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Categoria: Economia

MEI pode comprar carro com até 30% de desconto. Confira modelos disponíveis no mercado

PARA ESSA MODALIDADE O DESCONTO É CONCEDIDO NA VENDA DIRETA DO VEÍCULO, ONDE O DESCONTO PODE VARIAR ENTRE 2,5% A 30% EM DETERMINADOS CASOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO

Além das inúmeras vantagens ao se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI), como no caso de conseguir emitir notas fiscais, além de garantir diversos benefícios previdenciários com Aposentadoria, Auxílio-doença, salário maternidade e demais, quem se formaliza como dono do próprio negócio, obtendo um CNPJ em mãos também conseguir adquirir carro zero com descontos que chegam a 30%.

A possibilidade de conseguir descontos de até 30% com CNPJ acontece devido ao abatimento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) que é concedida aos empresários.

Para essa modalidade o desconto é concedido na venda direta do veículo, onde o desconto pode variar entre 2,5% a 30% em determinados casos. Lembrando que o desconto pode variar dependendo do fabricante, modelo, finalidade bem como a quantidade de carros adquiridos. Outro ponto que precisa estar claro é que, ao adquirir veículos que serão utilizados no exercício da atividade, como utilitários, picapes e furgões, o MEI passa a ter acesso a descontos melhores.

Modelos e marcas

Grande parte das montadores oferecem o desconto de ICMS para o microempreendedor. Para conseguir detalhes sobre condições de aquisição de veículos, bem como seus valores, descontos e modelos será necessário que o interessado compareça a uma concessionária para consultar as informações com o vendedor.

Por fim, não se esqueça que o valor total do carro com o devido desconto pode variar conforme o mercado bem como a categoria do MEI.

Entre as montadoras mais populares do país que oferecem descontos para o MEI podemos citar a Fiat, Chevrolet e Volkswagen. As duas primeiras sendo lideres em vendas de veículo para CNPJ, ou preços não são tabelados.

Veja à seguir os principais modelos com desconto disponíveis pela Chevrolet:

  • Cruze;
  • Cruze Sport 6;
  • Equinox;
  • Montana;
  • Joy;
  • Joy Plus;
  • Onix;
  • Onix Plus;
  • S10; e
  • Spin.

No caso da Volkswagen os descontos oferecidos podem chegar até 21,5% de acordo com o tipo de atividade exercida. Confira à seguir alguns modelos que podem ser adquiridos com desconto:

  • Amarok;
  • Fox;
  • Gol;
  • Jetta;
  • Polo;
  • Saveiro;
  • Tiguan;
  • Voyage.

Limitações na aquisição

Apesar das condições tentadoras para a aquisição do veículo pelo CNPJ em relação a compra pelo CPF, o MEI precisa se atentar a algumas limitações, sendo elas a primeira relacionada ao prazo de entrega do veículo, que costuma ser um pouco maior.

Em períodos comuns antes da pandemia, dependendo da marca escolhida bem como da demanda da fabricante o MEI poderá receber o automóvel num prazo entre 10 e 40 dias após a compra. Contudo em período de pandemia, com a falta de insumo, recomendamos consultar com a concessionária ao qual você vai adquirir o carro.

Outro ponto de atenção ao adquirir um carro pelo CNPJ é que o proprietário deverá ficar no mínimo um ano com o automóvel, sem que seja possível revendê-lo.

Além disso o MEI deve se atentar ao valor bem como a quantidade de veículos adquiridos, isso acontece pois, caso o MEI compre um carro com valor muito mais alto do que é o limite da categoria a Receita Federal poderá desconfiar da operação.

Jornal Contábil

Fim do auxílio e redução de empregos afetam consumo e produção

RETOMADA DA ECONOMIA EM 2021 VAI DEPENDER DE AÇÕES DO GOVERNO E VACINA, DIZEM ESPECIALISTAS. FOTO: ILUSTRAÇÃO

Dados sobre os principais setores da economia em novembro mostram que a dinâmica da pandemia do novo coronavírus segue interferindo na retomada, com alto risco de comprometer os primeiros meses deste ano. O comércio registrou queda pela primeira vez em seis meses, com -0,1%.

