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Categoria: Economia

Marcelo Queiroz apresenta trabalho desenvolvido pelo Sistema Fecomércio RN ao novo prefeito de Mossoró

FOI APRESENTADO O ESTUDO DE VIABILIDADE PARA O LOCAL, REALIZADO PELA EQUIPE TÉCNICA DO SENAC TAMBÉM NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2020. FOTO: DIVULGAÇÃO

O presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, se reuniu nesta terça-feira (26), com o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, no Palácio da Resistência. Acompanhado do presidente do Sindilojas Mossoró, Michelson Frota; dos diretores Regionais do Sesc e do Senac, Fernando Virgilio e Raniery pimenta, respectivamente; o presidente apresentou o trabalho desenvolvido pelo Sistema no estado, mais especificamente em Mossoró, onde possui unidades do Sesc e do Senac.

“Atuamos há 40 anos em Mossoró com o Sesc e com o Senac, com um conjunto de ações que se ratificam como muito importantes para o desenvolvimento socioeconômico da cidade e mesmo do estado. 

Mostramos ao prefeito o nosso trabalho, nossos produtos e consultorias que podem ser desenvolvidos em parceria com o Poder Público. Enfim, deixamos à disposição do Executivo da cidade todo o nosso portfólio de cursos e nossa gama de serviços voltados aos empresários e comerciários do comércio de Bens, Serviços e Turismo”, afirmou Marcelo Queiroz.

O presidente do Sindilojas Mossoró, Michelson Frota, acrescentou que o Sindicato já apresentou projetos e reafirmou a parceira com a prefeitura.

Na ocasião, também foi apresentada a pesquisa sobre a “Percepção dos Mossoroenses sobre a Praça de Convivência da cidade”, realizada pelo Departamento de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DEES) da Fecomércio RN, em julho de 2020. Entre outros dados obtidos, 91,6% dos mossoroenses destacaram a importância do equipamento para Mossoró. A maioria da população (82,5%) também concordava que o local deveria ser revitalizado, e que isso poderia ser feito por meio de uma concessão (75%).

Além disso, foi apresentado o estudo de viabilidade para o local, realizado pela equipe técnica do Senac também no segundo semestre de 2020, que confirmou como viável o modelo de gestão da Praça de Convivência de Mossoró em concessão por condomínio. De acordo com o levantamento, o local tem capacidade para atender mais de 20 empreendimentos, de variados tipos, sendo economicamente rentável, com uma boa circulação estimada de receita.

O projeto foi elogiado pelo prefeito Allyson Bêzerra. “Gostei muito do que vi, é um excelente projeto e vamos nos debruçar nele. A ideia é trabalharmos em conjunto ”, garantiu. 

Outro projeto apresentado foi o DEL Turismo, parceria do Sistema Fecomércio com a Alemanha e que já foi implantado nos municípios de Tibau do Sul, Parnamirim e São Miguel do Gostoso. O coordenador do DEL, Marcelo Milito, explicou sobre a adoção do projeto por parte da prefeitura de Mossoró e os benefícios e resultados para a cadeia turística.

Para o prefeito, a cultura mossoroense pode ser abordada e explorada no projeto. “É uma excelente iniciativa, que vai ao encontro da valorização da nossa cultura e aos eixos do turismo que podemos explorar em todo o município”, comentou. 

Participaram ainda da reunião técnicos do Sistema Fecomércio; o vice-prefeito de Mossoró, João Fernandes de Melo Neto; o presidente da Câmara Municipal, Lawrence Amorim; o secretário de Infraestrutura, Meio ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos, Brenno Queiroga; e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo, Franklin Filgueira.

Com apoio do Proedi, nova indústria de beneficiamento de castanha gera 400 empregos em Mossoró

BEST NUTS COMEÇA A OPERAR EM MARÇO NAS INSTALAÇÕES ONDE FUNCIONOU A AFICEL. FOTO: ELISA ELSIE

O Proedi – Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN, aprimorado em 2019 pelo Governo do Estado, continua recuperando a indústria local. Na manhã desta quarta-feira (27), a governadora Fátima Bezerra recebeu a confirmação do início da produção, em março próximo, do beneficiamento de castanhas de caju pela Best Nuts, em Mossoró. A Best Nuts vai gerar inicialmente 400 empregos diretos e funcionar na antiga Aficel, fechada há seis anos.

