11 de fevereiro de 2020 às 11:35
11 de fevereiro de 2020 às 11:35
A UNIMED NATAL SEGUE COM O PROPÓSITO DE APRIMORAR SEUS SERVIÇOS. FOTO: DIVULGAÇÃO
O Atendimento Pré Hospitalar do SOS Unimed, na gestão da
Medilar, foi muito bem classificado pelos beneficiários do
plano, em pontuação de 0 a 5. A
apresentação pessoal da equipe foi destacada
com nota máxima por 93% dos entrevistados. A Limpeza e a organização da ambulância vieram em seguida, com 86,3% de notas
“5”. E a qualidade do atendimento prestado pelo médico fez com que 84,4%
dos pacientes elogiassem o serviço.
Dentro dos parâmetros do “Net Promoter Score”, numa escala
de 0 a 10 que avalia se o usuário indicaria o serviço a outra pessoa ou
familiar, o SOS Unimed alcançou 72,5% ,
muito próximo da Zona de Excelência, que é de 75%. Com esses dados a Unimed Natal
segue com o propósito de aprimorar seus serviços, cientes de que temos os melhores
profissionais! “Buscamos sempre oferecer
ao paciente o melhor dentro do menor tempo possível: isso , entendemos, é
resolutividade e eficiência em saúde.”- destacou André Pinto , médico
coordenador do SOS Unimed em Natal.
7 de fevereiro de 2020 às 17:58
7 de fevereiro de 2020 às 17:59
PÚBLICO ALVO NA PRIMEIRA FASE DA CAMPANHA NACIONAL É FORMADO POR CRIANÇAS E JOVENS COM IDADES ENTRE 5 E 19 ANOS. FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY
Começa na
próxima segunda-feira (10) a campanha nacional contra o Sarampo, com foco nas
crianças e jovens com idades entre 5 e 19 anos. A população pode procurar as
unidades de saúde mais próximas até o dia 13 de março para tomar a dose da
vacina.
Segundo a
Secretaria Municipal de Saúde de Natal, a intenção é imunizar cerca de 12 mil
de pessoas contra a doença no município. Para isso, a rede básica de saúde,
conta com cerca de 70 salas de vacinação preparadas para receber a população
que ainda não tenha tomado a primeira dose da vacina, ou com o cartão vacinal
incompleto.
A população
com a faixa etária indicada deve procurar as unidades de saúde a partir desta
segunda, ou no Dia “D” de Mobilização Nacional da campanha, que acontece
no próximo sábado dia 15 de fevereiro, portando documento de identificação e o
cartão de vacina, como ressalta Vaneska Gadelha, chefe do Núcleo de Agravos
Imunopreveníveis (NAI).
O segundo
momento da campanha acontecerá entre os dias 03 e 31 de agosto tendo como foco
o público com faixa etária entre 30 e 59 anos.
O Ministério
da Saúde estabelece, em seu esquema vacinal, que duas doses da vacina devem ser
aplicadas para homens e mulheres com idade entre 12 meses e 29 anos de idade,
sendo a segunda dose com intervalo de 30 dias.
Para a população entre 30 a 49 anos é necessária apenas apenas uma dose da vacina. “O objetivo é resgatar os não vacinados ou as pessoas com o cartão de vacina incompleto”, explica Vaneska Gadelha, chefe do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI), sobre esse primeiro momento da campanha.
5 de fevereiro de 2020 às 13:41
5 de fevereiro de 2020 às 14:23
É INDICADO PARA PACIENTES COM PEQUENOS VOLUMES DE GORDURA LOCALIZADA. FOTO: DIVULGAÇÃO
Em algumas
áreas do corpo, como braços, culote, abdome e flancos, a gordura pode ficar
resistente mesmo com processos de perda de peso. É o que chamamos de gordura
localizada, o que para muitas pessoas é um problema. O dermatologista potiguar,
Gabriel Sampaio, que atua no Rio Grande do Norte e em São Paulo, criou um
protocolo que visa auxiliar pessoas que encaram esses acúmulos como algo
indesejável.
“É uma associação de técnicas no combate às células de gordura, contando tanto com métodos injetáveis e invasivos, como com tecnologias não invasivas”, explica Gabriel. Entre as técnicas do ‘Protocolo Gordura Localizada por Dr. Gabriel Sampaio’, está a lipólise injetável, criada também pelo dermatologista.
5 de fevereiro de 2020 às 09:00
5 de fevereiro de 2020 às 09:00
TRANSFERÊNCIA DE PACIENTES PARA OUTRAS UNIDADES DE SAÚDE, ALTA DE PACIENTES E AGENDAMENTO DE CIRURGIAS ELETIVAS EM HOSPITAIS PARTICULARES FORAM ESTRATÉGIAS USADAS. FOTO: DOUGLAS LEMOS/G1
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) convocou uma entrevista coletiva para apresentar medidas que visam reduzir a superlotação do hospital. Entre essas medidas, estão a transferência para outras unidades de saúde – o Hospital da Polícia Militar e o Hospital Colônia João Machado -, e altas médicas para pacientes com cirurgias eletivas agendadas.
