10 de maio de 2022 às 11:30
10 de maio de 2022 às 15:52
“A FIAT JÁ LACROU AGORA A VW?”, DISSE UMA DAS USUÁRIAS DO INSTAGRAM NA PEÇA PUBLICITÁRIA. FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
Um comercial do Volkswagen Polo com um casal gay ganhou comentários ofensivos no Instagram nos últimos dias. Ainda segundo o site Autopapo, do Uol, um vídeo de 2021 com um áudio, cheio de críticas sobre a publicidade, viralizou em grupos de WhatsApp.
“Sabe o que evoluiu junto com você? O Polo”, diz a peça para dar destaque às evoluções tecnológicas do veículo no Instagram.
Nos comentários, usuários comentaram: “Deixando de seguir!”, “R.I.P Volkswagen…era uma vez a melhor empresa automobilística…”, “A Fiat já lacrou agora a VW?”, entre outras mensagens.
Quando foi publicada pela primeira vez, em 2021, a peça publicitária do Volkswagen Polo estrelada pelo casal foi alvo de ataques. Segundo o Uol Carros, os dois homens que estrelam a peça publicitária foram alvos de ataques homofóbicos nas redes sociais. Vale destacar que declarações homofóbicas e transfóbicas são crime no Brasil desde 2019.
VEJA NOTA DA VOLKSWAGEN SOBRE O ASSUNTO:
“A diferença enriquece, o respeito une. A Volkswagen do Brasil celebra a diversidade sexual e de identidade de gênero. Promover a Diversidade & Inclusão é um dos pilares estratégicos da marca. A premissa da marca é garantir um comportamento respeitoso e inclusivo, dentro e fora da empresa, com parceiros diretos ou indiretos de negócio.
A Volkswagen lançou uma cartilha de Diversidade & Inclusão para toda sua cadeia de fornecedores e rede de concessionárias no Brasil e, continuamente, desenvolve debates com seus funcionários, em todas as esferas hierárquicas. Acreditamos que cada pessoa, de diferentes raças, etnias, gênero, orientação sexual e idade/geração, tem experiências únicas, que somadas contribuem para fortalecer não somente a cultura da empresa, mas também o ambiente em que vivemos.
Temos como responsabilidade continuar aprendendo de que forma podemos contribuir para a luta contra qualquer forma de preconceito, pois consideramos fundamental conciliar as diferenças para a construção de uma sociedade justa para todos. No que tange a interação com os usuários, comentários ofensivos e desrespeitosos, são devidamente apagados de nossas páginas”.
6 de maio de 2022 às 06:45
6 de maio de 2022 às 07:34
ESPECIALISTAS RECOMENDAM ALGUNS CUIDADOS NA HORA DO SEXO ANAL. FOTO: GETTY
Uma pesquisa recente realizada pelo Viva Local, com mais de sete mil pessoas, revelou que o sexo anal é o preferido dos brasileiros na hora h. Das 10 posições favoritas, o sexo anal foi o campeão e desbanca posições como o ‘Papai e mamãe’ e o ’69’.
Veja o pódio:
1 Anal
2 69
3 Cavalgada
4 Cachorrinho
5 De ladinho
6 Mountain climbers
7 Cavalgada invertida
8 Amazon
9 Papai mamãe
10 O preguiçoso
Mas é necessário ter alguns cuidados e especialista indicam, que quem desejar fazer sexo anal use camisinha e lubrificantes à base de água para facilitar a penetração.
27 de abril de 2022 às 11:33
27 de abril de 2022 às 11:33
A CAPITAL POTIGUAR CONTABILIZA 11,8% DE REGISTROS NESSA PARCELA DA POPULAÇÃO, ATRÁS SOMENTE DE RECIFE, COM 12,5%. FOTO: SPUKKATO/ISTOCK
Um levantamento inédito publicado pelo Ministério da Saúde neste mês coloca Natal como a segunda capital do Nordeste com o maior número de pessoas com 18 anos ou mais que relataram um diagnóstico médico por depressão. A capital potiguar contabiliza 11,8% de registros nessa parcela da população, atrás somente de Recife, com 12,5%, conforme dados tabulados pelo órgão ministerial através da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) – ano base 2021.