A indústria vem em processo de desaceleração e cresceu 1,2%, semelhante aos 1,1% de outubro. Os serviços ainda seguiam em alta, com avanço de 2,6%, mas sem recuperar as perdas pós-pandemia e já ameaçados pelo novo avanço da Covid-19.

Para os analistas, o mês sinalizou que a bolha de consumo criada pelo auxílio emergencial começou a perder força, quando o benefício já havia caído de R$ 600 para R$ 300. A taxa de desemprego de novembro ainda não foi divulgada, mas a taxa de outubro ficou em 14,3%, a maior para o período desde o início da pesquisa, em 2012.

A flexibilização no isolamento social, que permitiu a reabertura em tempo parcial de bares, restaurantes e hotéis vinham contribuindo para uma melhora. Mas novo repique nos casos, bem como o surgimento de uma variante mais contagiosa compromete o trânsito e o contato pessoal.

Para economistas, está cada vez mais claro que uma recuperação mais consistente da economia em 2021 vai depender de ações do governo e da distribuição de vacina para a população.

Folha de S. Paulo

Faturamento da agropecuária no RN cresce 25,11% em 2020

O RIO GRANDE DO NORTE ALCANÇOU UM VALOR BRUTO DE PRODUÇÃO DE R$ 1,903 BILHÃO. FOTO: ILUSTRAÇÃO

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 alcançou R$ 871,3 bilhões, tornando-se o maior da série histórica desde 1989. O crescimento real foi de 17%. O segundo melhor resultado ocorreu em 2015, com R$ 759,6 bilhões. Os dados já incluem as estatísticas de dezembro do ano passado. De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (15), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Rio Grande do Norte alcançou um Valor Bruto de Produção de R$ 1,903 bilhão, o que representa 0,2% do VPB nacional. É o quatro menor  valor entre os 27 estados.

No entanto, o faturamento do agronegócio potiguar em 2020 foi o maior da série histórica iniciada em 2011 (naquele ano o VBP alcançou 1,521 bilhão). Considerando esse valor, o faturamento do ano passado  cresceu 25,11%.  No RN, as lavouras com maior valor bruto da produção foram a cana-de-açúcar (689,9 milhões) e banana (385,8 milhões). A pecuária faturou R$ 287,3 milhões no ano passado.

No País, as lavouras tiveram faturamento de R$ 580,5 bilhões, alta de 22,2%, e a pecuária, de R$ 290,8 bilhões, incremento de 7,9%. De acordo com nota técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os produtos que mais contribuíram para o resultado foram o milho, com crescimento real de 26,2%, a soja, com 42,8%, a carne bovina, com 15,6%, e a carne suína, com 23,7%.

O faturamento da soja, do milho e da carne bovina foi de R$ 243,7 bilhões, R$ 99,5 bilhões e R$ 126,3 bilhões, respectivamente. Destaca-se ainda a contribuição positiva da produção de ovos em 2020. Segundo a pasta, as variáveis determinantes para os resultados estão relacionadas aos preços dos produtos no mercado interno, às exportações favoráveis para grãos e carnes e à produção da safra de 2020.

Produção

As primeiras estimativas para 2021 indicam crescimento do VBP de 10,1% (R$ 959 bilhões). Os principais destaques são arroz (17,3%), batata inglesa (22,1%), cacau (14,7%), mandioca (10,9%), milho (17,7%) e soja (24,4%). Há ainda boas expectativas para a pecuária, em especial bovinos, suínos, frangos e leite.

O ranking dos principais produtos em 2021 aponta para a soja, o milho, café e algodão, responsáveis por 82,6% do faturamento esperado para as lavouras.

Na pecuária, bovinos, frangos e leite devem liderar os resultados do VBP, com participação de 85,9% no faturamento.

A lista dos estados campeões na agropecuária deve permanecer com Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

VBP

O Valor Bruto da Produção Agropecuária mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil.

