7 de maio de 2019 às 16:40
7 de maio de 2019 às 16:40
Para reduzir ou eliminar o aspeto ‘casca de laranja’ da pele, é fundamental investir na prática regular de atividade física, além de adotar o consumo de uma alimentação saudável.
O chá de cavalinha é, segundo a Revista da Mulher, um desses alimentos poderosos que ajudam a eliminar a tão odiada celulite.
De acordo com Roberta Thawana, nutricionista clínica e funcional da clínica Karina Gilio, a cavalinha contém silício, um mineral essencial para estabilizar o colágeno e melhorar a saúde da pele. “Consumir o chá de cavalinha contribui para a melhoria do aspecto da celulite, mas a sua ingestão deve ser associada a uma alimentação adequada”, explica.
O chá também é um forte aliado para quem pretende perder peso, isto porque é rico em saponinas e flavonoides, que funcionam como diuréticos. “O chá de cavalinha ajuda na redução do inchaço e na eliminação de toxinas”, explica a nutricionista.
Chá de cavalinha e chá verde
De acordo com a nutricionista, a combinação pode, de fato, ser positiva.
“O chá verde tem efeito termogênico (acelerando o metabolismo). Associado à cavalinha esse efeito é ao mesmo tempo associado ao diurético, o que estimula o emagrecimento”, explica a especialista.
7 de maio de 2019 às 11:59
7 de maio de 2019 às 11:59
Foto: Divulgação\Sesap
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) foi convidada pelo Ministério da Saúde para apresentar, em oficina estratégica, a experiência do Rio Grande do Norte nos trabalhados voltados para a atuação junto a crianças com infecções congênitas associadas ao vírus Zika e as Storchs.
O encontro, realizado no Maranhão, conta com a participação de seis municípios prioritários do MA. A Sesap foi representada pela técnica e enfermeira Chyrly Moura, da Área Técnica de Saúde da Mulher – inserida dentro da Subcoordenadoria de Ação de Saúde (SUAS) -, que discutiu os avanços da estratégia no estado potiguar e fez uma explanação sobre instrumentos de avaliação familiar.
6 de maio de 2019 às 14:46
6 de maio de 2019 às 14:46
A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível que afeta prioritariamente os pulmões, mas também pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).
A transmissão acontece de forma direta, de pessoa a pessoa, por meio de pequenas gotas de saliva expelidas ao falar, espirrar ou tossir.
A tuberculose continua sendo um dos maiores problemas mundiais de saúde pública. Ainda hoje morrem mais pessoas por tuberculose em todo o mundo do que por qualquer outra doença infeciosa curável. Por estes motivos a Organização Mundial de Saúde declarou esta doença como sendo uma emergência.
Estima-se que surjam 9 milhões de novos casos de tuberculose por ano e que, destes, 1,8 milhões acabam morrendo. Estes números são particularmente chocantes se considerarmos que estamos perante uma doença curável.
Na maioria das vezes, os sintomas mais frequentes são tosse seca contínua, no início da doença, depois tosse com presença de secreção por mais de três semanas; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza e prostração.
Como se diagnostica a tuberculose?
Os medicamentos são administrados por via oral (comprimidos, cápsulas ou xarope). A duração mínima do tratamento é de seis meses, variando em função do órgão envolvido, evolução ou gravidade da doença, podendo ser superior a um ano.
Sendo que a administração do tratamento correto permite a cura em mais de 95% dos casos. É fundamental o rigoroso cumprimento da medicação, de modo a se evitar o desenvolvimento de resistências.
A maioria dos casos é tratada em regime de ambulatório, sem necessidade de internamento. Este justifica-se em casos de doença mais grave ou para doentes contagiosos sem condições sociais/psicológicas para restrição do contágio ou cumprimento da medicação prescrita.
Como se previne a tuberculose?
É muito importante o rastreio dos contatos próximos dos doentes com tuberculose, particularmente daqueles com tuberculose pulmonar ou das vias aéreas superiores.
