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Categoria: Economia

Preço médio da cesta básica em Natal é de R$ 432,14, aponta Procon

FOTO: ALESSANDRO MARQUES

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal) divulgou a pesquisa de preços da cesta básica referente ao mês de novembro, que registrou redução de R$ 3,83 em relação ao mês anterior. O valor passou de R$ 435,97 para R$ 432,14, representando variação negativa de 0,89%. Esta é a segunda queda consecutiva observada no município.

O levantamento acompanha mensalmente 40 itens essenciais. Em novembro, 52% dos produtos pesquisados apresentaram redução de preço. Nos meses anteriores, esse percentual havia sido de 60% (outubro) e 67% (setembro).

Desempenho por categoria

Duas categorias registraram queda. No hortifrúti, a redução média foi de 6,68%, com dez dos treze itens avaliados em queda. O preço médio passou de R$ 50,92 para R$ 47,73. No setor de açougue, houve redução de R$ 2,31, com o valor médio passando de R$ 260,26 para R$ 257,96.

As categorias de mercearia e higiene/limpeza tiveram variações positivas de 0,99% e 2,32%, respectivamente. Na mercearia, produtos como café, pão francês, leite integral, farinha de mandioca e feijão carioca apresentaram aumento, elevando o preço médio de R$ 94,64 para R$ 95,59. Em higiene/limpeza, apenas o sabonete comum registrou queda; o preço médio anual passou de R$ 30,15 para R$ 30,86.

Durante novembro, o valor da cesta básica variou entre R$ 431,41 e R$ 430,33. As regiões Leste e Norte apresentaram os maiores preços (R$ 451,10 e R$ 435,88, respectivamente), enquanto a região Sul registrou o menor valor médio (R$ 424,55).

Comparação entre segmentos

Hipermercados tiveram redução média de R$ 2,25, atacarejos de R$ 1,06 e supermercados de bairro apresentaram a maior queda, de R$ 6,30.

A cesta mais cara foi registrada nos hipermercados (R$ 467,26) e a mais barata nos atacarejos (R$ 407,53), diferença de 14,66% — equivalente a R$ 59,73. Em relação aos supermercados de bairro, a diferença foi de R$ 41,50 (9,75%).

Por região, a Leste registrou aumento de R$ 3,21, enquanto as regiões Oeste, Norte e Sul apresentaram reduções de R$ 11,21, R$ 7,85 e R$ 6,88, respectivamente.

O Procon Natal recomenda aos consumidores que realizem pesquisa antes das compras e fiquem atentos a promoções e variações entre estabelecimentos. Para orientações ou denúncias, o atendimento ocorre pelo e-mail [email protected] ou presencialmente na sede do órgão, na Rua Ulisses Caldas, 181, Cidade Alta, Natal.

SUV compacto assume posto de carro mais vendido no RN em novembro

FOTO: DIVULGAÇÃO

O veículo SUV compacto Creta, fabricado pela Hyundai, arrumiu o posto de automóvel mais vendido no Rio Grande do Norte no mês de novembro, com 81 unidades comercializadas. A informação é da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Na categoria motocicletas, a mais vendida é a CG 160, da Honda, com 723 unidades comercializadas.

Abaixo, confira a lista completa dos 5 automóveis e 5 motocicletas mais comercializados ao longo do mês de novembro no estado.

Automóveis

CRETA (Hyundai): 81

TERA (Volkswagen): 64

POLO (Volkswagen ): 59

DOLPHIN MINI (BYD): 57

COMPASS (Jeep) : 54

Motocicletas

CG 160 (Honda): 723

POP 110I (Honda): 565

BIZ (Honda): 378

NXR160 (Honda): 325

YBR 150 (Yamaha): 194

A Fenabrave

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) é a entidade representativa do setor de distribuição de veículos automotores, comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, motocicletas, tratores e máquinas agrícolas no Brasil.

Com informações de BNews Natal

Fátima Bezerra confirma pagamento da segunda parcela do 13º até 10 de janeiro

FOTO: JOSÉ ALDENIR

A governadora Fátima Bezerra (PT) confirmou que a segunda parcela do 13º salário dos servidores estaduais será paga até o dia 10 de janeiro de 2026, mantendo o calendário adotado pela gestão nos últimos anos. A primeira parte foi quitada em dezembro.

