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Categoria: Economia

Gás de cozinha sofre reajuste e deve custar R$ 120 no RN

FOTO: DIVULGAÇÃO

O preço do gás de cozinha sofreu um reajuste de cerca de R$ 5 no Rio Grande do Norte. Com o aumento, o preço do botijão de 13 kg deve custar até R$ 120, em média, no estado. A mudança foi confirmada pelo presidente do Sindicato dos Revendedores Autorizados de Gás Liquefeito de Petróleo (Singás-RN), Francisco Correia.

De acordo com ele, o aumento ocorre, nesta quarta-feira (07), em virtude do dissídio coletivo dos trabalhadores do setor. Segundo o líder, o dissídio ocorre sempre no mês de setembro.

“Esse aumento será em todo o Rio Grande do Norte e é referente ao dissídio coletivo mais a inflação dos últimos 12 meses”, explicou Francisco.

No início do ano, o preço médio do gás de cozinha chegou a ficar em R$ 130. Um ano atrás, o custa era de R$ 107.

Gás de cozinha sofre reajuste e botijão deve custar em média R$ 120 no RN, diz sindicato

BOTIJÃO DE GÁS VAI AUMENTAR NO RN — FOTO: GOVERNO DO CEARÁ/ DIVULGAÇÃO

O gás de cozinha (GLP) vai sofrer um novo aumento nas distribuidoras a partir desta quarta-feira (7) e deve aumentar em cerca de R$ 5 a R$ 6 o preço do botijão no Rio Grande do Norte.

O aumento acontece por conta do dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, que tradicionalmente ocorre no mês de setembro.

“As distribuidoras estão fazendo um repasse ao dissídio coletivo. É um reajuste que elas fazem em setembro. Vai ter um aumento próximo de R$ 5 a R$ 6 em setembro”, explicou Francisco Correia, presidente do Singás-RN.

Há um ano, o preço do gás de cozinha atingia no RN o valor de R$ 107 e chegou a ser de R$ 130, em média, no início de 2022, mas sofreu uma redução há cerca de dois meses, segundo o Singás-RN. Em dezembro de 2020, o valor era de R$ 82 em média.

O reajuste também vai atingir outros estados, como Paraíba e Bahia.

Preços dos alimentos recuam em Natal; Veja os itens que mais reduziram o valor

FOTO: DIVULGAÇÃO

Depois de muitos meses de inflação crescente, o preço da cesta básica em Natal caiu 1,16% com relação a julho, segundo apontou o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre julho e agosto, as reduções mais expressivas ocorreram em Recife (-3,00%), Fortaleza (-2,26%), Belo Horizonte (-2,13%) e Brasília (-2,08%).

Na realidade, em quase todos as capitais houve redução no preço da cesta básica. A única exceção foi em Bele, que teve alta de 0,27%. No ranking dos menores preços, a capital potiguar ocupou a 4a posição entre as 17 capitais pesquisadas pelo DIEESE, atingindo o valor de R$ 580,74.

Quando comparado com agosto de 2021, a cesta teve elevação de 14,31%. Na variação acumulada ao longo do ano, o aumento foi de 9,67%. Em agosto, entre os 12 produtos que compõem a cesta básica, seis tiveram aumento nos preços médios na comparação com o mês anterior: banana (9,76%), leite integral (6,36%), manteiga (3,42%), açúcar refinado (1,69%), pão francês (1,62%) e farinha de mandioca (1,36%).

Outros seis itens apresentaram redução: tomate (-22,14%), óleo de soja (-7,55%), feijão carioca (-1,25%), carne bovina de primeira (-0,76%), arroz agulhinha (-0,40%) e café em pó (-0,10%).

No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em dez dos doze produtos da cesta: leite integral (61,22%), café em pó (44,71%), banana (27,38%), feijão carioca (25,94%), açúcar refinado (24,68%), farinha de mandioca (22,63%), pão francês (17,63%), manteiga (17,02%), óleo de soja (16,36%) e carne bovina de primeira (6,55%).

Apenas o tomate (-9,39%) e o arroz agulhinha (-7,93%) acumularam taxas negativas. Em agosto, o trabalhador de Natal, remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.212,00, precisou trabalhar 105 horas e 25 minutos para adquirir a cesta básica. Em julho de 2022, o tempo de trabalho necessário foi de 106 horas e 40 minutos; e, em agosto de 2021, de 101 horas e 37 minutos.

Considerando o salário mínimo líquido, em agosto de 2022, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o trabalhador natalense precisou comprometer 51,80% da remuneração para adquirir os produtos da cesta básica, que é suficiente para alimentar um adulto durante um mês. Em julho de 2022, o percentual foi de 52,41%; e, em agosto de 2021, ficou em 49,78%.

