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Categoria: Saúde

Cigarro eletrônico: entenda se o polêmico aparelho faz mal à saúde ou não

Mulher fumando cigarro eletrônicoO cigarro eletrônico surgiu como uma promessa de auxílio para quem deseja parar de fumar – Direito de imagem GETTY IMAGES –

cigarro eletrônico surgiu como uma promessa de auxílio para quem deseja parar de fumar. Bastante controverso no mundo, ele é visto como redutor de danos – uma forma de minimizar o impacto do tabagismo na saúde – em alguns países, especialmente no Reino Unido, e tratado com cautela em outros, como no Brasil e na Espanha.

A Public Health England (PHE), uma agência do Serviço de Saúde da Inglaterra, realizou uma experiência para comparar efeitos do produto, também chamado de e-cigarette, e-ciggy, e-cigar e caneta a vapor, entre outros nomes, com os dos cigarros tradicionais (comburentes).

Pesquisadores utilizaram dois recipientes cheios de chumaços de algodão: o primeiro foi exposto durante um mês ao fumo do tabaco e, o segundo, ao vapor dos eletrônicos.

No vídeo divulgado pelo órgão britânico, o pote que recebeu o cigarro de combustão aparece totalmente impregnado e pegajoso, com uma coloração escura e carregado de alcatrão, enquanto o do eletrônico contém apenas vapor.

A conclusão foi que este tipo de produto é menos prejudicial e tem potencial para exercer um importante papel na redução do impacto na saúde pública associado ao consumo de cigarros. Mas será que isso é mesmo verdade?

Comercialização, importação e propaganda são proibidas no Brasil

Homem fuma cigarro eletrônicoSegundo a Anvisa, não há pesquisas conclusivas sobre os supostos benefícios do cigarro eletrônico – Direito de imagemGETTY IMAGES

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda não existem pesquisas conclusivas que comprovem esta função e nem a segurança na utilização dos cigarros eletrônicos.

Por outro lado, diversos estudos realizados mundo a fora mostram que ele causa danos à saúde, em especial ao coração e ao pulmão, mas também à bexiga e ao estômago – mesmo se usado por pouco tempo (dois ou três meses).

Baseado nestes elementos, o governo brasileiro, em 2009, publicou a resolução RDC 46/2009, proibindo a comercialização, a importação e a propaganda de qualquer dispositivo eletrônico para fumar (DEF) no território nacional – ainda assim, não é difícil encontrá-lo em lojas virtuais e de produtos importados.

Em abril do ano passado, foi realizado, em Brasília, um painel para discutir mais a fundo o tema e possíveis alterações na regulação, mas os participantes, com exceção dos fabricantes, que buscam a liberação das vendas no país, demonstraram preocupação.

A constatação foi a de que são necessárias mais evidências para liberar o comércio do produto.

Como funciona o cigarro eletrônico

O primeiro aparelho eletrônico para fumar foi desenvolvido e patenteado nos Estados Unidos, em 1963, por Herbert Gilbert, mas ele não chegou a ser comercializado em razão da falta de tecnologia disponível naquela época.

Quarenta anos depois, o chinês Hon Lik, fundador e diretor executivo da Dragonite International, criou um novo modelo e, em 2013, o vendeu para o Imperial Tobacco Group.

Caracterizado como um dispositivo eletrônico para fumar (DEF), é um aparelho alimentado por bateria de lítio recarregável. No geral, ele conta com uma ponteira, que funciona como piteira e, na parte interna, um tanque onde é inserido o líquido, quase sempre composto de propilenoglicol, glicerina vegetal, água, nicotina e, opcionalmente, aromatizantes – os compostos e as concentrações variam de fabricante para fabricante.

Diferentemente do cigarro tradicional, ele não queima tabaco, ato que produz milhares de substâncias tóxicas, como o monóxido de carbono (fator de risco para infarto) e os alcaloides do alcatrão (agentes cancerígenos). Nele, os aditivos são aquecidos, saem em forma de vapor e são aspirados pelo usuário.

Mão segura um cigarro
Image captionDiferentemente do cigarro tradicional, o cigarro eletrônico não queima tabaco – Direito de imagem GETTY IMAGES

De acordo com Stella Regina Martins, do Programa de Tratamento ao Tabagismo do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), e autora do livro “Cigarro eletrônico: o que sabemos?”, estima-se que a temperatura de vaporização possa atingir 350°.

