29 de janeiro de 2020 às 16:58
29 de janeiro de 2020 às 16:59
OS CASOS SUSPEITOS FORAM NOTIFICADOS NOS ESTADOS DE SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, CEARÁ, SANTA CATARINA, MINAS GERAIS, PARANÁ E CEARÁ. FOTO: LIGHTROCKET/GETTY IMAGES
O Ministério da Saúde confirmou, nesta quarta-feira (29) novos casos suspeitos de coronavírus no país nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e Ceará. De acordo com o Ministério da Saúde, já foram notificados 33 casos suspeitos de coronavírus no país, mas apenas nove estão em investigação. Os demais já foram descartados ou excluídos, por não se enquadrarem nos pré-requisitos definidos pela OMS.
28 de janeiro de 2020 às 13:59
28 de janeiro de 2020 às 13:59
ESTE É O ÚNICO CASO NO BRASIL QUE É CONSIDERADO SUSPEITO DO NOVO VÍRUS. FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY
O Ministério
da Saúde confirmou, nesta terça-feira (28), um caso suspeito de coronavírus no
Brasil. A suspeita é de uma estudante de 22 anos que esteve na cidade de Wuhan,
na China, e retornou ao Brasil na última sexta-feira (24). De acordo com a
pasta, este é o único caso no Brasil que é considerado suspeito do novo vírus.
De 3 a 27 de janeiro, o Centro de Informações Estratégicas e
Resposta de Vigilância em Saúde (CIEVS) Nacional analisou 7063 rumores, sendo
que 127 exigiram verificação por meio de exames. “Não há evidências de que o vírus está
circulando no Brasil”, informou o ministro em coletiva de imprensa.
No entanto, a pasta acompanha o caso de perto e afirma que
14 pessoas próximas da paciente estão sendo monitoradas. “É um
monitoramento clínico, que acontece por telefone, WhatsApp e visitas para ver
se há qualquer elevação de temperatura e sinal de sintoma”, explicou o
ministro Luiz Henrique Mandetta.
De acordo com a pasta, a estudante disse que não esteve no mercado de peixes da cidade, não teve contato com nenhuma pessoa doente e não procurou nenhum serviço de saúde quando esteve na cidade. O ministério confirmou também que o nível de alerta do Centro de Operações de Emergência (COE), instalado na última quinta-feira (23/1), subiu. Até nessa terça, o COE trabalhava com o nível de alerta 1 e passou para 2, em uma escala de 1 a 3.
25 de janeiro de 2020 às 18:14
25 de janeiro de 2020 às 18:14
ESPECIALISTAS DA UFRN EXPLICAM QUE A MORTE DE HUMANOS É RARA, MAS ESTÃO PREOCUPADOS COM O AUMENTO NO NÚMERO DE PACIENTES. FOTO: CÍCERO OLIVEIRA
Uma pessoa
morreu e pelo menos outras 131 já foram infectadas pela esporotricose – doença
emergente provocada por fungos e transmitida por gatos – no Rio Grande do Norte
desde 2016. Isso é o que indica um estudo realizado por pesquisadores da
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Eles estão preocupados com
o crescimento no número de pacientes e animais atingidos no estado.
Essa micose
chegou em solo potiguar há cerca de cinco anos. Hoje, os pesquisadores alertam
que o fungo, do gênero Sporothrix, tem se espalhado muito rápido por Natal e
região metropolitana, principalmente Parnamirim, Extremoz e São Gonçalo. A
doença também já foi encontrada em Santo Antônio.
A única
morte no estado foi registrada em uma artesã de Parnamirim no ano de 2016. Ela
contraiu a forma mais grave da doença, a pulmonar e, devido demora no
diagnóstico, não resistiu. A probabilidade de óbito em humanos, no entanto, é
baixa. Já nos animais, a esporotricose geralmente evolui para a morte,
principalmente com a demora no início do tratamento.
A infectologista Evelin Pipolo, do Departamento de Infectologia da UFRN, foi responsável por diagnosticar o primeiro caso em humanos no estado, em outubro de 2016 – nos gatos, a confirmação aconteceu em 2015.
