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Categoria: Saúde

Tomógrafo do Hospital Tarcísio Maia quebra e pacientes aguardam por exames em Mossoró

HOSPITAL INFORMOU QUE MANUTENÇÃO ACONTECE NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA (5) E QUE PACIENTES ESTÃO SENDO LEVADOS PARA OUTRA UNIDADE DE SAÚDE. FOTO: ISAIANA SANTOS

Exames de tomografia não estão sendo realizados no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró. A denúncia foi feita na tarde desta terça-feira (2) por pacientes que aguardam há mais de 24 horas.

Os pacientes foram informados pelos funcionários da unidade que o equipamento está quebrado. O hospital atende pessoas de Mossoró e de toda Região Oeste.

A assessoria do HRTM confirmou que o equipamento quebrou no fim de semana e que a manutenção acontecerá na sexta-feira (5), quando o técnico conseguirá trocar a peça necessária do tomógrafo.

Enquanto isso, alguns pacientes aguardam exame, como é o caso da artesã Missilene Alves. Na tarde da última segunda-feira (1), ela sofreu um acidente de moto no trecho da Avenida Rio Branco em Mossoró, depois de cair dentro de um buraco na via.

Ela contou que está com dores pelo corpo e no maxilar e ainda com a visão comprometida. Missilene disse que o médico recomendou que ela fizesse três tomografias em partes diferentes do corpo, mas até agora ela não conseguiu realizar o exame.

“Cheguei por volta de umas 14h30 na segunda-feira (1). Me disseram que eu era a primeira na fila da prioridade, só que como já era tarde, me disseram que não ia conseguir marcar, ia ficar pra terça. Passou a manhã inteira nesse vai e vem. Por Deus que eu tenho muitas amizades e amigos resolveram fazer uma rifa com minhas peças pra eu fazer o exame particular”, contou Missilene. Ela precisou arrecadar R$1.040 para realizar o exame que está agendado para esta terça-feira.

Outra paciente na mesma situação é a supervisora de manutenção Jéssica Pinheiro. Ela também estava de moto, quando foi atingida por um caminhão em um retorno na BR-304. Ela foi levada ao HRTM por uma ambulância do Samu na tarde desta segunda-feira (1).

“Estou aqui dependendo de uma tomografia que está difícil, porque o tomógrafo está quebrado e eles estão fazendo marcação para outro hospital. Só que tem muita gente na fila, na frente que está em estado mais grave do que eu. Aí é complicado por isso. Ninguém sabe qual é o dia que vai ser marcado”, contou Jéssica.

Segundo a assessoria do Hospital Regional Tarcísio Maia, o serviço não foi paralisado, apesar da quebra do tomógrafo. Assim, os exames estão sendo realizados no Instituto de Mama de Mossoró. De acordo com o HRTM, os casos urgentes são os prioritários.

Cientistas da UFRN desenvolvem mais uma aplicação a partir das sementes de maracujá

COM PROTÓTIPOS PROMISSORES, O PASSO SEGUINTE DO DESENVOLVIMENTO É ATESTAR A SEGURANÇA DO SISTEMA E COMPROVAR SUA ATOXIDADE EM TESTES. FOTO: CÍCERO OLIVEIRA

Fonte de vitamina C e capaz de fornecer 1,1 g de fibra, 28 mg de magnésio, 51 mg de fósforo e 338 mg de potássio em uma porção de 100 gramas do alimento, são características que gabaritam o maracujá como fonte de alimento e suplemento dietético, haja vista sua concentração de vitaminas, carboidratos e minerais. Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), cientistas desenvolveram mais uma aplicação a partir das sementes da fruta, desta vez para além da questão alimentar.

Já com pedido de patente depositado, a invenção trata da composição e métodos de obtenção de um sistema carreador, em formato líquido (microemulsão), para a veiculação do óleo de sementes de passiflora, planta que tem como fruto o maracujá. Um dos inventores envolvidos, Daniel Torres Pereira destacou que a nova tecnologia é propícia para uso farmacêutico, veterinário, cosmético e alimentício. Para isso, ele destacou as propriedades terapêuticas própria das sementes, tais como antioxidante, cicatrizante, anti-inflamatória, antibacteriana, antitumoral, cardioprotetora; propriedades cosméticas, também associadas ao potencial antioxidante; e propriedades nutricionais, por ser fonte de ácidos graxos essências, vitaminas e minerais.

“O uso do óleo de passiflora já é bem estabelecido. No entanto, seu uso in natura traz características físicas e organolépticas desagradáveis, como odor, espalhabilidade e viscosidade inadequada quando aplicado na pele, por exemplo. Por isso, sistemas para sua veiculação são empregados. Esses sistemas, como a microemulsão deste invento, melhoram essas características, além de proteger o óleo de degradação, promover sua liberação controlada, aumentar sua permeação cutânea, dentre outras vantagens”, listou o mestrando no programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde da UFRN.