“Isso é alto o suficiente para induzir reações químicas e mudanças físicas nos compostos, formando outras substâncias potencialmente tóxicas, como formaldeído, acetaldeído, acroleína e acetona”, informa a médica especialista em dependência química.

Em teoria, esse produto contém menos “ingredientes” que o cigarro tradicional. Porém, para o pneumologista Luiz Fernando Pereira, coordenador da Comissão Científica de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), isso não significa uma vantagem.

“É porque ele possui outros elementos que o comburente não tem. Na realidade, ainda não temos conhecimento de tudo o que o compõe, até porque não existe um padrão entre os produtores. Outra questão preocupante é que alguns modelos dispõem de uma quantidade maior de nicotina, e, apesar de ela não causar câncer, é o que vicia”, relata o médico.

Assim como o governo brasileiro, os especialistas consultados pela BBC News Brasil afirmam que são necessários mais estudos para determinar se o cigarro eletrônico é capaz de ajudar a reduzir os danos à saúde causados pelo tabagismo e também para responder outras perguntas importantes. Causa câncer? É uma porta de entrada para o uso do tabaco? Faz menos mal que o cigarro comburente?

“O que podemos garantir é que este produto não é desprovido de malefícios. Mesmo não queimando tabaco, ele tem substâncias nocivas. Ainda não temos como saber quais são as consequências de longo prazo e, infelizmente, teremos de esperar de 20 a 30 anos para isso”, enfatiza Martins.

Produto tem grande apelo entre os jovens

Jovens fumando cigarro eletrônico
Image captionUm temor é que jovens que normalmente não se interessariam pelo cigarro tradicional sejam atraídos pelo eletrônico – Direito de imagemGETTY IMAGES

Uma questão que tem preocupado diversos países é que os DEFs, atualmente na quarta geração, e com aparência cada vez mais dissociada do cigarro comburente, têm um grande apelo entre os jovens, por dois motivos: a opção de poder lhe conferir sabor e toda a tecnologia que eles recebem.

“Existem no mercado modelos parecidos com pendrives e recarregáveis via USB. Tudo isso tem sido um chamariz para os adolescentes. Muitos que nunca tinham fumado um cigarro na vida, agora fumam o eletrônico, e vários fumam os dois, o que é ainda pior”, afirma Pereira.

Nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), agência local de controle e regulamentação de alimentos e remédios, declarou recentemente que o uso destes dispositivos entre os jovens atingiu proporções epidêmicas.

Em 2017, mais de 2 milhões de estudantes americanos em nível escolar declararam ao órgão serem usuários regulares, e um relatório elaborado pela US Surgeon General, entidade pertencente ao Serviço de Saúde Pública do país, revelou que o uso desses dispositivos, de 2011 a 2015, aumentou 900% entre alunos do ensino médio. “No Brasil, a situação ainda não é tão grave, mas pode se tornar”, avalia Pereira.

Stella, do Incor, concorda: “Os nossos jovens estão mais protegidos do que os americanos e, para que se mantenham assim, é preciso que o cigarro eletrônico continue proibido. Somos um país reconhecido internacionalmente por nossa exitosa política de combate ao tabagismo e não podemos abrir mão disso liberando a venda”.

Brasil é o 8º país do mundo com mais fumantes

Pesquisa publicada na revista científica britânica The Lancet mostra que o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de número absoluto de fumantes: são 7,1 milhões de mulheres e 11,1 milhões de homens. Apesar dos altos números, a boa notícia é que a porcentagem de quem fuma diariamente caiu entre 1990 e 2015 – passou de 29% para 12% entre os homens e de 19% para 8% entre as mulheres.

Pela pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, houve redução de 36% na prevalência de fumantes no país, indo de 15,7%, em 2006, para 10,1%, em 2017 – em 2016, eram 10,2%.

O Ministério da Saúde informa que isso “é resultado de uma série de ações desenvolvidas pelo governo federal”. Dentre elas, destaca a política de preços mínimos e a legislação antifumo, que proibiu o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, em locais de uso coletivo, públicos ou privados, mesmo que o ambiente esteja só parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.

Homem acende cigarroHouve redução de 36% no número de fumantes no Brasil, diz o governo –Direito de imagemGETTY IMAGES

Fumar cigarro envolve riscos. O dependente de nicotina expõe-se a mais de 3 mil substâncias presentes no fumo não queimado e mais de 4 mil na fumaça do tabaco, e suas defesas ficam enfraquecidas, favorecendo várias doenças, com destaque para as pulmonares, as cardiovasculares e as oncológicas, e sendo um agravante para o controle de problemas pré-existentes.

