14 de agosto de 2020 às 12:00
14 de agosto de 2020 às 10:49
FOTO: ILUSTRAÇÃO
Neste sábado será comemorado o Dia dos Solteiros. Mas este ano as comemorações da data foram afetadas, já que muitos ainda estão respeitando a quarentena e ficando em casa lidando com o tesão acumulado.
Que ninguém aguenta mais é fato, mas as formas de lidar com
o momento da pandemia (sexualmente falando, claro) variam de pessoa para
pessoa. Para descobrir a primeira coisa que os solteiros de plantão vão fazer
pós-vacina, o Sexlog – rede social brasileira de sexo e swing – fez uma
levantamento com os usuários.
Entre os mais de 31 mil cadastrados que responderam à
pesquisa, 34,9% garantiram que vai ser o saudoso ménage, já que o sexo a três
em tempos de coronavírus fica praticamente inviável.
Também há os que estão esperando tanto pelo momento que não
vão se contentar em ir para a cama com apenas duas pessoas – 27,4% alegaram que
vão correr para a primeira suruba que aparecer.
Entretanto, ainda que as recomendações sejam claras e o número de óbitos cresça cada vez mais, a maior parte não tem resistido. Enquanto 13,8% dos usuários afirmam estar “mais na seca que o deserto”, 19,1% confirmou que o tesão é mais forte e que têm furado a quarentena para transar.
25 de junho de 2020 às 09:08
4 de julho de 2020 às 11:08
FOTO: ILUSTRAÇÃO
Ao que tudo indica, os tutores e fãs de gatos têm menos
chances de conseguirem um encontro nas plataformas e sites de relacionamento.
Pelo menos é isso que um levantamento realizado pela Colorado State University
aponta.
De acordo com a pesquisa, mulheres tendem a não se
interessarem por homens que são tutores de felinos e que postam isso com
orgulho nas redes sociais. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores
mostraram a centenas de mulheres fotos de dois homens, um com um bichano e o
outro sem o pet. Logo, foi percebido que as candidatas mostravam desinteresse
no rapaz que estava com o gato.
Nos cliques que os rapazes aparecem sem o gato, 38% das
mulheres afirmaram que teriam um encontro casual, enquanto 37% considerariam um
relacionamento sério com os dates. Já nas fotos com os gatinhos, esse número
caiu para 33% em cada categoria. Além disso, o que mudou é que as que não
considerariam terem um encontro com um “gateiro” aumentou de 9% para 14%.
“Homens segurando gatos são vistos como menos masculinos,
mais neuróticos, sensíveis, abertos e menos interessantes para um encontro”,
explicou um dos autores do estudo. É importante notar que essas descobertas
sugerem que a cultura americana distingue o homem que gosta de gato como menos
masculinos”, completa o autor.
Ao todo 708 mulheres entre 18 e 24 anos participaram do experimento. O estudo pontua ainda o resultado como um esteriótipo cultural vindo de uma longa data em relação aos homens que gostam de gatos.
24 de junho de 2020 às 16:50
24 de junho de 2020 às 16:50
FOTO: ILUSTRAÇÃO
A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou o projeto de lei de autoria do deputado Ubaldo Fernandes (PL), que institui no Estado o Dia do Desapego Social. O projeto foi aprovado à unanimidade e segue agora para sanção da governadora Fátima Bezerra.
Pelo projeto, o Dia do Desapego Social acontecerá uma vez
por mês, sempre no dia 19. “O dia 19 foi escolhido para lembrarmos desta crise
mundial provocada pela pandemia da Covid-19”, explica Ubaldo Fernandes. O
objetivo é arrecadar e doar objetos que poderão servir para famílias carentes,
entidades e instituições sem fins lucrativos, promovendo na sociedade uma
educação solidária duradoura, através do descarte consciente de objetos em
condições adequadas de reutilização.
16 de junho de 2020 às 09:44
16 de junho de 2020 às 09:19
FOTO: GETTY
O atacante de Watford, Troy Deeney, tem uma posição forte em
várias questões, incluindo a homossexualidade no futebol. Segundo ele, existem
vários jogadores de futebol que falam abertamente sobre o assunto, desde que
alguém o faça primeiro.
“Eu diria que provavelmente há pelo menos um jogador de
futebol gay ou bissexual em cada time de futebol. Eles estão lá, estou 100%
certo de que é assim. Se alguém se assumisse, estou convencido de que na
primeira semana haveria pelo menos cem pessoas que fariam o mesmo. O problema é
que ninguém quer ser o primeiro”, disse o jogador britânico ao podcast da BBC.
O capitão do Watford destaca também que a maioria dos
jogadores se assume após a aposentadoria dos gramados. Atomaticamente, todos
consideram que declarar sua homossexualidade é prejudicial do ponto de vista
profissional para quem trabalha com a imagem em um ambiente ainda em
desconstrução como o futebol.
“Também me pergunto por que muitos esperam parar de jogar futebol, rugby ou qualquer outro esporte que pratiquem e depois admitem que são homossexuais. A impressão é que é algo realmente pesado para carregar durante sua carreira esportiva”, disse o atacante de 31 anos.