“Em meio a esta forte crise sanitária temos a confirmação de que a Best Nuts inicia suas atividades em Mossoró. Digo, seguramente, que isso é resultado das ações do nosso governo e, especificamente da reformulação do antigo Proadi, que passamos a denominar Proedi. O Proedi incentiva a permanência e atração de indústrias para o Rio Grande do Norte e conteve o fluxo migratório de empresas do RN para outros estados. Isso significa mais empregos e mais cidadania para a população do estado”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.

A afirmação da governadora sobre a importância do Proedi foi reafirmada pelo diretor da Best Nuts, José Luiz: “Sem o Proedi, com certeza a nossa seria mais uma empresa a se instalar no Ceará”, declarou, acrescentando que a produção começa no início de março com 400 funcionários e em setembro deve chegar a 700.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, reforçou que o Proedi incentiva socioeconômico do estado. Além da Best Nuts em Mossoró, outra indústria de beneficiamento de castanha de caju voltará a operar nos próximos meses em São Paulo do Potengi, com apoio do Proedi. “Neste caso a empresa vai gerar inicialmente 150 empregos diretos”, ressaltou Jaime Calado acrescentando que a demanda por castanha estimula a cultura do cajueiro.

Ainda sobre a importância do Proedi, o deputado estadual Bernardo Amorim disse que a iniciativa da administração estadual em modernizar a legislação de incentivos fiscais à indústria, teve o seu apoio para aprovação na Assembleia Legislativa e se consolidou como “instrumento importante para levar desenvolvimento aos municípios localizados após a Reta Tabajara”.

Acompanhada também pelo vice-governador Antenor Roberto e pelos secretários adjunto da Sedec, Sílvio Torquato, e do Gabinete Civil, Socorro Batista, a governadora recebeu, além de José Luiz, os diretores da Best Nuts – José Pedro e Samuelson Pinto.

RN exporta 14% menos, mas registra saldo positivo de US$ 159,4 milhões na balança comercial de 2020

APESAR DE QUEDA DE 18,5%, FRUTAS FRESCAS SEGUEM NA LIDERANÇA DAS EXPORTAÇÕES DO ESTADO. IMPORTAÇÕES AUMENTARAM AO LONGO DO ANO. FOTO: REPRODUÇÃO/GLOBO RURAL

A balança comercial do Rio Grande do Norte encerrou 2020 com um saldo positivo – superávit de US$ 159,4 milhões. O montante é 42% menor que o de 2019, que foi de US$ 226,9 milhões, mas ficou acima dos saldos dos três anos anteriores. Em relação a 2019, somente as importações registraram alta. Os valores do saldo e das exportações foram menores que o período anterior.

O Rio Grande do Norte exportou um volume de US$ 339,9 milhões – uma redução de 13,9% em valores, na comparação com os resultados de 2019. A fruta fresca continua sendo o carro chefe das exportações potiguares e teve uma queda da ordem de 18,5% em doze meses, atingindo um total de US$ 95,2 milhões. Em 2019, as exportações da fruta somaram quase US$ 117 milhões.

Os dados foram divulgados pelo Sebrae e constam no Boletim de Comércio Exterior – um informativo anual que traz uma análise do comportamento das exportações e importações no estado, Nordeste e Brasil.

O segundo item mais vendido no mercado internacional foi o óleo combustível, cuja negociação chegou a US$ 58,6 milhões, seguido das melancias frescas, com volume de US$ 32,5 milhões, e, depois, o sal (US$ 28,5 milhões). Esses produtos tiveram como principais destinos os Estados Unidos, Cingapura e Holanda, que foram os três principais parceiros comerciais do Rio Grande do Norte em 2020 no que se refere à compra de mercadorias.

Os Estados Unidos representaram 18% de todas as exportações do Rio Grande do Norte. Um dos destaques é a entrada de Cingapura entre os principais parceiros internacionais do estado, já que o país comprou mais de US$ (FOB) 58 milhões exclusivamente de um único item, o óleo combustível, o que resultou em sua segunda colocação no ranking dos destinos de exportações potiguares no último ano.

Por outro lado, as importações anuais tiveram um crescimento em 2020 e registraram uma alta de 7,4% em relação a 2019, passando de US$ 167,9 milhões para US$ 180,3 milhões. Com isso, o Rio Grande do Norte teve o terceiro maior crescimento nas importações entre os estados nordestinos, ficando atrás apenas do Piauí e de Alagoas. Os três principais países de origem dos produtos importados pelo RN no último ano foram, respectivamente, a Argentina, os Estados Unidos e a China.

A alta nas importações foi puxada pela compra de trigo e misturas com centeio, que são importados principalmente da Argentina. Esse item somou um total de US$ 59,9 milhões da pauta importadora potiguar. O segundo item mais comprado no mercado internacional foi o coque de petróleo (US$ 4,2 milhões), seguido do polietileno (US$ 4,1 milhões).

