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Categoria: Economia

RN possui um dos melhores ambientes de investimento em gás natural do Brasil, mostra ranking da Abrace

MARCELO ROSADO. FOTO: DIVULGAÇÃO

O Rio Grande do Norte aparece entre os estados com melhor mercado livre de gás natural do Brasil no ranking da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia (Abrace). Após a sanção da Lei Estadual nº 371/2021, a Lei do Gás, que regulamenta e abre o mercado de gás natural no estado para outros fornecedores, além da Companhia Potiguar de Gás (Potigás), o estado aparece em 2º lugar da lista da Abrace.

A legislação, de autoria do Governo do RN, foi aprovada à unanimidade pela Assembleia Legislativa do estado e contou com a colaboração da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) em sua elaboração. 

A nova lei do gás representa um marco para o setor de gás canalizado no estado, promovendo a efetiva abertura do mercado e permitindo que consumidores que atendam aos requisitos estabelecidos contratem diretamente dos fornecedores por livre negociação.

O presidente da FIERN, Amaro Sales de Araújo, ressalta o papel da Lei do Gás para a boa colocação do estado no ranking da Abrace. “Essa é uma lei de muita importância para o estado porque estabelece uma política que vai permitir que o Rio Grande do Norte atravesse esse momento tão difícil da economia, possibilitando que os investimentos no setor petrolífero voltem a crescer em nosso Estado, gerando emprego e renda para o povo potiguar”, aponta.

“Essa legislação permite mais mobilidade para que as empresas que estão chegando possam otimizar seus recursos e meios de produção no RN”, afirma o presidente da FIERN.

O diretor do MAIS RN, núcleo de pensamento e planejamento contínuo da FIERN, e representante da Federação no Fórum Potiguar do Petróleo e Gás, Marcelo Rosado, destaca que a colocação no ranking é “uma conquista muito importante”. “Esse reconhecimento dado pela Abrace mostra o cenário favorável ocasionado pela nova lei do gás”, comenta.

“Ainda assim, a FIERN e o Fórum de Petróleo e Gás entendem que outras agendas precisam avançar para que o cenário seja ainda melhor. Outros fatores precisam ser levados em conta para alavancar o Rio Grande do Norte como protagonista em investimentos, como a infraestrutura, a legislação ambiental e a segurança pública”, pondera Rosado.

Já o coordenador do MAIS RN, José Bezerra Marinho, conta que o estado estava “no fim da fila” para investimentos no setor. “O fato de estarmos ranqueados como 2º melhor ambiente de investimento em gás natural do país evidencia o dever que nós temos de oferecer um mercado competitivo para esses investimentos, tanto pela arrecadação de tributos que esse setor pode proporcionar como pela geração de emprego e formação de pessoas”, afirma.

Ranking da Abrace

O Ranking Regulatório é um produto da Abrace com a finalidade de avaliar as regulações estaduais vigentes em cada estado no que concerne à abertura do mercado de gás natural. O estudo verifica aspectos regulatórios que facilitam ou têm potencial de impedir a migração do consumidor para o ambiente livre de contratação do gás, tendo em vista que a regulação é variável a depender do estado brasileiro em questão.

Nesse sentido, a Associação analisa diversos itens agrupados em 5 grupos de avaliação: comercialização; penalidades; Tarifa de Uso dos Sistemas Elétricos de Distribuição (TUSD); TUSD-E e facilidade de migração. O objetivo é identificar suas características e tentar mensurar, por meio da atribuição de uma pontuação, o grau de facilidade no ingresso do consumidor no mercado livre de gás. Quanto maior a pontuação, que vai de zero a 100, mais favorável à abertura do mercado é a regulação daquele estado.

Atualmente, o Rio Grande do Norte (64 pontos) está atrás apenas da Bahia (67 pontos), que, apesar da melhor colocação no ranking, tem o mercado regulamentado por um decreto estadual. 

Sobre essa diferença, o diretor do MAIS RN explica que a Lei Estadual gera mais segurança aos investidores em comparação ao decreto. “No momento de fazer um investimento, a Lei é um chamativo pela estabilidade da regulamentação. Ela independe de mudanças de governos e já é fruto dos debates sobre esse tema. Isso gera confiança ao investidor”, destaca Marcelo Rosado.

Essa visão é reforçada pelo coordenador do MAIS RN. “O Rio Grande do Norte tem mais segurança. Ocupamos esse 2º lugar porque a regulação da Bahia é ainda melhor, mas é em forma de decreto, que um novo governo pode simplesmente abolir”, explica. “Nós temos uma lei estadual. Por isso, à rigor, o RN é o 1º lugar do Brasil”, completa Marinho.