Além de possibilitar a detecção de novos casos de tuberculose, o rastreio permite também diagnosticar os casos de tuberculose latente e tratá-los.
– Vacinação
A vacina BCG (bacilo de Calmette-Guérin) tem utilidade na prevenção das formas graves e disseminadas na criança, apesar de não evitar o contágio ou mesmo o desenvolvimento de doença. Todos os recém-nascidos devem por isso, ser vacinados.
A revacinação ao longo da vida não aumenta o grau de proteção não sendo, por isso, aconselhada.
3 de maio de 2019 às 18:00
3 de maio de 2019 às 17:10
Sabia que a solidão pode prejudicar tanto a saúde mental como a física? Ser excluído de interações sociais não é um problema apenas de pessoas mais velhas, podendo afetar qualquer faixa etária. E segundo várias pesquisas, fisicamente pode ser equivalente a fumar cerca de 15 cigarros por dia.
A solidão e a falta de interações sociais pode tornar os indivíduos mais propensos a sofrer de depressão. A falta de estímulo faz com que pessoas solitárias tenham uma probabilidade de cerca de 64% mais elevada de desenvolver doenças como a demência (causando o declínio cognitivo) e cardiovasculares (provocando a incidência de ataques cardíacos e o aumento de mortes prematuras).
O fato é que a solidão não afeta apenas a saúde mental de uma pessoa, mas também pode afetar a parte física. O isolamento social eleva o risco de mortalidade em 26%, além de aumentar o risco de hipertensão e de obesidade.
Num estudo recente, realizado por uma equipe de investigadores da Universidade de Berkely, nos Estados Unidos, foi revelado que o impacto de não ter amigos equivale a fumar 15 cigarros por dia.
Recentemente os médicos alertaram que o isolamento social pode ser tão mau para a saúde de uma pessoa como viver com uma doença crônica como a diabetes. Consequentemente, e como se tratasse de um ciclo vicioso, os pacientes que se sentem solitários estão igualmente mais propensos a ir ao médico ou a realizar exames, por falta de estimulo e até por alguma falta de interesse em viver.
Relatório
Um relatório foi enviado ao governo do Reino Unido, alertando que é necessário enfrentar a solidão.
“Enfrentar as consequências da solidão é um desafio geracional que só pode ser cumprido por uma ação concertada de todos: governos, chefes, empresas, organizações da sociedade civil, famílias, comunidades e indivíduos têm um papel a desempenhar”. Diz o relatório. “Trabalhando em conjunto, podemos fazer a diferença”.
Fonte: Notícias ao Minuto
A solidão e a falta de interações sociais pode tornar os indivíduos mais propensos a sofrer de depressão. Foto: Getty
3 de maio de 2019 às 15:45
3 de maio de 2019 às 14:29
Uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), por meio do Instituto Datafolha, constatou que a automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros que fizeram uso de medicamentos nos últimos seis meses. Na região Nordeste este índice sobe para 79%. Com isso, o Nordeste fica na segunda colocação do ranking da automedicação. O centro-oeste/norte é o primeiro colocado com 80%, seguido pelo sudeste (77%) e sul (71%). Inédita na história dos conselhos de Farmácia, a pesquisa investigou o comportamento dos brasileiros em relação à compra e ao uso de medicamentos, e servirá para subsidiar uma campanha nacional de conscientização, em comemoração ao dia 5 de maio, o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos.
O estudo detectou ainda uma modalidade diferente de automedicação, a partir de medicamentos prescritos. Nesse caso, a pessoa passou pelo profissional da saúde, tem um diagnóstico, recebeu uma receita, mas não usa o medicamento conforme orientado, alterando a dose receitada. Esse comportamento foi relatado pela maioria dos entrevistados (57%), especialmente homens (60%) e jovens de 16 a 24 anos (69%). A principal alteração na posologia foi a redução da dose de pelo menos um dos medicamentos prescritos (37%). O principal motivo alegado foi a sensação de que “o medicamento fez mal” ou “a doença já estava controlada”. Para 17%, o motivo que justificou a atitude foi o custo do medicamento – “ele é muito caro”.