Em todo o País, em média 11,3% dos brasileiros relatam um diagnóstico médico de depressão. É um número bem acima da média apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Brasil, de 5,3%. A pesquisa Vigitel é aplicada todos os anos, e tem como objetivo coletar informações que dizem respeito à saúde nas capitais brasileiras. Essa é a primeira vez que a pesquisa traz números relacionados à depressão. Entre os sintomas da condição, estão: tristeza persistente, desânimo, baixa autoestima, sentimento de inutilidade, alterações no apetite, ganho ou perda de peso súbita, insônia, excesso de sono e fadiga acentuada.
“A pandemia em si, as questões econômicas, o aumento elevado de desemprego… Todos esses fatores contribuem de forma significativa para o elevado número de diagnósticos na capital potiguar”, avalia o preceptor psicólogo do Instituto Santos Dumont, Robson Rates.
Ele destaca, ainda, que com o teleatendimento em saúde, um número maior de pessoas conseguiu ter acesso direto às equipes médicas. “Temos um aumento significativo desses dados. Mas, com certeza, esses números ainda não demonstram a realidade dos consultórios, pois estão subnotificados. O número real é, provavelmente, muito maior”, reforça.
De acordo com o levantamento, a frequência de adultos que referiram diagnóstico médico de depressão variou entre 7,2% em Belém e 17,5% em Porto Alegre. No sexo masculino, as maiores frequências foram observadas em Porto Alegre (15,7%), Florianópolis (12,9%) e no Rio de Janeiro (11,7%), e as menores em Salvador (4,2%), Rio Branco (4,3%) e Palmas (4,4%). Entre mulheres, o diagnóstico de depressão foi mais frequente em Belo Horizonte (23,0%), Campo Grande (21,3%) e Curitiba (20,9%), e menos frequente em Belém (8,0%), São Luís (9,6%) e Macapá (10,9%).
No conjunto das 27 cidades, a frequência do diagnóstico médico de depressão foi de 11,3%, sendo maior entre as mulheres (14,7%) do que entre os homens (7,3%). Entre os homens, a frequência dessa condição tende a crescer com o aumento da escolaridade. Em Natal, a depressão afeta mais mulheres com 18 anos ou mais (14,6%) do que homens na mesma faixa etária (8,4%).
“As mulheres sofrem mais preconceito social, a sociedade é machista, o índice de desemprego é muito maior entre as mulheres, as grávidas são desligadas do ambiente de trabalho na maioria dos casos. Esses fatores fazem com que as mulheres adoeçam mais”, comenta Robson Rates. A alteração do comportamento e o consequente isolamento são sinais primários de que alguém está desenvolvendo um quadro depressivo. “Se alguém é introspectivo, pode demonstrar uma alegria repentina que não tinha, por exemplo. Depois, vem a apatia, o isolamento, a desesperança. Nos casos mais graves, leva ao suicídio. A depressão é uma doença sem cura. Apesar disso, tem tratamento. Ele precisa ser psicológico e psiquiátrico, além de outras intervenções como atividades físicas”, adverte o psicólogo.
Autocuidado
Conforme a preceptora Miliana Galvão Prestes, mestre em Psicologia do ISD, a depressão apresenta características instaladas, com histórico em adolescentes e adultos.
“A depressão se tornou algo tão generalizado que se apresenta hoje em pessoas que conseguem manter uma rotina de trabalho, de atividade física. Os sinais são sutis e, às vezes, as pessoas não percebem que estão deprimidas”.
“A depressão é uma doença crônica que precisa de acompanhamento com psicólogo e psiquiatra, além de tratamentos alternativos como mudança de estilo de vida, redução de estresse, formas de autocuidado como atividade física, que é um ótimo “remédio” para a depressão”, lista.
Além do autocuidado, a psicóloga aponta que a pessoa com depressão precisa buscar outros tipos de tratamento, como as práticas de cuidado coletivas. “São terapias integrativas, convivência comunitária, se integrar a alguma associação. Situações que essa pessoa tenha alguma convivência social que traga a sensação de pertencimento, de utilidade, valorização”, destaca.
