A Camerata de Vozes do Rio Grande do Norte se apresenta nesta segunda-feira (30), a partir das 20h, na Igreja de Nossa Senhora do Líbano, localizada na Rua Dr. José Borges 1483, Lagoa Nova (próxima ao Shopping Midway Mall). A entrada é franca.
O grupo se caracteriza por apresentar canções vocais em diferentes gêneros musicais, que vão do erudito ao popular e do regional ao folclórico. Sob a regência do monsenhor Pedro Ferreira, o coro é formado 38 entre tenores, sopranos, contraltos e baixos.
No programa do concerto do grupo, mantido pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, estarão peças sacras e do cancioneiro da Música Popular Brasileira. As cantoras Alzeny Nelo e Ângela Maria.
Baleado no pé direito durante o assalto, policial foi socorrido e logo liberado. Ele está em casa e passa bem. (Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi)
Um cabo da Polícia Militar foi baleado na noite deste sábado (28) ao tentar preder dois homens durante um assaltavam a um mercadinho no bairro Santa Tereza, em Parnamirim, cidade da Grande Natal. Segundo o próprio PM, um dos disparos feitos pelos criminosos ricocheteou no chão e o atingiu no pé direito. Ele foi socorrido, mas logo liberado e já está em casa. Os ladrões fugiram.
O policial, que preferiu não se identificar, disse que a dupla chegou ao mercadinho em um Ford Ka de cor prata. O estabelecimento fica na rua Castelo Branco. O cabo contou que os bandidos abriram uma grade, entraram no mercadinho e anunciaram o assalto. Na hora, estava o dono e alguns clientes, que tiveram seus pertences tomados.
O proprietário do mercadinho contou que o segurança do local chegou a ser espancado pelos criminosos porque eles queriam a arma, mas o vigilante não trabalhava armado.
Quando o PM chegou, o crime já estava em andamento. “Saquei duas armas e fui em direção ao assaltante que estava dentro do mercadinho e dei voz de prisão a ele. Só que não vi que o segundo estava no carro guardando os objetos roubados. Foi este segundo assaltante quem atirou em mim. A bala pegou no chão e depois atingiu o meu pé. Eu também atirei e acho que acertei ele, mas os dois conseguiram fugir”, relatou.
A PM foi chamada e fez buscas pela região, mas nenhum dos suspeitos foi encontrado.
O Ministério Público determinou, na madrugada deste domingo (29), o desdobramento do inquérito. Assim, Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), cujo titular é Alessandro Thiers, ficará encarregada de investigar o vazamento das imagens do estupro nas redes sociais, enquanto que o caso envolvendo o estupro coletivo da menor vai para a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV).
A advogada Eloisa Samy Santiago, que defende a menor de 16 anos que sofreu estupro coletivo há uma semana no Rio, comemorou nas redes sociais. “O delegado Alessandro Thiers, da DRCI, não é mais o encarregado pela investigação do estupro coletivo!, disse, em post no Facebook, sob o título “Vitória das Mulheres”.
O estupro coletivo ocorreu há cerca de uma semana, no morro São José Operário, em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade. Um vídeo mostrando o crime foi divulgado na última quarta-feira (25), na internet, por um dos 33 homens que participaram da violência. Eloisa Samy Santiago defende a menor junto com a advogada Caroline Bispo.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) já havia se manifestado favoravelmente ao desmembramento do inquérito. Na noite de ontem (28), os promotores do MP se reuniram com as advogadas da adolescente, que fizeram questionamentos em relação às investigações da Polícia Civil e a forma como o delegado Alessandro Thiers, da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), vinha atuando no caso, segundo elas “de forma machista e misógina”.
Os promotores atenderam a três dos pedidos das advogadas, inclusive sobre a necessidade de desmembramento do caso, mas não se posicionaram contra o afastamento do delegado por entender que essa era uma atribuição da polícia civil.
