Um pastor evangélico de 63 anos foi preso nesta quinta-feira (5) suspeito de cometer abusos sexuais contra uma criança no município de Santa Cruz,. A prisão ocorreu após investigação da Polícia Civil que apontou que os crimes teriam sido praticados de forma repetida ao longo de mais de uma década.
De acordo com as informações apuradas pelos investigadores, o caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil durante o plantão do último fim de semana. Na ocasião, o relato inicial ainda não apresentava elementos legais suficientes que permitissem a prisão em flagrante do suspeito.
A partir da denúncia, a equipe policial deu continuidade às diligências e passou a reunir informações e depoimentos relacionados ao caso. Com o avanço das investigações, surgiram indícios de que os abusos teriam ocorrido de maneira reiterada dentro do mesmo ciclo familiar da vítima.
Durante o andamento das apurações, os policiais identificaram que o suspeito havia deixado o município de Santa Cruz. As diligências então se concentraram na tentativa de localizar o homem em outras cidades da Região Metropolitana de Natal.
O pastor foi localizado na cidade de Parnamirim, onde acabou sendo preso pelos policiais civis. A captura ocorreu após a coleta de elementos considerados suficientes para fundamentar a ação policial.
Mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro indicaram críticas feitas por ele ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após uma publicação do líder conservador nas redes sociais sobre o Banco Master. O conteúdo foi obtido a partir das investigações contra Vorcaro e divulgado por diversos veículos de imprensa.
Em uma conversa com sua namorada, Martha Graeff, Vorcaro reclamou da repercussão provocada por uma postagem de Bolsonaro relacionada a uma reportagem sobre operações financeiras do banco. No diálogo, o empresário afirmou ter recebido mais de mil mensagens no Instagram depois da publicação e chamou o ex-presidente de “beócio”, termo usado para se referir a alguém considerado ignorante.
– O pior de ontem foi ter o Bolsonaro postado – escreveu o banqueiro.
– Postou aonde? – perguntou Martha.
– No Twitter dele. Idiota – respondeu Vorcaro.
A postagem mencionada por Vorcaro, feita por Bolsonaro, fazia referência a uma reportagem do jornal O Globo que relatava a demissão de gerentes da Caixa Econômica Federal após eles barrarem uma operação de aproximadamente R$ 500 milhões envolvendo compra de títulos ligados ao Banco Master. Segundo a matéria, a transação foi classificada internamente como atípica e arriscada.
– Os senhores não leram errado. Impediram de acontecer e foram demitidos. Não é mais questão de todo dia, mas sim a cada hora. Por isso, o sistema está agindo com tanto afinco em suas ações – escreveu o ex-presidente na postagem, feita em 12 de julho de 2024.
Nas mensagens trocadas com Martha, Vorcaro comenta que, após a repercussão, recebeu ligações de aliados políticos, entre eles o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Ele também afirmou que não havia como retirar a reportagem do ar e sugeriu que Bolsonaro teria feito a postagem por acreditar que o assunto envolvia interesses do PT. Em resposta, Martha comentou que o Twitter seria um ambiente sem controle.
– Mas não tinha como tirar. Cara é um beócio. Alguém falou que era coisa [do] PT [e] ele postou – declarou Vorcaro.
– Ah, entendi. Twitter é terra de ninguém – respondeu Martha.
Outros trechos de conversas com Martha também mencionaram Bolsonaro. Em uma troca de mensagens de agosto de 2024, Vorcaro relata que seu cunhado, Fabiano Zettel, decidiu fechar os comentários do próprio perfil no Instagram por causa de discussões relacionadas ao ex-presidente.
A lobista Roberta Luchsinger, investigada por suposto envolvimento em um esquema de fraudes contra aposentados, teria enviado um recado considerado ameaçador a interlocutores ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mensagem foi transmitida por um emissário da investigada a um auxiliar do Palácio do Planalto nos últimos dias.
Segundo relatos, Roberta estaria pressionando por proteção política diante do avanço das investigações e teria deixado claro que não pretende assumir responsabilidades sozinha. De acordo com o emissário, a lobista estaria “desesperada” e não aceita ser abandonada no caso.
Nas apurações conduzidas pela Polícia Federal, Roberta aparece como possível elo entre Fábio Luís Lula da Silva e o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como um dos líderes do esquema de desvios de recursos de aposentadorias. Antunes está preso desde setembro de 2025 sob suspeita de comandar a fraude.
A PF investiga se a lobista recebeu parte do dinheiro desviado e se atuou como intermediária do filho do presidente, que atualmente vive na Espanha. Roberta nega qualquer participação no esquema.