A frequência da automedicação é maior entre o público feminino. Mais da metade das entrevistadas (53%) informou utilizar medicamento por conta própria, pelo menos uma vez ao mês. A maioria das pessoas entrevistadas afirmou que se automedica quando já usou o mesmo medicamento antes (61%). A facilidade de acesso ao medicamento foi outro fator determinante, principalmente entre o público jovem, de 16 a 24 anos (70%).
Familiares, amigos e vizinhos foram citados como os principais influenciadores (25%) na escolha dos medicamentos usados sem prescrição, nos últimos seis meses, embora, 21% dos entrevistados tenham citado as farmácias como a segunda fonte de informação e indicação.
Medicamentos mais usados – Por meio da pesquisa foram identificados, também, os medicamentos mais utilizados pelos brasileiros nos últimos seis meses. É surpreendente o alto índice de utilização de antibióticos (42%), somente superado pelo porcentual declarado para analgésicos e antitérmicos (50%). Em terceiro lugar ficaram os relaxantes musculares (24%). Na região Nordeste os medicamentos mais utilizados foram os antitérmicos e analgésicos (48%).
Descarte – A pesquisa apurou também qual é a forma mais usual de descarte dos medicamentos que sobram ou vencem, e 76% dos entrevistados indicaram maneiras incorretas para a destinação final desses resíduos. A Região Nordeste lidera a lista do descarte Incorreto de medicamentos (87%). Pelos resultados da pesquisa, a maioria da população descarta sobras de medicamentos ou medicamentos vencidos no lixo comum. Quase 10% afirmaram que jogam os restos no esgoto doméstico (pias, vasos sanitários e tanque).
Metodologia – A pesquisa quantitativa foi realizada com a população brasileira a partir de 16 anos de idade e que utilizou medicamentos nos últimos seis meses. A coleta de dados foi feita pelo Datafolha, entre os dias 13 e 20 de março de 2019. Com uma amostra de 2.074 pessoas, o estudo teve abrangência nacional, incluindo capitais/regiões metropolitanas e cidades do Interior, de diferentes portes, em todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.
Campanha – Com o tema saúde não é jogo, a campanha nacional de conscientização pelo uso racional de medicamentos está sendo realizada pelo Conselho Federal de Farmácia e os 27 conselhos regionais vinculados ao Sistema CFF/CRFs, em alusão ao Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos, comemorado no dia 5 de maio. Com uma linguagem acessível, a campanha chama a atenção da população para que não se arrisque jogando o jogo da automedicação. A orientação é que ao usar qualquer medicamento, a pessoa consulte sempre um farmacêutico.
CONFIRA OS PRINCIPAIS RESULTADOS
77% dos brasileiros que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicam
Quase metade dos entrevistados (47%) se automedica pelo menos uma vez por mês
Um quarto (25%) o faz todo dia ou pelo menos uma vez por semana
A prática é mais comum entre as mulheres. Mais da metade das entrevistadas (53%) informou utilizar medicamento por conta própria pelo menos uma vez ao mês. è A automedicação é menos frequente na Região Sul, onde 29% dos entrevistados declaram não utilizar medicamentos por conta própria.
A maioria dos entrevistados afirmou que se automedica quando já usou o mesmo medicamento antes (61%).
A facilidade de acesso ao medicamento foi outro fator determinante, principalmente entre o público jovem, de 16 a 24 anos de idade (70%).
57% relataram automedicação, a partir de medicamentos prescritos. Nesse caso, a pessoa passou pelo profissional da saúde, tem um diagnóstico, recebeu uma receita, mas não usa o medicamento conforme orientado, alterando a dose receitada.
60% dos homens 69% dos jovens de 16 a 24 anos de idade afirmaram alterar a posologia.
37% confessaram ter reduzido a dosagem.
7% informaram que o motivo para essa atitude foi o custo do medicamento – ele é muito caro.
