SELO BLOG FM (4)

‘Aprendi honestidade em casa: sou filho do Bolsonaro, não do Lula’, afirma Flávio

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Durante o movimento “Acorda Brasil!”, realizado neste domingo (1) na Avenida Paulista, em São Paulo, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez duras críticas ao PT e direcionou ataques ao presidente Lula e a família do petista.

Em discurso a apoiadores, Flávio afirmou que tem sido alvo de críticas por sua origem familiar e respondeu associando sua trajetória ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai.

O senador também mencionou acusações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do petista, sem o citar indiretamente, afirmando que ele estaria sendo investigado por suposto recebimento de valores ligados a gatunagem no INSS.

“Para as pessoas que tentam me atacar, porque eu aprendi honestidade em casa, eu sou filho de Bolsonaro. Não sou filho do Lula, porque se fosse filho do Lula, eu agora ia estar sendo acusado de receber mesada de 300 mil reais de roubo aos aposentados do INSS”, declarou.

E prosseguiu:

“Você que é aposentado, sabe esse dinheiro que está faltando agora para você comprar um arroz, um feijão, uma carne? O seu dinheiro aposentado do INSS pode estar na conta do filho do Lula lá na Suíça”.

Ao final da fala, o parlamentar afirmou que “ninguém aguenta mais quatro anos de PT” e declarou que a população irá “tirar essa corja de Brasília”.

Diário do Poder

Trump diz que 48 líderes foram mortos em ataques ao Irã

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1º), em entrevista à Fox News, que 48 líderes do Irã foram mortos em ataques conjuntos dos EUA e de Israel.

Segundo Trump, a ofensiva “avança rapidamente” e representa um sucesso após décadas de conflito. Ele acrescentou que os ataques continuarão de forma ininterrupta pelo tempo necessário para alcançar o que chamou de “paz no Oriente Médio e no mundo”.

Em publicação na rede Truth Social, Trump também comemorou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, classificando o episódio como um ato de justiça.

Portal 96 FM

Manifestação em Natal pede impeachment de Lula e ministros do STF

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Natal foi palco de manifestação nesse domingo (1º). O ato ocorreu a partir das 14h, em frente ao Midway Mall, e foi convocado por movimentos de direita em defesa do impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A mobilização na capital potiguar foi liderada pelo movimento Força Democrática e integrou a agenda nacional de protestos realizados no mesmo dia em diversas cidades do país. Entre as pautas centrais estiveram os pedidos de impeachment dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além do presidente da República.

Segundo os organizadores, o movimento foi motivado por denúncias envolvendo integrantes da Suprema Corte e por críticas à condução do governo federal. Os manifestantes também citaram questionamentos relacionados a episódios de corrupção, como o caso envolvendo aposentados do INSS e o escândalo do Banco Master, além de defenderem maior responsabilização das autoridades e respeito aos limites constitucionais entre os Poderes.

O ato deu continuidade a outras mobilizações já registradas na capital contra o presidente Lula e o STF, como a manifestação denominada “Acorda, Brasil”, realizada na avenida Salgado Filho.

Portal 98 FM

“Estupraram a democracia”, diz Rogério Marinho em ato em Brasília

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Durante o ato “Acorda, Brasil”, realizado na manhã deste domingo (1º), em Brasília, o senador Rogério Marinho fez críticas contundentes ao cenário político e institucional do país. Em discurso, afirmou que “em nome da democracia, estupraram a democracia”, ao se referir ao que considera ataques à liberdade de expressão e aos direitos individuais.

Segundo o parlamentar, houve desrespeito à Constituição e restrições a garantias fundamentais com o objetivo de impedir a permanência do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro na vida pública. Marinho declarou que Bolsonaro foi processado, preso e censurado, mas sustentou que seus adversários não contavam com a reação popular.

“Ninguém aprisiona um sentimento”, afirmou o senador, ao dizer que o apoio ao ex-presidente permanece ativo. Ele acrescentou que, mesmo em situação de isolamento, Bolsonaro “inspira, lidera e dá esperança” de que o país poderá “virar a página” do que classificou como um período negativo da história nacional.