Portal 96 FM

Endividamento das famílias sobe em agosto, diz CNC

(FOTO: AGÊNCIA BRASIL/REPRODUÇÃO)

A proporção de famílias brasileiras endividadas cresceu em 1 ponto porcentual (p.p.) na passagem de julho para agosto, para 79%, informou nesta segunda-feira, 5, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao divulgar a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). Na comparação com agosto de 2021, a proporção de famílias endividadas cresceu 6,1 p.p.

A inadimplência, medida pela proporção de famílias que relataram ter dívidas em atraso, ficou em 29,6% do total de entrevistados, alta de 0,6 ponto ante julho. Já a proporção de entrevistados que informou que não terão condições de pagar as dívidas em atraso, um sinal de permanência na inadimplência, ficou em 10,8%, 0,1 ponto acima do registrado em julho.

“A alta do volume de famílias com contas atrasadas deu-se nas duas faixas de renda pesquisadas, mas foi maior entre as famílias de menor renda, o que mostra os desafios que esses consumidores seguem enfrentando na gestão mensal de seus orçamentos”, diz a nota divulgada pela CNC.

No caso da proporção de endividados – que considera qualquer tipo de dívida, incluindo o uso de cartão de crédito, mesmo que pago em dia -, o crescimento de agosto se deu no mesmo ritmo entre os mais pobres e os mais ricos.

“A melhora do mercado de trabalho e as políticas de transferência de renda mais robustas têm favorecido a renda das famílias nas faixas mais baixas, mas a inflação ainda elevada desafia o poder de compra desses consumidores”, diz a CNC.

A Peic de agosto também identificou um aumento do uso dos carnês e cartões de parcelamento no varejo, em detrimento de instrumentos puramente financeiros. Entre as famílias endividadas, 19,4% recorreram a carnês e cartões de lojas do varejo, aumento de 0,5 p.p. ante julho. O cartão de crédito segue como principal modalidade de endividamento, com 85,3% em agosto, mesma proporção de julho, mas 3,5 p.p. abaixo do registrado em abril, desde quando vem caindo.

Com Estadão.

EXEMPLO: Posto de combustíveis em Candelária desponta em Natal com gasolina abaixo de 5 reais

FOTO: DIVULGAÇÃO

O mais recente reajuste da Petrobras nos preços da gasolina teve reflexo nos preços cobrados nos postos de Natal. Com a redução de R$ 0,25 nas distribuidoras, os valores já estão abaixo dos R$ 5 em alguns postos da capital potiguar. Desde o dia 16 de agosto, a Petrobras já anunciou redução de R$ 0,43 nos preços cobrados às distribuidoras.

Antes do anúncio da redução, que ocorreu na quinta-feira (1º), os preços abaixo dos R$ 5 em Natal só eram encontrados em pagamentos através de clubes de fidelidade ou aplicativos dos postos de combustíveis. Apesar da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não estar realizando o levantamento semanal de preços, é possível ver uma pequena mudança nos preços cobrados pelos postos.

A reportagem da Tribuna do Norte observou preços abaixo dos R$ 5 em postos nas avenidas da Integração, em Candelária, e na Rio Branco, na Ribeira. Em outros estabelecimentos, é percebida a redução inferior aos R$ 0,25 e os preços seguem pouco superior aos R$ 5. Na Prudente de Morais, o melhor preço encontrado, por exemplo, foi de R$ 5,04.

Com informações da Tribuna do Norte

Banco Central planeja que o real digital barateie custos de operações bancárias e aumente a inclusão no novo mercado financeiro

O real digital, futura moeda virtual oficial do país, está em elaboração pelo Banco Central. A previsão é que um projeto-piloto seja lançado no segundo semestre de 2024. O BC disse que planeja, com a versão digital da moeda, baratear custos de operações bancária e aumentar a inclusão dos consumidores no novo mercado financeiro, cada vez mais atrelado às redes e ao mundo virtual.

As diretrizes do real digital foram lançadas no ano passado. Não se trata de uma criptomoeda, porque será garantida pelo governo.

Algumas características dessa moeda virtual:

  1. vai ser emitida pelo BC, como uma extensão da moeda física, com a distribuição ao público intermediada pelos bancos e instituições de pagamento
  2. poderá ser trocado pelo real tradicional (em notas), e vice-versa
  3. a cotação frente a outras moedas também será a mesma
  4. não será permitido que os bancos emprestem a terceiros esses recursos, como acontece atualmente com o real físico, e depois os devolva aos clientes
  5. não haverá remuneração, ou seja, os recursos não terão uma correção automática
  6. haverá uma garantia da segurança jurídica, cibernética e de privacidade nas operações

O coordenador do real digital no BC, Fábio Araújo, afirmou que a iniciativa é um passo adiante na modernização do sistema bancário e de pagamentos no Brasil. Um estágio além do PIX, por exemplo.