24 de janeiro de 2020 às 16:56
24 de janeiro de 2020 às 16:57
SESAP JÁ DIVULGOU A RECOMENDAÇÃO JUNTO ÀS REGIONAIS DE SAÚDE E REFORÇA TAMBÉM A NECESSIDADE DA PARTICIPAÇÃO EFETIVA. FOTO: DIVULGAÇÃO
Diante da ocorrência do desastre ambiental provocado pelo
derramamento de óleo nas praias do Litoral Nordestino e em razão da
possibilidade de contaminação por hidrocarbonetos poliaromáticos (HPAs), a
Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio da Coordenadoria de
Promoção da Saúde (CPS), disponibilizou um formulário online que pode ser
preenchido por pessoas expostas ao óleo e também pelas equipes de Atenção
Primária à Saúde.
Como forma de obter mais informações sobre os indivíduos que
foram expostos, que apresentem sintomas ou exibam uma condição assintomática, a
Sesap elaborou o formulário, a partir do qual será possível a construção de um
banco de dados para subsidiar posteriores ações específicas, como por exemplo,
investigação de possíveis casos de intoxicação exógena relacionados ao contato
com o óleo.
O Protocolo de Notificação-Investigação de Exposição ao Óleo
na Costa Nordestina orienta para a realização da notificação e investigação de
casos novos, através da busca ativa no território e alimentação de casos
identificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) do
Ministério da Saúde.
A Sesap já divulgou a recomendação junto às Regionais de
Saúde e reforça também a necessidade da participação efetiva, principalmente
dos profissionais Agentes Comunitários de Saúde (ACS), na realização desta
atividade, uma vez que esses dados possibilitarão o monitoramento das pessoas expostas
ao óleo nas praias.
24 de janeiro de 2020 às 10:21
24 de janeiro de 2020 às 10:21
DESCOBERTA FOI PUBLICADA NA REVISTA CIENTÍFICA NATURE IMMUNOLOGY. FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY
Um grupo de investigadores da Universidade de Cardiff, no
País de Gales, encontrou um novo tipo da “Célula T” – responsável pela defesa
do organismo contra ameaças desconhecidas, como vírus e bactérias – que poderá
atacar e destruir a grande maioria dos tipos de câncer.
A descoberta foi publicada na revista científica Nature
Immunology e ainda não foi testada em doentes. Contudo, os investigadores
acreditam que, embora o trabalho ainda esteja em estágio inicial, a descoberta
tem “enorme potencial”, diz a BBC.
Os cientistas encontraram uma célula no sangue das pessoas
que pode avaliar se existe uma ameaça a ser eliminada. Essa nova célula imune
suporta um receptor que age como um gancho, que se agarra à maioria dos
cânceres ao mesmo tempo que ignora as células saudáveis.
Andrew Sewell, responsável pelo estudo, afirma que é
“altamente incomum” encontrar uma célula com potencialidades terapêuticas assim
tão vastas no combate ao câncer e que a descoberta aumenta a perspectiva de
criar uma “terapia universal”.
“A nossa descoberta aumenta a perspectiva para os tratamentos contra o câncer. Esse tipo de célula pode ser capaz de destruir muitos tipos diferentes da doença. Antes, ninguém achava que isso fosse possível. Essa foi uma descoberta acidental, ninguém sabia que essa célula existia”, contou Sewell ao The Telegraph.
21 de janeiro de 2020 às 12:12
21 de janeiro de 2020 às 12:12
O ARENAVÍRUS NÃO ERA IDENTIFICADO NO PAÍS HÁ MAIS DE 20 ANOS. FOTO: REPRODUÇÃO
O Ministério da Saúde comunicou a detecção de um caso de febre hemorrágica brasileira em São Paulo. O paciente, morador de Sorocaba, no interior do estado, morreu 12 dias depois da internação. De acordo com a pasta, ele contraiu um novo vírus do gênero Mammarenavírus, da família Arenaviridae, de espécie ainda indefinida e semelhante à Sabiá. O arenavírus não era identificado no país há mais de 20 anos.
