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Categoria: Economia

Setor de Serviços do Rio Grande do Norte tem crescimento superior ao período pré-pandemia

FOTO: REPRODUÇÃO

A Pesquisa Mensal dos Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira, 13, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o setor de Serviços do Rio Grande do Norte cresceu 3,9% em julho deste ano, quando comparado com o mesmo mês do ano passado.

Este é o 17º mês consecutivo de taxas positivas do indicador nesta base de comparação.  O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca que esse resultado é superior ao registrado na pré-pandemia, em fevereiro de 2020, quando o crescimento foi de 3,6%.

Em 2022, na comparação de julho com o mês anterior, junho, o crescimento apontado no estado foi de 1,7%. Foi a sétima melhor taxa do país, ficando acima, inclusive, do desempenho nacional, que alcançou 1,1% no período.

Brasil – No Brasil, o volume de serviços cresceu 6,3% em julho deste ano, quando comparado com julho do ano passado. Frente a junho deste ano, o crescimento foi de 1,1%. 

Na comparação com julho de 2021, o avanço de 6,3% em julho de 2022 foi acompanhado por quatro das cinco atividades de divulgação: “Serviços prestados às famílias” (+22,6%); “Serviços de informação e comunicação” (+2%); “Serviços profissionais, administrativos e complementares” (+4,2%); “Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio” (+12,8%). Apenas “Outros serviços” (-11,3%) apresentou queda.

Petrobras anuncia redução de 4,7% no preço do gás de cozinha

FOTO: AGÊNCIA BRASÍLIA

A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (12/9), uma redução de 4,7% no preço do gás de cozinha vendido às distribuidoras. Na prática, a redução será de R$ 0,20 por quilo do gás.

“A partir de amanhã (13/9), o preço médio de venda de GLP (gás de cozinha) da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 4,23/kg para R$ 4,03/kg, equivalente a R$ 52,34 por 13 kg, refletindo redução média de R$ 2,60 por 13 kg”, afirmou a estatal, em nota à imprensa.

“A redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, prossegue a petrolífera.

Metrópoles

Preço médio da cesta básica na capital é de R$ 433,70, aponta Procon Natal

FOTO: ALESSANDRO MARQUES

O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Natal, realizou pesquisa sobre o preço da cesta básica no mês de agosto, percorrendo 25 estabelecimentos comerciais da capital entre Hipermercados, Supermercados e Atacarejos. Na pesquisa, foi constatado que o preço médio da cesta básica esse mês foi de R$ 433,70, e o preço médio do produto em cada segmento foi de R$ 460,81 nos hipermercados, sendo esses os estabelecimentos mais caros para compra da cesta básica, seguido pelos supermercados de bairros que tiveram o segundo maior preço médio de R$ 433,89. Nos atacarejos foram encontrados os melhores preços médios da cesta básica de R$ 411,73. O custo da cesta básica mais cara nos hipermercados em comparação com os supermercados de bairro é 6,21%, ou seja, R$ 26,93 a mais. Na comparação com os atacarejos, o custo é bem maior, de 11,92%, chegando a R$ 49,08.

O Núcleo de Pesquisa acompanhou as cinco semanas de agosto e encontrou um preço médio da cesta básica de R$ 435,15 na primeira semana; de  R$ 436,00, na segunda semana e nas duas semanas seguintes foi registrado uma diminuição nos preços, chegando a R$ 433,69 e R$ 432,08, e na última semana do mês um pequeno aumento para R$ 433,06.

Custo mensal

Outro dado importante observado nas pesquisas é o custo da cesta básica que aumenta significamente mês a mês, uma vez que nos últimos três meses o preço médio da cesta básica foi de R$ 420,76 em junho; no mês de julho R$ 427,51, e no mês de agosto R$ 433,70. Esse comportamento vem sendo observado desde o início do ano, quando o preço médio da cesta básica em janeiro foi de R$ 379,51, gerando um acumulado no ano de 14,60% na capital, mesmo o Índice de Preço ao Consumidor Amplo do IBGE, estabelecendo deflação de (-0,73%) no mês de agosto, em parte devido aos combustíveis mais baratos.

Para o consumidor natalense, o poder de compra de alimento e subsistência vem diminuindo, sendo verificado em análise da cesta básica em comparação com o salário-mínimo, que em tese deve suprir as necessidades alimentares básicas de uma família com quatro pessoas durante um mês. Em relação à cesta básica o custo é de 46,06%, e isso representa 91,31 horas de trabalho no mês. A análise é feita pelo Núcleo de Pesquisa, levando em conta a cesta básica dos natalenses no mês de agosto. São quarenta itens que compõe a cesta básica divididos em categorias como: mercearia, açougue, hortifrúti, higiene e limpeza, em relação ao salário-mínimo vigente em 2022.