Campanha ‘Janeiro Verde’ alerta para prevenção do câncer de colo de útero

SEGUNDO O INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER, 16 MIL BRASILEIRAS SÃO DIAGNOSTICADAS COM A DOENÇA ANUALMENTE. FOTO: ESTADÃO CONTEÚDO

Mesmo sendo uma doença altamente prevenível, os dados ainda são alarmantes: o tumor de colo de útero atinge mais de 16 mil mulheres por ano no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, o Inca. Por ser uma doença considerada silenciosa, 35% dos casos acaba levanto a morte de pacientes. Esse tipo de câncer é causado pela infecção persistente por alguns tipos do papaloma vírus humano, o HPV. Dados do Ministério da Saúde apontam que 75% das mulheres sexualmente ativa entrarão em contato com o HPV ao longo da vida e cerca de 5% delas vão desenvolver o tumor maligno em um prazo de dois a dez anos. Neste início de 2021, médicos e autoridades de saúde fazem a campanha ‘Janeiro Verde’, que defende a conscientização sobre o câncer de colo de útero, considerado o terceiro tumor maligno mais presente nas mulheres.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, o médico oncologista e fundador do Instituto Vencer o Câncer, Fernando Maluf, conta que os sintomas do câncer de colo de útero são o sangramento vaginal, principalmente depois da relação sexual, dores pélvicas, desconforto abdominal e, nos casos avançados, inchaço na região pélvica. “Você tem mais de 80 subtipos do HPV, os mais perigosos são o 16 e 18, associados com a maior parte dos tumores de colo de útero e da área da vulva, canal anal, pênis dos homens e na região da faringe de homens e mulheres.”

Jovem Pan

Pulmões de quem tem Covid-19 ficam piores que de fumantes, diz médica

MÉDICA COMPAROU RAIOS-X DE PACIENTE RECUPERADO DA COVID-19 COM OS DE UMA PESSOA QUE FUMA HÁ ANOS E RESULTADO FOI ASSUSTADOR. FOTO: REPRODUÇÃO

Exames de raio-X dos pulmões de pacientes recuperados da Covid-19 mostraram danos muito piores do que os de pessoas que fumaram por anos.

Especialista em trauma, a professora assistente do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Texas Tech, dra. Brittany Bankhead-Kendall, compartilhou três imagens de raios-X: de um paciente saudável, de um fumante e outra de um paciente de Covid-19.

O raio-X de pulmões saudáveis ​​mostrou grandes quantidades de espaços pretos, o que significa que a pessoa pode respirar normalmente e inalar grandes quantidades de ar.

A nebulosidade que apareceu na radiografia de um fumante indica danos nas paredes e bolsas de ar dos pulmões, além de alguma inflamação. Mas, em contraste, a brancura do raio-X dos pulmões da pessoa com Covid-19 mostra evidências do que é conhecido como opacidades pulmonares.

Isso geralmente indica que os pulmões estão cheios de coisas como fluido, bactérias ou células do sistema imunológico, que podem limitar a quantidade de oxigênio que um paciente pode ingerir.

Cicatrizes intensas

Segundo a especialista, os pulmões de pessoas com coronavírus podem ser quase completamente brancos, o que significa que houve cicatrizes intensas e a falta de ar afetou os órgãos. Em contraste, os pulmões dos fumantes mostraram menos danos, mesmo entre aqueles que fumaram por anos, acrescentou Kendall, em entrevista à emissora de televisão CBS DFW.

Os pulmões afetados pelo novo coronavírus podem “entrar em colapso”, segundo ela, e “coagular”. A falta de ar pode persistir indefinidamente.

Prefeitura de Parnamirim inicia mutirão de mamografia em Pirangi

A REALIZAÇÃO DAS MAMOGRAFIAS É FRUTO DA CONTRATAÇÃO DE PRESTADORES DE SERVIÇO DE SAÚDE PARA ATUAR EM COMPLEMENTAÇÃO AO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE. FOTO: DIVULGAÇÃO

O litoral de Parnamirim recebe, a partir desta segunda-feira (11), a estrutura móvel para a realização de exames de mamografia. O objetivo da prefeitura é atender mulheres de 40 a 69 anos que residam no município. Nesta etapa, o atendimento está sendo realizado nas proximidades da Unidade Básica de Saúde de Pirangi do Norte, localizada na Rua José Sátiro de Macedo, 31, próximo ao supermercado Super Show.

