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Categoria: Economia

Pesquisa de preço de gás de cozinha encontra preço médio de R$ 108,24 na capital

FOTO: DIVULGAÇÃO

Em pesquisa realizada nesta terça-feira (08), o Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon Natal, encontrou preço médio do gás de cozinha na capital de R$ 108,24. Uma redução de (-3,07%) em relação à pesquisa realizada em outubro do ano passado, quando o produto era vendido em média por R$ 111,67. Esta já é a segunda vez consecutiva que o núcleo de pesquisa registra redução no preço. A pesquisa mostra um declínio nos preços, em meio a aumentos anunciados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), o mais recente em  03 de janeiro.

A equipe de pesquisadores percorreu um total de 24 pontos de venda, levando em consideração o porte do estabelecimento e o registro de licenciamento de comercialização desse produto fixado e identificado junto com a placa de preço.

As planilhas encontram-se no site do Procon Natal, onde o consumidor poderá encontrar o maior e o menor preço, assim como a média e variação dos preços entre a pesquisa atual e a anterior, além da média de preço de cada região. É permitida a publicação dos dados da pesquisa, desde que seja citada a fonte: Núcleo de pesquisa Procon Natal. No entanto, é vedada a utilização deste material, integral ou parcialmente, para fins de publicidade e ou anúncio comercial de qualquer espécie.

Análise dos dados

Em análise o núcleo de pesquisa, encontrou a região sul sendo a mais cara, com o preço médio do gás de cozinha de 13 kg sendo vendido por R$ 113,30. O maior preço também foi encontrado nessa região de R$ 120,00; o menor de 103,00, equivalente a uma variação entre o maior e menor preço de 16,50%, e uma economia de R$ 17,00.

As demais regiões tiveram seus preços abaixo da média total e a região norte foi a que registrou o preço mais barato, de R$ 105,67 em média. O menor preço também foi encontrado nessa região de R$ 100,00 no bairro de Lagoa Azul, na rua Bumba Meu Boi, 1200. Na região oeste o preço médio foi de R$ 106,25, e na leste R$ 107,75.

A diferença entre o maior e menor preço do gás de cozinha botijão de 13 kg encontrado na pesquisa foi de 20%. O Procon Natal orienta os consumidores natalenses a fazer uma pesquisa antes de comprar esse produto, uma vez que foi observada essa diferença.

Inflação sobe 0,53% em janeiro, pressionada por preços de alimentos, diz IBGE

FOTO: REUTERS

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) —que mede a inflação oficial do país–, variou 0,53% em janeiro, quarto mês seguido com alta, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (9).

Nos últimos 12 meses, a inflação acumulada é de 5,77%.

O mercado esperava alta mensal de 0,57% e avanço de 5,08% em 12 meses.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas vestuário apresentou variação negativa.

O maior impacto positivo geral no índice veio do grupo de alimentação e bebidas, com alta de 0,59%, contribuindo com 0,13 ponto percentual (p.p.) no IPCA. Dentro desse grupo, os destaques são batata-inglesa (14,14%) e cenoura (17,55%), diz o instituto.

A cebola, por outro lado, registrou queda de 22,68% no preço.

“As altas nesses dois casos se explicam pela grande quantidade de chuvas nas regiões produtoras. Por outro lado, observamos queda de 22,68% no preço da cebola, por conta da maior oferta vindo das regiões Nordeste e Sul, item que teve alta de mais de 130% em 2022”, diz o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, em nota.

O segundo maior impacto positivo no índice geral veio do grupo dos transportes (0,55%), contribuindo com 0,11 p.p. em janeiro, com combustíveis registrando alta de 0,68%.

“Nos transportes, os destaques foram a gasolina, com alta de 0,83%, o emplacamento e licença, que incorporou pela primeira vez a fração referente ao IPVA de 2023, com alta de 1,60%, e o automóvel novo, com aumento de 0,83%”, diz Kislanov.

O IBGE destaca ainda uma desaceleração na alta do grupo Saúde e cuidados pessoais (de 1,60% em dezembro para 0,16% em janeiro), levada, princialmente, pelo recuo de 1,26% em higiene pessoal.

“Esse resultado é explicado pela queda nos preços de perfumes e artigos de maquiagem. Observamos queda em novembro no contexto da black friday, alta logo após, em dezembro, e, em janeiro, nova queda com descontos sendo verificados no setor”.

Sobre o grupo de vestuário, que teve a única queda do IPCA, a pesquisa ressalta que foi o primeiro recuo no grupo após 23 meses seguidos de altas, com a última retração tendo sido registrada em janeiro de 2021.