Comportamento dos preços

Com essa pesquisa pode-se observar um aumento frequente do valor do produto, sendo registrado uma variação de 1,38% em relação a julho e de 1,63% em relação ao mês de junho. Mesmo com um percentual menor de um mês para o outro, a tendência observada é de aumento nos preços.

Nesse mês de agosto das quatro categorias que compõem a cesta básica apenas a de hortifrúti teve variação negativa de 0,65%, e seis produtos dessa categoria registraram redução nos preços em relação ao mês passado, como o tomate de salada (kg), com -32,45%. A batata comum (kg) com varição de -5,89%, com um preço médio de R$ 5,22 no mês anterior e de R$ 5,22, e em agosto R$ 4,93, entre outros produtos.  As demais categorias tiveram variação positiva de um mês para o outro. Na categoria de açougue, a variação foi de 1,75%, seguindo tendência de alta. A categoria higiene e limpeza, teve variação de 3,83%.

O Núcleo de pesquisa orienta aos consumidores natalenses que pesquisem antes de sair para as compras. Os dados analisados apresentam preços que variam durante determinadas semanas do mês assim como diferentes dias da semana, ou seja, estratégias promocionais dos comércios para atraírem clientes. O objetivo da pesquisa é orientar o consumidor sobre onde procurar produtos da cesta básica com os menores preços. A planilha está disponível no site do Procon Natal, acessível aos consumidores para consulta na íntegra aos dados obtidos pelos pesquisadores.

Com Copa, Black Friday e Natal, vai sobrar vaga de trabalho temporário

FOTO: REUTERS

O trabalhador temporário é, hoje, uma peça-chave para o desenvolvimento econômico do país. De janeiro a junho deste ano foram geradas 1,3 milhão de vagas com contrato por tempo determinado no país, e esse número deve ser ainda maior no segundo semestre, por conta de eventos como a Copa do Mundo de Futebol e a Black Friday, e de datas comemorativas como o Dia das Crianças e o Natal.

A Asserttem (Associação Brasileira de Trabalho Temporário) estima que, só nos meses de julho, agosto e setembro sejam abertas mais de 630 mil vagas temporárias, um aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2021. A oferta de postos de trabalho por tempo determinado cresceu 35% em 2020, na comparação com o ano anterior, e teve alta de 21% em 2021.

No ano passado, 2.415.419 trabalhadores foram contratados nessa modalidade, o que superou as expectativas do setor, segundo a Asserttem. Foi o melhor resultado desde 2014, quando teve início a série histórica medida pela entidade.

R7

Baixa oferta eleva preço do leite no RN e impacta no programa estadual

FOTO: DIVULGAÇÃO

Surpreende nas gôndolas dos supermercados a escalada do preço do litro de leite, que acumula alta de 61%, nos últimos 12 meses. A razão pela alta se explica pelo aumento de custo na produção, mas também pelo comportamento dos produtores que viram na carne bovina um mercado mais atrativo.

Todo esse cenário também impacta no funcionamento do Programa do Leite Potiguar (PLP), que sofre com a pouca oferta do produto e isso interfere na quantidade que é distribuída para as 75 mil famílias em extrema pobreza atendidas pelo programa.

Em processo de reformulação, o Programa Leite Potiguar (PLP), que também fomenta a cadeia leiteira do Estado, enfrenta obstáculos para ser ampliado. Entre 2018 e 2019 eram atendidas 84 mil famílias em situação de extrema pobreza, mas a pouca oferta do produto no mercado, provocada por fatores climáticos e econômicos e a queda na arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes) dos combustíveis, que financiava o programa, são apontados como as razões que impedem o Governo de torná-lo mais atrativo para os produtores e ampliá-lo para atender mais famílias que necessitam.

Tribuna do Norte

Salário mínimo ideal deveria ser de R$ 6.754,33 em agosto, diz Dieese

FOTO: ILUSTRAÇÃO

O salário mínimo ideal para manter uma família de quatro pessoas em agosto deste ano seria de R$ 6.754,33, calcula a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese). O valor corresponde a 5,2 vezes o piso federal atual, de R$ 1.212.

A estimativa é realizada mensalmente e considera a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

A pesquisa tem como base os preços da cesta básica de São Paulo, de R$ 749,78. O valor cobrado é o maior entre as 17 capitais analisadas no levantamento. Considerando o preço, o brasileiro que recebe um salário mínimo compromete cerca de 58% do rendimento líquido para comprar a cesta básica.

Na pesquisa mensal do Dieese, o salário mínimo ideal em julho seria de R$ 6.527,67, cerca de R$ 227 menor do que o mês de agosto.