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro está preso desde novembro de 2025 no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, cumprindo uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão após ser condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por seu papel em uma trama golpista que tentou impedir a transição democrática após as eleições de 2022

O senador também direcionou críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que há decisões que extrapolam a lei. Segundo ele, não haverá recuo por parte dos apoiadores. “Eles não vão nos calar, não vão nos vencer”, declarou.

Ao divulgar a íntegra do discurso nas redes sociais, Marinho reiterou que o sentimento despertado por Bolsonaro “segue vivo” e mencionou o nome do senador Flávio Bolsonaro como referência para 2026.

O ato reuniu apoiadores do ex-presidente na capital federal e teve como principal bandeira a defesa da liberdade de expressão e da Constituição.

Agora RN

Crime organizado em Natal: facção movimentou R$ 6 milhões e tentou desviar emendas na Câmara

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A Polícia Civil desarticulou uma organização criminosa que movimentou R$ 6 milhões em 18 meses e tentava infiltrar tentáculos na política de Natal. A Operação Decreto revelou que um ex-servidor da Câmara Municipal de Natal atuava para o grupo, ameaçando proibir campanhas eleitorais na comunidade do Passo da Pátria caso emendas parlamentares não fossem destinadas ao Carnaval de 2025. O esquema visava fortalecer o domínio territorial da facção através do uso de verbas públicas.

A ação policial mobilizou agentes para cumprir mandados em Natal e em outros dois estados. Na capital potiguar, três suspeitos foram detidos hoje, incluindo um flagrante com maconha e dinheiro em espécie. A liderança do bando, uma mulher de 33 anos, já havia sido capturada na segunda-feira (23) no Mato Grosso do Sul, enquanto outro chefe da organização permanece foragido no Rio de Janeiro.

O grupo é investigado por quatro homicídios cometidos apenas em 2024 na Zona Leste. Segundo a Polícia Civil, os criminosos utilizavam violência extrema e intimidação para impor um “estado paralelo” no Passo da Pátria. O volume financeiro de R$ 6 milhões, identificado em 18 meses, é fruto do tráfico de drogas e de atividades de controle territorial que asfixiavam a economia local.

A importância dessa operação para o leitor de Natal é o combate à tentativa do crime organizado de ditar as regras do processo democrático. Ao exigir emendas parlamentares sob ameaça de proibir a circulação de políticos na região, o grupo tentava sequestrar o orçamento público para financiar seus próprios interesses, utilizando um ex-funcionário do Legislativo como ponte.

Durante as investigações, 12 integrantes foram identificados com funções específicas, que iam desde o comando das execuções até a lavagem de dinheiro. A operação busca agora rastrear o paradeiro do líder foragido e identificar se outros agentes facilitavam o trânsito do grupo criminoso em órgãos públicos.

A Polícia Civil reforça que o combate às facções na Região Metropolitana continua e pede o apoio da população. Informações que ajudem a localizar os demais envolvidos podem ser enviadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.

Novo Noticias

Veja os países que apoiaram e os que criticaram ação contra o Irã

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A ofensiva conduzida pelos Estados Unidos em coordenação com Israel contra alvos no Irã, seguido por retaliações iranianas a bases norte-americanas no Oriente Médio, provocou uma divisão clara na comunidade internacional.

Pelo menos oito países condenaram diretamente a ofensiva iniciada por Washington. Entre eles está o Brasil, que divulgou nota oficial criticando a ação militar realizada enquanto, segundo o governo brasileiro, ainda havia negociações em curso sobre a interrupção do programa nuclear iraniano.

A China também se manifestou contra os ataques, defendendo a interrupção imediata das operações e o respeito à soberania do Irã. Rússia, Espanha, Chile, Colômbia, Suíça e Uruguai completam o grupo que condenou explicitamente a iniciativa norte-americana.