Atuação da FIERN pela Nova Lei do Gás

Ainda em 2019, a FIERN sediou o lançamento do Fórum Potiguar de Petróleo e Gás, do qual também participa, junto ao SEBRAE, Governo do Estado, universidades, instituto federais de ensino, bancos públicos e privados e empresas do setor. O Fórum foi criado para debater e avançar com agendas para o desenvolvimento desse setor no estado.

Em fevereiro de 2022, o presidente da Federação, Amaro Sales, foi recebido pelo presidente da ALRN, deputado Ezequiel Ferreira de Souza, para entregar as sugestões do setor produtivo para emendas ao projeto da Lei do Gás.

Já em abril, a FIERN participou da audiência pública sobre a nova lei, representada pelo coordenador do MAIS RN, José Bezerra Marinho. Promovido pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Socioeconômico, Meio Ambiente e Turismo da ALRN, o encontro reuniu representantes dos Poderes Legislativo e Executivo do estado, do Ministério de Minas e Energia, além de entidades e associações do setor.

Em junho, os deputados que integram o colegiado destacaram a participação da FIERN na discussão e aperfeiçoamento do projeto, que regulamenta, no âmbito estadual, o Marco Legal do Gás, que entrou em vigor no país em abril de 2021.

Última parcela de agosto do Auxílio Brasil é paga hoje

REAL MOEDA BRASILEIRA. FOTO- MECRELLO CARSAL

A Caixa Econômica Federal conclui o pagamento da parcela de agosto do Auxílio Brasil. Recebem hoje (22) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 0.

Essa é a primeira parcela com o valor mínimo de R$ 600. Conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional, o novo valor valor vigorará até dezembro.

A emenda constitucional também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de beneficiários atendidos pelo programa subiu para 20,2 milhões neste mês.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava nos dez últimos dias úteis do mês. No entanto, portaria editada no início de agosto antecipou o pagamento da parcela deste mês para o período de 9 a 22.

AGÊNCIA BRASIL

Inadimplência atinge 63,3 milhões de brasileiros, maior nível em oito anos

FOTO-ILUSTRATIVA

Quatro em cada dez brasileiros adultos (39,2%) estavam negativados em julho de 2022. O percentual, equivalente a 63,3 milhões de pessoas, é o maior dos últimos oito anos. No mês, o volume de consumidores com contas atrasadas cresceu 8,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, mostram CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

Conforme os dados, cada consumidor negativado deve, em média, R$ 3.638,22. Considerando todas essas dívidas, cada inadimplente devia, em média, para 1,9 empresas credoras. Segundo o estudo, um terço dos consumidores (34,5%) tinham dívidas de até R$ 500, percentual que chega a 49,3% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, a expectativa é de que o cenário de crescimento da inadimplência se mantenha. “Apesar da retomada do mercado de trabalho ter sido maior que o esperado, não há previsão de diminuição da inflação ou melhoria nas previsões de crescimento da economia do país. […] O número de inadimplentes está alto e, infelizmente, a expectativa é que não paremos por aí”, afirma ele.

O crescimento do indicador anual de inadimplência se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 91 dias a 1 ano (36,2%). Conforme os dados, o número de devedores com participação mais expressiva no Brasil está na faixa etária de 30 a 39 anos (24%), e segue bem distribuída entre os sexos: 50,8% de mulheres e 49,2% de homens.

R7

Redução no preço da gasolina ocorre cinco dias depois de anuncio da Petrobras. Em Natal o combustível está sendo vendido abaixo de R$ 5

FOTO-CEDIDA

(Da redação do BLOG do FM) – Cinco dias depois que a Petrobras anunciou redução de 18 cenatvos no preço da gasolina, hoje em Natal alguns revendedoras já tinham atualizado suas tabelas. Em alguns postos o litro do combustível é possível encontra por menos de R$5,00.

O anuncio da queda nos valores foi feito na última segunda-feira (15), mas redução não chegou com a mesma velocidade dos reajustes para cima, quando a estatal autoriza aumentos.

A redução dos combustíveis vem sortindo efeito também, em função da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) adotada pelos estados depois que foi sancionado o projeto que cria um teto para o imposto sobre itens como diesel, gasolina, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Pelo texto, esses itens passam a ser classificados como essenciais e indispensáveis, o que impede que os estados cobrem taxa superior à alíquota geral que varia de 17% a 18%, dependendo da localidade. Até então, os combustíveis e outros bens que o projeto beneficia eram considerados supérfluos e pagavam, em alguns estados, até 30% de ICMS.