Pereira, da SBPT, explica que a gravidade e o risco de surgimento das enfermidades estão relacionados a três fatores: tempo de vício, quantidade de cigarros consumidos e genética.

“Fumar até quatro cigarros por dia já aumenta as chances de desenvolver alguma patologia relacionada. E o fumante, seja ele homem ou mulher, vive, em média, dez anos menos do que o não fumante.”

Para quem deseja largar o tabagismo, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito. Mais informações podem ser obtidas nos centros ou postos de saúde e na Secretaria de Saúde do município de residência.

Fonte: 

Hospital Municipal de Natal realizou mais de 500 mil atendimentos em 2018

DURANTE O ANO DE 2018 FORAM REALIZADOS 511.299 ATENDIMENTOS, ENTRE INTERNAÇÕES, CONSULTAS E PROCEDIMENTOS HOSPITALARES.

O Hospital Municipal de Natal Dr. Newton Navarro (HMN), localizado na Rua Joaquim Manoel, em Petrópolis, completou três anos de funcionamento e conta com atendimento de urgência e emergência com pronto atendimento adulto regulado 24h, pronto socorro Infantil e ortopédico com atendimento diferenciado das 7h à meia noite. Durante o ano de 2018 foram realizados 511.299 atendimentos, entre internações, consultas e procedimentos hospitalares.

De acordo com os usuários, o Hospital Municipal de Natal é bem localizado, o atendimento é satisfatório e tem uma excelente ambiência. Essa é razão da grande procura pelos serviços oferecidos.

O usuário Diogo Brito disse que sempre procura o HMN quando precisa e gosta do atendimento. “Sempre venho aqui porque gosto do atendimento. Fui na ortopedia e o atendimento foi rápido”.

“Gostei do Hospital e fui muito bem atendida”, afirmou outra paciente de ortopedia, Flávia Gomes. Já GilmaSimplício, procurou o Hospital para a filha e afirmou que que gostou muito do atendimento. Anny Kaiuza, trouxe a filha para o atendimento pediátrico no pronto socorro infantil Dra. Sandra Celeste. “Gosto do atendimento e da localização, porque atende as minhas expectativas. Minha filha sempre foi bem atendida aqui”.

Durante o ano passado, o hospital realizou um total de 107.291 consultas, sendo 40.592 pediátricas, 43.497 adultas e 23.202 ortopédicas. O ano também foi marcado por avanços como a porta regulada no Pronto Socorro Adulto (PSA), aquisição de equipamentos hospitalares; reforma do Centro Cirúrgico, manutenção da sala de preparo, melhora do processamento de dados do laboratório que passou a ser digitalizado, entre outros.

Os procedimentos somaram 404.008, sendo 101.957 administrações de medicamentos; 5.418 eletrocardiogramas; 65.504 raios x; 183.200 exames laboratoriais; 825 trocas de gessos; 32.035 nebulizações; 1.044 retirada de pontos; 277 drenagens de abscessos; 247 suturas; 338 lavagens gástricas; 30 cateterismos vesicais; e, 13.133 imobilizações, entre outros procedimentos hospitalares.

O Hospital Municipal de Natal conta com 80 leitos de retaguarda, sendo dez de terapia intensiva, seis de saúde mental, 10 pediatria clínica, 34 de clínica médica e 20 de clínica cirúrgica. O HMN dispõe ainda do Pronto Socorro adulto com demanda aberta nas Rocas.

A Unidade Hospitalar ainda dispõe de sala de administração, recepção, sala de atendimento, reanimação, três salas no bloco cirúrgico, farmácia, laboratório de análise e bioquímica, serviço de nutrição e dietética, fisioterapia, psicologia, exames de imagem (raio x e USG), serviço social, Núcleo de Saúde Coletiva, Núcleo Interno de Regulação, central de material e esterilização, refeitório, hotelaria (manutenção, serviço de higienização, rouparia, recepção, portaria, almoxarifado), necrotério, subestação de energia com grupo gerador, e prontos atendimentos de urgência e emergência.