“É toda uma trajetória de inclusão financeira. Você tem primeiro o PIX, com o acesso ao pagamento digital. Depois vem o open banking, quando o sistema financeiro começa a oferecer produtos que te atendam [a chamada personalização dos serviços bancários]. E o real digital traria eficiência para implementação desses produtos, tornando essa inclusão mais efetiva”, disse.

O economista do BC explicou também que, com o real digital, o governo vai possibilitar transações no novo mercado financeiro, caracterizado por ativos digitais.

Essas transações deverão ocorrer no ambiente virtual chamado Web3.

A nova rede é gerenciada por meio de plataformas públicas que armazenam as informações e transações (blockchains). Os dados ficam descentralizados, saindo da alçada de grandes empresas de tecnologia. A ideia é democratizar e baratear o acesso.

Hoje utilizada principalmente para investimentos e jogos, a Web3 ainda está em estágio inicial.

Segundo o BC, governos de quase 80 países, que correspondem a mais de 90% do PIB mundial, estão engajados com projetos de moedas digitais.

“Esse movimento faz parte da transformação digital pela qual vem passando nossa sociedade. Todos estão procurando definir esse espaço e determinar como uma moeda digital de banco central pode ajudar a trazer novas funcionalidade para os cidadãos”, continuou.

O projeto-piloto do segundo semestre de 2024 deve contar com apenas alguns participantes e valores limitados. O BC ainda não crava quando a moeda digital estará disponível para toda população, pois isso depende de os testes serem bem-sucedidos.

O coordenador do real digital do BC explicou que esse novo mercado financeiro digital possibilitará uma redução de custos nas operações, permitindo, por exemplo, que as chamadas fintechs (pequenas empresas, ou “startups”, de tecnologia que atuam no setor financeiro) popularizem produtos bancários.

Para colher sugestões das instituições financeiras, o BC anunciou, em novembro do ano passado, um laboratório de inovação. Foram recebidas 47 propostas, de 43 empresas e oito países diferentes. Dessas, nove foram escolhidas inicialmente. Entre elas, está um modelo de DvP, ou seja, entrega de um produto mediante o pagamento.

g1

Pix vira ameaça para o mercado das maquininhas de cartão

MARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

Não é raro uma indústria virar do avesso por uma inovação tecnológica. No setor das maquininhas de pagamento, a reviravolta chegou de uma vez só com o Pix, sistema de pagamento do Banco Central. A visão de especialistas é de que o Pix deve eliminar a necessidade do “intermediário” entre quem paga e quem recebe. E isso coloca em xeque o próprio futuro do setor de meio de pagamento. As empresas, portanto, terão de agregar mais serviços aos comerciantes – como softwares de administração de contas e estoques – para continuar relevantes para os clientes.

“As empresas ganharão pelo serviço prestado, e não mais por transação”, afirma Edson Santos, um dos maiores conhecedores do setor de meios de pagamento no Brasil. Segundo ele, companhias como a Stone, que em 2020 comprou a empresa de tecnologia Linx, já de olho nessa mudança, estão melhor posicionadas para a nova fase. Resistir a essa mudança, segundo ele, pode significar o fim da linha para esses negócios. Conforme pesquisa recente do Instituto Propague, a Cielo segue líder de mercado, seguida de perto pela Rede, do Itaú Unibanco. Depois vêm a Getnet (do Santander), Stone, Vero e PagSeguro.

Apesar da chegada do Pix ter chacoalhado o mercado, os líderes de setor não têm demonstrado grandes mudanças. Uma das razões, segundo Santos, é porque o Pix ainda enfrenta alguns desafios no varejo, e a maquininha segue importante para o estabelecimento receber os pagamentos pelo cartão. “O Pix ainda não pegou o suficiente (no varejo). E todo mundo espera que o outro faça antes”, diz Santos.

Uma das poucas mudanças, até agora, é a oferta da funcionalidade do Pix na maquininha, permitindo que o lojista gere um QR-Code para a transferência. “Essa é uma tentativa de se manter a maquininha viva”, comenta o especialista.

A experiência de quem usa o Pix diretamente no comércio também precisa melhorar. Hoje, quando o lojista aceita Pix, o cliente usa a chave do estabelecimento para efetuar o pagamento – mostrando a tela com a transação ao atendente ou enviando o comprovante por WhatsApp.

No entanto, já há startups trabalhando para deixar essa experiência mais fluida, para ajudar na adoção do Pix pelo comércio com a utilização de software que permite a aceitação do meio de pagamento pelo caixa de forma direta, ou seja, com confirmação da transferência imediata.