BNDES vai liberar R$ 22 bilhões em empréstimo para MEIs, micro e pequenas empresas

FOTO: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) reabrirá na segunda-feira (22) a nova fase do PEAC (Programa Emergencial de Acesso a Crédito) com garantia do FGI (fundo garantidor de investimentos). O programa, que vigorou durante a pandemia de Covid-19, passa a incluir nesta rodada os MEIs (microempreendedores individuais) e os microempresários, que poderão receber empréstimo na modalidade.

Segundo o banco, a perspectiva é viabilizar R$ 22 bilhões para o segmento em 16 meses. O novo programa terá vigência até dezembro de 2023 e deverá ser destinado a investimento ou capital de giro, de valor entre R$ 1.000 e R$ 10 milhões. O prazo de pagamento é de até 60 meses, com carência entre 6 e 12 meses. A cobertura estabelecida pelo programa é de 80% do valor do contrato.

Até o momento, 40 instituições financeiras já se habilitaram para operar com a linha. Para operarem o programa, os bancos deverão limitar a taxa de juros média de suas carteiras a 1,75% ao mês.

“A ideia de priorizar fundos garantidores para MEIs e MPMEs estimula o mercado financeiro brasileiro a operar com este segmento. Ao conceder garantias para quem fatura até R$ 300 milhões ao ano, o FGI PEAC aumenta o apetite dos bancos a conceder crédito com condições mais favoráveis aos clientes”, afirma a instituição em nota.

Condições

• Novo FGI PEAC terá vigência até dezembro de 2023
• Programa vai focar operações de R$ 1.000 a R$ 10 milhões
• Pela primeira vez, vai incluir MEI (microempreendedor individual) e microempresas
• Bancos deverão limitar a taxa de juros média de suas carteiras a 1,75% ao mês
• Perspectiva é viabilizar R$ 22 bilhões
• Prazo de pagamento é de até 60 meses
• Carência será entre 6 e 12 meses
• Cobertura é de 80% do valor do contrato

Pronampe

O governo federal também lançou nova rodada do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), em julho, com expectativa de crédito de até R$ 50 bilhões a micro e pequenos empreendedores. O programa também incluiu os microempreendedores individuais.

O prazo total da operação de crédito é de 48 meses, sendo 11 de carência e 37 parcelas de amortização, com taxa de juros Selic acrescida de 6% ao ano. O valor máximo da operação é de R$ 150 mil por empresa, limite que não considera o que foi contratado em anos anteriores.

O dinheiro pode ser usado na aquisição de equipamentos, na realização de reformas, ou para pagar despesas operacionais, como salário dos funcionários e contas, e comprar mercadorias. É proibido empregar os recursos na distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.

Informações sobre o FGI PEAC estão disponíveis no site do BNDES

R7

Número de estabelecimentos comerciais cai 26% no RN entre 2011 a 2020

FOTO: CANINDÉ SOARES/FACEBOOK

As unidades locais com receita de revenda potiguares (lojas, filiais, locais de venda etc) diminuíram, aproximadamente, 26% de 2011 a 2020: o número passou de 20,9 para 15,5 mil estabelecimentos no período.

O comércio varejista teve uma redução de 31% no número de unidades (de 17.583 para 12.133), e o comércio de veículos, peças e motocicletas perdeu 20% de seus estabelecimentos (de 1.985 para 1.575). Apenas o número de unidades de comércio por atacado cresceu no período, com um aumento de 34% (de 1.307 para 1.753).

Os dados são da Pesquisa Anual de Comércio (PAC) 2020, divulgada no dia 17 de agosto pelo IBGE. A PAC tem o objetivo de retratar características estruturais do comércio ao longo do tempo.

Número de pessoas ocupadas no comércio decresce 8% entre 2011 e 2020

O número de pessoas ocupadas no comércio potiguar decresceu 8% entre 2011 e 2020, caindo de 121 mil para 111 mil. No mesmo período, o número de pessoas ocupadas no comércio no Brasil e no Nordeste aumentaram, respectivamente, em 2% e 2,8%.

No RN, dos três segmentos do comércio analisados pela pesquisa, o atacado foi o único que teve crescimento no número de pessoas ocupadas, 14%. No varejo, houve decréscimo de 11%, e no comércio de veículos, peças e motocicletas, houve queda de 13%, de 2011 a 2020.

