28 de dezembro de 2020 às 13:15
28 de dezembro de 2020 às 11:36
NESTE MOMENTO, DEVIDO À PANDEMIA DO NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19), O SINE-RN ESTÁ COM ATENDIMENTO PRESENCIAL. FOTO: GETTY
A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, através do
SINE-RN, oferece hoje 40 vagas de emprego para Natal.
Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar
via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego,
através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira
de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.
Neste momento, devido à pandemia do novo coronavírus
(Covid-19), o Sine-RN está com atendimento presencial realizado mediante
agendamento.
Em Natal, os telefones para agendamento da unidade matriz,
em Candelária, são: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226.
Os agendamentos e atendimentos acontecem de segunda a
sexta-feira, das 8h às 13h.
28 de dezembro de 2020 às 08:30
28 de dezembro de 2020 às 05:37
ALÉM DISSO, ESTÁ FALTANDO CERVEJA NAS PRATELEIRAS DOS SUPERMERCADOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO
É, 2020 ainda não acabou bem como as consequências da
pandemia de coronavírus. Entre elas, a falta de insumos, como embalagens de
vidro e alumínio, está causando um problema sério para algumas empresas neste
fim de ano. Prova disso é uma notícia não tão boa: está faltando cerveja nas
prateleiras dos supermercados e o preço da bebida deve subir.
De acordo com um estudo desenvolvido e publicado pela
Neogrid, empresa de Joinville especializada no monitoramento da cadeia de
suprimentos, a falta de cerveja chegou a 10% em novembro de 2019. Já em
novembro deste ano, a escassez do produto bate quase 20%, um recorde para a
categoria.
“A raiz do problema está na cadeia produtiva e na falta de
insumos para a produção de embalagens de vidro e alumínio. Ainda não é o caso
de desabastecimento, mas uma luz de alerta se acende”, diz o texto da pesquisa.
Segundo o jornal Estadão, o problema atinge também as microcervejarias. Além de latas e garrafas de vidro, os pequenos produtores estão com dificuldades para receber rótulos e até caixas de papelão. Infelizmente, a conta será repassada para os consumidores.
27 de dezembro de 2020 às 11:08
27 de dezembro de 2020 às 11:31
PESQUISA PNAD-COVID DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) INDICA UMA DIMINUIÇÃO BRUSCA DA RENDA DAS FAMÍLIAS MAIS POBRES
Sem a renovação do auxílio-emergencial, 314 mil pessoas do Rio Grande do Norte devem passar a sobreviver a partir de janeiro de 2021 com uma renda mensal per capita de R$ 7,60, o preço de l kg de feijão. É o que aponta a pesquisa Pnad-Covid do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica uma diminuição brusca da renda das Famílias mais pobres com o fim do auxílio. Com o benefício, esse contingente possui a renda per capita de R$ 156, superior 20 vezes ao cenário previsto no mês que vem.
O impacto deve ser diminuído com o Bolsa Família, destinado a pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil que retornam automaticamente ao programa com o fim do auxílio criado durante a pandemia. O valor atual do Bolsa Família varia de R$ 41 a R$ 205, o mesmo aplicado antes do benefício emergencial. Mas, com os impactos económicos ao longo de 2020, o cenário social em janeiro deve ser pior que o observado em março deste ano.
26 de dezembro de 2020 às 13:30
26 de dezembro de 2020 às 13:42
REFORMA DA PREVIDÊNCIA ESTABELECEU TRÊS REGRAS TRANSITÓRIAS PARA AMENIZAR OS IMPACTOS NO NOVO TEXTO, QUE ENDURECEU AS NORMAS. FOTO: GETTY
Promulgada em novembro do ano passado, a nova Previdência
(Emenda Constitucional – EC 103) estabeleceu três regras de transição
específicas para professores segurados do Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS) se aposentarem.
Esses dispositivos transitórios foram criados em uma
tentativa de diluir os impactos do novo texto, que endureceu as regras para se
ter direito à aposentadoria, por alguns anos. Entenda como funcionam essas
normas:
Pedágio 100%
O professor de rede pública ou particular poderá se
aposentar aos 55 anos, se homem, e 51 anos, se mulher, mas terá que contribuir
por um período adicional.