Parceria entre Natal e Fiocruz apresenta bons resultados no combate ao Aedes aegypti

EM JANEIRO, A QUANTIDADE DE OVOS ENCONTRADOS NAS 1.400 ARMADILHAS INSTALADAS NO BAIRRO ERA DE SEIS MIL E ACABOU BAIXANDO PARA CERCA DE 1.500 EM DEZEMBRO

Implementadas em Natal no final de 2017, em uma parceria entre o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), as estações disseminadoras de larvicidas (espécie de armadilhas) para o monitoramento e combate ao Aedes aegypti têm trazido bons resultados, principalmente no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, na zona Norte da capital potiguar.

Em janeiro, quando as estações passaram a funcionar plenamente, a quantidade de ovos encontrados nas 1.400 armadilhas instaladas no bairro era de seis mil e acabou baixando para cerca de 1.500 em dezembro. A redução dos ovos significa também uma quantidade menor de mosquitos que chegam à fase adulta.

Além do trabalho dos agentes de endemias, que todos os meses passam nas residências onde as armadilhas estão para fazer a manutenção, outro fator importante para a redução é o engajamento da população, que tem mantido o equipamento sempre cheio de água.

Além de Nossa Senhora da Apresentação, as estações disseminadoras também estão instaladas em Felipe Camarão, na zona Oeste. Na região, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) fará nas próximas semanas ações para aumentar a participação dos moradores, mostrando a importância da manutenção das armadilhas.

Como funcionam as estações disseminadoras

As estações são parecidas com vasilhas de plástico, revestidas com um tecido impregnado com larvicidas. Quando o mosquito pousa nessas estações ele vai sair impregnado com o larvicida e leva para outro criadouro, que muitas vezes é de difícil acesso para os agentes.

Mutirão de Mamografias retoma atendimento na zona Norte de Natal

PROMOVIDO PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE O MUTIRÃO INICIOU EM OUTUBRO E PERMANECEU EM NOVEMBRO, PERCORRENDO OS DIVERSOS SERVIÇOS DA REDE MUNICIPAL

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal, em parceria com o Grupo Reviver, retomou este mês, o mutirão de mamografias gratuitas com a Unidade Móvel Savana Galvão, no Centro de Especialidades Integradas (CEI I), antigo Zeca Passos na Ribeira.

O mutirão de mamografias prossegue já na tarde desta terça-feira na Unidade de Saúde da Família de Santarém, devendo permanecer até o mês de fevereiro. Após isso, o mutirão segue na Policlínica Oeste, na Cidade da Esperança.

Promovido pela Secretaria Municipal de Saúde o mutirão iniciou em outubro e permaneceu em novembro, percorrendo os diversos serviços da rede municipal, obteve grande adesão do público feminino.

A mamografia é a única maneira de se detectar precocemente o câncer de mama. “O exame realizado no início tem chances de cura em 90% dos casos. A aceitação do público é muito grande e consciente surtindo um efeito positivo. Somente este mês foi realizado 600 exames”, coordenadora do Grupo Reviver, Ana Tereza Mota.

SUS vai oferecer medicamento para pacientes com esclerose múltipla

O MEDICAMENTO ACETATO DE GLATIRÂMER NA VERSÃO DE 40 MILIGRAMAS (MG), ATUALMENTE, É OFERTADO NA REDE PÚBLICA APENAS A VERSÃO DE 20 MG

Adultos diagnosticados com esclerose múltipla remitente recorrente poderão utilizar o medicamento acetato de glatirâmer na versão de 40 miligramas (mg) via Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a rede pública oferta apenas a versão de 20 mg. De acordo com o Ministério da Saúde, a incorporação vai permitir que o paciente reduza de sete para três as doses injetadas todas as semanas, garantindo maior qualidade de vida.

A esclerose múltipla pode ser classificada por níveis de evolução clínica. Casos remitentes recorrentes têm por características surtos autolimitados de disfunção neurológica com recuperação completa ou parcial. Segundo a pasta, cerca de 85% dos pacientes com a doença são inicialmente diagnosticados como remitentes recorrentes. Os outros níveis são secundariamente progressiva e primariamente progressiva.

A doença afeta normalmente adultos entre 18 e 55 anos de idade. Além disso, é duas a três vezes mais frequente em mulheres. Entretanto, crianças e idosos também podem ser atingidos.

No mundo, estima-se que a cada 100 mil habitantes, 33 sofram com a enfermidade. No Brasil, o cálculo do ministério é que em torno de 35 mil pessoas convivam com a esclerose múltipla, sendo que cerca de 15 mil estão em tratamento atualmente no SUS.