Em sentido oposto, quatro países declararam apoio direto à decisão da Casa Branca: Israel, Argentina, Austrália e Canadá. Já nações como Alemanha, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Bahrein, Ucrânia, Catar, Egito, Coreia do Sul, Itália, Peru, Paraguai e Emirados Árabes Unidos criticaram o lançamento de mísseis iranianos contra países vizinhos.

Por outro lado, Japão, Índia, Portugal e Polônia mantiveram postura oficialmente neutra. A maior parte dos comunicados divulgados por governos ao redor do mundo concentrou-se em alertas consulares, orientando cidadãos residentes ou em viagem na região a buscarem contato com embaixadas e adotarem medidas de segurança.

SOBRE A OFENSIVA

A ofensiva americana e israelense contra o Irã começou nas primeiras horas deste sábado contra alvos em Teerã e outras cidades iranianas como Tabriz e Isfahan. Os ataques resultaram em mais de 200 mortes, segundo cálculos do Crescente Vermelho.

A ofensiva resultou na morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que foi confirmada pela mídia estatal e pelo governo do país persa. Horas antes do anúncio oficial, o presidente americano, Donald Trump, já havia divulgado que Khamenei estava morto. Parentes do aiatolá também foram mortos.

Pleno News

Flávio Rocha passa a ser considerado em articulações da direita para o Senado no RN

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A composição da chapa da direita no Rio Grande do Norte entrou em nova etapa de avaliação com a inclusão do empresário Flávio Rocha entre os nomes analisados para a disputa ao Senado. A informação foi divulgada pelo Blog Hora H, que aponta a realização de pesquisas para medir a viabilidade eleitoral de diferentes cenários.

O movimento ocorre em meio à indefinição sobre a segunda vaga ao Senado dentro do grupo oposicionista. Uma das cadeiras já tem encaminhamento: o senador Styvenson Valentim deve buscar a reeleição. A outra posição, porém, permanece em aberto e concentra as negociações.

A entrada de Flávio Rocha no radar representa uma alternativa de encaminhamento nas conversas. Empresário com atuação nacional no setor varejista e experiência política anterior, ele volta a ser citado como alternativa capaz de dialogar com segmentos do empresariado e do eleitorado identificado com pautas liberais. A eventual candidatura ainda depende de avaliações internas e do desempenho nas pesquisas encomendadas.

Ezequiel também é avaliado

Outro nome incluído nos levantamentos é o do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, que tem a participação na chapa majoritária dependendo das definições do campo governista, especialmente da decisão da governadora Fátima Bezerra sobre eventual candidatura ao Senado.

Em um cenário no qual a governadora confirme presença na disputa, a tendência seria a manutenção do projeto de reeleição de Ezequiel ao Legislativo estadual. Caso contrário, aliados avaliam que seu nome poderia ser reposicionado na majoritária.

No Executivo estadual, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias marcou para 21 de março o lançamento oficial de sua pré-candidatura ao governo. Para compor a chapa como vice, foi anunciado o presidente da Femurn, Babá Pereira.

Na corrida pelo Senado, além de Styvenson, também circula o nome do Coronel Hélio, citado nas anotações de Flávio Bolsonaro, dentro da estratégia nacional de fortalecimento da bancada da legenda.

Portal 98 FM

Flávio repudia apoio de Lula à ditadura do Irã por posicionar o Brasil no lado errado

FOTO: LULA MARQUES

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou uma nota de repúdio ao posicionamento do governo do Lula (PT) em relação ao regime iraniano, classificando como “inaceitável” a postura adotada pelo Palácio do Planalto diante das ofensivas no Oriente Médio, neste sábado (28).

No documento, o parlamentar critica o que considera um alinhamento político do Brasil a Teerã em meio a um conflito grave na região.

Para o político, ao adotar essa postura, o país estaria “do lado errado” da disputa internacional e ignorando o histórico do regime iraniano. O Itamaraty divulgou uma nota condenando a ofensiva dos EUA e Israel.

