Elon Musk, nome forte por trás de empresas como Tesla e SpaceX, deve se afastar em breve de seu papel como conselheiro do governo dos Estados Unidos. A informação, que circulava nos bastidores de Washington, foi confirmada nesta quinta-feira (3) pelo presidente Donald Trump durante conversa com jornalistas no avião presidencial.
Apesar de reconhecer que Musk deve deixar o cargo nos próximos meses, Trump não poupou elogios ao bilionário, a quem descreveu como “brilhante, patriota e uma figura extraordinária”. O empresário tem atuado no Departamento de Eficiência Governamental (conhecido como Doge), onde coordena ações para cortes de gastos públicos — uma das bandeiras da atual administração.
Trump ressaltou que a saída será amigável e planejada. “Ele vai continuar por um tempo, mas depois vai voltar a se dedicar totalmente aos negócios. Ainda assim, está fazendo um trabalho espetacular”, disse o presidente, sem cravar uma data exata para a transição.
Fontes da Casa Branca já indicavam que Musk havia informado sua intenção de deixar o cargo depois de concluir um ciclo de 130 dias de atuação, e que investidores pressionam por seu retorno às empresas.
Nos bastidores, no entanto, a permanência de Musk na esfera política tem gerado divisão. Se, por um lado, sua imagem é associada à inovação e ao empreendedorismo, por outro, alguns aliados de Trump temem o desgaste causado por sua postura polêmica — sobretudo após a derrota do candidato conservador Brad Schimel para a progressista Susan Crawford na eleição da Suprema Corte de Wisconsin, mesmo com mais de US$ 20 milhões em doações de Musk e apoiadores.
A disputa, marcada por forte polarização, tornou-se a mais cara da história do Judiciário estadual e representou uma derrota política simbólica para o campo conservador.
Ao fim da entrevista, concedida a bordo do Air Force One, Trump ainda comentou que espera receber o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington em breve. “Talvez na semana que vem”, sinalizou, sem confirmar datas.
Um estudo produzido pelo Correios apontou que a empresa pública tomou um prejuízo de R$ 2.160.861.702,75 em função da “taxa das blusinhas” proposto pelo Ministério da Fazenda e aprovada pelo Congresso Nacional em junho de 2024.
O g1 teve acesso a um documento produzido pelos Correios que apontou o prejuízo. O texto faz duas comparações para mostrar o quanto foi estimado e o quanto foi arrecadado pela empresa em 2024.
Antes da mudança da legislação, os Correios estimavam arrecadar R$ 5,9 bilhões com o transporte de mercadorias importadas da China em 2024. Entretanto, com o surgimento da lei, o total efetivamente arrecadado foi de R$ 3,7 bilhões. Valor R$ 2,2 bilhões (37%) menor.
Uma estimativa também foi calculada já levando em consideração a sanção da lei e uma possível redução de receita. Nela, a empresa previu uma arrecadação de R$ 4,9 bilhões (R$ 8 milhões a menos que em 2023). Neste comparativo, o prejuízo foi de R$ 1,7 bilhão.
Nesta quarta-feira (26), o presidente da empresa, Fabiano Silva, esteve na Câmara dos Deputados para acompanhar um evento da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Correios e falou sobre o impacto.
“A gente tinha uma expectativa de receita, que ela foi frustrada, então essa expectativa de receita frustrada se traduz depois em prejuízo na empresa”, afirmou Fabiano.
Fabiano ainda ponderou que a mudança proposta pelo Ministério da Fazenda, permitiu ainda que outras empresas de transportes façam o frete pelo Brasil de mercadorias internacionais e que resultou na diminuição do domínio dos Correios sobre esse tipo de serviço.
“A gente tinha uma participação nesse segmento internacional em torno de 98% de mercado, ou seja, quase dominante, quase exclusivo nesse mercado. No mês de janeiro, a gente está em torno de 30 e poucos por cento”, criticou.
Para reverter essa situação, fontes informaram que os Correios buscam modificar o decreto-lei sobre tributação simplificada das remessas postais internacionais, voltando ao que era antes da última modificação em 2024.