Chamado de pedágio, esse tempo a mais será de 100% sobre o
período que, em 12 de novembro de 2019, faltaria para atingir o tempo mínimo de
contribuição exigido.
Logo, se um docente, homem, tem 28 anos de contribuição,
precisará contribuir, no total, por mais quatro anos (100% sobre os 2 anos
restantes), em vez de somente dois.
Sistema de pontos
Os professores também poderão se aposentar pela regra de transição dos pontos, que equivalem à soma da idade do segurado com o número de anos trabalhados.
26 de dezembro de 2020 às 08:30
26 de dezembro de 2020 às 08:29
CERCA DE 93 MILHÕES DE BRASILEIROS, OU 53% DA POPULAÇÃO EM IDADE DE TRABALHAR, FICARAM INATIVOS OU DESEMPREGADOS EM 2020. FOTO: REPRODUÇÃO
O mercado de trabalho do Brasil chegou ao fundo do poço em
2020. Com a pandemia, que interrompeu o comércio, paralisou a produção
industrial e brecou o setor de serviços, o país viu um fenômeno inédito: quase
metade da população em idade de trabalhar literalmente parou.
Pela primeira vez, o número de brasileiros inativos, ou
seja, sem emprego e sem buscar algum, ultrapassou a marca de 40%. O maior
índice foi nos trimestres encerrados em julho e agosto, quando o indicador
chegou a 45,3% —a média histórica é de 38,9%.
Os dados são de um estudo feito pelo professor sênior da
FEA/USP e coordenador do Projeto Salariômetro, da Fipe, Hélio Zylberstajn. Ele
utilizou dados de todas as pesquisas Pnad Contínua, do IBGE, para chegar aos
parâmetros.
Somando-se a esse contingente os brasileiros desempregados (aqueles em busca de trabalho, segundo o critério do IBGE), a quantidade de pessoas sem ocupação chegou a 53,2%, um recorde.
26 de dezembro de 2020 às 07:30
26 de dezembro de 2020 às 07:45
CADA CRUZEIRISTA QUE VISITA UMA CIDADE EM UMA ESCALA DEIXA UM IMPACTO DE R$ 557 E GERA EMPREGOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO/CODERN
A Clia Brasil, presidida por Marco Ferraz, divulgou uma
análise do impacto do cancelamento da temporada de cruzeiros no verão 2020/2021
no País – hoje a MSC Cruzeiros cancelou sua temporada, que estava adiada para
janeiro, e citou a demora do governo em aprovar as operações marítimas.
O impacto da paralisação em todo o mundo, calculado pela
Clia, é de US$ 77 bilhões para a economia mundial e perda de 518 mil empregos.
No Brasil, as perdas, calculadas a partir do Estudo da FGV
para a temporada 2019/2020, chegam a R$ 2,62 bilhões e 39,5 mil empregos deixam
de ser gerados. Cada cruzeirista que visita uma cidade em uma escala deixa um
impacto de R$ 557 e gera empregos para toda a economia local em bares,
restaurantes, passeios, no comércio e ainda estimulam o retorno das pessoas
para uma estada futura naquelas cidades.
A Clia tem 57 companhias de cruzeiros associadas, 270 navios
de oceano, 13 mil agências de viagens revendedoras, 57 mil agentes de viagens
individuais e 350 parceiros executivos que criam a nossa comunidade em todo o
mundo.
“No caso do Brasil, infelizmente não conseguimos avançar com a temporada 20/21, prevista para início em no vembro passado e término em abril de 2021. Estavam programados nove navios com uma oferta próxima dos 620 mil leitos, um aumento de 17% em relação a temporada passada. Vínhamos de três anos consecutivos de crescimento e esta seria a quarta temporada com números positivos, mostrando uma tendência importante para o desenvolvimento do setor no Brasil”, avalia a entidade de empresas de cruzeiros no seu comunicado ao mercado.
