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Categoria: Comportamento

VÍDEO: Adolescente precisa de escolta para deixar CEEP após ser acusado de assédio por colegas de turma

FOTO-REPRODUÇÃO

Um garoto de 15 anos precisou deixar o Centro Estadual de Educação Profissional Profª Lourdinha Guerra (CEEP), em Nova Parnamirim, acompanhado pelo avô e escoltado pela Guarda Municipal após ter sido acusado por duas colegas de turma de ter praticado assédio contra elas.

Imagens do momento em que o menino deixava o local, acompanhado pelo avô, mostram uma quantidade imensa de xingamentos dirigidos por outros jovens a ele.

A mãe do jovem usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre as consequências que as condenações imediatas, principalmente nas redes, têm causado. São prejuízos muitas vezes irreparáveis. Infelizmente, parece que os exemplos já vistos recentemente não têm servido.

Em vídeo publicado nas redes, a mãe do garoto mencionou que havia jovens até com pedaços de pau aguardando a saída do jovem. “Foi uma cena horrível ver pessoas gritando palavras absurdas com meu filho”, disse a mãe.

“Eu só peço a Deus que ele tenha misericórdia dessas duas meninas. Talvez elas não tenham noção da proporção do que causaram na nossa família”, desabafou.

“Matriculei ele nessa escola com muita felicidade porque foi muito difícil conseguir uma vaga. Hoje, a gente vai ter que tirar meu filho da escola, apesar das notas ótimas e das participações dele das reuniões com professores e elogios”, lamentou a mãe.

“É feio saber que jovens estão ali gritando, desrespeitando a polícia, a guarda municipal. Cadê a educação?”, questiona. “Esses são os jovens que vão cuidar do nosso futuro?”, complementa.

Fonte: Portal Grande Ponto

FETICHE PEGGING: conheça detalhes da prática sexual que quebra tabus, onde casais heterossexuais invertem os papéis

FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY

Em conversa com uma mulher adepta a prática, o site Na Pimentaria colheu muita informações e por isso trouxemo o depoimento dela na íntegra.

Márcia, de 35 anos, falou sobre a primeira vez em que usou o brinquedinho com o namorado Gabriel.

“Sempre curti mexer nessa região dos caras: brincar de fio terra [dedo no ânus] e dar beijo grego [sexo oral no ânus]. Mas nunca tinha pensado em penetrar de fato um homem até namorar o Gabriel*. Estávamos há quase um ano juntos quando conhecemos outro casal pelo aplicativo e decidimos fazer uma suruba.

Trocamos muitas mensagens pra deixar as coisas claras, combinar o que podia ou não… e a garota contou que curtia fazer a inversão no namorado. Falamos que nunca tinha rolado pra gente e ela disse que levaria uma cinta a mais caso quiséssemos experimentar no dia. Separei a menor prótese peniana que tinha em casa para levar no encontro, mas o Gabriel achou grande (risos).

Em nenhum momento ele ficou bravo ou disse que jamais aceitaria ser penetrado. Pelo contrário, senti que estava à vontade com a possibilidade. Temos muita intimidade sexual, lidamos super bem com os desejos e fantasias eróticas do outro. Eu realmente não acho que um homem é menos hétero porque tem prazer anal.

Bom, fomos para o motel com o outro casal e transamos todos loucamente. O clima estava propício para a nossa ‘primeira vez’. Vimos a garota usando uma cinta peniana para penetrar o namorado. Percebi que o Gabriel tinha curiosidade sobre a sensação, mas ao mesmo tempo estava tenso.

Verdade seja dita: o tesão que os homens têm pelo nosso ânus é proporcionalmente igual ao medo que sentem de botarmos algo no deles. Enquanto não hesitam um segundo para colocar na gente, quando eles é que são penetrados… pedem ‘Ai, vai devagarzinho’. Lógico! Eu sei mais do que você como um pênis no ânus pode doer!

Enquanto acontecia a inversão, saquei que ele estava com aquele misto de prazer e dor. Sabe de quando ainda não se tem prática? Mas eu achei maravilhoso, fiquei muito excitada penetrando meu namorado. E ele gostou também… ou não teríamos continuado depois desse episódio.

