A Unimed Natal passa a oferecer aos beneficiários a possibilidade de agendar exames diretamente pelo Aplicativo Unimed Natal Cliente. A funcionalidade já está disponível e permite que o processo seja feito de forma online, sem necessidade de ligação telefônica ou deslocamento até uma unidade.
O recurso é válido para exames previamente autorizados e pode ser acessado de maneira simples pelo aplicativo. Após entrar na área “Agendamento de Exames”, o usuário seleciona o procedimento autorizado, verifica as datas disponíveis e confirma o agendamento.
De acordo com o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, a novidade integra a estratégia de fortalecimento dos canais digitais da cooperativa. “Estamos ampliando o acesso aos nossos serviços por meio da tecnologia, oferecendo mais autonomia e comodidade ao beneficiário. O aplicativo é uma ferramenta que facilita o dia a dia e torna o atendimento mais ágil”, afirma.
Além da marcação, o aplicativo também permite consultar exames confirmados, acompanhar exames finalizados e realizar cancelamentos, quando necessário. A funcionalidade amplia as possibilidades de atendimento digital e reforça a proposta da cooperativa de oferecer mais praticidade no acesso aos serviços.
O Aplicativo Unimed Natal Cliente está disponível para download nas lojas oficiais. Para utilizar a funcionalidade, é necessário manter o app atualizado.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que o futuro do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), é a cadeia durante manifestação na avenida Paulista realizada neste domingo (1º). “O destino do Alexandre de Moraes não é impeachment, não. O destino do Alexandre de Moraes é cadeia”, afirmou Nikolas, que convocou o ato com o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”.
Ele também chamou o ministro de “pateta”, disse “como sou crente, não posso xingar”, mas, em seguida, chamou o ministro de panaca. Por fim, puxou um coro de “fora, Toffoli”.
Em um discurso inflamado contra Moraes, o pastor Silas Malafaia chamou o ministro de ditador e o acusou de corrupção no caso do Banco Master, afirmando que a mulher do magistrado teve um contrato com o banco.
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro se reuniram, neste domingo (1º), na avenida Paulista, em São Paulo, em uma manifestação que teve, entre os alvos de críticas, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em especial Moraes e Toffoli. O motivo é a ligação de ambos os ministros com o caso Master, que provocou uma crise na corte.
Uma faixa foi disposta na entrada do parque Trianon chamando o STF de “Supremo Tirano Federal”. Em frente ao Masp, foi posicionado um boneco inflável de Bolsonaro com uma mordaça na boca, na qual aparece escrito “falem por mim”. O ex-mandatário está preso na Papudinha, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado.
A manifestação, porém, teve forte tom eleitoral em apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Ele também esteve na avenida Paulista e fez críticas ao STF. Sem citar nominalmente nenhum ministro, Flávio disse ser favorável ao impeachment “de qualquer ministro do Supremo que descumprir a lei”.
“Nosso alvo nunca foi o Supremo, que é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia”, disse ele, acrescentando ser necessário formar maioria no Senado para conseguir o impeachment de ministros do STF.
Ex-dono do Master, Daniel Vorcaro é suspeito de fraudar o sistema financeiro nacional. O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria da investigação sobre o caso neste mês. Toffoli foi citado no relatório da Polícia Federal, no contexto de uma troca de mensagens entre o banqueiro e seu cunhado, Fabiano Zettel.
Eles discutiam pagamentos para a empresa Maridt, que tinha Toffoli como um dos sócios. Em 2021, essa empresa vendeu cotas de um resort para um fundo de investimentos ligado a Zettel.
Em paralelo, o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, firmou um contrato com o Master, prevendo o pagamento de R$ 3,6 milhões por mês, durante três anos.
O Monitor do Debate Político da USP e a ONG More in Common estimaram a presença de 20,4 mil pessoas na manifestação em seu horário de pico, por volta das 15h53. A margem de erro é de 12%, o que significa que o público foi de 18 mil a 22,9 mil pessoas.
Segundo a contagem, feita a partir de fotos aéreas analisadas com um software de inteligência artificial, a manifestação teve menos da metade do público do ato pró-anistia de 7 de setembro de 2025 –na ocasião, foram contabilizadas 42,4 mil pessoas no momento de pico.
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderia colocar mais dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sob a pena da Lei Magnitsky, dispositivo da legislação norte-americana que permite a aplicação de sanções a autoridades estrangeiras acusadas de praticarem violações aos direitos humanos. As declarações ocorreram no programa Canal Livre, da Band.