Entre os principais sintomas estão fadiga, formigamento ou queimação nos membros, visão embaçada, dupla ou perda da visão, tontura, rigidez muscular e problemas de cognição.

Emenda de Fabio Faria garante 35 novos leitos de UTIs para o Walfredo Gurgel

AO TODO, O WALFREDO GURGEL ADQUIRIU 239 NOVOS LEITOS ESTE ANO, EM SUBSTITUIÇÃO AOS ANTIGOS

Acabou a espera. Chegam nesta segunda-feira (07) os 35 novos leitos para as Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG). A aquisição foi possível a partir do recebimento de uma Emenda Parlamentar disponibilizada pelo Deputado Federal, Fabio Faria, no valor de R$ 2 milhões, em dezembro de 2017. Ao todo, o Walfredo Gurgel adquiriu 239 novos leitos este ano, em substituição aos antigos que, há tempos, já não apresentavam mais condições de uso.

“O tratamento de qualquer paciente passa também pela forma digna como ele deve ser assistido. E estes novos leitos com certeza trarão maior conforto e respeito para os Norte-riograndenses que precisam e fazem uso do Walfredo Gurgel”, afirma a diretora administrativa do HMWG, Luzicínia Costa.

As novas camas são totalmente articuláveis, permitindo elevação de dorso, altura e joelhos, são comandadas por motores blindados, bivolt, com unidades de baterias recarregáveis, acionados através de controle remoto com fio e com dispositivos de segurança. O HMWG conta atualmente com cinco UTIs, sendo uma pediátrica e quatro adultas.

Em novembro passado, o Walfredo Gurgel recebeu 204 camas manuais, confeccionadas em inox, com três manivelas, totalmente articuláveis, também permitindo elevação de dorso, altura e joelho.

Há anos vítima do fantasma da superlotação, a troca dos leitos, no entanto, não criou novas vagas para atendimento ou internamento na unidade. “Que fique muito claro, não estamos criando novas vagas no hospital. Até porque isso não é possível. Já vivenciamos uma sobrecarga diária com corredores lotados. Estas camas são para substituir as que estavam em uso e que já não possuíam mais condições de abrigar um doente. As antigas estavam todas em péssimo estado de conservação. Urgia essa substituição”, explica a diretora geral do HMWG, Fátima Pereira.

O recurso federal disponibilizado pelo Deputado ainda permitiu a aquisição de novos monitores multiparâmetros com capinógrafo (oito), poltronas do papai (90), escadas hospitalar (180), macas do tipo fawler (que permitem inclinação de 30°), monitores multiparâmetros (oito) e cardioversor (seis).

Natal é a primeira cidade a receber nova unidade do OdontoSesc

SOLENIDADE DE INSTALAÇÃO DA UNIDADE COM A PRESENÇA DO PRESIDENTE DO SISTEMA FECOMÉRCIO RIO GRANDE DO NORTE, MARCELO QUEIROZ, DO PREFEITO DE NATAL, ÁLVARO DIAS, E DIVERSAS AUTORIDADES.

A unidade móvel OdontoSesc está estacionada no pátio da Catedral Metropolitana para atender os comerciários, estudantes de escolas públicas e toda a população. A solenidade de instalação da unidade aconteceu na quinta-feira (3), com a presença do presidente do Sistema Fecomércio Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, do prefeito de Natal, Álvaro Dias, e diversas autoridades.

Os agendamentos para o atendimento – completamente gratuito – já começaram e seguem até a terça-feira (8) e os atendimentos acontecerão até o dia 29 de março, concluindo os tratamentos. A unidade passou por uma reforma e está totalmente equipada com aparelhos de ponta, contém quatro consultórios, sala de raio-X com revestimento, sala de escovação, sala de esterilização, som ambiente e acessibilidade. A previsão é que mais de 2.300 consultas sejam feitas nesse período, beneficiando 400 pessoas que devem realizar seus tratamentos dentários completos na unidade.

“A unidade, desde 2001, já beneficiou mais de 650 mil potiguares, percorrendo 28 municípios e Natal é a primeira cidade a receber a unidade neste ano, totalmente reformada, com aparelhos de ponta e acessibilidade para os comerciários, estudantes de escola pública e a população natalense. Preenchemos uma lacuna sentida no dia a dia, ofertada através dos recursos dos empresários potiguares”, afirmou Marcelo Queiroz, presidente do Sistema Fecomércio RN.