Na nota, Flávio Bolsonaro afirma que o Irã não pode ser tratado como um ator neutro no cenário global. O pré-candidato ao Planalto sustenta que o regime financia e apoia organizações classificadas como terroristas por parte da comunidade internacional, além de manter um discurso hostil contra países ocidentais e contra Israel.

O senador também menciona o programa nuclear iraniano, apontando suspeitas de finalidade militar, e acusa o governo de Teerã de reprimir violentamente sua própria população, com especial impacto sobre mulheres.

Para ele, esses elementos configuram um histórico que não pode ser relativizado pela diplomacia brasileira. Veja abaixo a nota completa de Flávio:

NOTA DE REPÚDIO A LULA

“O posicionamento do governo Lula diante das ações do regime iraniano é inaceitável. Ao adotar uma postura de apoio político a Teerã neste momento, o Brasil se coloca do lado errado de um conflito grave e ignora a natureza objetiva do regime que está defendendo.

O Irã não é um ator neutro no cenário internacional. Trata-se de um governo que financia e apóia organizações terroristas, que grita publicamente “morte à América”, que defende abertamente “varrer Israel do mapa” e que mantém um programa nuclear notoriamente para fins militares. Internamente, reprime sua população com violência sistemática, em especial contra mulheres, e milhares de mortos. Esses são fatos públicos e reiterados ao longo dos anos, repudiados por quase todos os países da região.

O Brasil não precisa se intrometer em conflitos regionais, nem assumir papel protagonista em disputas que não nos pertencem. O que não pode é escolher o alinhamento moralmente errado, legitimando um regime que promove instabilidade e ameaça países parceiros do nosso próprio interesse estratégico.

Registro minha solidariedade aos Emirados Árabes Unidos, ao Reino do Bahrein, países parceiros do Brasil, e a quaisquer outros que tenham sido covardemente atacados pela ditadura do Irã. São nações com as quais o Brasil mantém relações comerciais relevantes e diálogo institucional crescente.

Política externa responsável exige prudência e clareza. Neutralidade não é sinônimo de complacência, e contenção não pode significar apoio indireto a regimes que promovem terror, desestabilização e sofrimento”.

A seguir, veja abaixo também a nota compartilhada pelo governo brasileiro:

Ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã

“O Governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados hoje (28/2) por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã. Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região.

O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.

As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados. Recomenda-se aos brasileiros que estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais nos países onde morem ou se encontrem.

O Embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança.”

Diário do Poder

Maior interrupção desde a Covid-19: Ataques de Israel e EUA ao Irã provocam caos em aeroportos e paralisações de voos

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A maior interrupção no transporte aéreo global desde o início da pandemia de Covid-19 continuou no domingo, com milhares de voos afetados e importantes centros de transporte no Oriente Médio, incluindo Dubai e Doha, fechados em resposta à escalada militar envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

Israel e Irã trocaram novos ataques no domingo, depois que Teerã atingiu o Aeroporto Internacional de Dubai — o mais movimentado do mundo em tráfego internacional — e o principal aeroporto do Kuwait durante seus ataques retaliatórios no dia anterior.

Irã, Iraque, Israel, Síria, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos anunciaram no sábado o fechamento, ao menos parcial, de seus espaços aéreos após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã, o que interrompeu abruptamente o tráfego aéreo civil sobre o Oriente Médio.

Entre as companhias aéreas que cancelaram voos estão Emirates, Etihad, Air France, British Airways, Air India, Turkish Airlines e Lufthansa.

O site de rastreamento de voos FlightAware informou que mais de 6.700 voos foram atrasados e 1.900 cancelados em todo o mundo até as 10h GMT de domingo, além dos milhares registrados no dia anterior.

Fechamento do espaço aéreo

O Irã fechou rapidamente seu espaço aéreo assim que os ataques começaram, “até segunda ordem”, disse o porta-voz da Organização de Aviação Civil do Irã, citado pela agência de notícias Tasnim.

Israel também fechou seu espaço aéreo para voos civis, anunciou a ministra dos Transportes, Miri Regev.

A autoridade de aviação civil do Catar informou que fechou temporariamente o espaço aéreo do país.