De acordo com publicação do site da emissora neste domingo, 1º de março, Costa Neto afirmou que Trump falhou com os movimentos de direita no Brasil e manifestou frustração com a falta de uma postura incisiva do chefe da Casa Branca em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Ele Trump podia muito bem trabalhar na Magnitsky de pôr mais um ou dois ministros do STF lá”, disse o presidente do PL.
Segundo a Band, para o dirigente partidário, essa ferramenta deveria ter sido usada contra o ministro Alexandre de Moraes.
Valdemar também disse que a estratégia seria usar o temor de sanções internacionais “em troca de eles deixarem a gente votar a anistia”.
O ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, neste sábado 28, deixou 555 mortos e ao menos 747 feridos, segundo informações da organização humanitária Crescente Vermelho.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, foi morto nos ataques. A informação foi confirmada horas depois pelo regime iraniano.
Durante o dia, explosões foram registradas na capital Teerã e em dezenas de outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio, em países como Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein. O governo americano afirmou que os danos às bases militares dos EUA na região foram “mínimos”.
O Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, foi fechado por motivos de segurança, informou a agência estatal iraniana Tasnim.
Esta é a segunda vez em menos de um ano que os EUA atacam o Irã. Em junho de 2025, uma operação bombardeou estruturas nucleares iranianas.
Nas últimas semanas, Trump vinha pressionando o Irã a abandonar seu programa nuclear. Negociações estavam em curso, e mesmo assim os ataques foram lançados. Os Estados Unidos acusam o Irã de tentar fabricar uma bomba atômica.
Uma mulher foi presa nesse sábado (28) suspeita de cometer um assalto com um bebê no colo, na Zona Norte de Natal. Segundo a polícia, ela estava acompanhada de um homem no momento da ação.
De acordo com as informações repassadas pelas forças de segurança, a suspeita teria participado do crime enquanto segurava a criança. As circunstâncias detalhadas do assalto não foram oficialmente divulgadas.
A mulher é a mesma que já havia sido presa na quinta-feira por envolvimento em outro roubo na região. Na sexta-feira, ela passou por audiência de custódia e foi colocada em liberdade.
Com a nova ocorrência registrada no sábado, a suspeita voltou a ser conduzida à delegacia e deverá passar por nova audiência de custódia. O caso segue sob investigação.
Além de remunerações que podem passar dos R$ 100 mil por mês, alguns magistrados do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), desde 2024, têm outra vantagem: a utilização de veículos blindados. O contrato firmado com uma empresa de locação dos veículos é de R$ 3,5 milhões.
A empresa vencedora da disputa foi uma empresa sediada em Curitiba, no Paraná. O valor global máximo estimado para a contratação é de R$ 3.540.000,00. O contrato tem vigência de 30 meses, com encerramento previsto para este ano, e definiu a utilização de 12 automóveis.
O acordo estipula o fornecimento de oito veículos do tipo sedã na cor preta com blindagem nível III-A. Esta é a proteção máxima permitida para uso civil no Brasil, cobrindo mais de 90% do automóvel, segundo as normas técnicas. O preço unitário mensal para este modelo foi fixado em R$ 9.625,00. O custo total para esse grupo de carros será de R$ 2,3 milhões.
A licitação inclui também a locação de quatro veículos do tipo SUV, também na cor preta e também com blindagem nível III-A. O valor unitário mensal para os utilitários é de R$ 10.250,00. O montante destinado a esses automóveis soma R$ 1.230.000,00 no contrato global.
Segundo o documento que homologou a licitação, a decisão confirma que a proposta atendeu aos requisitos técnicos do edital e apresentou o menor preço. Não houve recursos administrativos interpostos durante o processo.
Maior remuneração entre todos os judiciários do país
Nos últimos dias, os privilégios do Judiciário potiguar ganharam o noticiário após o desembargador Ibanez Monteiro da Silva ter recebido o maior rendimento entre representantes de judiciários estaduais do país em janeiro. O contracheque do magistrado alcançou R$ 384,5 mil no primeiro mês do ano. O montante é cerca de oito vezes superior ao teto constitucional do funcionalismo público, fixado em R$ 46,3 mil.
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que 100% dos magistrados potiguares receberam valores acima do limite máximo em janeiro. O balanço abrange desembargadores e juízes da corte estadual. O Rio Grande do Norte emplacou ainda outro representante entre os dez maiores rendimentos do Brasil.
O contracheque dos magistrados inclui direitos pessoais, como abono de permanência, e indenizações legais, a exemplo do auxílio-alimentação. Há ainda verbas indenizatórias discriminadas como licenças compensatórias, gratificações por exercício cumulativo e gratificações natalinas.