G1RN

Pandemia impactou as finanças de oito em cada dez brasileiros apontam CNDL/SPC Brasil

DE ACORDO COM A PESQUISA, 78% AFIRMAM QUE A PANDEMIA EXERCEU IMPACTOS NA VIDA FINANCEIRA DA FAMÍLIA. FOTO: REPRODUÇÃO

De acordo com levantamento realizado em parceria com a Offer Wise Pesquisas, para 62% dos entrevistados, a situação econômica do país foi pior em 2020 do que em 2019 e 46% temem não serem capazes de pagar suas contas em 2021.

A Covid-19 abalou o mundo todo causando impactos não somente na área da saúde, mas também sociais e econômicos. Para os brasileiros, a pandemia afetou diretamente suas finanças, é o que mostra levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil em parceria com a Offer Wise Pesquisas. De acordo com pesquisa realizada em todas as capitais do país, para 62% dos entrevistados a situação econômica do país foi pior em 2020 do que em 2019, com uma diferença de 31 pontos percentuais em relação a 2019. No mesmo sentido, a situação financeira pessoal piorou para 45% dos entrevistados.

O motivo mais citado para a piora das finanças familiares é o fato de o salário/rendimento não ter aumentado na mesma proporção dos preços dos produtos/serviços (52%), seguido da redução da renda familiar (45%) e do desemprego do entrevistado ou de alguém da família (42%). 97% dos que tiveram piora nas finanças pessoais afirmam ter havido influência do cenário de pandemia, refletindo os impactos causados pela Covid-19 na vida financeira da maioria dos brasileiros.

Além disso, oito em cada dez entrevistados (81%) fizeram cortes no orçamento em 2020, principalmente para redirecionar o valor ao pagamento de contas básicas do dia a dia (53%), para conseguir guardar dinheiro (37%) e para o pagamento de contas em atraso (30%). Os consumidores fizeram cortes principalmente na compra de itens de calçado e vestuário (47%), refeições delivery e fora de casa (46%), e idas a bares e casas noturnas (39%).

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca que o aumento do desemprego causado pela pandemia contribuiu para a piora do cenário econômico do país. “O desemprego elevado é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo país agora em 2021, o que se agrava diante de um cenário de pandemia ainda não controlada, economia pouco aquecida, desentendimentos políticos e situação fiscal preocupante”, aponta Costa.

O desemprego também foi apontado pelo presidente da CDL Natal, José Lucena como causador da instabilidade econômica e um desafio a ser vencido. “Tivemos um 2020 bem difícil para saúde, economia e empregos no mundo. Aqui no Rio Grande do Norte não foi diferente. De acordo com dados do IBGE a taxa de desemprego era de 16,8%, com 243 mil pessoas desocupadas em novembro, e esses números impactaram no setor de comércio e serviço. Precisamos reverter esse quadro, e o empreendedorismo é uma alternativa. Muitas pessoas que não conseguem se recolocar no mercado de trabalho optam por abrir um negócio e isso é muito bom, pois o empreededorismo tem o potencial de geração de ocupação para si mesmo, como também postos de trabalho para a população”, destacou Lucena.

89% não conseguiram realizar pelo menos um dos projetos planejados para 2020

Quando perguntados sobre as experiências financeiras que vivenciaram ao longo de 2020, 37% afirmam que conseguiram pagar as contas em dia ao longo do ano. Apesar disso, 31% tiveram que abrir mão de produtos ou serviços que consumiam, 30% fizeram uso de alguma reserva financeira que possuíam e 27% ficaram desempregados. Com relação aos projetos para 2020 que envolviam planejamento financeiro, 60% afirmam que conseguiram alcançar pelo menos um dos objetivos traçado. Os mais citados foram o pagamento de dívidas atrasadas (18%), a realização de algum tratamento médico (17%) e a formação de uma reserva financeira (13%).

Apesar disso, 89% não conseguiram realizar todos os projetos planejados para o último ano, deixando de atingir principalmente a reforma ou compra de uma casa (24%), a contribuição para a reserva financeira (23%) e a realização de uma grande viagem (23%). Os principais empecilhos para concluir tais projetos foram o aumento dos preços (50%), o fato de possuir pouco dinheiro 40%) e a situação de desemprego, seja do próprio entrevistado ou de algum familiar (30%).