Prejuízo Correios
No final de janeiro, o Ministério da Gestão informou que os Correios são uma das principais razões para o aumento do déficit das estatais em 2024. Segundo o governo, a estatal registrou um rombo de R$ 3,2 bilhões no ano passado.
“Uma boa parte da explicação do aumento do déficit é o déficit dos Correios, que de fato aumentou bastante. E o caso dos Correios é um caso que demanda nossa atenção. O governo tem se debruçado para discutir medidas de sustentabilidade [financeira]”, afirmou a secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do MGI, Elisa Leonel.
A secretária afirmou que os Correios deixaram de investir, encerraram contratos e perderam receita ao serem incluídos no Plano Nacional de Desestatização, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“A empresa não aproveitou ali em determinados momentos que se teve a pandemia e que o fluxo de encomendas, ele foi alto. Aquele era o momento de você ter feito um salto de qualidade. Ali a gente tinha que ter diversificado as nossas atividades”, apontou o presidente.
Apesar de o Brasil ter escapado de taxas maiores impostas por Donald Trump no novo tarifaço, setores industriais têm acendido o alerta sobre os efeitos colaterais da medida por aqui.
A avaliação é que o fechamento do mercado americano para países asiáticos deve fazer do Brasil um destino alternativo, o que pode inundar o país com concorrência mais acirrada em setores como calçados, roupas e máquinas.
O novo pacote prevê uma alíquota mínima de 10% sobre as importações brasileiras, mas chega a até 46% no caso de países como Vietnã e 34% para a China, que terá uma sobretaxa total de 54%, considerando tarifas anunciadas anteriormente.
— Como a tarifa atinge todos os produtos chineses, o risco é de desvio de comércio em praticamente todos os setores. Isso já aconteceu no passado e tende a se intensificar agora. A China tem escala e competitividade, e vai buscar mercados emergentes para escoar sua produção — avalia Welber Barral, sócio da consultoria BMJ.
A tarifa comparativamente menor para o Brasil pode gerar alguma competitividade para o país na disputa por espaço no mercado americano, o maior do mundo, especialmente no caso das commodities, como metálicas e agrícolas, avaliaram analistas do BTG Pactual, em relatório desta quinta-feira.
Um exemplo de ganhos é o café brasileiro. As novas tarifas elevando o custo do robusta vietnamita — principal concorrente do Brasil nesse segmento —, analistas apontam espaço para um reposicionamento estratégico.
Segundo a Scot Consultoria, mesmo com a possibilidade de queda nos preços internacionais devido ao excedente global, o Brasil pode ampliar sua fatia no mercado americano, onde a tarifa de 10% aplicada ao produto nacional é significativamente menor do que os 46% impostos ao Vietnã e os 32% à Indonésia.
Brasil no alvo
Para outros setores, no entanto, o balanço é de mais prejuízos do que ganhos. A indústria brasileira têxtil e de confecção, que exporta cerca de US$ 100 milhões por ano aos EUA, vê oportunidade para ampliar a presença no mercado americano, mas somente em nichos.
Esse reposicionamento, no entanto, envolve ganho de competitividade, o que pode acontecer somente no médio e longo prazo. A inundação maior dos produtos chineses, por outro lado, é uma preocupação mais imediata:
— O Brasil pode até ganhar mercado, mas não da noite para o dia. Substituir os asiáticos exige uma construção estratégica. Já o risco de desvio de comércio é imediato. — afirma Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), que cita risco de competição maior de países como China, Vietnã e Camboja — Esses países não vão parar de produzir. E vão tentar vender onde tiver mercado. O Brasil, que tem um dos maiores mercados consumidores do mundo, será um dos alvos.
As atualizações na Norma Regulamentadora 1 (NR1), pelo Ministério do Trabalho e Emprego, foram destaque da reunião de diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), nesta quinta-feira 3.
A advogada Sylvia Lorena Teixeira de Souza, superintendente de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentou as mudanças na norma, que passa a demandar das empresas um plano de gerenciamento de riscos psicossociais relacionados ao trabalho.