O prefeito Álvaro Dias agradeceu a parceria do Sistema Fecomércio, através do Sesc, nas ações junto a Prefeitura. “Esse equipamento vai ajudar a população carente de Natal e reforça também a nossa atuação junto com o Sistema Fecomércio, Sesc e Senac”, comentou o chefe do Executivo municipal, que adiantou a volta do projeto Prefeitura nos Bairros.

O padre Flávio Bezerra abençoou a unidade e, em nome do bispo da Arquidiocese de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, disse “está honrado por participar desse momento, que servirá para o bem comum da população natalense”.

Para ter acesso aos atendimentos, o interessado deverá agendar até a terça-feira (8), das 8h às 12h, e levar documento de identidade com foto, comprovante de residência, declaração da empresa que trabalha (comerciários) e declaração escolar contendo matrícula do ano em curso (estudantes da rede pública). Os atendimentos acontecem nas segundas (12h às 18h) e de terças às sextas (7h às 13h).

SOLENIDADE DE INSTALAÇÃO DA UNIDADE COM A PRESENÇA DO PRESIDENTE DO SISTEMA FECOMÉRCIO RIO GRANDE DO NORTE, MARCELO QUEIROZ, DO PREFEITO DE NATAL, ÁLVARO DIAS, E DIVERSAS AUTORIDADES.

Grupo Reviver supera 2.500 mamografias realizadas em 2018 e segue mutirão em janeiro

O GRUPO REVIVER MANTÉM DURANTE TODO O ANO O SERVIÇO DE ULTRASSONOGRAFIA A VALORES POPULARES SOMENTE PARA COBRIR OS CUSTO

Pela primeira vez, desde 2015, quando iniciou o trabalho com a Unidade Móvel Savana Galvão para realização gratuitas de mamografias, o Grupo Reviver realiza atendimentos em janeiro. A partir da próxima segunda-feira (07), a unidade móvel estará na Policlínica Doutor Zeca Passos, na Ribeira, em Natal.

Para participar do mutirão de mamografias, as mulheres a partir dos 50 anos devem apresentar os originais e cópia da identidade, cartão do SUS e comprovante de residência, para aquelas entre 40 e 50 anos, é necessário levar também a requisição médica do exame. As fichas serão distribuídas sempre a partir das 7h30, com atendimento das 8h às 18h.

O atendimento acontecerá durante todo o mês de janeiro e os locais serão divulgados a cada semana.

2018

Nos meses de outubro e novembro de 2018, foram realizadas 2.617 mamografias mulheres de Natal, Mossoró, São José de Mipibú, Assú e Tangará.

Ações

O Grupo Reviver mantém durante todo o ano o serviço de ultrassonografia a valores populares somente para cobrir os custos, em parceria com a UNI-RN, nas Clínicas Integradas (Rua prefeita Eliane Barros, 2000, Tirol – 3215-2960). Mais de mil mulheres já foram atendidas em pouco mais de um ano, com detecção de tumores de mama, ovários e tireoide.

Além disso, o Reviver promove mutirão de mamografias gratuitas na Unidade Móvel Savana Galvão, em todas as zonas administrativas de Natal e cidades do interior do Estado. Com os resultados das mamografias em mãos, o Grupo Reviver, desde a primeira edição do mutirão realizada em 2015, acompanha todas as mulheres que necessitam de exames complementares e prestam todo os esclarecimentos e direcionamento quanto ao tratamento.
A unidade móvel é equipada com um mamógrafo digital e uma reveladora para que os filmes sejam impressos e posteriormente laudados e serem entregues às pacientes. Em 2015, foram realizados 3.600 exames e, em 2016, foram 2.002, e, em 2017, 1707 exames.

O Grupo Reviver iniciou suas atividades, em 2012, por iniciativa de mulheres que tiveram câncer de outras tantas apoiadoras da causa, incluindo profissionais da área de saúde. Em 2013, o Reviver foi certificado como organização da sociedade civil de interesse público (Orcip), é habilitado pelo Ministério da Saúde à prestação de serviços por meio da unidade móvel e está renovando contrato com a Secretaria de Saúde de Natal. Desde 2014, o grupo realiza atendimentos preventivos e de orientações sobre o câncer.

O Grupo Reviver já chegou a contar com a colaboração mensal de mais de 300 associadas-contribuintes e atualmente possui apenas 160. Para se associar e contribuir com qualquer valor mensal e para mais informações, acesse http://gruporeviver.com.