De acordo com a Clia, “a retomada está avançando em todo o
mundo, com conversas e diálogos com as autoridades e, muito provavelmente,
estaremos de volta com os navios no primeiro quadrimestre de 2021 no Caribe,
África do Sul, Emirados Árabes, EUA, Canadá, México, Austrália e Japão, além de
outros países na Europa”.
MEDIDAS DE SAÚDE
Os protocolos para o setor já estão prontos, e a Clia
relembra os principais em seu comunicado de hoje:
– Embarque – Teste pré-embarque em todos os hóspedes com
triagem rigorosa. Tripulantes com três testes antes do embarque e a cada semana
a bordo.
– Procedimentos a bordo – Uso de máscaras, distanciamento,
menor ocupação, ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização
constantes.
– Saúde a bordo – Plano de contingência, corpo médico
especialmente treinado para avaliações constantes, estrutura com todos os
modernos recursos para atendimento dos hóspedes e tripulantes.
– Excursões – Protocolos especiais, coordenação com os
municípios, cancelamento do reembarque para hóspedes que não cumprem as regras.
“Já sentimos a busca por novos embarques em todo o mundo,
cerca de 74% dos cruzeiristas querem fazer uma nova viagem nos próximos anos, e
dois a cada três querem fazer esta viagem no próximo ano. Cerca de 58% das
pessoas que nunca viajaram de navio também querem fazer sua viagem nos próximos
anos”, informa a associação.
“Aproveitamos para reforçar a temporada 21/22 aqui no Brasil, já lançada por nossos associados, com início em novembro próximo, com sete navios confirmados e investimentos relevantes. As companhias de cruzeiros continuam acreditando no Brasil, com navios modernos que vão garantir as melhores experiências, respeitando a saúde e segurança dos nossos hóspedes, tripulantes e das cidades que visitamos, sempre cumprindo as regras e protegendo o meio ambiente”, finaliza a Clia Brasil.
24 de dezembro de 2020 às 11:30
24 de dezembro de 2020 às 10:51
A FINALIDADE É EVITAR A AGLOMERAÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS NO SETOR DE ATENDIMENTO. FOTO: ASSECOM
O Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Rio
Grande do Norte (IPERN) vai manter a suspensão da obrigatoriedade da Prova de
Vida por mais dois meses. Essa medida está sendo adotada porque o estado de
pandemia permanece e, a maioria dos beneficiários da previdência estadual é
formada por pessoas idosas, portanto grupo de risco para contaminação do
Covid-19.
A finalidade é evitar a aglomeração dessas pessoas no Setor
de Atendimento do IPERN. Havia uma expectativa da retomada da Prova de Vida a
partir do próximo mês de janeiro, porém diante da atual conjuntura, a previsão
agora fica para o mês de março/2021.
Com isso, os servidores aposentados e pensionistas que
fizerem aniversário nos meses de janeiro e fevereiro, por enquanto, continuam
dispensados.
24 de dezembro de 2020 às 10:15
24 de dezembro de 2020 às 09:54
A INSTALAÇÃO DE PARQUES EÓLICOS OFFSHORE EXIGE ÁREA PORTUÁRIA QUE POSSA SERVIR TAMBÉM COMO ÁREA DE PRODUÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA AS TORRES. FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER
O Governo do Estado discute a instalação de infraestrutura
para atrair investimentos e usinas de produção de energias renováveis offshore
(no mar) do Rio Grande do Norte. Estudos já realizados apontam o litoral do RN
como a área mais viável em todo o país. As condições geográficas e de vento
superam outros estados e regiões. Este assunto foi discutido nesta quarta-feira
(23) pela governadora Fátima Bezerra com os secretários de estado do
desenvolvimento econômico, Jaime Calado, da Infraestrutura, Gustavo Coelho, da
Tributação, Carlos Eduardo Xavier e com o professor e pesquisador da UFRN Mario
González, que coordena grupo de trabalho naquela instituição.