Na nota, o MP disse que “Independente da decisão judicial”, o promotor de Justiça Bruno Lavorato iria expedir ofício pedindo que a investigação sobre o estupro seja conduzida “apenas pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV)” e que as investigações fossem desmembradas, “remetendo-se para a DCAV, Delegacia de Polícia especializada em crimes desta natureza, a investigação do delito de estupro, ficando a cargo da DRCI APENAS o delito de divulgação do vídeo referido;
Também determinou que uma medida cautelar assecuratória, em favor da vítima, por analogia às medidas protetivas da Lei Maria da Penha, “tendo em vista o temor à sua integridade física, moral e intelectiva, certo que há notícias de que um dos possíveis autores, denominado de Rafael Belo, vem se aproximando da mesma, a fim de intimidá-la” e com isso dificultando o andar das investigações”.
O Ministério Publico também se mostrou favorável a que se averigue se o delegado da DRCI infringiu, durante o depoimento, o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Operação Policial
Paralelamente às investigações no âmbito da Polícia Civil a respeito do estupro da jovem, moradora da zona oeste da cidade, a Polícia Militar desencadeou na manhã de hoje uma grande operação na tentativa de localizar os suspeitos do estupro.
A operação cumpre determinação do Comando da Corporação e envolve cerca de 70 agentes das policiais Militares do Grupo de Ações Táticas de todas as unidades e envolve policiais de nove batalhões da Polícia Militar subordinados ao 2º Comando de Policiamento de Área, além de outras duas unidades da PM.
A operação foi desencadeada às 7h da manhã de hoje na comunidade na Comunidade do São José Operário e estão sendo utilizados 2 cães farejadores, um helicóptero, dois veículos blindados e pelo menos 14 viaturas.
Comandada pelo 9º BPM (rocha Miranda), a operação tem por objetivo, segundo nota da PM, “identificar os criminosos que praticaram o estupro coletivo contra uma menor de 16 anos, para dar maior sensação de segurança a população e na prevenção e repressão os crimes de roubo de veículos, roubo de cargas, roubo de rua e o tráfico de drogas”.
Segundo a nota da PM “não houve resistência, e as equipes estão fazendo uma varredura na comunidade “em busca de indivíduos suspeitos, armas e drogas. Até o momento a Polícia Civil não divulgou um balanço da operação.
Um homem foi encontrado morto com duas perfurações de arma de fogo na manhã deste domingo (29), no Saia Rodada Park Show, na cidade de Caraúbas, na Região Oeste do Estado do Rio Grande do Norte.
O crime aconteceu dentro do parque de vaquejada onde estava acontecendo uma festa. A vítima foi identificada como Francisco Vagner de Araújo, de 34 anos, mais conhecido como “Vaguinho de Pedro Paraíba”, foi encontrado dentro de um muro de uma das casas do parque.O perito criminal Otávio Domingues, que esteve no local, disse que o corpo da vítima tinha duas perfurações de arma de fogo, calibre 765. Os tiros foram todos na cabeça, na região do ouvido do lado esquerdo.
A Polícia Militar foi acionada e uma guarnição comandada pelo Sgt. Alves, com apoio do Cb. Tyronne, foram até o local e confirmaram a veracidade dos fatos. No local ninguém viu nada, apenas que a morte pode ter sido hoje pela manhã, pois a vítima foi vista nas mediações onde aconteceu o crime.
A Polícia Militar isolou o local até achegada da equipe do Instituto Técnico-científico de Polícia (ITEP) que fez a remoção do corpo para sede do órgão em Mossoró. O crime será investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Caraúbas, sob o comando do Delegado Dr. Erick Gomes.
Um agricultor identificado como José Luís Neto, de 35 anos, morreu na tarde deste sábado (28) após colidir uma motocicleta em uma viatura da Polícia Militar, na RN 117, no Alto Oeste do Rio Grande do Norte.
Segundo informações da Polícia Militar, o homem teria entrado na contramão e colidido na viatura. Os policiais ainda socorreram o motociclista para o Hospital, em Pau dos Ferros, mas ele já chegou sem vida na unidade.
Já segundo populares que conheciam a vítima, ele teria ingerido bebida alcoólica antes do acidente e estava visivelmente sem condições de pilotar a motocicleta, entrando na contramão constantemente.
Na fotografia é possível ver, que a viatura está recuada ao acostamento e a motocicleta invadiu o lado do fluxo contrário, mas apenas a perícia, vai determina a responsabilidade sobre a fatalidade.