O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getulio Vargas. A periodicidade é mensal, com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Tribuna do Norte

Serviços: RN acumula segunda maior perda do Brasil de janeiro a novembro

TODAS AS UNIDADES DA FEDERAÇÃO APRESENTARAM RESULTADO NEGATIVO NESSA COMPARAÇÃO. FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY

Os resultados positivos nos serviços, desde agosto 2020, não impediram que o Rio Grande do Norte acumulasse queda de 16% no volume de serviços, entre janeiro e novembro de 2020, na comparação com o mesmo período em 2019. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.

Ao lado da Bahia (-16%), o estado potiguar teve a segunda maior redução no volume de serviços entre as unidades da federação no período. A perda acumulada na média do Brasil (- 8,3%) é menor.

Novembro x outubro

O Rio Grande do Norte cresceu 2,5% no volume de serviços em novembro de 2020 na comparação com o mês anterior. O percentual é semelhante à média do Brasil (2,6%). O crescimento potiguar é o nono maior entre as 19 unidades da federação com variação positiva no mês.

No RN, comércio varejista tem redução de 0,6% nas vendas em novembro

ESSES SÃO ALGUNS DOS RESULTADOS DA PESQUISA MENSAL DO COMÉRCIO (PMC), DE NOVEMBRO, DO IBGE. FOTO: ILUSTRAÇÃO/PIXABAY

O volume de vendas do comércio varejista potiguar teve uma redução de 0,6%, em novembro 2020, na comparação com outubro. Na região Nordeste, apenas Rio Grande do Norte e Paraíba (- 3,5%) tiveram resultados negativos no mês.

Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), de novembro, do IBGE. No total das unidades da federação, 14 cresceram e 13 retraíram-se. A média do volume de vendas no Brasil (- 0,1%) ficou praticamente estável.

No acumulado de 12 meses, o varejo do Rio Grande do Norte registra uma redução de 3,6%, a quarta maior do Brasil. Outras oito unidades da federação variaram negativamente nessa comparação.

Varejo ampliado

O varejo ampliado também teve uma redução de 0,6% no Rio Grande do Norte em novembro. Outros nove estados tiveram resultados negativos: Tocantins (- 5,7%) teve a maior queda, enquanto o Paraná (- 0,1%), a mais leve diminuição. A média do Brasil (0,6%) foi positiva. O varejo ampliado compreende o varejo acrescido das atividades de “veículos, motos, partes e peças” e “material de construção”.

Bolsonaro quer aumentar para R$ 3 mil valor da isenção do Imposto de Renda

MEDIDA SERIA VÁLIDA A PARTIR DO PRÓXIMA ANO. NA CAMPANHA, O PRESIDENTE HAVIA PROMETIDO ELEVAR O LIMITE DE ISENÇÃO PARA R$ 5 MIL. FOTO: RAFAELA FELICCIANO

Em live na noite dessa quinta-feira (14/1), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que quer aumentar para R$ 3 mil a faixa de isenção do Imposto de Renda no próximo ano.

Hoje, o limite de isenção é de R$ 1.903,98. Durante a campanha presidencial de 2018, Bolsonaro havia prometido elevar este valor para R$ 5 mil.

“Gostaríamos de passar pra R$ 5 mil. Não seria de uma vez, mas daria para até o final do mandato fazer isso. Não conseguimos por causa da pandemia. Nós nos endividamos em mais R$ 700 bi, não deu pra atender. Vamos ver se para o ano que vem pelo menos passe de R$ 2 mil para R$ 3 mil”, afirmou Bolsonaro.

No último dia 5, Bolsonaro disse a apoiadores que “o Brasil está quebrado” e ele não consegue fazer nada. O mandatário citou uma mudança estudada na tabela do Imposto de Renda.

“O Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela de Imposto de Renda. Tem esse vírus potencializado por essa mídia que nós temos aí. Essa mídia sem caráter que nós temos. É um trabalho incessante de tentar desgastar para retirar a gente daqui para voltar alguém para atender os interesses escusos da mídia”, disse ele na ocasião.