“É importante destacar que a indústria se preocupa com a saúde do trabalhador e com ambientes de trabalho saudáveis”, ressaltou Sylvia Lorena. “A NR1 incorporou os riscos psicossociais dentro do programa de gestão de risco das empresas, mas essa preocupação já estava prevista na NR17, ou seja, o empregador já tinha o comprometimento com um ambiente de trabalho saudável e seguro”, acrescenta.
A superintendente explicou o fluxo do processo de elaboração e atualização das normas regulamentadoras. No caso da NR1, ela ressalta que a atualização foi fruto de uma manifestação do Ministério Público do Trabalho (MPT) em consulta pública para a atualização da norma.
“A segurança e a saúde do trabalhador é irrenunciável, mas é preciso equilibrar com as obrigações impostas às empresas, de modo que tenhamos um ambiente de negócios favorável à competitividade e ao investimento, sem perder de vista a importância da saúde do trabalhador”, frisa.
O presidente da FIERN, Roberto Serquiz, destaca que o tema gera preocupação por dar subjetividade à interpretação da norma. “O tema já era contemplado em outra norma, a NR17, e agora os riscos psicossociais são trazidos também para dentro do programa de gerenciamento de riscos. Esse ponto preocupa porque gera insegurança jurídica”, afirma. “Precisamos evitar que essa alteração possa levar a custos não só do ponto de vista administrativo, mas também no campo jurídico”, acrescenta Serquiz.
“Diante do que foi apresentado, vamos buscar minimizar os efeitos dessa adequação a partir de uma orientação feita pelo SESI-RN aos sindicatos e indústrias associadas, como também trabalhar junto à CNI e ao departamento nacional do SESI para esclarecer os procedimentos e metodologias para atender a essa demanda”, completa o presidente da FIERN.
Sesi-RN vai auxiliar indústrias no atendimento à norma O Serviço Social da Indústria do Rio Grande do Norte (SESI-RN) irá auxiliar as indústrias potiguares no atendimento às novas demandas da norma. De acordo com a superintendente regional, Danielle Mafra, o SESI-RN pode esclarecer as dúvidas e atender as empresas do setor para o cumprimento da NR1.
“O SESI-RN tem sido muito buscado por indústrias para oferecer uma solução para essas novas demandas, que têm gerado preocupação para as empresas. Nesse sentido, disponibilizamos uma cartilha informativa sobre o tema e em breve teremos um canal direto para sanar dúvidas de forma breve e assertiva”, comenta.
O presidente da FIERN e do Conselho Regional do SESI-RN, Roberto Serquiz, enaltece o papel da instituição para as empresas atenderem à NR1. “O SESI é fundamental nesse processo. Vamos criar um canal de dúvidas junto às indústrias para dar o apoio preventivo na aplicação dessa nova abordagem da norma”, ressalta.
A superintendente de Relações do Trabalho da CNI, Sylvia Lorena, também aponta a importância de o Sistema Indústria orientar as empresas quanto ao cumprimento da norma. “A FIERN, a partir do SESI, tem o papel fundamental de esclarecer para as indústrias o que é risco psicossocial, como as empresas podem mapear esse risco dentro do programa de gestão de riscos, trazendo informações corretas e aplicando uma metodologia adequada para que se tenha um equilíbrio entre as obrigações impostas às empresas com a irrenunciável segurança e saúde do trabalhador”, diz.
O influenciador Natanael Cat foi retirado do Shopping Recife ao levar uma jiboia de estimação, chamada Penélope. Ele alegou que o local aceita pets, mas a administração informou que a entrada de animais silvestres é proibida por lei.
O influenciador registrou um boletim de ocorrência, mas acabou autuado por crime ambiental, injúria e ameaça.
O prefeito Paulinho Freire (União) confirmou a expansão do Carnaval em Natal para 2026 e novos investimentos em turismo. O evento deste ano, organizado em 30 dias, gerou circulação de quase R$ 200 milhões na economia local, conforme pesquisa divulgada pelo Instituto Fecomércio RN (IFC) nesta quinta-feira 3.
“Fizemos o Carnaval em apenas 30 dias. Ficou a dúvida se faríamos, mas resolvemos fazer”, disse o prefeito, que comemorou o fato de o retorno ter sido imediato: “Muita gente que saiu de Natal para outras cidades voltou a saber que nosso Carnaval estava dando certo”.