No campo judicial, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal também influenciam o andamento do caso. O ministro Flávio Dino barrou o pedido da CPMI do INSS para quebrar o sigilo da investigada. No entanto, os dados da lobista já haviam sido autorizados anteriormente pelo ministro André Mendonça, responsável por conduzir investigações relacionadas ao esquema bilionário de desvios.
O deputado estadual Tomba Farias (PL) ampliou sua base de apoio político no município de Afonso Bezerra. Passaram a integrar o grupo do parlamentar o ex-vereador e atual secretário municipal de Assistência Social, Waldick Umbelino, e o ex-vice-prefeito Valquir Umbelino.
A adesão das lideranças ocorreu a partir de articulação do prefeito Haroldo de Jango, fortalecendo a aliança política no município e ampliando o diálogo em torno de iniciativas voltadas ao desenvolvimento local.
Com atuação destacada na comunidade de Canto Grande e também na área urbana da cidade, os irmãos Umbelino somam mais de quatro décadas de serviços prestados à população afonso-bezerrense, com presença marcante na vida política e social do município.
Ao comentar o apoio, Tomba Farias ressaltou que a união de forças é fundamental para ampliar ações e viabilizar novos investimentos para a cidade, conhecida como “Flor do Sertão”.
“Fico muito feliz em receber o apoio de lideranças que têm história e compromisso com o povo. Essa união reforça nosso trabalho para trazer mais melhorias e oportunidades para Afonso Bezerra”, afirmou o deputado.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, chamou Jair Bolsonaro (PL) de “beócio” – termo usado de forma pejorativa para se referir a alguém considerado sem conhecimento ou ingênuo – e criticou uma publicação feita pelo ex-presidente sobre suspeitas envolvendo a instituição financeira. As declarações aparecem em mensagens extraídas do celular de Vorcaro e obtidas pelo Metrópoles.
Na ocasião, Bolsonaro compartilhou reportagem informando que gerentes da Caixa Econômica Federal haviam sido demitidos depois de barrar uma operação considerada arriscada e atípica, no valor de R$ 500 milhões. A transação envolvia a compra de títulos do Banco Master.
Ao comentar o caso, Bolsonaro escreveu: “Os senhores não leram errado. Impediram de acontecer e foram DEMITIDOS. Não é mais questão de todo dia, mas, sim, a cada hora. Por isso o sistema está agindo com tanto afinco em suas ações”.
Em conversa com a namorada, Martha Graeff, em 13 de julho de 2024, às 12h17, o empresário afirma ter recebido mais de mil mensagens no Instagram após a postagem do ex-presidente.
Nas mensagens, Vorcaro demonstra irritação com Bolsonaro e sugere que o ex-mandatário teria publicado o conteúdo por acreditar se tratar de algo ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT).
“O pior de ontem foi ter o Bolsonaro postado. Recebi mais de mil msgs Instagram [sic]”, escreveu. Questionado por Martha onde a publicação havia sido feita, respondeu: “No tweeter [sic] dele. Idiota”.
Na sequência, afirma que aliados tentaram reverter a situação. “Depois todos os amigos, o próprio Ciro, ligou. Mas não tinha como tirar. Cara é um beócio. Alguém falou que era coisa do PT e ele postou”, disse, em referência ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro na gestão Bolsonaro.
O termo “beócio” remete aos habitantes da Beócia, região da Grécia Antiga. À época, o gentílico passou a ser usado de forma pejorativa para caracterizar alguém considerado ignorante ou sem conhecimento.
A Câmara Municipal de Natal poderia ter evitado o estouro do prazo legal que deverá resultar no arquivamento do 2º processo de cassação contra a vereadora Brisa Bracchi (PT). Na avaliação do procurador Eriberto Neves, a Casa poderia ter acionado a Justiça para suspender a contagem do prazo processual, mas não o fez por uma decisão política da vereadora Samanda Alves (PT), presidente da comissão especial que analisa o caso.
“Quem tinha que dizer ‘Procuradoria da Câmara, entre com recurso’ era a presidência da comissão. A procuradoria fica esperando ser provocada”, afirmou o procurador, em entrevista à rádio 96 FM. De acordo com Eriberto Neves, a Procuradoria não pode agir por iniciativa própria em decisões processuais; depende da autoridade responsável pela comissão.
De acordo com o Decreto-Lei nº 201/1967, processos de cassação de mandato não podem extrapolar 90 dias. No caso da ação contra Brisa, esse prazo foi esgotado na última quarta-feira 4. A sessão de julgamento no plenário estava marcada para essa data, mas teve de ser cancelada porque a Justiça mandou reabrir a fase de instrução.
No dia 26 de fevereiro, faltando menos de uma semana para o fim do prazo, a desembargadora Martha Danyelle, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), ordenou que a comissão especial — que já havia encerrado os trabalhos, emitindo parecer contra a cassação — colhesse o depoimento de Brisa. A oitiva aconteceu nesta quinta-feira 5.