Para fazer o exame em Pirangi, devem ser apresentados o encaminhamento médico, comprovante de residência, identidade, CPF e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). O atendimento ocorre das 7h30 às 16h30 e a unidade móvel deve permanecer no local até a próxima sexta-feira (15). Todas as mulheres que precisarem do serviço devem se dirigir ao local obrigatoriamente de máscara. 

Segundo a prefeitura de Parnamirim, a realização das mamografias é fruto da contratação de prestadores de serviço de saúde para atuar em complementação ao Sistema Único de Saúde. A realização de exames de mamografia é atualmente feita através de serviço móvel, beneficiando a população em seu próprio bairro. O atendimento é feito nas proximidades das unidades básicas de saúde a fim de minimizar os deslocamentos em tempos de pandemia da covid-19. A iniciativa, ainda de acordo com o Município, visa diminuir a demanda reprimida de espera por atendimento especializado.

Pesquisa da UFRN desvenda alterações da expressão gênica em cérebros com Alzheimer

PESQUISADORES DO INSTITUTO DO CÉREBRO (ICE/UFRN) UTILIZARAM ESSES DADOS PARA UMA AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DAS ALTERAÇÕES DE EXPRESSÃO GÊNICA. FOTO: DIVULGAÇÃO

Resumo esquemático da metodologia usada na pesquisaForma mais comum de demência, a doença de Alzheimer atinge cerca de 47 milhões de pessoas no mundo, sendo mais de um milhão só no Brasil. Nos últimos cinco anos, três grandes estudos utilizaram a técnica de sequenciamento de RNA (Ácido ribonucleico) mensageiro para avaliar a expressão gênica no cérebro de pessoas com e sem a doença. Pesquisadores do Instituto do Cérebro (ICe/UFRN) utilizaram esses dados para uma avaliação sistemática das alterações de expressão gênica, levando em consideração as regiões do cérebro utilizadas para obter o material genético, o estágio da doença e os tipos celulares potencialmente afetados.

Os resultados da pesquisa, publicados em revista do grupo Nature Aging and Mechanisms of Disease, mostraram que as alterações gênicas são mais pronunciadas em regiões do cérebro afetadas nos estados precoces da doença, como o hipocampo e córtex entorrinal, envolvidos na formação de memórias. O grupo, liderado pelo neurocientista Marcos Romualdo Costa, mostrou que há uma correlação positiva entre o estágio da doença e a severidade das alterações de expressão gênica. Um grande número destas alterações é devido às alterações de splicing alternativo do RNA, um mecanismo que permite gerar diferentes isoformas de um mesmo gene. “No futuro, iremos avaliar se o bloqueio destes mecanismos de splicing alternativo pode influenciar a progressão da doença”, explicou Marcos que é chefe do Laboratório de Neurobiologia Celular do ICe.

Três diferenciais são importantes nesse trabalho. O primeiro é que os cientistas compararam a expressão gênica em áreas do cérebro com diferentes graus de patologia, o que permitiu identificar a enorme diferença entre regiões do lobo temporal (hipocampo, córtex entorrinal) e do lobo frontal. O segundo é que eles analisaram a expressão dos genes em níveis absolutos e a nível de transcritos (diferentes isoformas), o que possibilitou identificar alterações em genes associados à transmissão sináptica que foram negligenciados em estudos anteriores. Por fim, foi utilizada uma abordagem indireta para associar as alterações gênicas identificadas no tecido aos tipos celulares potencialmente afetados. “Isso nos permitiu identificar que neurônios inibitórios e células microgliais são tipos celulares com o maior grau de alterações”, reforçou Marcos Costa.

Uma limitação deste tipo de estudo é que não foi possível, ainda, estabelecer relações causais entre as alterações da expressão gênica encontradas e a patologia. É possível que boa parte das alterações sejam consequência e não causa da patologia. De qualquer forma, a identificação de uma correlação entre os dois fenômenos é interessante e pode indicar novos caminhos terapêuticos. “Nossos próximos passos são utilizar as informações obtidas neste trabalho para gerar hipóteses que podem ser testadas em modelos de organóides cerebrais humanos ou em modelos animais da doença de Alzheimer. Atualmente, estamos avaliando o efeito da redução de expressão de dois genes identificados em nosso trabalho (BIN1 e PTK2B) em organóides cerebrais e nossos resultados iniciais indicam que estes genes controlam importantes aspectos da fisiologia neuronal”, completou o pesquisador.

Centro Clínico Virtual é alternativa de praticidade e segurança no atendimento

PARA AGENDAR A CONSULTA VIRTUAL É SIMPLES, BASTA MARCAR  A DATA E A HORA MAIS CONVENIENTES. FOTO: DIVULGAÇÃO

A Unimed Natal, buscando preservar a saúde de todos os clientes com cuidado e segurança, disponibilizou um atendimento médico por meio do Centro Clinico Virtual Unimed Natal. O serviço   é oferecido para os clientes da cooperativa desde novembro e pode ser acessado pelo  APP Unimed Natal Beneficiário, pelo telefone   (84) 3220 6400 ou pelo  site: unimednatal.com.br . O centro clínico virtual funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h.