Para o Carnaval do próximo ano, a meta é ampliar o impacto. “O Carnaval não vai custar nada. É um investimento e vamos investir porque o retorno vai acontecer quando os impostos, a economia, a circulação de quase R$ 200 milhões voltar para o município. Em 2026, será muito maior”, afirmou Paulinho. Segundo ele, a expectativa já reflete no mercado: “há alta demanda por aluguéis na Redinha para o próximo ano”.
O modelo de parcerias inclui editais de concessão para eventos como São João e Natal em Natal, seguindo exemplos de cidades como Campina Grande e Caruaru. “A prefeitura entrará com 50% dos patrocínios arrecadados pela iniciativa privada”, explicou.
Paulinho afirmou que a Fecomércio RN é uma das apoiadoras dos eventos na Capital. “É uma parceira muito grande, não só em eventos, mas em assistência social, educação e saúde”.
São João 2025 confirmado
O próximo grande evento será o São João, com lançamento em 31 de maio na Avenida da Alegria. “Teremos Triunfo Elétrico e Bel Marques confirmados”, adiantou o prefeito. A programação ocorrerá em meados de junho.
Paulinho também salientou que já há conversas com o Ministério do Turismo. “O ministro se comprometeu a ajudar Natal a se tornar um dos melhores destinos do Brasil”. Sobre o Centro de Convenções de Natal, ele disse que o projeto aguarda investimentos. “Precisamos da iniciativa privada para novas salas ou espaços”.
O prefeito afirmou que a aposta da gestão no turismo perene segue como prioridade. “Queremos turismo em 365 dias do ano. Não vamos depender de repasses federais”, finalizou.
O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta quinta-feira, 3, uma suspensão temporária dos investimentos externos nos Estados Unidos, após o anúncio do presidente americano, Donald Trump, em relação às tarifas recíprocas generalizadas sobre importações dos parceiros comerciais.
“Os investimentos futuros, os investimentos anunciados nas últimas semanas, devem ser suspensos por um tempo até que a situação com os Estados Unidos seja esclarecida.
O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu nesta quinta-feira, 3, uma suspensão temporária dos investimentos externos nos Estados Unidos, após o anúncio do presidente americano, Donald Trump, em relação às tarifas recíprocas generalizadas sobre importações dos parceiros comerciais.
“Os investimentos futuros, os investimentos anunciados nas últimas semanas, devem ser suspensos por um tempo até que a situação com os Estados Unidos seja esclarecida.
E acrescentou:
“Qual seria a mensagem se grandes players europeus investissem bilhões de euros na economia dos EUA justamente quando estávamos sendo atingidos?”, disse.
Segundo Macron, as medidas comerciais de Trump deixarão o povo americano “mais fracos e pobres” e impactarão também a economia europeia.
“Nós, europeus, devemos permanecer unidos e determinados nesta fase. E digo isso também porque sei o que pode acontecer: os grandes players tendem a agir por conta própria, e isso não é uma boa ideia“, afirmou.
Reação da UE
O comissário para o Comércio e Segurança Econômica da União Europeia, Maroš Šefčovič, prometeu não ficar de braços cruzados.
“Tarifas injustificadas inevitavelmente saem pela culatra.
Agiremos de forma calma, cuidadosamente faseada e unificada, enquanto calibramos nossa resposta, enquanto permitimos tempo adequado para conversas. Mas não ficaremos de braços cruzados, caso não consigamos chegar a um acordo justo.
Falarei com meus colegas americanos amanhã”, escreveu no X.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que o governo do Reino Unido tem “uma série de ferramentas à disposição” para responder às tarifas de Trump, prometendo agir com “cabeça fria” e “pragmatismo”.
A obra de engorda da praia de Ponta Negra foi defendida pelo vereador Irapoã Nóbrega (Republicanos) em sessão na Câmara Municipal nesta quinta-feira 3. Segundo ele, a estrutura conteve os efeitos da maré cheia no último fim de semana e evitou prejuízos maiores para a região. “Se não tivesse segurado, teria sido capaz de o mar ter levado todo o calçadão e talvez até chegado a invadir bares e restaurantes da Av. Erivan França”.