A Sesap
destacou ainda que busca fazer até a quarta-feira (5) novas transferências de
pacientes com outros procedimentos que os hospitais regionais tenham condições
de atender.
Segundo o
secretário adjunto da Sesap, Petrônio Spinelli, o Governo do Estado liberou um
recurso de R$ 15 milhões extras para investimentos neste momento. O montante
visa equacionar a dívida com as unidades de saúde contratadas para a realização
de cirurgias eletivas de ortopedia – que são o Hospital Memorial São Francisco
e a Prontoclínica Dr. Paulo Gurgel -, e cerca de R$ 3,5 milhões serão usados
para pagamento de fornecedores do Walfredo Gurgel. Outro hospital que receberá
as paciente para cirurgias é o Deoclécio Marques, em Parnamirim.
“Inicialmente
são três ações concretas. Primeiro, os ajustes de financiamento que o estado
tinha com os hospitais privados. A segunda é ver a necessidade dos pacientes
para ver a viabilidade de eles não precisarem ficar dentro do hospital. E a
terceira e mais importante é a relocalização dos pacientes. Eles estão sendo
deslocados não só para os procedimentos cirúrgicos em outros locais, mas também
para retaguarda de leitos clínicos nos hospitais da rede”, disse Spinelli.
Em relação
às transferências de pacientes, o secretário adjunto e os diretores do Hospital
Walfredo Gurgel também garantiram que o Hospital Pedro Germano, da Polícia
Militar, vai abrir 90 leitos de enfermaria e 10 de UTI. Também serão abertos 40
leitos no Hospital João Machado e 110 novas vagas de UTI em toda a rede.
Segundo o secretário, está em andamento também um chamamento público que busca acelerar cirurgias eletivas – atualmente o déficit é de 10 mil. De acordo com Petrônio Spinelli, elas serão realizadas a partir de março com a melhoria na estrutura do Samu e dos Hospitais Regionais do interior do estado e com iniciativas como o consórcio intermunicipal de saúde.
4 de fevereiro de 2020 às 17:16
4 de fevereiro de 2020 às 17:17
NOVO ESTUDO REVELA QUE PROTEÍNAS VINDAS DE PEIXES E DE PLANTAS SÃO SAUDÁVEIS, MAS OUTRAS FONTES PODEM SER PREJUDICIAIS À SAÚDE. FOTO: PIXABAY
De acordo com um estudo publicado nesta segunda, 3, no
periódico científico JAMA Internal Medicine, o consumo de carne pode ser muito
prejudicial à saúde. Segundo a pesquisa, feita por cientistas das universidades
Northwestern e Cornell (ambas nos EUA), ingerir carne vermelha, processada ou
de frango duas vezes por semana resulta em chances de 3% a 7% maiores do
indivíduo desenvolver doenças cardiovasculares.
Ainda consta no artigo que a carne vermelha está intimamente
ligada a uma maior incidência de mortes por qualquer causa. O consumo desse
tipo de proteína, afirmam os cientistas, tem sido constantemente relacionado ao
aparecimento de males como o câncer.
Dessa forma, sugerem os pesquisadores, deve-se atentar às
alternativas. Peixe, frutos do mar e proteínas vindas de plantas são excelentes
opções para quem busca fugir dos riscos trazidos pela carne vermelha.
O estudo se baseou nos hábitos alimentares de quase 27 000
participantes, com idade média de 53 anos. Os cientistas lhes pediam que
listassem aquilo que ingeriram no último mês e ano, e então fizeram a análise.
Apesar do espanto que pode ser causado pelas descobertas da
pesquisa, é importante notar que há ressalvas. Primeiramente, vale destacar o
fato de que os participantes relataram suas dietas aos pesquisadores apenas uma
vez — ou seja, o estudo desconsidera possíveis mudanças em hábitos ao longo do
tempo.
Além disso, os métodos de cocção das carnes não foram considerados. Isto é: aqueles que ingeriam frango frito e os que consumiam frango grelhado foram colocados no mesmo grupo, desconsiderando o fato de que alguns tipos de fritura contribuem para o desenvolvimento de graves doenças crônicas.
4 de fevereiro de 2020 às 15:57
4 de fevereiro de 2020 às 15:57
O CÂNCER DE PELE NÃO MELANOMA DEVE CONTINUAR COM MAIOR INCIDÊNCIA. FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY
O Brasil deve registrar cerca de 625 mil novos casos de câncer
por ano de 2020 a 2020. A estimativa é do Instituto Nacional do Câncer (Inca),
e foi divulgada nesta terça-feira, 4. Segundo o órgão, a população
infantojuvenil deve concentrar quase 9 mil novos casos da doença no período.