Vigitel
Conforme a publicação, pelo menos 27 mil brasileiros responderam aos questionários por telefone, configurando o maior inquérito de saúde do país, entre setembro de 2021 e fevereiro de 2022. Os entrevistados responderam, entre outros, ao seguinte questionamento: “Algum médico já lhe disse que o(a) Sr.(a) tem depressão?”. A Vigitel tem como objetivo monitorar a frequência e a distribuição dos principais fatores de risco e de proteção das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), um dos principais problemas de saúde pública no Brasil. Estabeleceu-se um tamanho amostral mínimo de 2 mil indivíduos em cada cidade para estimar, com nível de confiança de 95% e erro máximo de dois pontos percentuais, a frequência de qualquer indicador na população adulta. Além dos dados relativos à depressão, a pesquisa Vigitel aborda aspectos da obesidade, realização de atividade física e consumo de tabaco, por exemplo.
Ranking
Percentual de adultos com 18 anos ou mais que referiram diagnóstico médico de depressão, por sexo, nas capitais do Nordeste.
25 de abril de 2022 às 17:00
25 de abril de 2022 às 16:34
A REDE SOCIAL DE SEXO LIBERAL SEXLOG REALIZOU UMA PESQUISA EM ALUSÃO AO DIA DO CORNO, CELEBRADO EM 25 DE ABRIL. FOTO: GETTY
Ser corno pode ser o maior medo de muitas pessoas em relacionamentos: até mesmo quem está solteiro teme um dia ganhar um par de chifres. Acontece que existe uma parcela significativa da população que, não só anseia por esse dia, como tem tesão em ser traído. O fetiche em ser corno, conhecido como cuckold no meio fetichista, é desejo de pelo menos 30% dos entrevistados pelo Sexlog.
A rede social de sexo liberal Sexlog realizou uma pesquisa em alusão ao Dia do Corno, celebrado em 25 de abril. Os resultados mostraram que 80% dos entrevistados topariam realizar o fetiche, sendo que desses, 30% gostaria de ver a parceria com outro, enquanto 60% gostaria de ser o outro.
Maridos ousados
A pesquisa apontou ainda que 35% revelaram preferir que o marido assista, enquanto 25% fazem questão da participação do marido no ato. E entre os mais ousados, 67% disseram que gostam de registrar a própria esposa transando com outro.
22 de abril de 2022 às 16:15
22 de abril de 2022 às 16:16
LEVANTAMENTO FOI FEITO PELO MIISTÉRIO DA SAÚDE. FOTO: GETTY
Natal é uma das últimas capitais brasileiras que menos consumiu bebida alcoólica em 2021, segundo levantamento da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde. No ranking geral, com todas as capitais nacionais, Natal aparece em 21º lugar, sendo a penúltima do Nordeste, ficando apenas na frente de Maceió.
A frequência de consumo abusivo de bebidas alcoólicas é caracterizada pelo Ministério da Saúde como “ingestão de quatro ou mais doses para mulheres, ou cinco ou mais doses para homens, em uma mesma ocasião em relação aos últimos 30 dias anteriores à data da pesquisa”.
Esse dado variou entre 12,8% em Porto Alegre e 25,2% em Belo Horizonte. As maiores frequências, entre homens, foram observadas em Belo Horizonte (36,2%), Cuiabá (35,0%) e Vitória (32,6%), e as menores ocorreram em Porto Alegre (15,6%), Rio Branco (17,4%) e Maceió (19,0%).
Entre mulheres, as maiores frequências ocorreram em Florianópolis (17,6%), no Rio de Janeiro (16,6%) e Distrito Federal (16,3%), e as menores frequências em Maceió (8,4%), Curitiba (8,6%) e São Paulo (9,7%).
No conjunto das 27 cidades, a frequência do consumo abusivo de bebidas alcoólicas nos últimos 30 dias foi de 18,3%, sendo maior em homens (25,0%) do que em mulheres (12,7%). Em ambos os sexos, essa frequência diminuiu com a idade a partir dos 35 anos e aumentou com o nível de escolaridade.