Ele reconheceu que existem ajustes a serem feitos, mas que a obra ainda está em fase de execução. “Não se pode finalizar uma obra sem passar pelo começo, meio e fim. E o fim da engorda não é isso que está agora”, disse.
Para Irapoã, a intervenção representa um passo importante para a reestruturação da orla e para o turismo da Capital. “O prefeito Álvaro Dias (Republicanos) teve a coragem de fazer a engorda, e o prefeito Paulinho Freire (União) vai dar seguimento ao progresso de Ponta Negra e de toda a orla de Natal”.
Irapoã criticou o que chamou de “opositores” da obra, que, segundo ele, são contrários ao avanço da cidade. “Para quem não quer o progresso de Natal, é aquele negócio: se você não quer ajudar, pelo menos fique calado para não atrapalhar”.
Anne Lagartixa acusa governo de omissão
Em discurso marcado por críticas à gestão estadual, a vereadora Anne Lagartixa (Solidariedade) afirmou que o RN está “refém do crime organizado” e acusou o Governo de omissão. “A governadora pode acabar com a facção em menos de um minuto, porque a senhora tem homens e mulheres dispostos a lutar. Só precisa querer governar”, afirmou.
Ela relatou a morte da irmã Laura, de quatro anos, em um atentado contra seu pai, Wendel Lagartixa, em 2021, e reclamou da falta de respostas das autoridades. “A mãe de Laura vai dormir sem entender por que, até hoje, não recebeu nenhuma notícia sobre o principal suspeito, que ainda está foragido”.
Segundo ela, a população vive com medo e trancada em casa, especialmente na Zona Norte. “Ninguém senta mais na sua calçada para conversar com o vizinho. Sete, oito horas da noite, os comércios estão fechando com medo de assaltos e balas perdidas”. E pediu respostas e ações concretas da gestão. “O governo que não enfrenta o crime com seriedade está fortalecendo aqueles que aterrorizam a população”, disse.
Kleber propõe ‘voucher de saúde’ para custear academia a baixa renda
O vereador Kleber Fernandes (Republicanos) propôs a criação de um “voucher da saúde” para permitir que pessoas de baixa renda com indicação médica possam frequentar academias particulares em Natal. A medida, segundo ele, é uma forma de enfrentar o sedentarismo e prevenir doenças como hipertensão e diabetes.
“Temos uma grande quantidade de pessoas sedentárias, com estresse elevado, que não praticam atividade física. Isso sobrecarrega a rede de saúde e aumenta a demanda por medicamentos. Se a Prefeitura adquirir vouchers e custear a academia para quem precisa, vamos reduzir esse custo a médio prazo e melhorar a qualidade de vida da população”, argumentou.
O projeto recebeu apoio de outros vereadores, como Léo Souza (Republicanos) e João Batista (DC), que pediram para subscrevê-lo. Kleber afirmou que o projeto já foi discutido com o secretário municipal de Saúde e será levado ao prefeito. “Isso vai movimentar a economia local e melhorar a saúde de quem mais precisa”, resumiu.
Leo Souza critica campanha difamatória contra Ponta Negra: “Ajuda em quê?”
O vereador Léo Souza (Republicanos) discursou contra o que classificou de “campanha difamatória” contra Ponta Negra. Ele apontou que, além de não ajudar, as notícias e eventos que tentam pregar que a praia está “destruída”, apenas contribuem para uma imagem negativa e prejudicam o turismo da cidade.
“Não adianta Governo, Prefeitura e Governo Federal investirem milhões em divulgação de Natal como destino turístico se o turista procura no Google e vê notícias que apontam que a praia está ‘destruída’, ‘acabada’ e até sugerindo que Ponta Negra não seja visitada”, criticou.
Ele pontuou que Ponta Negra ainda precisa melhorar em vários aspectos, como iluminação, limpeza, segurança, mas que as enxurrada e vídeos (alguns até antigos), impedem que o debate evolua.