12 de junho de 2020 às 08:15
12 de junho de 2020 às 07:47
FOTO: DIVULGAÇÃO
O Rage Against the Machine e o System of a Down são bandas
bem políticas e basta prestar atenção nas respectivas músicas delas. Apesar
disso, em pleno 2020, alguns fãs descobriram esse lado mais combativo dos
grupos e se revoltaram. As informações são do site Stereogum.
Nesta terça, 9, um perfil comentou sobre as faixas do Rage
Against the Machine e os posicionamentos delas. A conta escreveu: “Eu era
um fã até ver as suas opiniões políticas. Música é meu santuário e a última
coisa que eu preciso é ouvir suas merdas políticas enquanto estou ouvindo. No
que depender de mim, você acabou. Continue falando e você vai destruir a sua
fanbase.”.
O próprio Tom Morello respondeu às críticas e disse:
“Scott!! De qual das minhas músicas você era fã que NÃO contém ‘merdas
políticas’?! Eu preciso saber para que eu possa apagar do catálogo.”
Vale lembrar, como aponta o Metalsucks, que alguns perfis também lembraram que o nome da banda é político, já que significa “ódio contra a máquina”, e nele, a “máquina” é um sinônimo para o “sistema”.
10 de junho de 2020 às 09:41
10 de junho de 2020 às 09:41
ARTISTAS TÊM CONTADO COM O SUPORTE DA CABO TELECOM PARA AUMENTO DE VELOCIDADE E CONSULTORIA NA TRANSMISSÃO DE SHOWS AO VIVO PELAS REDES SOCIAIS. FOTO: DIVULGAÇÃO
A pandemia do novo coronavírus modificou as relações sociais
em todo o mundo. Com o isolamento, a internet tornou-se a maior aliada na
manutenção da vida social: live’s e vídeo-chamadas conectam e aproximam amigos,
familiares e colegas de trabalho. Segundo pesquisa realizada pelo Business
Insider, a rede social Instagram aumentou em 70% o percentual de uso das
chamadas live’s.
A plataforma de pesquisas digitais, MindMiners, entrevistou
usuários e revelou que 76% dos participantes das live’s querem a continuidade
desse serviço mesmo após a pandemia. Por meio das transmissões ao vivo pelas
redes sociais, artistas de todo Brasil e também ao redor do mundo realizam
shows para levar entretenimento e solidariedade aos fãs. A tendência também é
seguida em nível local.
No entanto, nem sempre a banda larga que o artista dispõe é
suficiente para que a transmissão aconteça livre de interferências e sem o
risco de sair do ar. Desta forma, a Cabo Telecom tem fornecido um suporte extra
aos artistas que buscam o seu apoio para a realização dos shows ao vivo pelas
redes sociais. A empresa aumenta o upload para a transmissão e oferece
consultoria para o uso – sem custo. Para isso, é preciso que a localização
esteja dentro da área de cobertura de fibra óptica da empresa.
“Nós oferecemos um serviço que conecta pessoas e sempre
fomos grandes incentivadores dos artistas locais. E agora, com essa nova
modalidade de shows via live’s, estamos identificando uma demanda espontânea
dos artistas que buscam um suporte de internet com qualidade e, assim, possam
fazer a transmissão para seus seguidores sem o risco de interferências”,
comenta Cláudio Alvarez, diretor da Cabo Telecom.
Entre os artistas que já contaram com o apoio estão Pedro
Luccas, Tetê Pessoa, Thúllio Milionário e a cantora Walkyria Santos, que vem
realizando live’s em seus canais desde o início do isolamento. Ela enfatiza a
importância desse apoio aos artistas potiguares: “Nós, artistas, estamos
realizando live’s com o intuito de continuar levando a nossa música a todos os
nossos admiradores. E com o apoio da Cabo Telecom provendo a nossa Internet,
consigo fazer essas transmissões com muita qualidade”, comemora.
5 de junho de 2020 às 18:03
5 de junho de 2020 às 18:03
FOTO: IGOR JÁCOME
Um grupo de estudantes do curso de Publicidade e Propaganda
da UFRN sofreu ataques racistas durante um debate virtual que discutia
justamente o racismo em uma plataforma digital. Após o ocorrido, a chefia do
Departamento de Comunicação adiou uma entrevista online que haveria no dia
seguinte sobre transsexualidade, temendo novas agressões. O Decom afirma que
levará o caso ao Ministério Público.
Em nota, a UFRN afirmou que tem tem compromisso com o
combate a práticas discriminatórias, de injúria racial e racismo, e disse que o
canal para denúncias na instituição é a ouvidoria.
A situação aconteceu com os alunos que integram a 59mil,
empresa júnior da graduação de Publicidade de Propagando. Os estudantes
promovem uma vez por semana, através da plataforma Meets do Google, rodas de
conversas virtuais voltadas para a discussão de diversas pautas.