Veja abaixo o ranking completo, com destaque para as três capitais nordestinas com maiores percentuais.
6 de abril de 2022 às 09:30
6 de abril de 2022 às 08:56
PADEMIA FEZ SURGIR OS CASAIS ‘PROVISÓRIOS’. FOTO: GETTY
O Brasil registrou, em 2021, o maior número de divórcios desde 2015. Foram 80.573 separações oficializadas em cartórios, um aumento de 3,95% em relação a 2020, quando os registros chegaram a 77.509, e de 16,8% quando a comparação é com os 69.001 formalizados há sete anos.
O estado campeão é o Pará, com índice de 36%. O menor, Alagoas, registra apenas 2%. O Rio Grande do Norte também figura entre os estados com menor percentual no número de divórcios no País, com 5%.
Desde 2017, entretanto, o índice de casais que não querem mais ficar oficialmente juntos vem aumentando. A cada 100 casais que se unem, nove se separam, em média.
Os números foram levantados pelo Metrópoles com base em dados da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen).
Para a presidente do Colégio Notarial do Brasil, Giselle Oliveira de Barros, o aumento de divórcios se deve muito a um efeito sociológico da pandemia.
“A pandemia criou muitos ‘casais provisórios’, enquanto a quarentena obrigou um convívio direto e constante”, avalia. “A esses fatores, junta-se a crescente procura da população pela segurança jurídica oferecida pelas vias extrajudiciais.”
A especialista ressalta, ainda, que a possibilidade de se realizar o divórcio on-line ajudou no aumento. “O divórcio por videoconferência impulsionou o desejo de muitos casais que buscavam uma forma prática de realizar o ato e, muitas vezes, sem ter que rever o parceiro”, conclui.
Os matrimônios, por outro lado, apresentaram crescimento, mas ainda não se recuperaram da queda sofrida no primeiro ano da pandemia. Em 2020, o número de uniões caiu 25,62% e subiu 23,01% em 2021. Os 890.152 matrimônios de 2021, entretanto, ainda são menores que os 972.915 registrados em 2019.
FOTO: REPRODUÇÃO
Pará tem a maior taxa
Os habitantes do Pará são os que mais se divorciaram no Brasil em 2021. Para cada 100 casamentos registrados em cartórios no estado, 36 outros casais resolveram que a relação já não tinha mais como seguir, e solicitaram o divórcio.
O estado tem uma média de 36 divórcios a cada 100 casamentos, quatro vezes a média nacional, de nove a cada 100 matrimônios.
Do outro lado, está Alagoas, estado onde os relacionamentos, ao menos no ano passado, mais conseguiram ver suas crises superadas. Com a menor taxa de divórcios do país, apenas duas separações foram registradas a cada 100 matrimônios.
Segundo a presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção Pará (CNB/PA), Larissa Rocha, o número alto de divórcios no estado está diretamente relacionado aos “amores de pandemia”. Segundo ela, muitos casais que se casaram precocemente em 2020 acabaram se arrependendo da união no ano seguinte.
Rocha explica ainda, que com o abrandamento da pandemia, muitos casais que já estavam separados fisicamente acabaram procurando os cartórios para oficializar a separação. “Com a pandemia, as pessoas passaram a ter medo e, então, começaram a procurar solucionar muitas pendências”, diz Rocha. Sem conseguirem resolver as diferenças, entretanto, os casais acabaram se separando.
Mas por que o Pará? A presidente do CNB/PA tenta explicar, alegando que o estado recebe um grande fluxo de pessoas de fora, que muitas vezes se casam com paraenses, mas acabam retornando aos seus estados de origem. A análise é empírica. Não há um estudo que tenha se debruçado sobre as razões para esse índice tão elevado no estado.