“Eu proponho um debate que seja propositivo para a praia, que a gente possa ver realmente onde avançar. Mas não posso fechar os olhos, passar o pano, achando que é normal ficarem esculhambando no nosso principal cartão postal só para fazer vingança política”, acrescentou.
Faustino acusa 96 FM e InterTV de boicote
O vereador Matheus Faustino (União) acusou as emissoras de boicotarem sua atuação como relator da Comissão Especial de Inquérito (CEI) das Invasões. Segundo ele, a InterTV Cabugi omitiu seu nome em reportagem e a 96 FM ignorou seu papel na comissão. “Eu sou o relator da CEI. Eles notificam sobre a CEI e simplesmente cortam o meu nome”, reclamou.
Matheus afirmou que foi ameaçado por integrantes do MLB. “Fui ameaçado de tiro na cara, com gesto e tudo. Vou registrar um boletim de ocorrência e solicitar segurança”. Ele criticou o que chamou de “jornalismo parcial” e disse que parte da imprensa age conforme interesses. “A imprensa não pode cumprir o papel de beneficiar pessoas. A imprensa tem que ser imparcial.”
Ele disse ainda que publicará um vídeo com sua versão completa sobre a CEI no YouTube. “Vou disponibilizar na íntegra a minha fala. O que fizeram foi cortar trecho para criar narrativa”.
Camila Araújo denuncia dívida de R$ 61,9 milhões do Governo
A vereadora Camila Araújo (União) denunciou que a dívida acumulada do Governo do Estado com o município de Natal na saúde chega a mais de R$ 61,9 milhões. Ela detalhou os valores em atraso, incluindo repasses mensais para UPAs (R$ 700 mil), SAMU (R$ 308,8 mil), assistência farmacêutica (R$ 176,3 mil) e vigilância em saúde (R$ 175,5 mil).
Segundo ela, parte da dívida chegou a ser parcelada em R$ 3 milhões mensais, mas o governo deixou de cumprir o acordo. “A Prefeitura precisa fazer um esforço absurdo para manter tudo funcionando. Vidas estão morrendo por falta de repasse”.
Camila afirmou ainda que a Comissão de Saúde da Câmara já pediu uma reunião com o secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta, para tratar da questão.
Daniel Santiago elogia edital do Selo Empresa Amiga do Autista
O vereador Daniel Santiago (PP) elogiou o lançamento do edital do Selo Empresa Amiga do Autista, promovido pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semtas), comandada pela vereadora licenciada Nina Souza (União).
“Parabenizo a gestão pela sensibilidade, pelo acolhimento, por pensar nas pessoas com deficiência, nas crianças e nas famílias atípicas”.Segundo ele, a iniciativa é um marco para a inclusão em Natal e reconhece empresas comprometidas com a causa do autismo. E frisou que o edital já está pronto para ser publicado no Diário Oficial e que espera ampla adesão das empresas locais. “Incluir é reconhecer e respeitar”.
Daniel também destacou que o selo é fruto de projeto aprovado anteriormente pela Câmara. “Trata-se de um reconhecimento importante para quem promove o acolhimento e está disposto a transformar vidas”.
A Deputada Federal Carla Dickson esteve em Currais Novos onde fiscalizou obras realizadas com recursos de emendas enviadas por ela. No total, R$ 600 mil foram destinados ao município. A parlamentar visitou o Distrito da Cruz e o bairro Dr. José Bezerra, onde oito ruas foram beneficiadas com calçamento e pavimentação.
“A minha missão é essa mesmo, lutar para melhorar a qualidade de vida dos potiguares. E essa obra é fruto do nosso compromisso com Currais Novos, trabalhando em conjunto com lideranças que conhecem as necessidades da cidade. Algumas ruas como a Totoró, por exemplo, aguardaram 50 anos para serem calçadas. Ver de perto os resultados nos motiva seguir a luta”, ressaltou a deputada.
RUAS CALÇADAS E PAVIMENTADAS
Distrito da Cruz: Rua Pedro Salustiano Rua Justino Dantas Rua Abdias de Comedio Rua Isabel Lucinda
Dr. José Bezerra: Rua Riacho Carnaúba Rua Riacho de Totoró Rua Riacho Mutamba Rua Riacho Açudinho
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