Nesta semana, segundo a organização, o encontro tinha como
objetivo levar esclarecimentos sobre “racismo estrutural”. “Considerando tal
importância da temática abordada e o intuito de alcançarmos o máximo de pessoas
possível, o evento veio a ser amplamente divulgado em diversas mídias (como
Instagram, Twitter e grupos do WhatsApp), e, por tal razão, não tivemos
controle sobre quem o convite alcançaria”, diz a nota divulgada pela 59mil.
De acordo com os alunos, após cerca de 30min do início, um
grupo de pessoas desconhecidas começou a silenciar a palestrante repetidas
vezes através de uma função da plataforma, desligando o áudio de seu microfone.
Esse grupo era formado majoritariamente por homens.
“A palestrante convidada tentou lidar com a situação, mas o
grupo continuou com atitudes que visavam claramente desmoralizar o conteúdo que
estava sendo passado, através de caos sonoro, palavras de ódio e de baixo
calão, exibição de conteúdo pornográfico e áudio de conteúdo racista”, relatam
os estudantes em nota divulgada pela 59mil.
Os ataques levaram ao cancelamento do evento, porque os
alunos temiam novas agressões. No dia seguinte, o Departamento de Comunicação
realizaria uma entrevista online com um repórter da Ponte Jornalismo, sobre
transsexualidade. Porém a discussão também foi suspensa.
“Tínhamos agendado a execução de um projeto que previa
entrevistas com profissionais da comunicação do Brasil pelo nosso endereço no
Instagram. Um dos eixos da primeira entrevista era o tema
“transexualidade”. Iríamos entrevistar um repórter trans homem.
Suspendemos em solidariedade ao ocorrido. E também temíamos sofrer novos
ataques por, novamente, tangenciar um tema que carrega discussões mais amplas”,
explica a professora Lívia Cirne, chefe do Decom.
Lívia afirma que o departamento procurou acolher os
estudantes vítimas de racismo, e que vai levar o caso adiante. “O departamento
se solidariza em absoluto. A primeira coisa foi acolher, mesmo, e ter empatia.
Não só a chefia, mas os coordenadores ficaram perplexos com esse ataque, que
foi violento”.
O Decom encaminhou ofício à direção do Centro de Ciências
Humanas, Letras e Arte (CCHLA) – ao qual o departamento está vinculado – para
que autorizem a investigação dos fatos, e acionará o Ministério Público.
“Se as pessoas forem alunos da Instituição, a direção terá
que tomar providências em relação a isso, para coibir novas práticas dessa
natureza e dar exemplo. Entendemos que ‘deixar pra lá’ é naturalizar essas
reações criminosas e, consequentemente, dar espaço para que novos aconteçam e
tomem, cada vez mais, proporções absurdas”, argumentou Lívia Cirne.
A professora disse ainda que teme que, após a autorização do
ensino à distância, os universitários fiquem vulneráveis a esse tipo de
investida criminosa. “Nesse contexto de ensino remoto, com o qual não temos
vivências anteriores e aparece meio atropelado, qualquer curso pode ser vítima
dessas violações. Porém, os que estão sediados nas Humanas, Artes e Ciências
Sociais estão mais propícios a serem alvo, porque as discussões que pautam
nossos estudos incomodam mais ondas conservadoras”.
Com relação aos debates, apesar do primeiro cancelamento, a chefe do Departamento de Comunicação diz que serão retomados. “O repórter, Caê Vasconcelos, que é da Ponte Jornalismo, também ficou estarrecido com o fato, entendeu perfeitamente. Ele se comoveu. Adiamos para a semana seguinte, com data ainda a ser definida, mas não vamos parar o projeto, porque a ignorância discriminatória não nos silenciará. E já estão programados debates sobre fake news, periferia, jornalismo independente, negritude, cultura drag, entre outros”, adianta.
25 de maio de 2020 às 08:38
25 de maio de 2020 às 08:38
FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY
Pesquisa feita pela plataforma digital Icasei mostra que a
pandemia do novo coronavírus causou queda expressiva no número de casamentos no
Brasil. Segundo o levantamento, o número de cerimônias, após o dia 11 de março,
registrou uma queda de até 61,2% em comparação com o mesmo período do ano
anterior.
A pesquisa mostra também que, como reflexo da quarentena,
houve uma queda, após 11 de março, de 87,2% no número de confirmação de
presença dos convidados às cerimônias. Segundo o levantamento, foi observado ainda
uma queda de 97% no acesso dos convidados à lista de presentes virtual dos
noivos, o que indicaria que, por conta do isolamento social, os convidados
estão deixando de presentear os noivos.
De acordo com a pesquisa, 32% dos casais com casamento marcado
para o período de quarentena disseram que não precisaram mudar a data ou que
ainda estão aguardando para decidirem o que vão fazer; 61% responderam que
adiaram o casamento; e 3%, cancelaram e ainda não têm planos para marcar uma
nova data; 4% não informaram.
Icasei é uma plataforma de sites de casamento e lista de presentes fundado em 2007.
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