamos diante de uma nova fronteira econômica para o Rio Grande do Norte com o offshore. Seis estados no Brasil têm potencial. Destes, o RN hoje está em vantagem pelas condições naturais que possui”, ponderou.

O secretário explicou que já há um grupo de trabalho, com participação do Idema, órgão que emite as licenças ambientais, atuando para definir a melhor localização e modelagem para o porto. O titular da Infraestrutura, Gustavo Coelho, reiterou a importância do estado oferecer condições adequadas para instalação de novos empreendimentos que proporcionem o crescimento das atividades econômicas e oportunidade de renda e trabalho.

Especialista e consultor em energia, o senador Jean Paul Prates também participou da reunião, no auditório da Governadoria, e disse que nos próximos 10 anos o RN se apresenta como detentor das melhores condições para empreendimentos offshore do país e do mundo. “Temos condições geográficas e climáticas. Precisamos definir a melhor localidade e a viabilidade do porto ser multiuso”.

O professor Mario Gonzales reforçou a vantagem competitiva do RN: “Em terra nosso vento já é bom, no mar, melhor ainda”. Gonzales vem realizando um amplo trabalho sobre as potencialidades do litoral do estado para a produção de energia offshore.

Mario Gonzales

É Doutor em Engenharia de Produção (Inovação de Produtos e Integração de Clientes) pela Universidade Federal de São Carlos (2010). Mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2005) e Graduado em Engenharia Industrial pela “Universidad Nacional de Ingenieria – Peru” (2000). Especialista em Gestão da Qualidade Total (2004) e em Gestão da Inovação Tecnológica, na abordagem Open Innovation (2010). Possui experiência no desenvolvimento de projetos de Inovação Tecnológica executados pelo Centro de Caracterização e Desenvolvimento de Materiais da UFSCar junto às empresas ABM, Vale e Volkswagen. Foi presidente do Instituto de Inovação e Gestão de Desenvolvimento de Produtos (IGDP) na gestão 2014-2015. Atualmente, é Professor Associado junto ao DEP e ao PPGEP da UFRN.

INVESTIMENTOS

A empresa chinesa Mingyang demonstrou interesse em investimentos em energia eólica offshore no RN e na instalação de uma fábrica de componentes (inicialmente onshore) no Brasil – a união destes fatores consolidaria a liderança nacional do RN também no mercado offshore. Em reunião com a governadora, o vice-diretor da empresa, Larry Wang, confirmou o interesse na instalação de projeto-piloto de 50 a 100 mw na costa potiguar no próximo ano, e projeto de 2 gw em até 5 anos.