22% dos entrevistados que utilizaram medicamentos nos últimos seis meses tiveram dúvidas, mesmo em relação aos prescritos.
Cerca de um terço dos pesquisados não procurou esclarecer as dúvidas e, desses, a maioria parou de usar o medicamento.
Familiares, amigos e vizinhos foram citados como os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição nos últimos seis meses (25%).
As farmácias foram citadas por 21% dos entrevistados como a segunda fonte de informação e indicação.
Pesquisa revela ainda que 85% fazem descarte de medicamentos de forma errada. Foto: Getty
3 de maio de 2019 às 15:30
3 de maio de 2019 às 14:00
Referência no atendimento à mulher e ao recém-nascido no Rio grande do Norte, a Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), vinculada à rede Ebserh, deu mais um passo importante na assistência prestada aos bebês. Nesta semana foi estabelecida uma parceria com o Departamento de Odontologia da UFRN, dando início ao serviço que viabiliza a realização das frenotomias, liberação do frênulo lingual alterado.
A técnica consiste em realizar um pequeno corte na membrana abaixo da língua (pique na língua) quando, após o Teste da Linguinha, é detectado que o recém-nascido tem a língua presa. Dados do serviço indicam que 6% dos bebês nascidos na MEJC possuem este problema.
A fonoaudióloga e preceptora da MEJC, Luiza Aline Costa Monteiro, explica que a anquiloglossia – alteração no frênulo lingual – pode trazer dificuldades na amamentação, causando o desmame precoce e impedindo o bebê de usufruir todos os benefícios do aleitamento materno exclusivo. “Quando o frênulo apresenta alterações ocasiona restrições no movimento da língua, levando a problemas de fala, mastigação e insatisfações sociais”, diz.
Foi o que aconteceu com o pequeno Levi, filho da dona de casa Adeilma Bezerra. A mãe relata que o filho apresentava dificuldades para mamar, engasgava, fazia longas pausas durante a amamentação e demonstrava cansaço quando estava mamando. “Através do teste da linguinha identificamos que ele tinha a língua presa e hoje vimos aqui realizar o procedimento”, afirma.
Segundo a professora do Departamento de Odontologia da UFRN e tutora da Residência Multiprofissional em Saúde da Criança, Isabelita Duarte Azevedo, a ação é fruto da parceria do departamento com a MEJC, através do serviço de Fonoaudiologia. “O serviço de Fonoaudiologia da maternidade realiza o diagnostico prévio dos bebês que possuem freios encurtados e posteriormente são agendados os procedimentos do pique na língua, favorecendo a amamentação, a nutrição desta criança e o ganho de peso”, explica.
Para a gerente de ensino e pesquisa da Maternidade, Maria da Conceição Cornetta, a parceria firmada possibilita ganhos para o ensino, a pesquisa, extensão e a assistência. “Este é um modelo de projeto onde é possível por meio do ensino e da extensão transformar o cuidar, melhorando ainda mais o nosso atendimento e trazendo uma maior produção de conhecimento em relação à pesquisa”, assegura.
Os procedimentos estão sendo realizados às quartas-feiras com os recém-nascidos da MEJC, através de agendamento prévio.
O acordo firmado com o Departamento de Odontologia da UFRN dará início às correções do frênulo lingual em recém-nascidos. Foto: Getty
3 de maio de 2019 às 10:28
3 de maio de 2019 às 10:28
Reprodução\Instagram
Os hospitais universitários federais do país já podem contar com o reforço financeiro de R$ 102,5 milhões disponibilizados através do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf), gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Do montante, R$ 79,5 milhões serão destinados para o custeio de materiais de uso diário das unidades e R$ 22,9 milhões para investimentos em reformas, obras e aquisição de equipamentos. Os recursos foram liberados, no dia 4 de abril, por meio de portaria publicada do Ministério da Saúde no Diário Oficial da União.