Segundo a assessoria da pasta, o homem não apresentava histórico de viagem internacional e a origem da contaminação ainda não foi confirmada. Ele deu entrada, no dia 30 de dezembro, em um hospital no município de Eldorado, localizado a cerca de 250 quilômetros da capital. No período, foi submetido a exames que descartaram outras doenças transmissíveis, como febre amarela, hepatites virais, leptospirose, dengue e zika.
O paciente passou ainda por outras unidades de saúde, em Pariquera-Açu e São Paulo. O último atendimento ocorreu no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFM-USP).
O reconhecimento da doença foi feito pelo Laboratório de Técnicas Especiais, do Hospital Israelita Albert Einstein. “O que se sabe é que as pessoas contraem a doença possivelmente por meio da inalação de partículas formadas a partir da urina, fezes e saliva de roedores infectados”, diz a nota do ministério, divulgada na noite desta segunda-feira (20).
Entre os pacientes com febre hemorrágica brasileira podem ocorrer os seguintes sintomas: febre, mal-estar, dores musculares, manchas vermelhas no corpo, dor de garganta, no estômago e atrás dos olhos, dor de cabeça, tonturas, sensibilidade à luz, constipação e sangramento de mucosas, como boca e nariz.
Com o agravamento do quadro de saúde, o sistema nervoso pode ser afetado. O comprometimento neurológico se manifesta por sonolência, confusão mental, alteração de comportamento e convulsão.
O período de incubação da doença é longo, tendo, em média, duração de 7 a 21 dias.
Incidência
No ano passado, a Bolívia enfrentou um surto de arenavírus, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
Em matéria veiculada em dezembro, o assessor regional para Doenças Virais da OPAS, Jairo Méndez, menciona que, a princípio, se pensava que eram casos de dengue, mas que o Centers for Disease Control and Prevention dos Estados Unidos – CDC), que mantém parceria com a entidade, confirmou se tratar de arenavírus.
Como o arenavírus pode ser transmitido de pessoa a pessoa, as equipes dos hospitais que trataram do paciente estão sendo monitoradas, como também seus familiares, de acordo com o governo federal. A transmissão pode acontecer por meio do contato com saliva, sangue, urina, fezes, vômito, sêmen e outras secreções e excreções. Por isso, recomenda-se o uso de equipamentos de proteção.
O Ministério da Saúde informou que dará uma resposta à população, face ao incidente. Além de publicar um boletim epidemiológico com detalhes sobre o quadro notificado, a pasta promoveu uma reunião com representantes da Secretaria da Saúde de São Paulo, o HCFM-USP e o Conselho Nacional de Saúde, que devem atuar sobre o caso.
21 de janeiro de 2020 às 10:56
21 de janeiro de 2020 às 10:56
ALÉM DE LIMPAR E HIGIENIZAR O BEBEDOURO REGULARMENTE, DE PREFERÊNCIA COM ÁGUA E SABÃO NEUTRO, É NECESSÁRIO ATENTAR PARA A LIMPEZA DO VASILHAME
O verão, principalmente na capital do Rio Grande do Norte, é sinônimo de praia e muito sol. Nessa época do ano, tanto na capital quanto no interior, muitas famílias fazem verdadeiras mudanças em busca de lazer e descanso. Com essa alteração na rotina, os cuidados com a saúde devem ser redobrados, especialmente quanto ao consumo de água.
Entre os tipos de água disponíveis no mercado, a mais saudável é a água mineral natural, que não passa por nenhum processo que altere suas características microbiológicas, químicas e físico-químicas. Ainda assim, é necessário manter alguns cuidados, para evitar que a água mineral sofra alterações, dependendo da forma de armazenamento e limpeza do garrafão e bebedouro.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta que tanto os responsáveis pelos locais de venda quanto os consumidores devem estar atentos a todo o trajeto que o vasilhame percorre desde a saída da fonte. Esse percurso abrange o transporte, distribuição e abastecimento no comércio, até a chegada na residência, além da higienização adequada do recipiente e do bebedouro.
No comércio, os vendedores devem evitar que o produto fique em contato direto com o chão (e sim sobre pallets), proteger da exposição ao sol durante longos períodos, observar se existem rachaduras no garrafão, se está lacrado e tampado corretamente, e evitar o armazenamento próximo a produtos químicos, locais úmidos ou com poeira.