Acabei comprando uma cinta numa sex shop pra treinarmos melhor a dois. Não usamos todas sempre que fazemos sexo, é um lance mais eventual. Às vezes ele me diz ‘Pega a cintinha hoje pra mim?’ e arraso no óleo de coco – porque penetrar um ânus a seco não dá, né? Ainda não cheguei ao orgasmo fazendo inversão, mas tô quase lá!”.

Os nomes foram alterados a pedido da entrevistada.

Polêmica Paraíba

‘É como fumar 20 cigarros por dia’: os riscos dos cigarros eletrônicos que viraram ‘moda’ entre jovens e adolescentes

FOTO: BRENDAN MCDERMID

Tratar a dependência por cigarros eletrônicos já virou rotina para a cardiologista Jaqueline Scholz. “Cada vez mais recebo no meu consultório jovens de 16 a 24 anos que usam esse produto e têm uma taxa de nicotina no organismo equivalente ao consumo de mais de 20 cigarros por dia”, calcula.

Para ter ideia, o fumante brasileiro consome em média 17 cigarros “convencionais” por dia, segundo um levantamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diretora do Ambulatório de Tratamento do Tabagismo do Instituto do Coração (InCor), a médica mostra-se preocupada com o apelo desses dispositivos, especialmente entre os adolescentes e os adultos jovens.

Um levantamento publicado neste ano mostrou que quase um em cada cinco brasileiros de 18 a 24 anos usaram o cigarro eletrônico pelo menos uma vez na vida, mesmo que a comercialização desse produto seja proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Nosso país tinha uma taxa de iniciação do tabagismo muito baixa entre adolescentes, mas vemos que essa política está em risco agora”, analisa Scholz, que também é professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). “Se não cuidarmos desse problema agora, o uso desses dispositivos tem tudo para virar uma epidemia em breve”, complementa.

BBC News Brasil

Natal é a terceira capital do Nordeste e do Brasil em que os jovens menos se interessam pelo cigarro

FOTO: ILUSTRAÇÃO

Os estudantes natalenses entre 13 e 15 anos têm experimentado menos o cigarro. Em 2009, 19,3% dos jovens natalenses disseram ter experimentado cigarro ao menos uma vez. Em 2012, esse percentual chegou ao seu menor índice, alcançando 12,9%.

Em 2019, embora tenha havido um aumento para 16,7%, Natal figurou como a terceira capital no Nordeste e no Brasil onde os jovens menos experimentavam o cigarro.

Tal como observado com as bebidas alcoólicas, quando analisadas as dependências administrativas das instituições de ensino, o primeiro contato com o cigarro por parte de estudantes de escolas públicas é bem maior quando comparado com os de instituições particulares.

Em 2012, 22,4% dos estudantes das escolas públicas disseram ter fumado cigarro pelo menos uma vez; em 2019, esse percentual subiu para 23,6%. Nas escolas particulares, houve uma redução de quase 9% entre 2012 (14,3%) e 2019 (5,9%).

Em 10 anos, uso de preservativos por adolescentes natalenses cai e é ainda menor nas escolas privadas

FOTO: ILUSTRAÇÃO

Em Natal, o IBGE apontou que, nos últimos dez anos, caiu o uso do preservativo entre adolescentes nas relações sexuais. Apenas 61,8% dos estudantes natalenses entrevistados na edição de 2019 da pesquisa disseram ter usado preservativo na última relação sexual. Em 2009, esse percentual chegava a 68,2%. Em 2012, o índice chegou a 74,2%.

Quando avaliados os índices apenas das escolas particulares, em 2019, apenas 43% dos estudantes pesquisados dizem ter usado preservativo na última relação sexual. Em 2009, esse percentual era de 75%.

Nas escolas públicas, em 2019, 64% dos adolescentes disseram ter usado preservativo na última relação sexual. Em 2009, o percentual foi de 65,5%.

Os dados são da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) divulgada na quarta-feira (13 de julho). A PeNSE foi realizada com adolescentes de 13 e 15 anos e levantou informações acerca dos fatores de risco e proteção para a saúde dos escolares.

Nesta publicação, o IBGE reuniu indicadores coletados nas pesquisas realizadas em 2009, 2012, 2015 e 2019, referentes aos estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental das capitais brasileiras.