“Como parlamentar sempre me angustiei com a falta de
infraestrutura do RN para que possamos dar um salto no desenvolvimento e na
produção econômica em escala. Nosso estado tem fortes ativos como sal,
calcário, ferro e gás. Mas ao longo de décadas somos reféns da falta de
infraestrutura adequada. O resultado é
que perdemos investimentos e competitividade até para vizinhos como Pernambuco
e Ceará”, apontou a governadora Fátima Bezerra.
Fátima Bezerra ressaltou, ainda, a necessidade de dar
continuidade ao trabalho iniciado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico
(Sedec) com a finalidade de criar infraestrutura portuária para o estado. “Essa
iniciativa que tomamos agora é de fundamental importância para a economia e
para o futuro. No que depender da governadora vamos dar todo incentivo para
levar os estudos adiante. E com a participação da UFRN vamos elaborar um estudo
de viabilidade consistente e seguro apontando os caminhos para atrairmos
investimentos em energia limpa e escoar nossa produção, corrigindo uma lacuna
de décadas. Vamos à luta e ao trabalho”, afirmou a chefe do executivo
estadual.
A instalação de parques eólicos offshore exige área
portuária que possa servir também como área de produção de equipamentos para as
torres. Isto é necessário devido à dificuldade de transportar componentes das
usinas, como as torres e pás dos aerogeradores que podem medir até 260 metros
de comprimento, o que dificulta e onera o transporte por via terrestre. O secretário da Sedec, Jaime Calado, destacou
a instalação de um novo porto como “fundamental e estruturante para o RN.
Estamos diante de uma nova fronteira econômica para o Rio Grande do Norte com o
offshore. Seis estados no Brasil têm potencial. Destes, o RN hoje está em
vantagem pelas condições naturais que possui”, ponderou.
O secretário explicou que já há um grupo de trabalho, com
participação do Idema, órgão que emite as licenças ambientais, atuando para
definir a melhor localização e modelagem para o porto. O titular da
Infraestrutura, Gustavo Coelho, reiterou a importância do estado oferecer
condições adequadas para instalação de novos empreendimentos que proporcionem o
crescimento das atividades econômicas e oportunidade de renda e trabalho.
Especialista e consultor em energia, o senador Jean Paul
Prates também participou da reunião, no auditório da Governadoria, e disse que
nos próximos 10 anos o RN se apresenta como detentor das melhores condições
para empreendimentos offshore do país e do mundo. “Temos condições
geográficas e climáticas. Precisamos definir a melhor localidade e a
viabilidade do porto ser multiuso”.
O professor Mario Gonzales reforçou a vantagem competitiva
do RN: “Em terra nosso vento já é bom, no mar, melhor ainda”. Gonzales
vem realizando um amplo trabalho sobre as potencialidades do litoral do estado
para a produção de energia offshore.
Mario Gonzales
É Doutor em Engenharia de Produção (Inovação de Produtos e
Integração de Clientes) pela Universidade Federal de São Carlos (2010). Mestre
em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte
(2005) e Graduado em Engenharia Industrial pela “Universidad Nacional de
Ingenieria – Peru” (2000). Especialista em Gestão da Qualidade Total
(2004) e em Gestão da Inovação Tecnológica, na abordagem Open Innovation
(2010). Possui experiência no desenvolvimento de projetos de Inovação
Tecnológica executados pelo Centro de Caracterização e Desenvolvimento de
Materiais da UFSCar junto às empresas ABM, Vale e Volkswagen. Foi presidente do
Instituto de Inovação e Gestão de Desenvolvimento de Produtos (IGDP) na gestão
2014-2015. Atualmente, é Professor Associado junto ao DEP e ao PPGEP da UFRN.
INVESTIMENTOS
A empresa chinesa Mingyang demonstrou interesse em
investimentos em energia eólica offshore no RN e na instalação de uma fábrica
de componentes (inicialmente onshore) no Brasil – a união destes fatores
consolidaria a liderança nacional do RN também no mercado offshore. Em reunião
com a governadora, o vice-diretor da empresa, Larry Wang, confirmou o interesse
na instalação de projeto-piloto de 50 a 100 mw na costa potiguar no próximo
ano, e projeto de 2 gw em até 5 anos.
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