Para agendar a consulta virtual é simples, basta marcar  a data e a hora mais convenientes. É muito importante que os dados estejam atualizados para que a equipe possa entrar em contato com o cliente. Na data agendada  o cliente recebe uma mensagem via whatsapp para que seja feita a autorização da consulta, por meio do token gerado a partir da carteirinha virtual.  Caso não tenha a carteirinha virtual é necessário baixar o aplicativo e fazer o cadastro com o CPF e a data de nascimento. Depois é só aguardar o link da plataforma  de teleconsulta, enviado pelo whatsapp e acessá-lo no horário marcado. Em caso de desistência ou necessidade de remarcação é só fazer a opção no próprio APP ou ligar para (84) 3220 6400.

No momento em que todo cuidado é necessário, as teleconsultas ajudam a evitar o contato físico e contribuem para minimizar  o risco de transmissão do novo coronavírus.  Desde que foi implantado, mais de 1600 clientes já acessaram o Centro Clínico Virtual.

RN tem redução nos casos de dengue e chikungunya, mas aumento de zika em 2020

SEGUNDO O BOLETIM, FORAM NOTIFICADOS 12.240 CASOS SUSPEITOS DE DENGUE NO RN, O QUE REPRESENTA UMA REDUÇÃO DE CERCA DE 69,3%. FOTO: ILUSTRAÇÃO/GETTY

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou nesta quarta-feira (30), o mais recente boletim das arboviroses, referente ao período compreendido entre a Semana Epidemiológica 1 até a 48, encerrada em 21 de dezembro de 2020. Em relação ao ano anterior, confirmações de dengue e chikungunya tiveram redução, mas os casos de Zika apresentaram aumento.

Segundo o boletim, foram notificados 12.240 casos suspeitos de dengue no RN, o que representa uma redução de cerca de 69,3%, quando comparado ao mesmo período de 2019, quando foram registrados 39.917 casos suspeitos.

Do total de notificações para dengue em 2020, foram confirmados 3.002 casos, 5.409 descartados, com uma incidência de 349,03 casos por 100.000 habitantes no período analisado. Em 2019, no mesmo período, foram confirmados 11.002 casos e 7.573 descartados, apresentando uma incidência de 1.109,74 casos por 100.000 habitantes. O número de mortes também caiu. Em 2019 foram 15 óbitos pela doença e em 2020 sete mortes foram confirmadas até a Semana Epidemiológica 48.

A redução das notificações de casos de dengue em 2020 ocorre no mesmo período de crescimento dos casos de Covid-19, a partir do segundo trimestre do ano, mostrando que o sistema de saúde estava envolvido com a pandemia, o que pode ter gerado subnotificações dos casos de dengue.

Com relação à chikungunya, foram notificados no RN, até a Semana Epidemiológica 48, 7.470 casos suspeitos da doença, sendo confirmados 3.194 casos confirmados e 2.204 descartados, o que corresponde a uma taxa de incidência de 213,01 casos por 100.000 habitantes. Em 2019, no mesmo período foram notificados 15.362 casos, sendo 6.432 confirmados e 1.833 descartados casos, o que representa uma incidência de 438,06 casos por 100.000 habitantes.

Assim como ocorreu com a dengue, houve uma redução das notificações de casos chikungunya do segundo trimestre do ano de 2020 em diante, em função do envolvimento do sistema de saúde com a pandemia, levando a possíveis subnotificações dos casos de chikungunya.

Já no que diz respeito à Zika, entre a semana epidemiológica 01 a 48 de 2020 no RN foram notificados 1.431 casos suspeitos da doença, sendo 266 confirmados  casos e 910 descartados, apresentando uma taxa de incidência de 40,81 casos por 100.000 habitantes. Em 2019, no mesmo período foram notificados 1.685 casos, sendo 99 confirmados  e 511 descartados  casos, com uma incidência de 48,05 casos por 100.000 habitantes.

“A diminuição no número de infectados por Aedes aegypti, vetor dessas arboviroses, pode estar relacionada ao cenário epidemiológico causado pela pandemia do Covid-19, que provocou uma redução nas notificações de casos de dengue e chikungunya”, explicou a coordenadora do programa Estadual das Arboviroses Urbanas da Sesap, Flávia Moreira. Ela alerta que, mesmo diante da redução observada nos números de casos de arboviroses no RN, é importante manter as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, que se prolifera em porções de água limpa acumulada.

Tribuna do Norte