Já em casa, os cuidados com os garrafões continuam. Além de limpar e higienizar o bebedouro regularmente, de preferência com água e sabão neutro, é necessário atentar para a limpeza do vasilhame. O ideal é utilizar para essa higienização álcool em gel e papel absorvente, para evitar a contaminação com outras bactérias presentes em esponjas e panos úmidos.
Alguns cuidados extras preservam tanto a qualidade da água quanto a limpeza do vasilhame. Por exemplo, ao abrir o garrafão, é importante fazer a retirada completa do lacre e da tampa antes de inserir no bebedouro. Para evitar a incidência de luz no garrafão, podem ser usadas capas protetoras, preferencialmente escuras. Essas medidas simples podem manter a saúde de toda a família em dia, não só nos dias de verão, mas também durante a rotina diária.
“Para garantir que está consumindo uma água 100% mineral natural, o consumidor deve ficar atento ao selo fiscal azul que deve estar no lacre da tampa. Além disso, é essencial que o cliente verifique a data de validade do garrafão”, reforça Djalma Barbosa Júnior, presidente do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Estado do Rio Grande do Norte – Sicramirn.
Água Mineral do RN
O movimento #AguaMineralDoRN é uma iniciativa do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Estado do Rio Grande do Norte (SICRAMIRN), ancorada por todas as empresas de água mineral do Rio Grande do Norte. A missão, mais que informar ou vender, é conscientizar: trazer para a população os benefícios da água mineral natural, sua qualidade e o que a difere das demais.
A água é essencial não só para a vida humana, como para todos os seres vivos. Destacar a qualidade e os diferenciais da água mineral natural é muito mais do que fortalecer empresas: é valorizar um produto natural e importantíssimo para a nossa vida.
16 de janeiro de 2020 às 11:04
16 de janeiro de 2020 às 11:04
FORAM AVALIADAS 350 OUVIDORIAS QUE UTILIZAM O PORTAL FALA.BR, PLATAFORMA INTEGRADA DE OUVIDORIA E ACESSO À INFORMAÇÃO ADMINISTRADA PELA CGU
A Controladoria Geral da União (CGU) divulgou um ranking com as instituições federais que mais receberam elogios no ano de 2019. A Rede Ebserh, formada por administração central e 40 hospitais universitários federais, registrou mais da metade de todos os elogios recebidos por todas as instituições do Poder Executivo Federal no decorrer do ano. Das 7.844 manifestações positivas, 51,75%, ou seja, 4.060 são voltadas a alguma unidade da Rede Ebserh. Dentre elas a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC-UFRN), que ficou em 4º lugar no ranking Nacional.
Foram avaliadas 350 ouvidorias que utilizam o portal Fala.BR, plataforma integrada de ouvidoria e acesso à informação administrada pela CGU. O portal recebe denúncias, reclamações, solicitações, sugestões e elogios. O ouvidor da MEJC, Antonio Sérgio, explica que vem desenvolvendo um trabalho mais intenso de divulgação da Ouvidoria e do portal Fala.BR. “Divulgamos o serviço da ouvidoria em contato direto com o usuário do SUS, no corpo a corpo. Em anos anteriores tínhamos muito mais reclamações, hoje atingir esta colocação é prova que estamos no caminho certo e prestamos um serviço assistencial de qualidade”, afirma.
Canal de mensagens
Ferramenta desenvolvida pela Controladoria-Geral da União (CGU) que reúne informações sobre manifestações direcionadas à Ouvidoria (denúncias, sugestões, solicitações, reclamações, elogios e pedidos de simplificação) que a Administração Pública recebe diariamente pela Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (Fala.BR).
O painel visa dar transparência e fornecer dados que auxiliem gestores e cidadãos no exercício do controle por meio da participação social. Para acessar as informações referentes a MEJC, clique no botão ‘ESFERA FEDERAL’ e depois digite no campo ‘NOME DO ÓRGÃO/ENTIDADE’: EBSERH – MEJC- UFRN – Maternidade Escola Januário Cicco.
Sobre a Rede Hospitalar Ebserh
A MEJC faz parte da rede hospitalar Ebserh desde agosto de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais. Como hospitais vinculados às universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.
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