De acordo com a pesquisa, 78% afirmam que a pandemia exerceu impactos na vida financeira da família, e com isto 49% passaram a evitar a compra de itens de vestuário sem necessidade, 44% cortaram ou diminuíram os gastos com lazer, 40% passaram a fazer mais pesquisa de preço e 38% reduziram as refeições delivery e/ou fora de casa.

ACREDITE SE QUISER: Petrobras anuncia novo aumento da gasolina a partir desta quarta-feira

O PREÇO MÉDIO DE DIESEL, POR SUA VEZ, PASSARÁ A SER DE R$ 2,12 POR LITRO, REFLETINDO UMA AUMENTO MÉDIO DE R$ 0,09 POR LITRO. FOTO: GETTY

A Petrobras confirmou o aumento da gasolina em suas refinarias a partir da quarta-feira, 27, informando que o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,08 por litro, refletindo aumento médio de R$ 0,10 por litro no preço de venda.

O preço médio de diesel, por sua vez, passará a ser de R$ 2,12 por litro, refletindo uma aumento médio de R$ 0,09 por litro.

“Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, disse a companhia.

A estatal ressalta que aos preços da gasolina e do diesel vendidos na bomba dos postos revendedores são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos próprios postos revendedores de combustíveis.

“Segundo dados do Global Petrol Prices (www.globalpetrolprices.com), em 18/01/2021, o preço médio ao consumidor de gasolina no Brasil era o 56º mais barato dentre 166 pesquisados, estando 17,8% abaixo da média de US$ 1,05 por litro. Já o preço médio de diesel ao consumidor no Brasil era o 42º mais barato dentre 165 pesquisados, estando 26,7% abaixo da média de US$ 0,95 por litro”, informou a Petrobras.

Leia Já

Mais de 20 mil novos negócios foram criados no RN durante a pandemia

AO LONGO DE 2019, AS FORMALIZAÇÕES NO RIO GRANDE DO NORTE TOTALIZARAM 19,4 MIL NEGÓCIOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO/SENAC

Muitos pensadores costumam afirmar que, durante uma crise, aparecem infinitas possibilidades e problemas que precisam de soluções. O ano de 2020 obrigou essa máxima se tornar verdadeira para muitos empreendedores do Rio Grande do Norte.

Durante um dos anos mais complicados da história moderna recente, os potiguares responderam ao cenário global de retração e temor empreendendo. O Estado registrou um acréscimo de 20.688 novas empresas abertas somente na categoria de Microempreendedor Individual (MEI), mesmo em plena pandemia.

Os dados são da Receita Federal e comprovam que esse volume de novos negócios criados supera em mais de 17% o mesmo quantitativo de empresas abertas até dezembro de 2019, quando não foi verificado nenhum fenômeno atípico no mercado ou na economia, passando de 120,7 mil para 141,4 mil empresas registradas na categoria jurídica do MEI de um ano para o outro. Ao longo de 2019, as formalizações no Rio Grande do Norte totalizaram 19,4 mil negócios.

O gerente do Escritório Metropolitano do Sebrae no Rio Grande do Norte, Thales Medeiros, explica o que está por trás desses números. “As pesquisas GEM (Global Entrepreneurship Monitor) sempre indicaram que os dois maiores sonhos dos brasileiros eram ter uma casa própria e o próprio negócio. Oscilava a cada ano o que aparecia em primeiro lugar, no entanto, sempre eram esses dois os maiores sonhos”, lembra.

Mas, na visão do gerente do Sebrae-RN, a questão se tornou mais urgente quando começou a onda de desemprego, que ameaçou a renda das famílias. “Sempre que há perda de postos de trabalho, há um movimento natural de as pessoas empreenderem por necessidade para compensar essa perda do emprego”. Segundo Thales, o ambiente para a formalização está mais propício. “Em menos de uma hora, é possível abrir uma empresa como MEI e ter seu CNPJ sem muita burocracia. Isso favorece muito a formalização”, informa.

Thales Medeiros reconhece, porém, que houve muitos empreendedores potiguares que viram oportunidades na crise e conseguiram entregar soluções para questões impostas pela pandemia, desde o sistema de entrega às lojas virtuais. “Muitos empreendedores que já tinham negócios tiveram de se adaptar e outros abriram um, justamente para atender as demandas causadas pelo isolamento social”, lembra.

Mas a recomendação para os dois tipos de público é a mesma: planejamento. É preciso organizar a empresa, as finanças, estabelecendo metas e focando no público alvo. “O início do ano é uma época propícia para elaborar um plano de negócio e o Sebrae tem as ferramentas e pessoas que podem ajudar. Assim, o empreendedor consegue deixar o negócio mais competitivo e pronto para os desafios do mercado”, conclui o analista técnico do Sebrae.