Fátima reforçou o compromisso da administração com a regularidade da folha. “Ao longo desses sete anos que estou à frente do Governo do Estado, nunca atrasei o salário. E, mais uma vez, quero dizer a vocês, até o final de dezembro, o dinheiro de vocês será pago, como a gente sempre fez, e como a gente tem feito sempre, até o dia 10 de janeiro, todo o 13º salário entregue exatamente na mão de vocês”, afirmou.

A governadora destacou que o pagamento dividido entre dezembro e janeiro é um procedimento já conhecido pelos servidores. “A gente paga uma parte ainda em dezembro, e a outra parte fica exatamente para o mês de janeiro, onde a gente nunca ultrapassou exatamente o dia 10”, disse.

Agora RN

Vendas do comércio varejista do RN avançaram 0,8% em outubro, aponta IBGE

FOTO: DIVULGAÇÃO

Após queda de 0,3% em setembro, as vendas do comércio varejista do RN voltaram a crescer em outubro, com variação de 0,8% no volume de vendas em relação ao mês anterior. Em receita, o aumento foi de 0,6%, considerando ajuste sazonal. As informações são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com outubro de 2024, o comércio varejista ampliado do estado registrou crescimento de 2,8% em vendas e 7,6% em receita. O setor inclui comércio de veículos, motos, peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo.

No segmento de bens não duráveis e semiduráveis, como supermercados, alimentos, bebidas e fumo, o volume de vendas avançou 0,2% frente a setembro, e a receita cresceu 0,7%. Comparado a outubro de 2024, as vendas subiram 8,3% e a receita 12,8%, garantindo ao Rio Grande do Norte o segundo melhor resultado do país, atrás apenas do Amapá.

Acumulado no ano e em 12 meses

No acumulado do ano, o volume de vendas do comércio varejista potiguar cresceu 4,1% em outubro, com 9,5% de alta em receita nominal. Nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 3,9% em vendas e 9,3% em receita.

O comércio varejista ampliado também registrou resultados positivos. Em 2025, o acumulado no ano foi de 2,4% em vendas e 8,2% em receita nominal, enquanto nos últimos 12 meses, o volume cresceu 2,6% e a receita 8,4%.

Ponta Negra News

Pequenos negócios: RN alcança o melhor número de novas empresas dos últimos 5 anos

FOTO: DIVULGAÇÃO

O dinamismo dos pequenos negócios se destaca no Rio Grande do Norte ao longo de 2025. Entre janeiro e novembro, o estado registrou um cenário de expansão contínua do empreendedorismo, com aumento expressivo na abertura de empresas, saldo positivo em todas as regiões e forte impacto na geração de empregos.

Os dados, divulgados no Boletim dos Pequenos Negócios, elaborado pelo Sebrae-RN com base em fontes oficiais como Receita Federal e Caged, mostram que o segmento segue sendo o motor da economia potiguar.

Ao todo, o RN contabiliza 271.634 pequenos negócios ativos, dos quais 209.273 são optantes do Simples Nacional. A movimentação desse conjunto de microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte tem impacto direto no crescimento econômico. Juntos, eles representam 36,6% do PIB estadual e foram responsáveis por 96,23% dos empregos formais gerados no RN até outubro.

Crescimento em todas as regiões

A abertura de empresas atingiu 51.733 novos registros até novembro, sendo 97% formados por pequenos negócios(49.930), o maior número de participação desde 2020. No mesmo período, foram encerradas 28.633 empresas, garantindo um saldo positivo de 22.351 empreendimentos — o melhor desempenho dos últimos cinco anos.

A Grande Natal permaneceu como principal polo empreendedor, concentrando mais da metade das novas aberturas, com 30.374 registros (58,71%). Mas o avanço não se restringe à capital. Regiões como Oeste, Seridó e Agreste também apresentaram números robustos, evidenciando que o crescimento está espalhado por todo o território potiguar.

No Oeste, por exemplo, foram 6.095 empresas abertas contra 3.198 fechadas, enquanto o Agreste contabilizou 3.403 aberturas e saldo de 1.658. Até regiões menores, como Trairi e Seridó Oriental, mantiveram saldos expressivos.

Serviços se consolidam como carro-chefe

O setor de Serviços concentra mais da metade dos optantes do Simples no estado, com 107.618 empresas, seguido do Comércio, com 69.902, e da Indústria (18.243). A construção civil (12.370) e a agropecuária (1.140) também cresceram.