Participação do RN no comércio do Nordeste fica em 6,3%

O comércio do Rio Grande do Norte correspondeu a 6,3% da receita bruta de revenda do Nordeste em 2020. Em 2011, a participação potiguar era de 6,6%. A receita bruta corresponde à receita proveniente da atividade comercial exercida por uma empresa, sem dedução dos impostos e contribuições (ICMS, IPI, ISS, PIS/PASEP, COFINS, Simples Nacional etc.); e das vendas canceladas, abatimentos e descontos incondicionais relativos à comercialização de mercadorias.

Os estados com maior participação no comércio do Nordeste são: Bahia (26,5%) com R$ 184,5 bilhões em receita bruta de revenda; Pernambuco (20,4%) com R$ 141,8 bilhões; Ceará (15,0%) com R$ 104,6 bilhões; e Maranhão (10,1%) com R$ 70,7 bilhões.

No total, o comércio da região Nordeste obteve uma receita bruta de revenda de R$ 696,2 bilhões em 2020, o que representa 14,73% do comércio brasileiro. A receita bruta de revenda é o total das receitas que têm origem na atividade comercial da empresa sem descontos (tributários, de vendas canceladas e abatimentos incondicionais por exemplo).

Contratações de consignado no Auxílio Brasil devem começar em setembro

PROGRAMA AUXÍLIO BRASIL-FOTO-MARCELO CASAL-AGÊNCIA BRASIL

O ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, disse hoje (17) que as contratações de crédito consignado por beneficiários do Auxílio Brasil devem começar até o início de setembro. Após a edição do decreto que regulamentou a concessão desse empréstimo, o Ministério da Cidadania trabalha em normas complementares para o início das operações.

“Já temos quase 17 instituições financeiras homologadas pelo Ministério da Cidadania aptas à concessão do empréstimo consignado. É um número que mostra o interesse do mercado em estar disponibilizando o crédito para essa população”, disse, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

O crédito consignado é aquele concedido pelas instituições financeiras com desconto automático das parcelas em folha de pagamento do salário ou benefício. Os beneficiários do Auxílio Brasil poderão fazer empréstimos de até 40% do valor do benefício e autorizar a União a descontar o valor da parcela dos repasses mensais.

O programa social tem valor mínimo de R$ 400, mas de agosto a dezembro deste ano o benefício será de R$ 600.

Agência Brasil

Em 10 anos, produção de energia eólica cresce 1.700% no RN

FOTO: DIVULGAÇÃO

Em 10 anos, a produção de energia eólica cresceu 1.702% no Rio Grande do Norte, segundo os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O estado saiu de 375,15 MW de capacidade de produção em 2012 para 6.762 MW em 2022, ou 6,7 GW.

Naquele ano, o estado tinha 12 parques eólicos funcionando, com 248 turbinas em operação. Uma década depois, já são 220 parques espalhados pelo estado, com 2.696 torres. A previsão de especialistas, é de um novo cenário na próxima década, com a operação de parques eólicos em alto-mar.

Os dados foram levantados pelo g1 dentro da página especial dos 10 anos do portal no Rio Grande do Norte.

Atualmente, a energia gerada pela força dos ventos representa 90,5% da produção de energia no estado, considerando-se as demais matrizes energéticas, como energia solar, hidrelétrica e biomassa. O RN é o maior produtor de energia eólica do país.

O estado estava entrando no mercado de produção de energia eólica em 2012. Após o primeiro leilão, realizado pelo governo federal três anos antes, em 2009, os primeiros parques eólicos contratados pelo mercado regulado pelo governo começavam a operar naquele ano.

O presidente do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (Cerne), Darlan Santos, trabalhava na equipe da Petrobras que instalou quatro parques eólicos em 2012 no estado. Uma década depois, ele lembra alguns dos entraves que o setor enfrentava no início.

“Como esse mercado estava iniciando no Brasil, uma dificuldade era a mão de obra. Era muito difícil encontrar mão de obra especializada para trabalhar na implantação desses parques e no desenvolvimento dos projetos. Era muito comum chegar a um canteiro de obras e encontrar profissionais de outros países. Era difícil encontrar as próprias máquinas, não tinha muitos fabricantes no Brasil. Outra dificuldade era encontrar fornecedores para a cadeia produtiva, para compra de concreto, aço, a logística de transporte. Tudo estava de desenvolvendo”, afirma.

G1RN