“O recuo em janeiro de 2023 se deve ao fato de várias lojas terem aplicado descontos sobre os preços que foram praticados em dezembro, para o Natal. O fator que mais influenciou no resultado foi uma queda de 1,37% no item de roupas femininas”, diz Kislanov.

CNN

RN tem 3ª maior queda no consumo de gás de cozinha no Brasil

FOTO: ILUSTRAÇÃO

O Rio Grande do Norte é o estado dono da terceira maior queda no consumo de gás de cozinha no Brasil. O país obteve uma redução geral de 2,2% no ano de 2022 e essa foi pior marca em dez anos, segundo levantamento do Observatório Social do Petróleo (OSP), ligado à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

O levantamento mostra que, na média, o gás de cozinha era vendido ano passado no país a R$ 109,86, o valor mais alto desde 2001 (comparativo anual em valores deflacionados para dezembro de 2022), quando teve início a série histórica de preços divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A análise do período aponta, ainda, que em 2022 o Brasil teve o menor consumo per capita de GLP, com a marca de 43,52 m3 para cada mil habitantes.

Segundo a pesquisa, o Rio Grande do Sul foi o Estado mais afetado pela queda do consumo em 2022. Em comparação com 2021, as vendas de gás de cozinha caíram 5,2%. A Bahia foi o segundo com o pior desempenho e redução de 4,9%, seguida pelo Rio Grande do Norte (4,4%), São Paulo (4,3%) e Rio de Janeiro (4,1%). O levantamento do Observatório é baseado em dados da ANP sobre GLP vendido em vasilhames de até 13 quilos e desconta a média anual da inflação.

Portal 96FM

Em janeiro deste ano, Natal teve a quarta maior alta na cesta básica

FOTO: VALTER CAMPANATO

Natal teve, em janeiro deste ano, a quarta maior alta no preço da cesta básica entre as 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza, mensalmente, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Na variação mensal, o grupo de doze alimentos pesquisados pelo Dieese apresentou aumento de 6,47% em relação a dezembro de 2022, passando de R$ 584,36    R$ 622,16. Em comparação com janeiro de 2022, o  preço da cesta básica aumentou 12,90%.

A pesquisa aponta aumento no valor do conjunto dos alimentos básicos em 11 capitais. Entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, os maiores percentuais de alta ocorreram nas cidades do Nordeste: Recife (7,61%), João Pessoa (6,80%), Aracaju (6,57%) e Natal    (6,47%). Já as reduções mais importantes foram registradas nas cidades do Sul: Curitiba (-0,50%), Porto Alegre (-1,08%) e Florianópolis (-1,11%).

De acordo com os dados da pesquisa, entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, oito dos doze produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços médios. A maior alta de preços foi verificada no tomate: 50,64%. Doze quilos do produto (quantidade definida para a cesta de alimentos do Dieese) passou de R$ 65,64 para R$ 98,88. Já o  feijão carioca apresentou a segunda maior variação: 6,38%. Em seguida vem o pão francês (3,74%), a manteiga (3,27%), a banana (2,91%), a farinha de mandioca (2,84%), a arroz agulhinha (1,72%) e café em pó (0,30%). O preço médio dos demais produtos, apresentou variação negativa: leite integral UHT (-6,15%), açúcar cristal (-2,47%), carne bovina de primeira (-1,19%) e óleo de soja (-0,50%).

No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em todos os produtos da cesta: feijão carioca (33,94%), farinha de mandioca (32,81%), pão francês (24,34%), manteiga (23,85%), banana (22,53%), leite integral UHT (20,32%), arroz agulhinha (9,46%), tomate (9,14%), café em pó (7,16%), óleo de soja (5,22%), açúcar cristal (2,12%) e carne bovina de primeira (1,14%).

Em janeiro de 2023, o trabalhador de Natal, remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.302,00, precisou trabalhar 105 horas e 08 minutos para adquirir a cesta básica. Em 2022, quando o salário mínimo era de R$ 1.121,00, o tempo de trabalho necessário em dezembro foi de 106 horas e 04 minutos, e, em janeiro do mesmo ano, de 100 horas e 02 minutos.

Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, no primeiro mês de 2023, 51,66% da remuneração para adquirir os produtos da cesta básica, que é suficiente para alimentar um adulto durante um mês. Já em 2022, os percentuais foram de 52,12% em dezembro, e de 49,15%, em janeiro.

TN

Petrobras anuncia redução de R$ 0,40 no preço do diesel

FOTO: FERNANDO FRAZÃO

O preço do diesel vendido pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis terá uma queda de R$ 0,40 a partir de amanhã (8), anunciou hoje (7), no Rio de Janeiro, a estatal. Em termos percentuais, a redução é de 8,8%.