Metrópoles

Renda média das pessoas pretas é 60% do que recebem as pessoas brancas no RN, diz IBGE

FOTO: NATALIA FILIPPIN/G1

Pessoas pretas ganham salários equivalentes a 60,7% do que recebem as pessoas brancas no Rio Grande do Norte. Isso é o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua no segundo trimestre de 2022, divulgada nesta quinta-feira (8) pelo IBGE.

No segundo semestre do ano, o rendimento médio da população branca do estado foi de R$ 2.638,00, enquanto o dos pretos foi de R$ 1.602,00.

Segundo o IBGE, em termos absolutos, este é o menor valor de renda real média para esta parcela da população desde o segundo trimestre de 2018, quando os potiguares pretos receberam R$ 1.508,00.

Desde o começo da série histórica em 2012, apenas em 2017 houve uma desigualdade de renda maior em termos percentuais.

Pretos receberam, no terceiro trimestre daquele ano, 55% dos rendimentos dos brancos (R$2.602 para os brancos e R$1.437,00 para os pretos).

Já os pardos, no segundo trimestre de 2022, tiveram rendimentos médios equivalentes a cerca de 66% dos rendimentos dos brancos, com uma renda de R$1.740,00.

RN tem segunda menor taxa de informalidade do Nordeste

Ainda de acordo com a pesquisa, a taxa de informalidade no RN ficou em 46,3% no segundo trimestre de 2022. Essa é a segunda menor taxa do Nordeste, atrás apenas de Alagoas, com índice em 45,2%.

Em números absolutos, havia 638 mil potiguares trabalhando na informalidade, no período da pesquisa, de um total de 1,377 milhão de trabalhadores no estado.

Apesar disso, a porcentagem de potiguares na informalidade é considerada alta quando comparada às taxas dos melhores colocados no ranking nacional: Distrito Federal (31,2%), São Paulo (31,1%) e Santa Catarina (27,2%).

A taxa de informalidade é formada por empregados que não possuem vínculos com a empresa nas quais trabalham, além de empregadores e trabalhadores por conta própria, cujas empresas não estão registradas no CNPJ e que não contribuem para a Previdência Social do país.

G1RN

Em Natal, IPC tem variação negativa de 0,24% em relação ao mês anterior

COM ESTE RESULTADO, A VARIAÇÃO NO ANO FICOU EM 5,27%, NOS ÚLTIMOS DOZE MESES. FOTO: DIVULGAÇÃO

O Índice de Preços ao Consumidor – IPC, da cidade do Natal, calculado pela Coordenadoria de Estudos Socioeconômicos (CES) do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) registrou para o mês de agosto de 2022, uma variação negativa de 0,24% em relação ao mês anterior. Com este resultado, a variação no ano ficou em 5,27%, nos últimos doze meses (Setembro/2021 a Agosto/2022), atingindo 8,88% e 605,45% desde o início do Plano Real.

O grupo Alimentação e Bebidas, que responde por 32,43% do índice geral em termos de participação no orçamento familiar, apresentou uma variação positiva de 0,46% em relação ao mês anterior. Os itens que mais contribuíram para esse aumento de preços foram: Frutas  (4,32%), Leites e Derivados (3,85%), Carne e Peixes Industrializados (2,99%), Bebidas e Infusões (2,17%), Pescados (2,11%) e Óleo e Gorduras (1,88%).

O grupo Transportes apresentou uma variação negativa de 3,43%. Os itens que mais contribuíram para essa queda de preços foram: Combustíveis (Veículos) (-13,84%), Veículo Próprio (-1,59%) e Transporte Público (-0,07%). O grupo Artigo de Residência apresentou neste período uma variação negativa de 0,47% em função da queda de preços nos seguintes itens: Mobiliário (-2,33%), Eletrodomésticos e Equipamentos (-1,22%) e Utensílios e Enfeites  (-0,04%).

Cesta Básica

A Cesta Básica teve uma variação positiva de 2,30% em relação ao mês anterior. Nas despesas com os produtos essenciais, o custo com a Alimentação por pessoa foi de R$ 553,39. Para uma família constituída por quatro pessoas, esse valor alcançou R$ 2.213,56. Se a essa quantia fossem adicionados os gastos com Vestuário, Despesas Pessoais, Transportes etc., o dispêndio total seria de R$ 6.825,20.

Dos treze produtos que compõem a Cesta Básica, oito tiveram variação positiva: Leite (12,50%), Carne de Boi (5,06%), Frutas (3,50%), Pão (1,47%), Tubérculos (1,14%), Arroz (1,00%), Café (0,59%) e Margarina (0,08%).  As variações negativas ocorreram em cinco produtos restantes: Legumes (-9,70%), Açúcar (-2,67%), Óleo     (-1,30%), Feijão (-1,21%) e Farinha (-0,75%).