Para Eriberto Neves, o prazo para votação final poderia ter sido suspenso a partir de uma outra decisão, pelas particularidades do caso. “Se a presidência da comissão tivesse entrado no Tribunal de Justiça pedindo a suspensão do prazo para realizar a oitiva e depois voltar ao julgamento, dava tempo. Mas nada disso foi feito”, declarou o procurador.
O procurador argumenta que, em uma fase anterior desse processo, assessores jurídicos de Brisa haviam concordado com o aproveitamento de provas do processo de cassação anterior — arquivado em novembro de 2025 também por prazo decadencial. Na fase final da instrução, porém, a vereadora requisitou que um novo depoimento fosse realizado. A comissão negou, pois entendeu que deveria aproveitar o depoimento do processo anterior, conforme anterior. “Aí a vereadora foi para a Justiça, e a Justiça deu”, relatou.
“O tribunal simplesmente matou o processo quando mandou reabrir a fase instrutória”, afirmou o procurador.
Eriberto disse que a Procuradoria da Câmara acompanhou o processo desde o início e alertou previamente sobre o risco de perda do prazo. Segundo ele, a advertência foi formalizada por meio de um memorando enviado à presidência da Casa.
“Contamos desde o primeiro dia. Avisamos desde o primeiro dia. Dia 4 de março é o último dia para se votar o relatório”, disse. “Um mês antes eu fiz um memorando da Procuradoria. Nós enviamos à presidência e dissemos: existe um risco real de ser extrapolado o prazo novamente.”
O pedido de cassação foi apresentado pelo vereador Matheus Faustino (União). Ele acusa Brisa de ter transformado um evento cultural financiado com emenda parlamentar em ato político-partidário. A vereadora destinou R$ 18 mil ao evento Rolé Vermelho, realizado em 9 de agosto, e na véspera publicou vídeo nas redes sociais afirmando que o encontro serviria para celebrar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O novo processo foi aberto em 26 de novembro, um dia após a Câmara arquivar uma investigação anterior sobre os mesmos fatos. Na ocasião, o procedimento também foi encerrado por esgotamento do prazo legal de 90 dias sem análise do mérito.
Samanda afirma que não recorreu porque não teve acesso aos autos Em entrevista ao AGORA RN, a presidente da comissão especial, Samanda Alves, disse que não recorreu da decisão da desembargadora Martha Danyelle porque não conseguiu ter acesso integral aos autos. Ela afirma que apenas foi intimada a cumprir a decisão de reabrir a fase instrutória para colher o depoimento de Brisa. Isso aconteceu na segunda-feira 2.
“O processo em segundo grau está sob sigilo. Nós solicitamos habilitação no mesmo dia da intimação, e ainda não foi deferido. Eu só tomei ciência da decisão em segundo grau através do oficial de Justiça. Ele trouxe a decisão e me intimou. Eu não posso recorrer porque está em sigilo. O que me cabia era cumprir a decisão”, afirmou a vereadora.
Samanda ressalta que a comissão encerrou os trabalhos em 26 de fevereiro e que, a partir dali, cabia à presidência da Câmara marcar a sessão de julgamento final — o que aconteceu, com o agendamento para dia 4 de março.
Brisa depõe e pede arquivamento
A vereadora Brisa Bracchi depôs à comissão especial nesta quinta-feira. Estavam presentes os três membros: Samanda Alves, Daniell Rendall (Republicanos) e Tarcio de Eudiane (União). Durante a oitiva, a vereadora do PT pediu oficialmente o arquivamento do processo, por decurso de prazo legal.
A presidente da comissão afirmou ter encaminhado o pedido para o presidente da Câmara, Eriko Jácome (PP).
Samanda Alves informou, ainda, que a fase instrutória foi reaberta apenas para o depoimento. Agora, foi aberto um prazo de cinco dias úteis para que Brisa apresente suas alegações finais. Esse prazo termina no dia 12. No dia seguinte, caso não haja arquivamento do processo até lá, haverá a votação do relatório final da comissão. Depois dessa etapa, o caso volta a ficar disponível novamente para votação em plenário — o que só acontecerá se a Justiça reconhecer a suspensão de parte do prazo.
O ex-prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, anunciou que o lançamento oficial da sua pré-candidatura governo RN está programado para o próximo dia 21. O evento político deve reunir lideranças estaduais e nacionais alinhadas ao campo político de direita no Rio Grande do Norte.
Segundo Álvaro Dias, o encontro contará com a presença do senador Rogério Marinho. Além disso, também existe a possibilidade de participação do ex-presidente Jair Bolsonaro ou do senador Flávio Bolsonaro. Dessa forma, a expectativa é que o ato político reúna prefeitos, deputados e outras lideranças que integram o grupo político que pretende disputar o Governo do Estado nas eleições de 2026.