O Judiciário estadual somou R$ 16,7 milhões apenas com o pagamento desses direitos eventuais em janeiro. O valor representa cerca de 60% da folha total de R$ 28,6 milhões ao considerar vencimentos básicos e indenizações.
O vencimento médio dos magistrados potiguares foi de R$ 119 mil no período. Apenas cinco dos 240 contracheques do Judiciário estadual não ultrapassaram a linha dos R$ 100 mil. O menor registro foi de R$ 57,7 mil, pago a um juiz atuante em Caicó.
O Tribunal de Justiça informou em nota que o salário do presidente da Corte está dentro do teto constitucional. O órgão explicou que os acréscimos de janeiro referem-se a verbas eventuais não fixas. Os valores correspondem a sessenta dias de férias não gozadas relativas a 2025 e plantões no recesso.
A instituição ressaltou a inviabilidade de gozo de férias para cargos de alta direção devido à necessidade de plantão permanente. A indenização ocorre apenas e excepcionalmente no mês de janeiro, segundo o comunicado.
O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte foi acionado na tarde deste domingo 1º para atender uma ocorrência na Cachoeira do Paraíso, localizada no município de Serra de São Bento.
A situação envolveu 15 pessoas, entre elas três crianças, que realizavam trilha na região e ficaram perdidas, além de parcialmente ilhadas em razão das fortes chuvas, que provocaram a elevação do nível da água e comprometeram as rotas de retorno.
Foram empregados na operação o Oficial de Operações, o Grupamento de Salvamento Aquático, a Unidade de Resgate e a equipe de Salvamento de Goianinha, com recursos humanos e materiais compatíveis com a natureza da ocorrência. As guarnições realizaram deslocamento até a área e iniciaram buscas em região de mata fechada e trilhas não sinalizadas.
A operação teve duração aproximada de cinco horas, com apoio de moradores locais, que auxiliaram na orientação das equipes quanto aos acessos e rotas seguras, considerando as condições do terreno.
As 15 vítimas foram localizadas, estabilizadas ainda no local e conduzidas para avaliação no hospital do município. Não houve registro de vítimas graves, e todos passam bem.
A ocorrência foi encerrada após a retirada integral do grupo e a verificação das condições de segurança da área.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara um discurso de defesa do diálogo diante da escalada de tensões envolvendo o Irã e os Estados Unidos. A expectativa é que o tema esteja no centro de uma possível reunião com Donald Trump, prevista para os próximos dias, caso seja confirmada agenda em Washington.
Nos bastidores, a orientação do Planalto é evitar embates diretos com a Casa Branca, priorizando a defesa de uma saída diplomática. Lula tem acompanhado os desdobramentos no Oriente Médio com sua equipe e avalia reforçar publicamente a necessidade de criação de um canal de negociação para reduzir a tensão militar.
O governo brasileiro sustenta que o presidente já teve protagonismo em articulações internacionais envolvendo Teerã, lembrando a tentativa de mediação realizada em 2010 ao lado da Turquia para tratar do programa nuclear iraniano — iniciativa que acabou não prosperando diante da resistência americana à época.
Além da via diplomática, auxiliares demonstram preocupação com os reflexos econômicos do conflito, especialmente no mercado de energia. Um eventual agravamento da crise, com impacto sobre rotas estratégicas de petróleo, pode pressionar preços internacionais e gerar efeitos na economia global.
A leitura no Palácio do Planalto é que uma transição turbulenta no comando iraniano pode ampliar instabilidades regionais. Por isso, a estratégia brasileira deve apostar em moderação, diálogo e tentativa de construção de pontes entre as partes envolvidas.
Líderes do Reino Unido, França e Alemanha afirmaram neste domingo (1º) que estão prontos para adotar medidas para proteger seus interesses e os de aliados no Oriente Médio, após classificarem como “indiscriminados e desproporcionais” os ataques com mísseis realizados pelo Irã.
O chamado E-3 declarou que poderá agir militarmente e que atuará em coordenação com os Estados Unidos e parceiros regionais.
A escalada ocorre após Estados Unidos e Israel iniciarem, no sábado (28), uma série de ataques contra o Irã em meio às tensões sobre o programa nuclear iraniano. Em resposta, Teerã lançou ações retaliatórias contra países da região que abrigam bases militares americanas, como Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
Nesse domingo, a mídia estatal iraniana anunciou a morte do líder supremo, Ali Khamenei, em ataques atribuídos a EUA e Israel. Após a confirmação, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian ameaçou uma ofensiva inédita, enquanto Donald Trump advertiu que qualquer nova retaliação será respondida “com uma força nunca antes vista”. As hostilidades seguem em andamento.
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