Com informações do Agora RN

Governo federal aprova auxílio emergencial para 196 mil pessoas

PAGAMENTO SERÁ NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA PARA QUEM FEZ CONTESTAÇÃO. FOTO: DIVULGAÇÃO

O governo federal vai pagar, na próxima quinta-feira (28), mais de R$ 248 milhões de auxílio emergencial para 196 mil pessoas. A portaria do Ministério da Cidadania foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União, após análise das contestações e revisões decorrentes de atualizações de dados governamentais.

O grupo de beneficiários inclui cerca de 191 mil pessoas que contestaram a suspensão do benefício no site da Dataprev, entre 7 e 16 de novembro e entre 13 e 31 de dezembro de 2020, além de 5 mil pessoas que tiveram os pagamentos reavaliados em janeiro de 2021. Elas receberão de uma só vez todas as parcelas a que têm direito.

De acordo com o ministério, entre as 196 mil pessoas, há 8,3 mil que receberão a segunda, a terceira, a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Outras 40,9 mil pessoas receberão as três últimas parcelas. Uma terceira faixa, de quase 68,1 mil cidadãos, receberá a quarta e a quinta parcelas. Por último, 78,3 mil vão embolsar somente a quinta parcela.

Os recursos serão depositados na poupança social digital da Caixa e já estarão disponíveis no dia 28, tanto para movimentação por meio do aplicativo Caixa Tem, quanto para saques e transferências para outros bancos.

Agência Brasil

Natal amarga a gasolina mais cara entre as capitais do Nordeste, segundo ANP

PRESIDENTE DO SINDIPOSTOS-RN ATRIBUIU A DIFERENÇA NO PREÇO PARA ESTADOS VIZINHOS À LOGÍSTICA DE TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEIS. FOTO: DIVULGAÇÃO

Mesmo antes do último reajuste, registrado na semana passada, Natal já possuía a gasolina comum mais cara entre as nove capitais da região Nordeste. Com os últimos aumentos, essa liderança pode ficar ainda maior nos próximos dias, distanciando a capital potiguar das demais cidades.

De acordo com pesquisa da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a capital potiguar encerrou a semana passada (entre 17 e 23 de janeiro de 2021) com um preço médio nas bombas de R$ 4,794 por litro do produto para o consumidor final. A pesquisa da ANP é realizada ao longo da semana. A agência visita diversos postos das cidade e faz uma média dos valores cobrados. Em Natal, 26 postos foram visitados de segunda a sexta. O maior valor encontrado foi R$ 4,89 e o menor, R$ 4,55.

Os valores, porém, estão defasados. No fim da semana, a maioria dos postos da cidade elevou o preço do combustível para R$ 5,19 – ou seja, 30 centavos a mais do valor que era praticado. Este aumento, consequência do reajuste feito pela Petrobras nas refinarias, não chegou a ser captado pela ANP e só deve aparecer na pesquisa da semana que vem.

Segundo o levantamento realizado em postos de todas as capitais, a gasolina mais barata do Nordeste está em São Luís (MA), onde era cobrado um preço médio de R$ 4,563 por litro na semana passada.

Em João Pessoa (PB), que fica a 160 quilômetros de Natal e é a capital de Estado mais próxima do RN, o preço médio é de R$ 4,674 (em média, 12 centavos mais barato que em Natal, segundo os valores registrados até sexta).

De acordo com o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, o fato de Natal ter a gasolina mais cara do Nordeste não tem relação com os impostos cobrados pelo Governo do Estado.

“As alíquotas de ICMS que incidem sobre os combustíveis no RN são iguais às cobradas nos demais estados do NE (Nordeste). Portanto, não é a tributação estadual que justifica essa discrepância”, afirmou, em publicação no Twitter.

O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Rio Grande do Norte (Sindipostos/RN), que representa postos de combustíveis, não costuma comentar aumentos de preços. No entanto, em entrevistas, o presidente da entidade, Antônio Sales, já atribuiu a diferença no preço para estados vizinhos à logística de transporte de combustíveis.

Preço médio da gasolina comum nas capitais do Nordeste, por litro

  • Natal (RN): R$ 4,794
  • Teresina (PI): R$ 4,790
  • Maceió (AL): R$ 4,764
  • Fortaleza (CE): R$ 4,735
  • João Pessoa (PB): R$ 4,674
  • Aracaju (SE): R$ 4,653
  • Salvador (BA): R$ 4,632
  • Recife (PE): R$ 4,625
  • São Luís (MA): R$ 4,563

Com informações do Agora RN