EM NOTA, O CAPITÃO VALENTIM DIZ QUE TEVE UMA “EXPLOSÃO EMOTIVA”
Depois de protagonizar polêmicas declarações, através de áudios que foram vazados nas redes sociais, o capitão PM Styvenson Valentim, coordenador da Lei Seca no Estado, emite nota, na qual pede desculpas aos policiais civis. Valentim havia taxado os delegados da Polícia Civil de preguiçosos. Esta é a segunda vez que o militar fala o que quer e depois recua, atitude que só externa o seu temperamento exacerbado e a sua forma de proceder no exercício do cargo que ocupa.
Anteriormente Valentim já havia se envolvido em uma outra polêmica, nesta ocasião envolvendo um suposto esquema de corrupção no DETRAN/RN. Após fazer declarações contundentes, o PM posou para foto, elogiando a atual gestão do órgão.
Segue a nota:
Sim, a voz em um áudio vazado e “recortado” que circula em grupos de WhatsApp é a minha. O áudio é uma conversa com uma cidadã indignada, após a mesma postar uma mensagem na minha página pessoal no Facebook. Admito toda minha intempestividade ao generalizar a minha insatisfação a todos os policiais civis, mais específico aos delegados civis.
Reconheço a minha explosão emotiva por buscar um serviço público melhor, e por isso, aos policiais civis que de fato trabalham e honram o cargo, minhas sinceras desculpas por ter colocado os senhores nos rol dos funcionários públicos preguiçosos, dos parasitas, e que todos sabem que existem. Aos delegados que me acompanharam durante inúmeras operações da Lei Seca, queria lembrar nome de todos, mas infelizmento só me recordo, no momento, dos competentes delegados Daniel e Montanha, seus agentes e escrivães. Aos outros profissionais delegados e agentes, que sempre nos atenderam, não por amizade, nem por aliança corporativista, mas sim pelo profissionalismo em cumprir sua função de maneira exemplar, o meu respeitoso perdão. Generalizar foi meu grande erro.
Também peço desculpas a todos pela forma grosseira de como me referi ao meu País.
Mas, não retiro uma vírgula sequer sobre o que falei sobre alguns funcionários públicos, que recebem, alguns muito bem, e nada fazem pelo cidadão, muito pelo contrário, apenas apontam o dedo para quem tenta trabalhar por um país melhor.
Por mais que a gente se diga envergonhado, por mais que você, homem sensível, diga que sente na pele, por mais que esteja indignado e solidário, por mais que tente eliminar o machismo em atos e palavras, por mais que faça sua parte, por mais que não entenda a covardia e monstruosidade dos seus semelhantes, por mais que peça punição contra a barbárie na zona sul ou no Morro São José Operário, zona oeste do Rio de Janeiro… Jamais sentirá o pavor de vislumbrar no beco, na próxima esquina, a sombra do inimigo, a ameaça do estupro que ronda as mulheres no Brasil cada vez que o relógio corre 11 minutos. Por mais que você até arrepie os pelos, jamais sentirá na carne.
Por mais que você não entenda os machos que sempre buscam culpar as “vadias”, por mais que você condene o discurso na linha “Bolsomito”, por mais que você julgue importante ter mulheres nas equipes de governo, por mais que você vá à passeata feminista, por mais que você ache bizarro o ator Alexandre Frota — o piadista da cultura do estupro — em confraria com o ministro interino da Educação em Brasília… Por mais que você se ponha no lugar da vítima, nunca saberá o terror que se instala no cérebro como um pesadelo interminável.
Mea culpa
Por mais que você resolva deixar de ser reaça e retire o seu apoio aos projetos-de-lei homofóbicos do Congresso, aos projetos anti aborto etc. Por mais que você esqueça o passado de porco chauvinista. Por mais que você cresça e deixe de puxar os cabelos das meninas nos bares, festas e boates. Por mais que você saque e nunca mais caia na besteira de achar que existe “vadia para transar e santinha para o casamento”. Por mais que tudo isso seja um avanço, ainda é pouco, muito pouco, pouco mesmo para sentir o drama que apavora as mulheres no vagão do trem, na rua escura, no parque…
Por mais que ampliamos a vergonha para todos nós que fomos ou somos machistas, por mais que façamos um mea culpa histórico, por mais que o crime hediondo seja punido exemplarmente, por mais que tenhamos uma ideia da maldade humana nos livros de ficção e na realidade… Por mais que tudo isso aconteça, estamos ainda muito distante deste horror inominável.