4 de abril de 2022 às 16:45
4 de abril de 2022 às 16:58
‘URSO’ SE DIZ ABERTO AO AMOR LIVRE. FOTO: REPRODUÇÃO
O modelo paraibano Arthur O Urso, que mantém ativo um perfil no site adulto OnlyFans, chamou a atenção da imprensa internacional por possuir oito esposas — originalmente eram nove, mas uma se separou. No entanto, ele pretende aumentar esse número para 10 e garante que quer ter filhos com todas elas.
Em entrevista ao “Daily Star”, o paraibano disse ser adepto do amor livre e, até pouco tempo, ele estava casado com nove esposas diferentes, mas uma delas cansou da relação poliamorosa e se divorciou, por querer algo monogâmico.
Segundo Arthur, Agatha, a mulher que decidiu sair da relação poliamorosa, o queria “só para ela”, mas ele afirma que é preciso “compartilhar” e, embora tenha ficado “muito triste com a separação”, ficou ainda mais “surpreso com a desculpa dela”.
“Ela disse que estava sentindo falta de um relacionamento monogâmico. Minhas outras espoas acharam que a atitude dela estava errada e ela aceitou o casamento por aventura, não por sentimentos reais”, declarou.
O modelo que é originalmente casado com a paraibana Luana Kazaki — o casal é adepto do swing —, afirma não ter pretensão de substituir Agatha no momento, mas ressalta que seu “sonho” sempre foi ter 10 esposas e querer um filho com cada uma delas — atualmente, ele é pai de uma menina.
28 de março de 2022 às 10:00
28 de março de 2022 às 10:18
HÁ RISCOS MAIS SÉRIOS ENVOLVIDOS NA PRÁTICA. FOTO: ILUSTRAÇÃO
O scrotox, também conhecido como harmonização escrotal, é um procedimento estético que busca alisar e aumentar o saco escrotal está se tornando moda no Brasil.
Homens com sacos pequenos ou enrugados querem melhorar a visão de seu escroto e decidem pagar pelo procedimento, que consiste na aplicação de botox na região das bolas.
“A toxina atua na fenda sináptica, que é onde o nervo chega até o músculo e passa a informação de que ele deve contrair. Ela é aceita, portanto, Salomão relaxa a oferta de um neurotransmissor chamado Colina e, sem ele o músculo não contrai rugas”, explica o doutor em dermatologia Abdo Jr. da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Seu uso mais comum em aspectos visuais com as rugas de movimentação é, como na face, para dar um aspecto mais jovial. Porém, a aplicação da escrotal tem técnica no saco homens insatisfeitos aparência do órgão. Dessa forma, a toxina paralisa a área, deixando a bolsa escrotal – uma região naturalmente enrugada – lisa e com mais volume.
Efeitos corretos ao nível da injeção na região, dormência moderada, na área local, e uma nível de sensibilidade no ajuste da injeção e escroto. Ainda assim, há riscos mais sérios envolvidos na prática.
“Aplicação de elementos de superfície, sem atrito, principalmente paralisantes, pode vir a chegar a alguns riscos, especialmente em de atrito. Então, nessa região que é mais sensível, há um risco de acontecer a ereção do pênis e causar disfunção sexual, por exemplo. Mas os principais riscos estão relacionados a uma aplicação feita de forma errada”, diz a dermatologista Natasha Crepaldi, professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Ele destaca também que não há orientações médicas sobre o uso do botox para fins estéticos nessa região.
“Não existem estudos científicos que comprovem nem a ciência para essa finalidade estética. Além disso, a ação do botox é principalmente no músculo, e não na pele. Então, de qualquer forma, o efeito é pobre, uma vez que ali não há uma musculatura que contraia a bolsa escrotal”, reforça o especialista.
Em um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, homens que sofrem com as dores – que acometem cerca de 4,8% da população – e não tiveram melhoras com outros métodos de tratamento, receberam o botox.
Isso porque a toxina é capaz de bloquear os nervos da região por um período duradouro. A revista de maioridade sexual, publicada na revista científica em 201, verificou que uma técnica ou redução da maioria dos voluntários que participou de três experimentos. Porém, o objetivo era impedir a transmissão dos nervos e, consequentemente, a dor, e não alisar a pele.
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