O Iraque também fechou seu espaço aéreo, informou a mídia estatal.

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram o fechamento “parcial e temporário” de seu espaço aéreo.

A Autoridade de Aviação Civil da Síria informou que fechou parte de seu espaço aéreo no sul do país, ao longo da fronteira com Israel, por 12 horas.

A força aérea da Jordânia realizava exercícios para “defender os céus do reino”, segundo os militares.

O Kuwait também fechou seu espaço aéreo.

Companhias aéreas do Oriente Médio e Norte da África

As companhias aéreas do Golfo Emirates e Etihad cancelaram 38% e 30% de seus voos, respectivamente, segundo a Cirium.

A Qatar Airways suspendeu todos os voos partindo de Doha. A companhia cancelou 41% do total de voos, de acordo com a empresa de análise de aviação Cirium.

A Syria Air, companhia aérea nacional do país, cancelou todos os voos até novo aviso.

A companhia aérea nacional do Egito, EgyptAir, anunciou a suspensão de seus voos para cidades do Oriente Médio, incluindo Dubai, Doha, Manama, Abu Dhabi, Beirute e Bagdá, entre outras.

Companhias aéreas europeias

A Rosaviatsia, autoridade russa de transporte aéreo, informou que todos os voos comerciais para Israel e Irã foram cancelados “até novo aviso”.

A Turkish Airlines cancelou voos para o Líbano, Síria, Iraque, Irã e Jordânia até 2 de março.

A Air France cancelou seus voos para Dubai, Riad, Beirute e Tel Aviv até domingo, estendendo a suspensão que já havia sido anunciada.

A British Airways informou que não voará para Tel Aviv e Bahrein até 4 de março e cancelou os voos para Amã, capital da Jordânia, no sábado.

A Swiss International Air Lines suspendeu os voos de e para Tel Aviv até 7 de março e cancelou os voos de Zurique para Dubai programados para sábado e domingo.

A Lufthansa, companhia aérea alemã que engloba a Swiss e a ITA Airways, cancelou seus voos de e para Tel Aviv, Beirute, Amã, Erbil e Teerã até 7 de março.

O grupo aéreo e suas subsidiárias também suspenderam os voos de e para Dubai e Abu Dhabi até domingo.

Companhias aéreas da América do Norte

A Delta Air Lines suspendeu os voos entre Nova York e Tel Aviv até domingo.

A American Airlines “suspendeu temporariamente” os voos entre Doha e Filadélfia.

Os voos da United para Tel Aviv estão cancelados até segunda-feira, e os voos para Dubai até domingo.

A Air Canada informou que cancelou os voos do Canadá para Israel até 8 de março e para Dubai até 3 de março.

Companhias aéreas da região Ásia-Pacífico

As duas maiores companhias aéreas privadas da Índia, IndiGo e Air India, suspenderam os voos para todos os destinos no Oriente Médio.

A Pakistan International Airlines, companhia aérea nacional do país que faz fronteira com o Irã, informou que suspendeu os voos para os Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Doha e Kuwait.

A Cathay Pacific, de Hong Kong, suspendeu os voos para Dubai e Riade.

A Garuda Indonesia, companhia aérea nacional da Indonésia, suspendeu temporariamente os voos de e para Doha “até novo aviso”, informou a empresa em comunicado neste domingo.

A Singapore Airlines e a Scoot, de Singapura, cancelaram seis rotas de voo na região até o fim de domingo, informou a mídia local.

Os voos da Philippine Airlines de Manila para Doha, de Riade para Manila e de Dubai para Manila foram cancelados no sábado, assim como um voo Doha-Manila no domingo.

Outras grandes companhias aéreas, incluindo a australiana Qantas e a japonesa All Nippon Airways, não anunciaram cancelamentos de voos.

Companhias aéreas africanas

A Ethiopian Airlines cancelou seus voos para Amã, Tel Aviv, Dammam e Beirute.

A Kenya Airways suspendeu seus voos para Dubai e Sharjah até novo aviso.

Extra

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