O perfil reforça uma tendência de negócios ligados ao consumo urbano, serviços de conveniência e soluções especializadas.

Mercado de trabalho

O mercado laboral também sentiu os efeitos positivos da movimentação empreendedora. De janeiro a outubro, os pequenos negócios geraram 19.290 vagas formais, que embora em queda quando comparado aos últimos dois anos (2024 com 34.628/ 2023 com 21.946), segue sustentando a criação de novos postos de trabalho no Rio Grande do Norte em relação a empresas de maior porte.

Empresas recém-abertas em 2025 mostram o porte enxuto que caracteriza o empreendedorismo local. A maioria delas tem faturamento de até R$ 81 mil anuais e até quatro empregados. Esse perfil, embora pequeno em estrutura, tem grande impacto na soma geral de empregos distribuídos pelo território potiguar.

No ranking municipal, Natal segue no topo, com 99.764 pequenos negócios, seguida por Parnamirim (28.675) e Mossoró (26.568).

O crescimento no interior, porém, chama atenção pela diversidade. Municípios como Caicó, Açu, Currais Novos e Ceará-Mirim reforçam a interiorização do empreendedorismo, contribuindo para dinamizar economias locais tradicionalmente dependentes do setor público.

Novo Noticias

RN deve fechar 2025 com R$ 1,5 bilhão em contas atrasadas, diz secretário da Fazenda

FOTO: REPRODUÇÃO

O RN deve encerrar 2025 com cerca de R$ 1,5 bilhão em restos a pagar, além de outro montante semelhante referente ao déficit previdenciário. A informação foi confirmada pelo secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier, em entrevista nesta quarta-feira (10) ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News Natal.

Segundo ele, parte das interpretações sobre a situação fiscal do Estado surgiu após o envio do novo orçamento à Assembleia Legislativa. Xavier explicou que o documento elimina o déficit previdenciário na proposta de 2026, mas mantém o déficit fiscal geral.

“O déficit está lá, em R$ 1,1 bilhão. Os restos a pagar devem ficar próximos de R$ 1,5 bilhão. E o déficit previdenciário, cerca de R$ 1,5 bilhão também”, afirmou.

Folha não deve subir 40% em 2026

O secretário negou que a folha salarial vá aumentar 40% no próximo ano. Ele estima uma alta entre 7% e 8%, resultado da política anual de recomposição, acordos já firmados e reajustes específicos para categorias da segurança e da saúde.

A política salarial dos servidores deve repor aproximadamente o IPCA, em torno de 4%. O impacto do piso nacional do magistério, que será anunciado em janeiro, pode adicionar entre 3% e 4,5%.

Magistério pressiona contas estaduais

Xavier voltou a citar o peso dos reajustes do piso do magistério nos últimos anos. Ele lembrou que o Estado concedeu aumentos de 33% em 2022 e 15% em 2023, percentuais considerados acima da média e que afetaram a sustentabilidade fiscal. A rede estadual reúne cerca de 40 mil servidores, entre ativos e aposentados.

“Naquele período, o impacto passou de 50% de incremento na folha dessa categoria”, afirmou o secretário. Ele destacou ainda que o comprometimento da receita corrente líquida com pessoal chegou a 53% em 2022 por causa da redução de alíquotas do ICMS, subiu a 58% depois disso e hoje está em torno de 55%.

Governo diz manter controle e transparência

Apesar das pressões, Xavier afirmou que o Estado está controlando as despesas e conduzindo o orçamento com transparência. Ele reforçou que o governo é obrigado a cumprir a legislação federal do piso do magistério, mesmo que isso aumente os gastos.

Novo Noticias

Compras de fim de ano devem injetar R$ 1,95 bilhão na economia potiguar

FOTO: JOSÉ LDENIR

As compras de fim de ano devem movimentar R$ 1,95 bilhão no Rio Grande do Norte, segundo projeção do Instituto Fecomércio RN (IFC). O valor representa crescimento de 8,1% em relação a 2024 e confirma a importância do período para os setores de Comércio e Serviços. A expansão é impulsionada pela melhora gradual da renda, pelo mercado de trabalho aquecido e pelo efeito direto do pagamento do 13º salário, que amplia a liquidez nas famílias.