No Rio Grande do Norte, os três hospitais universitários, geridos pela Ebserh e vinculados a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foram beneficiados. O Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), com R$ 1.769.640,97; a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), para onde foram destinados R$ 1.622.307,67 e o Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB), na cidade de Santa Cruz, que recebeu R$ 1.174.648,55.
“O Rehuf tem um impacto positivo, principalmente na parte de capital e no crescimento da nossa infraestrutura. Toda a melhoria e investimento realizado hoje em nossa Maternidade é com recursos do programa, anualmente realizamos o planejamento com base nas necessidades de cada área”, afirma o Gerente Administrativo da MEJC, Dilson de Anchieta Rodrigues.
Segundo o superintendente da MEJC, Luiz Murillo Lopes de Britto, a liberação dos recursos impulsiona a melhoria dos serviços prestados. “Esses recursos reforçam o orçamento da maternidade a fim de melhor estruturar o abastecimento, de maneira a mantermos a excelência dos serviços prestados junto à comunidade, docentes, discentes ou usuários”, reforçou.
Financiado pelos ministérios da Educação e da Saúde, o programa Rehuf destina-se à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais. O presidente da Ebserh, Oswaldo Ferreira, ressaltou o objetivo do programa. “Somos uma rede hospitalar voltada para a assistência e para o ensino e a pesquisa. O Rehuf também segue essa linha, tanto para auxiliar na criação das condições adequadas para que os hospitais possam oferecer assistência de saúde à população, mas também para proporcionar formação qualificada a profissionais da área de saúde”, explicou.
Rehuf na MEJC
Desde a implementação do programa, a Maternidade Escola Januário Cicco realizou diversas reformas e ampliações de serviços. Dentre tais melhorias, a reestruturação do Espaço para Mães Acompanhantes, possibilitou a realização de atividades da equipe multiprofissional dentro do ambiente de convivência das mulheres que esperam a saída de seus filhos internados na Unidade de Terapia Intensiva. O local conta com sala de convivência, copa, banheiro e três cômodos onde estão dispostos doze dormitórios.
3 de maio de 2019 às 07:26
3 de maio de 2019 às 12:52
Vice-governador, Antenor Roberto, governadora Fátima Bezerra e o deputado estadual Nelter Queirós
O deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) esteve em audiência com a governadora Fátima Bezerra e seu vice, Antenor Roberto na tarde dessa quinta-feira, 2, no Centro Administrativo. A pauta do encontro girou em torno de um possível surto de Dengue, Zika e Chikungunya causada pela alta incidência do mosquito Aedes Aegypti em municípios da região Seridó.
“Cobramos da governadora Fátima que o Governo do Estado realize junto ao Ministério da Saúde e municípios seridoenses [que estão em situação de risco para surto do Aedes Aegypti] ações imediatas e eficazes visando o combate do mosquito”, disse Nelter, mostrando sua preocupação em relação aos resultados obtidos através do primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) realizado este ano.
O LIRAa é um instrumento fundamental para o controle do Aedes Aegypti, bem como da Dengue, Zika e Chikungunya. Com base nas informações coletadas, os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante podem ser identificados. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os órgãos competentes tenham melhores condições de planejar as ações de combate e controle do mosquito.
SITUAÇÃO
De acordo com o Levantamento, na região Seridó, apenas os municípios de São Fernando e São José do Seridó apresentaram índices “satisfatórios”, onde há o baixo risco de surto das doenças caudadas pelo Aedes. Já os municípios de Santana do Seridó e Tenente Laurentino Cruz, apareceram em estágio de “alerta”, onde existe o risco médio de surto.
A grande preocupação diz respeito aos municípios de Acari, Bodó, Caicó, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Cruzeta, Currais Novos, Equador, Florânia, Ipueira, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Jucurutu, Lagoa Nova, Ouro Branco, Parelhas, Santana do Matos, São João do Sabugi, São Vicente, Serra Negra do Norte e Timbaúba dos Batistas, que, segundo o LIRAa, apareceram em situação de “risco” de infestação do vetor, onde há a grande probabilidade de ocorrer surto de Dengue, Zika e Chikungunya.
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