Com a variação de preço, o valor do litro do diesel comprado pelas distribuidoras, chamado de diesel A, vai cair de R$ 4,50 para R$ 4,10, segundo a Petrobras.

O diesel comprado por motoristas nos postos de combustíveis é resultado de uma mistura de 90% desse diesel A, vendido pela Petrobras, com 10% de biodiesel.

A empresa estima que a parcela do preço cobrado por ela no valor final pago pelos motoristas passará a ser de R$ 3,69 por litro.

Equilíbrio

O valor de venda às distribuidoras tem como principal balizador a busca pelo equilíbrio dos preços da Petrobras aos mercados nacional e internacional, argumenta a estatal.

“A companhia, na formação de preços de derivados de petróleo e gás natural no mercado interno, busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, finalizou.

Preço do etanol sobe em 17 estados e se estabiliza em 4 na última semana, diz ANP

FOTO: GETTY

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 17 estados na semana encerrada no sábado (4).

Já em outros 5 estados e no Distrito Federal os preços caíram. Em outros quatro estados os preços ficaram inalterados.

O levantamento é da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu 1,06% na semana em relação à anterior, de R$ 3,78 para R$ 3,82 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média subiu 1,08% na semana, de R$ 3,69 para R$ 3,73.

O Distrito Federal registrou a maior queda porcentual de preços na semana, de 2,06%, de R$ 3,89 para R$ 3,81.

Mato Grosso foi o estado com o maior avanço de preços na semana, de 5,97%, de R$ 3,35 para R$ 3,55 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,15 o litro, em São Paulo, e o maior preço estadual, de R$ 6,37, foi registrado no Rio Grande do Sul.

Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,55, foi observado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi registrado no Amapá, com R$ 5,24 o litro.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no país caiu 1,29%. O estado com maior alta porcentual no período foi Bahia, com 12,38% de aumento no período, de R$ 4,04 para R$ 4,54 o litro. A maior baixa porcentual ocorreu no Distrito Federal (-7,52%), de R$ 4,12 para R$ 3,81.

Competitividade

O etanol está mais competitivo que a gasolina em Mato Grosso, onde o valor do biocombustível equivale a 69,47% do fóssil.

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol está com paridade de 74,61% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

CNN Brasil                        

Gasolina sobe 3% na semana e é vendida acima de R$ 5, diz ANP

FOTO: DIVULGAÇÃO

O preço da gasolina aumentou 3% nos postos na última semana, segundo dados publicados pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nessa sexta-feira (3.fev.2023). O combustível foi vendido a R$ 5,12 por litro, na média nacional.

Na última semana, a Petrobras anunciou um aumento de R$ 0,23 no preço de venda do combustível às distribuidoras. A gasolina passou a ser vendida a R$ 3,31 por litro nas refinarias da estatal a partir de 26 de janeiro.

Segundo os dados da ANP, o Ceará teve a gasolina mais cara no período, de R$ 5,61 por litro, enquanto o combustível mais barato foi vendido no Amapá, a R$ 4,79 por litro.

Já o etanol hidratado aumentou 1% nas bombas, para R$ 3,89 por litro, com variação de R$ 3,55 a R$ 5,24 nos Estados. O biocombustível compete diretamente com a gasolina na categoria de carros flex.

O diesel S10 –com menor teor de enxofre e mais usado no país– permaneceu estável no período. Foi vendido a R$ 6,39, ante R$ 6,38 na semana anterior.

O GLP (gás liquefeito de petróleo), mais conhecido como gás de cozinha, também apresentou aumento tímido de 0,2%, passando de R$ 108,02 para R$ 108,20, na média nacional.

Poder360

Carnaval: 62% dos natalenses gastarão, em média, R$ 315,74 reais, diz Fecomércio RN

FOTO: ILUSTRAÇÃO

Mais de 62% dos natalenses irão às compras e têm a pretensão de gastar, em média, R$ 315,74, nos quatro dias de feriado de Carnaval. É o que mostra pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio RN. O estudo mostra, ainda, que 46% dos entrevistados afirmam que irão gastar mais com o Carnaval este ano em relação ao ano passado. 

As atividades dos natalenses que irão aproveitar o feriado incluem, em sua maioria, ficar em casa com 46,2%, seguido por viagem de lazer (26,3%), praias locais (14,5%) e reunir amigos (7,4%). 