De acordo com Álvaro Dias, o evento marcará o início de uma nova etapa de articulação política. A partir desse lançamento da pré-candidatura governo RN, o ex-prefeito pretende iniciar uma agenda de visitas ao interior do estado. Assim, a proposta é ampliar o diálogo com lideranças locais e fortalecer o projeto político para o próximo pleito estadual.
Agenda pelo interior e construção de programa de governo
Após o evento, Álvaro Dias pretende percorrer diferentes regiões do estado. Durante essas visitas, ele afirma que pretende ouvir prefeitos, vereadores e lideranças regionais. Dessa maneira, o objetivo é reunir sugestões e propostas que contribuam para a construção de um programa de governo.
Além disso, o pré-candidato destacou que o processo de escuta será fundamental para definir as prioridades da futura gestão estadual. Entre os temas que devem entrar no debate estão desenvolvimento econômico, geração de empregos e investimentos em infraestrutura.
Ao mesmo tempo, o ex-prefeito acredita que o diálogo com as lideranças locais ajudará a identificar as principais demandas das diferentes regiões do Rio Grande do Norte. Assim, será possível estruturar propostas voltadas para o crescimento econômico e social do estado.
Discurso sobre desenvolvimento do Rio Grande do Norte
Ao comentar o cenário político, Álvaro Dias afirmou que pretende trabalhar para retomar o crescimento econômico do estado. Segundo ele, o projeto político tem como objetivo recuperar o desenvolvimento e o progresso do Rio Grande do Norte.
Além disso, o pré-candidato defende a construção de um plano de governo baseado no diálogo com gestores municipais e representantes da sociedade. Dessa forma, a intenção é estabelecer prioridades e direcionar investimentos para áreas consideradas estratégicas.
Por fim, o lançamento da pré-candidatura governo RN deve reunir um grande número de apoiadores e lideranças políticas. Assim, o evento também marcará o início de uma agenda política mais intensa, com visitas e reuniões em diversas cidades do estado.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento do inquérito que investiga o deputado federal General Girão (PL-RN) por suposta incitação a atos golpistas.
A investigação apura declarações do parlamentar relacionadas aos acontecimentos de Ataques de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília.
No parecer enviado ao STF, Gonet afirma que não há “elementos de prova a corroborar a hipótese criminal de adesão direta ou auxílio material” aos atos registrados naquela data. Segundo o chefe do Ministério Público Federal, a investigação não reuniu indícios suficientes que comprovem participação efetiva do deputado na organização ou financiamento das manifestações que culminaram nas invasões.
Em relação à possível incitação por meio de declarações públicas, o procurador-geral também apontou que eventual crime estaria prescrito. Em 2023, a Polícia Federal do Brasil chegou a afirmar que Girão teria cometido crimes ao estimular apoiadores a defender uma intervenção das Forças Armadas após o resultado das eleições, mas a manifestação da PGR agora indica que não há base jurídica para dar continuidade ao caso.
Uma fonte do Departamento de Defesa dos Estados Unidos disse nesta quinta-feira (5) esperar que o Brasil, a Colômbia e o Uruguai “façam mais” no combate aos cartéis de tráfico de drogas.
O Brasil não participou da Conferência das Américas sobre o Combate aos Cartéis, realizada nesta quinta no quartel-general do Comando Sul dos Estados Unidos, na Flórida.
O evento contou com a presença de líderes militares de Argentina, Bahamas, Belize, Bolívia, Chile, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago.
À CNN Brasil, um funcionário do Departamento de Defesa afirmou que “o fato de alguns países não estarem participando não reflete uma mudança de postura em relação ao relacionamento de defesa”.
Segundo o oficial, a ausência brasileira “não prejudica o diálogo contínuo, os exercícios e outros engajamentos de rotina e atividades essenciais que formam a base da nossa relação de defesa”.
“Esperamos que Brasil, Colômbia e Uruguai façam mais”, disse, no entanto, o funcionário do Departamento de Defesa norte-americano.
A fonte não esclareceu à CNN Brasil se o Brasil foi convidado para o evento, apenas citou quais países estiveram presentes e reforçou que todos eles assinaram uma declaração conjunta sobre segurança.
A reportagem questionou o Itamaraty e a embaixada brasileira nos Estados Unidos sobre a fala do integrante do Departamento de Defesa e a ausência do Brasil no evento, e aguarda retorno.
Combate ao narcoterrorismo
Apesar da recente reaproximação, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump têm se posicionado de maneiras diferentes sobre o combate aos cartéis de drogas na América Latina.
O petista tentou atuar como mediador na crise entre os Estados Unidos e a Venezuela, mas não houve abertura para isso por parte das autoridades em Washington.
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