Natal é a 6ª capital do Brasil em que adolescentes dizem não ter amigos próximos; problema é maior nas escolas públicas

FOTO: FREE PIK

Em 2019, 4,2% dos escolares natalenses disseram não ter nenhum amigo próximo. Com esse percentual, a capital potiguar ficou em terceiro lugar entre as capitais do Nordeste e na sexta colocação entre as capitais brasileiras com maior número de adolescentes que não têm amigos próximos.

O levantamento também verificou que o percentual de adolescentes em escolas públicas natalenses sem amigos próximos (5,8%) supera em muito os da rede privada (1,8%).

A inexistência de amigos próximos pode ser vista tanto como um sintoma quanto como um fator de risco à saúde mental, especialmente em uma fase de vida em que se espera maior interação social entre adolescentes da mesma faixa etária.

Estudantes de Natal estão mais insatisfeitos com seus corpos; meninas sofrem mais com a insegurança corporal

Entre 2009 e 2019, o percentual de estudantes natalenses que se sentiram insatisfeitos com os seus corpos também aumentou. Entre aqueles que se sentiam gordos ou muito gordos, o percentual cresceu de 17,4% para 25,7%. O índice chega a 29% quando consideradas apenas as meninas que se sentiam gordas ou muito gordas.

O percentual dos alunos natalenses que se consideravam magros ou muito magros também teve um aumento, indo de cerca de 23% em 2009, para 29% em 2019.

Quase 40% dos brasileiros não acham comum o sexo virtual, diz pesquisa

UMA PESQUISA REALIZADA PELA OMENS E DATAFOLHA REVELOU QUE, APESAR DE 44% GOSTAREM DA PRÁTICA, CERCA DE 40% NÃO CURTE TRANSAS A DISTÂNCIA. FOTO: GETTY

Quem nunca tinha ouvido falar em sexting ou sexo virtual passou a conhecer a prática durante a pandemia, principalmente no ano de 2020. Caso não tenha feito, ao menos você certamente já ouviu falar a respeito. Atire a primeira pedra quem nunca leu um “manda nudes”, enviou mensagens safadas ou guardou aquelas fotos calientes para um contatinho.

Prova disso? Uma pesquisa realizada pela Datafolha e a Omens revelou que o sexo virtual é visto como algo comum para 44% dos entrevistados. No entanto, 40% deles afirmaram que esse tipo de interação não é comum.

Em parceria com o aplicativo de paquera Happn, a pesquisa, realizada com 1.000 homens e mulheres brasileiras durante o mês de abril, buscou entender as impressões e práticas do público com relação ao sexo virtual.

Comum, mas só no relacionamento sério

Os dados também apontaram que a maioria que defendeu que a prática é comum, mas apenas dentro de relacionamentos sérios.

O sexo virtual influencia o real

Metade dos brasileiros acredita que o sexo virtual influencia no da vida real. Quando questionadas sobre o assunto, 50% das pessoas ouvidas acreditam que o sexting exerce algum tipo de influência, e em sua maioria negativa. As justificativas giram em torno do fato de que a prática on-line diminuir o interesse ou vontade de ter relações reais, podendo provocar uma falta de desejo.

Pode melhorar

Existe uma parcela, mais precisamente 21%, que acredita que a influência possa ser positiva já que, muitas vezes, o sexo virtual acaba trazendo maior excitação e interesse.

Metrópoles

Estudo diz que mulheres dormem melhor quando dividem a cama com um pet

O ESTUDO TEVE PARTICIPAÇÃO DE MULHERES ADULTAS E COMPROVOU: ELAS DORMEM MELHOR COM CACHORROS. FOTO: PIXABAY

Com quem as mulheres preferem dormir? Com cães, gatos ou outros humanos? Um estudo realizado no Canisius College, de Buffalo (nordeste dos EUA) concluiu que a preferência recai sobre os cachorros. A pesquisa teve a colaboração de especialistas da Universidade de Alberta, no Canadá.

O estudo está sendo conduzido há quatro anos por Christy Hoffman, especialista em comportamento animal, ecologia e conservação.

O Canisius College é uma das instituições particulares de ensino mais bem avaliadas nos EUA. A instituição foi fundada em 1870, por padres jesuítas alemães e oferece 100 cursos de graduação, além de 34 especializações e pós-graduações.

Metrópoles