Mossoró: consumo em alta, mas orçamento pressionado

Em Mossoró, a projeção de movimentação financeira chega a R$ 163,74 milhões — avanço de 9,3% sobre o ano anterior e reforço ao papel do município como polo regional de consumo. A intenção de compra atingiu 61,6% dos moradores, o maior patamar da série histórica da pesquisa.

Apesar do ímpeto de consumo, o endividamento ainda pesa. Mais da metade dos entrevistados (56,9%) pretende usar parte ou totalidade do 13º salário para quitar dívidas, num sinal claro de que a retomada ocorre paralelamente à necessidade de reorganização financeira.

O gasto médio com presentes deve ficar em R$ 372,19, alta de 3,9% em relação a 2024. No perfil de compra, 46,1% preferem o comércio de rua e 52,9% planejam parcelar as despesas. Já os gastos com celebrações devem alcançar R$ 174,78, aumento expressivo de 12,1% em comparação ao ano passado.

Natal: maior planejamento e consumo mais vigoroso

Na capital, o avanço do consumo é ainda mais consistente. A intenção de compra entre os natalenses chega a 76,9%, o maior índice dos últimos seis anos. O uso do 13º salário revela um comportamento mais equilibrado: 38,5% pretendem pagar dívidas; 25,8% poupar ou investir; 24,8% reservar recursos para despesas típicas de janeiro; e 23,2% destinar parte do benefício às compras de fim de ano.

Esse planejamento se reflete na forma de pagamento: 54% dos consumidores afirmam que devem pagar à vista, seja por Pix, débito ou dinheiro — indicador de menor dependência do crédito e maior controle orçamentário.

Com esse cenário, o gasto médio com presentes em Natal deve atingir R$ 374,25, alta de 6,5%. A movimentação financeira prevista é de R$ 649,91 milhões, crescimento de 7,5% frente ao ano passado, consolidando a capital como o principal motor do varejo potiguar. Também os gastos com comemorações devem crescer 7% neste ano.

Panorama estadual

Somados, os resultados de Natal e Mossoró reforçam a expectativa de um fim de ano mais aquecido para o comércio potiguar. A recomposição gradual da renda, aliada à circulação adicional promovida pelo 13º salário, sustenta a retomada do consumo — ainda que em ritmos distintos entre as principais cidades do Estado.

Agora RN

Produção industrial do RN caiu 9,5% em outubro, diz IBGE

FOTO: REPRODUÇÃO

A produção industrial do Rio Grande do Norte voltou a cair em outubro de 2025 após dois meses seguidos de crescimento. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve retração de 9,5% na comparação com o mesmo mês de 2024. A queda foi influenciada pelo fraco desempenho do setor de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que registrou recuo de 27,6%.

Apesar da queda geral, todos os demais segmentos analisados tiveram desempenho positivo. As indústrias extrativistas cresceram 7,1%, enquanto a fabricação de produtos alimentícios avançou 6%.

O destaque do mês ficou com a confecção de artigos do vestuário e acessórios, que registrou alta expressiva de 110,2%, o maior crescimento entre todos os estados do País e o segundo melhor resultado do ano no RN.

Segundo o analista do IBGE, Bernardo de Almeida, o salto ocorre principalmente pela base de comparação baixa. Em outubro de 2024, o setor havia recuado 27,6%. Ele explica que houve aumento na produção de bermudas, jardineiras, shorts e peças masculinas, além de camisas e blusas femininas.

Desempenho acumulado em 2025

No acumulado do ano, a produção industrial RN segue tendência semelhante. Apenas o setor de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis apresentou queda, com recuo de 23,8%.

Já as indústrias extrativistas cresceram 13,3%. A confecção de vestuário avançou 37,9%, enquanto a fabricação de produtos alimentícios manteve expansão de 5,6%.

Mesmo com esses resultados, o acumulado da indústria geral no RN registra queda de 12,7% em 2025.

Resultado em 12 meses

Na análise dos últimos 12 meses, o cenário se repete. Crescem as indústrias extrativistas (11,4%), os alimentos (6,8%) e o vestuário (25%). Já o setor ligado ao petróleo volta a puxar o índice para baixo, com queda de 21,3%, fazendo a indústria geral recuar 11,9% no período.

O que é a PIM-PF Regional

A Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF) Regional acompanha desde a década de 1970 o comportamento do setor industrial no Brasil. O levantamento traz indicadores mensais de curto prazo para 17 estados que representam, juntos, mais de 0,5% da transformação industrial nacional, além do Nordeste como região.

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