De acordo com os dados da Estimativa de Incidência de Câncer
no Brasil, o câncer de pele não melanoma deve continuar com maior incidência. A
expectativa é de 177 mil novos caos por ano. Ele é seguido pelo câncer de mama
e próstata, com 66 mil casos cada; cólon e reto, com 41 mil casos; traqueia,
brônquio e pulmão, com 30 mil; e estômago, com 21 mil.
Os casos associados a condições socieconômicas desfavoráveis
estão em declínio, segundo o relatório, mas algumas regiões seguem registrando
ocorrências. Esse é o caso do câncer de colo de útero na região norte, que
continua crescendo. Se retirarmos o câncer de pele não melanoma na estatística,
ele fica atrás apenas do câncer de mama em incidência.
Estudos do Inca apontam que um a cada três casos de câncer poderiam ser evitados com a redução dos fatores de risco – tabagismo e obesidade, por exemplo. A mudança de rotina com a inclusão de atividades físicas no dia a dia, além do aumento dos cuidados com a exposição ao sol e a alimentação também podem ajudar a evitar a doença.
3 de fevereiro de 2020 às 17:39
3 de fevereiro de 2020 às 17:39
SEM MACAS, VIATURAS FICARAM PARADAS NO HOSPITAL WALFREDO GURGEL, EM NATAL, NESTA SEGUNDA-FEIRA. FOTO: DOUGLAS LEMOS/G1 RN
Sem leitos disponíveis no Hospital Monsenhor Walfredo
Gurgel, em Natal, o maior do Rio Grande do Norte, 18 das 53 viaturas do Serviço
de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no estado estavam sem prestar
atendimento no estado na manhã desta segunda-feira (3). O motivo é a
superlotação do hospital, já que os pacientes ficam nas macas de viaturas do
Samu aguardando leitos, o que prejudica a liberação das ambulâncias. Na manhã
de segunda, 127 pacientes estavam internados nos corredores da unidade.
Segundo o Samu Natal, das 13 viaturas que atendem a capital potiguar, dez estavam paradas no hospital. As nove para casos considerados de atendimento básico e uma do atendimento avançado, direcionada para acidentes mais graves, aguardavam liberação no hospital.
1 de fevereiro de 2020 às 14:40
1 de fevereiro de 2020 às 14:40
MÉDICAS AFIRMAM QUE O FOCO DA MINISTRA DAMARES DEVERIA SER OUTRO. GOVERNO LANÇA NA SEGUNDA CAMPANHA PARA PREVENIR A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. FOTO: EBC
Na próxima
segunda-feira, dia 3, o governo do presidente Jair Bolsonaro lançará uma
campanha publicitária de alerta contra a gravidez na adolescência, um problema
que assola o Brasil há anos e o coloca em pé de igualdade com países como
Somália, Haiti e Egito. Entre os pilares da nova propaganda, idealizada pelo
ministério de Damares Alves, está o apelo a abstinência, além dos tradicionais
métodos contraceptivos – o que gerou bastante debate entre especialistas da
área da saúde.
Após a repercussão negativa sobre o assunto, a ministra foi
a público dizer que a ação em prol da abstinência deve ser “complementar” e
“não a principal política”. “Mas espere, essa nunca foi nossa proposta. Sempre
colocamos que seria algo complementar. Que seria uma informação a mais. Que
retardar o início da relação é um direito do jovem. E saber disso é um direito
dele também”, disse Damares a VEJA.
Médicas discordam da visão da ministra. A chefe do
ambulatório de ginecologia da Adolescência do Hospital das Clínicas da USP,
Albertina Duarte Takiuti, cuida frequentemente de meninas gestantes – contou
até já ter atendido uma avó de 27 anos (a paciente teve uma filha com 13 que,
por sua vez, ficou grávida com 14). Coordenadora do programa Saúde do
Adolescente do governo de São Paulo, Takiuti afirmou que a maior parte das
pesquisas científicas já feitas comprovam que os programas voltados a abstinência
são “ineficazes”, e que em países, como Japão e Canadá, que ostentam taxas
baixissímas de mães adolescentes, essa tese nem é aventada.
“Há ainda uma preocupação que, com essa orientação, o
adolescente, já tendo uma vida sexual ativa, sinta-se culpado e ainda minta
para os pais e profissionais. Ainda mais neste momento, em que há uma volta de
doenças sexualmente transmissível, como a sífilis, é preciso frisar a
prevenção. Ao invés de falar em abstinência, deveria se priorizar uma roda de
conversas no qual cada um fala sobre sua saúde e futuro”, diz a médica, que
acabou de lançar o livro “Maternidade e Adolescência”.
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