Por mais que ralamos as nossas rótulas da culpa no “Ajoelhaço” anual da Cooperifa — pedido de perdão coletivo de homens na zona sul de São Paulo por erros e maus-tratos às mulheres —, por mais que a reeducação de hábitos e atitudes surta algum efeito… Mesmo assim, sinto muito, estaremos apenas começando a entender o desastre da “cultura do estupro”.
Por mais que sonhemos com outro tempo, o tempo da delicadeza, o implacável relógio nos despertará, daqui a 11 minutos, para mais uma ocorrência.
Em uma semana na qual o Supremo Tribunal Federal (STF) voltou ao noticiário político devido às gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, um dos ministros mais controversos da Corte, Gilmar Mendes, ganhou holofotes novamente por motivos variados. Mendes devolveu nesta quarta-feira mais um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o tucano Aécio Neves (MG) no âmbito da Lava Jato, sem nem mesmo autorizar a abertura das investigações e recebeu críticas da neo-oposição. Ele já havia rejeitado outro pedido de investigação contra Aécio semanas atrás.
Mendes é ministro do Supremo desde 2002, indicado por Fernando Henrique Cardoso, e ocupa atualmente posições importantes na configuração das mais altas cortes. Ele preside desde meados de maio o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), composto em parte por magistrados do STF. O cargo cobra mais relevância considerando que 2016 é um ano eleitoral e que está na corte uma ação contra a campanha de 2014 de Dilma Rousseff e Michel Temer que poderia levar à cassação da chapa e à realização de novas eleições.
A partir de 31 de maio, o magistrado também estará à frente da Segunda Turma do Supremo, grupo de cinco ministros responsável pela análise da maioria dos recursos de políticos investigados na Operação Lava Jato. O grupo também é responsável pelo julgamento de apelação nos casos que estão a cargo do juiz Sérgio Moro. Ao plenário, com 11 ministros, só vão recursos de presidentes da Câmara e do Senado, e do presidente da República.
Além de Mendes, fazem parte da Segunda Turma Cármen Lúcia, Celso de Mello, Dias Toffoli e Teori Zavascki – esse último tem posto crucial, o de relator da Lava Jato.
Caso Aécio
Mendes não é o único ministro afeito a declarações públicas do tribunal, mas é considerado controverso porque sempre explicitou publicamente seu desgosto com os Governos do PT e suas principais lideranças, mesmo quando julgava processos envolvendo a legenda, como o mensalão. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura neste ano, ele afirmou que não vê problemas em sair para jantar com políticos tucanos, e disse que chama o chanceler do Governo de Michel Temer, José Serra, de “Zé”. Foi dele, por exemplo, a decisão que impediu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de tomar posse como ministro-chefe da Casa Civil de Dilma, pendente de decisão final até hoje. Quanto aos recursos da defesa de Dilma contra o impeachment, ironizou: “Ah, eles podem ir para o céu, o Papa ou o diabo”.
A pedido de Mendes para a reavaliação do inquérito de Aécio acontece na mesma semana em que o senador e presidente do PSDB foi um dos temas recorrentes das gravações de Sérgio Machado, que assinou delação premiada para colaborar com as investigações da Lava Jato. O senador Romero Jucá, por exemplo, diz que “todo mundo conhece o esquema do Aécio”, depois diz que ele será “o primeiro a ser comido” se a operação continuar a avançar. Renan Calheiros, por sua vez, diz que o tucano está “assustado” com a situação. O PSDB afirmou que irá processar Machado pelas menções “caluniosas” ao partido e a seu presidente.
O primeiro pedido de inquérito contra Aécio devolvido por Mendes tinha relação com suposto esquema de corrupção em Furnas, que teria financiado irregularmente campanhas de tucanos, e o segundo é relativo à suposta maquiagem de dados do Banco Rural durante a CPI dos Correios, em 2005. O Rural teria sido utilizado para irrigar o esquema de corrupção conhecido como o mensalão tucano. Aécio sempre desqualificou as acusações de Delcídio, e negou qualquer irregularidade nos dois casos.
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