Paralisação dos caminhoneiros

Diante da ameaça de paralisação de caminhoneiros a partir de 1º de fevereiro, Bolsonaro anunciou que vai zerar a tarifa de importação de pneus. A isenção, segundo ele, será válida a partir da próxima semana.

“Na semana que vem deve estar zerada a tarifa de importação de pneus para os caminhoneiros, que passam dificuldades”, declarou. O chefe do Executivo também disse já ter conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, a esse respeito. A isenção da tarifa passa pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada à pasta de Guedes.

Metrópoles

Governo adianta parte da folha de janeiro e paga 13ª de 2018 à Segurança hoje

SERÃO R$ 240 MILHÕES DEPOSITADOS NA ECONOMIA POTIGUAR NESTA SEGUNDA QUINZENA DE JANEIRO. FOTO: ILUSTRAÇÃO

O Governo do Rio Grande do Norte deposita a primeira parcela do salário do mês de janeiro nesta sexta-feira (15). O adiantamento cumpre o acordo junto a representantes da classe dos trabalhadores, que se estenderá pelo resto do ano após promessa cumprida ao longo de 2020.

Serão R$ 240 milhões depositados na economia potiguar nesta segunda quinzena de janeiro. Recebem o salário integral os servidores cujo rendimento é de até R$ 4 mil (valor bruto), entre ativos, inativos e pensionistas, e toda a categoria da Segurança Pública. Também será adiantado 30% de quem recebe acima desse valor.

Ainda nesta sexta-feira, 15, será paga a integralidade do décimo terceiro salário para a categoria da Segurança Pública que recebe até R$ 3,5 mil. Os servidores das demais áreas, e que recebem até R$ 3.500,00 (líquido), recebem o “décimo” de 2018 no próximo dia 30. Isso correspondente ao pagamento de 54% do funcionalismo do Estado, totalizando aproximadamente R$ 90 milhões.

No próximo dia 30, o Governo do Estado também quita o salário de janeiro com o pagamento dos 70% restantes para quem recebe acima de R$ 4 mil e o salário integral para servidores lotados em pastas com recursos próprios, totalizando uma folha de mais de R$ 490 milhões.

“O Governo quitará a terceira das quatro folhas deixadas pela última gestão com responsabilidade, sem atrasar um único dia o salário dos trabalhadores ou prejudicar os serviços essenciais à população. E não só isso, mas também equilibrando as contas públicas do Estado”, ressaltou o secretário estadual de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire.

Exportações do RN em dezembro de 2020 cresceram 87,7% em relação a novembro

NA BALANÇA COMERCIAL, AS IMPORTAÇÕES CRESCERAM 7,4% E A CORRENTE DE COMÉRCIO FICOU 0,9% MAIOR EM RELAÇÃO A 2019. FOTO: ILUSTRAÇÃO

De acordo com pesquisa realizada pelo Centro Internacional de Negócios da FIERN, as exportações do RN em dezembro de 2020 cresceram 87,7% em relação a novembro e 72,7% em relação a  dezembro de 2019. Esse crescimento expressivo no mês se deu principalmente pela grande exportação de fuel oil (óleo combustível), seguido dos melões, melancias, sal e mangas como os produtos mais exportados respectivamente.

No acumulado do ano, as exportações ficaram 2,2% menores que as de 2019. Melões, fuel oil , melancias, sal e tecidos de algodão foram os produtos com maiores valores exportados em 2020 respectivamente, considerando apenas os produtos regulares da pauta.

Considerando o período de agosto a dezembro da safra 2020/21, as exportações de melões estão 1,6% menores em valor que no mesmo período da safra 2019/20 e 1,3% maior em tonelagem embarcada. Já as exportações de melancias cresceram 24,9% em relação à safra passada.

Na balança comercial, as importações cresceram 7,4% e a corrente de comércio ficou 0,9% maior em relação a 2019. Trigo, polímeros, equipamentos elétricos, coque de petróleo e estruturas de ferro fundido foram os itens  de maior valor importado respectivamente.