Outras empresas começam a oferecer o Pix parcelado (uma forma da dar crédito ao cliente), que poderá vir a substituir o cartão de crédito – essa opção já cresce em aceitação, especialmente no e-commerce. Hoje, essa modalidade já alcançou o volume do pagamento em boleto, forma de pagamento que era uma “dor” para os varejistas online, já que a desistência entre efetuar a compra e efetivo pagamento era alta.

Especialista no mercado financeiro, Boanerges Freitas destaca que o Pix mudou as peças do jogo do setor, mas as credenciadores resistem em mudar e inovar. “Claro que elas vão ter perda de receita ao sair do cartão para o Pix, mas é melhor ter essa perda e manter o cliente”, diz o especialista, lembrando que há anos têm alertado seus clientes dessa necessidade de diversificação de serviços.

“A empresa terá mais conhecimento sobre o varejista, sendo o meio de pagamento dele, e poderá, com isso fidelizá-lo por meio de outros serviços e rentabilizar o negócio”, comenta.

Saindo da zona de conforto

A Rede, credenciadora do Itaú Unibanco, diz que está atenta à mudança de regras do mercado. Diretor da empresa, Angelo Russomano conta que a empresa está debruçada no desenvolvimento de novas funcionalidades, algumas delas envolvendo o Pix.

Segundo o executivo, um ponto que a Rede tem olhado atentamente é o auxílio à digitalização dos varejistas, o que inclui a automação da frente do caixa, inclusive para integrar o pagamento pelo Pix. “Essa é a maior demanda dos varejistas. Se o Pix for melhor para os estabelecimentos, a gente tem de investir”, afirma Russomano, que há 30 anos atua no mercado de meios de pagamento.


Agência Estado

RN poderá ter plantio irrigado de pereiras em pleno sertão

FOTO: EMBRAPA

A fruticultura irrigada do Rio Grande do Norte já deu sinais de que tem potencial para diversificação e a introdução de culturas tradicionalmente vistas como típicas de climas temperados já é uma realidade, como é o caso das uvas, cuja produção já chegou a atingir escalas comerciais em terras potiguares. Agora, o estado busca diversificar ainda mais o cultivo dessas espécies e as peras estão no centro das pesquisas. O Sebrae no Rio Grande do Norte, a Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa) e a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa) Semiárido uniram esforços para verificar a viabilidade da plantação irrigada de peras na região Oeste do RN e disseminar as técnicas de cultivo mais adequadas às variedades melhor adaptadas às condições edafoclimaticas do sertão.

Os primeiros experimentos estão sendo acompanhados de perto pelo Grupo de Pesquisa em Fruticultura da Ufersa, liderado pelo professor pesquisador Vander Mendonça. Foram cultivadas 40 mudas de peras das variedades princesinha e triunfo, que já frutificaram prematuramente por meio de técnicas de enxerto em um pomar instalado no Campus Leste da universidade, situado nos arredores de Mossoró, que fica a 275 quilômetros de Natal. Os resultados preliminares são animadores e suficientes para a condução das pesquisas nessa região, onde as temperaturas podem chegar a até 38 graus com baixo índice de precipitações – concentradas principalmente nos primeiros seis meses do ano – e umidade do ar nos níveis de até 30%.

“É um experimento precoce, de onde ainda não é possível obter informações mais contundentes. Iniciamos a plantação há pouco mais de um ano e está na fase de início de formação das plantas, que vamos avaliar o comportamento e possível viabilidade. Até agora, pelo que vemos, a gente acredita que vai desenvolver bem”, explica Vander Mendonça, informando que há também outra área de experimento na cidade de Apodi. Os resultados só deverão ser obtidos em 2024.

Experiência no Vale do São Francisco

A iniciativa faz parte de um estudo maior de verificação da adaptação dessa cultura às condições climáticas e de solo da região semiárida do Nordeste do Brasil, que começou há mais de uma década nas estações da Embrapa na região do Vale do São Francisco, sobretudo nos municípios de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). À frente dessas análises está o pesquisador e engenheiro agrônomo, Dr. Paulo Roberto Coelho, que vem analisando a adaptação da pera, uma fruta típica de clima frio, às altas temperaturas nordestinas.

Das variedades estudadas, cinco apresentaram os melhores resultados em termos de produção e qualidade dos frutos para as condições climáticas da região: Triunfo, Princesinha, Housui, Centenária e Schmidt. O pesquisador foi convidado pelo Sebrae a vir ao Rio Grande do Norte, em meados do mês passado, para conhecer o plantio experimental da fruta no estado e repassar conhecimento técnico de forma prática para pesquisadores potiguares e também produtores interessados em apostar na cultura da pereira.

Agora RN