Para quem pretende viajar, o litoral do estado é a opção para 57,8% dos entrevistados, enquanto 29,7% vão para o interior potiguar e 11,6% afirmaram que irão curtir o feriado carnavalesco em outro estado. Já o meio de transporte utilizado pelos entrevistados de Natal será carro/moto (74,4%), ônibus/vans (19,4%) e transporte por aplicativo (3,3%).

Quanto à hospedagem, os participantes do levantamento responderam que irão ficar na casa de familiares e amigos (68,9%), seguido por hotéis/pousadas/similares (15,3%) e casas, apartamentos ou sítios alugados (9,1%).

Sobre a companhia para passar o feriado, 75,6% irão ficar com a família e 24,5% com os amigos.

Consumo

A pesquisa revela que durante o Carnaval o natalense irá gastar com alimentos e bebidas (90,5%), vestuário/calçados (26,2%), acessórios (7,9%), viagem/hospedagem (7,4%) e transporte/combustível (6,1%). Dentre os fatores que vão determinar as compras, estão preço (54,8%), qualidade (33,1%), variedade (4,5%), atendimento (4,5%).

Sobre o perfil do consumidor que irá gastar mais no feriado, os homens (68,8%) são maioria. Do total de pessoas pesquisadas, 63,2% são casadas, 67,2% são jovens adultos entre 25 e 34 anos, 72,1% possuem ensino superior ou mais e 92,3% ganham acima de 10 salários mínimos. 

O levantamento também aponta que o comércio de rua (79,6%) é a preferência dos entrevistados para as compras, seguido dos shoppings (11,6%) e internet (6,6%). Quanto à forma de pagamento, 35,3% optam pelo cartão de crédito, 28,1% dinheiro, 21,5% pix/transferências e, por último, débito (15,1%).

Mossoró

O Instituto Fecomércio RN verificou que os mossoroenses estarão mais comedidos em relação ao consumo, já que 54,8% não irão às compras durante o Carnaval. O motivo alegado pelos entrevistados para não gastar durante o feriado é que a maioria não irá brincar ou não gosta de carnaval (63%), seguido pela falta de dinheiro (15,6%) e, por fim, poupar (12,5%).

Porém dos 45,2% que irão às compras, o gasto médio será de R$ 354,87 reais. A maior parcela (25,7%) pretende gastar entre R$ 101 e R$ 300 reais, já 21,2% preferem entre R$ 301 e R$ 500 reais, 11,5% entre R$ 501 e R$ 1.000, enquanto 12,4% afirmaram que pretendem gastar mais de R$ 1.000. 

Além disso, em relação ao ano passado, os mossoroenses responderam que irão gastar mais (60,3%), igual (26,7%) e menos (12,9%).

Sobre o que pretendem fazer nos quatro dias de festa, 60% vão ficar em casa, 13,2% farão viagens de lazer, 13% irão para praias locais e 8% pretendem visitar parentes e amigos.

Viagens

Já o destino escolhido para os mossoroenses que irão viajar, o litoral potiguar aparece com 50,7%, seguido por municípios do interior (33,6%) e outros estados brasileiros (15,1%). O tipo de hospedagem para os viajantes será a casa de familiares e amigos (67,8%), hotéis/pousadas/similares (20,3%), enquanto casas, apartamentos ou sítios alugados serão opção para 8,4% dos entrevistados

O meio de transporte utilizado para o deslocamento será carro/moto (88,7%), ônibus/vans (8,4%) e, por último, transporte por aplicativo (2,1%).

Gastos

A pesquisa apurou que o mossoroense irá consumir, em sua maioria, alimentos e bebidas (85,8%), seguido por gastos com transporte/combustível (53,5%), vestuário/calçados (26,5%), viagem/hospedagem (25,2%) e outros (11,9%). Dentre os fatores determinantes para a compra estão preço (48,7%), qualidade (21%), variedade (15,2%), localização (6,5%) e conforto (4%).

O perfil dos consumidores apurados mostra que 50,4% são homens. Do universo de indivíduos pesquisados, 57% são solteiros, 57,3% têm idade entre 25 a 34 anos, 56,5% possui nível superior ou mais e 64,3% ganham acima de 10 salários mínimos.

O comércio de rua é a preferência para as compras de 51,6% dos entrevistados, outros estabelecimentos correspondem a 34,7%, enquanto shopping é a opção para 11,6%. Já a forma de pagamento, 48,5% optam pelo cartão de crédito, 26% em dinheiro, 20,3% cartão de débito e 4,8% pix/transferências.

O Instituto Fecomércio RN ouviu 608 pessoas em Natal e 500 pessoas em Mossoró. O índice de confiança é de 95% com margem de erro de 3% para mais ou para menos.