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Categoria: Saúde

Brasil negocia compra de vacina contra varíola dos macacos, diz ministro da Saúde

 VARÍOLA DOS MACACOS  – FOTO: REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à Folha que o Brasil já está negociando com a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde) a aquisição de vacina contra a varíola dos macacos (monkeypox), que foi declarada neste sábado como emergência global de saúde pública pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Segundo Queiroga, a SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) está em processo de avaliar o quantitativo necessário, e a aquisição será feita por meio do fundo rotatório, um mecanismo internacional de cooperação técnica para acesso a vacinas.

“Só há uma fabricante [a empresa de biotecnologia dinamarquesa Bavarian Nordic] e não tem representante no Brasil. Assim, a aquisição deve ser via Opas”, afirma o ministro.

De acordo com Queiroga, a declaração de emergência global da OMS ocorre em um momento em que as medidas de contenção dos casos estão sendo adotadas no Brasil. “A rede de diagnóstico está estruturada. Todos os casos estão sendo acompanhados”, disse.

No Brasil, o Ministério da Saúde confirma 607 casos da doença até a última sexta (22). O saldo é mais do que o dobro verificado no último dia 9, quando havia 218 diagnósticos confirmados em todo o país.

Os casos da doença concentram-se principalmente em São Paulo. No total, conforme dados do ministério, o estado registrou 438 diagnósticos positivos da doença até esta sexta, representando cerca de 72% do total.

A vacina Imvanex já obteve aprovação para a prevenção da varíola dos macacos nos Estados Unidos e no Canadá. Neste sábado (23), a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) também recomendou a aprovação do alargamento do imunizante, usada até 2013 no combate à varíola, para a proteção de adultos contra o vírus da varíola do macaco.

Folha de São Paulo

Nenhuma quantidade de álcool é saudável para pessoas com menos de 40 anos, diz estudo

FOTO: DIVULGAÇÃO

Há uma série de mitos e verdades que envolvem os riscos e possíveis benefícios no consumo de bebidas alcoólicas, embora pouco se saiba sobre as especificidades de cada faixa etária.

Para compreender melhor esse cenário, um time de pesquisadores analisou dados do Estudo de Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD), uma ampla pesquisa que envolveu dados de pessoas entre 15 a 95 anos, de 204 países, coletados entre 1990 e 2020.

Eles constataram que, para menores de 40 anos, nenhuma dose de álcool traz efeitos positivos. Por outro lado, para os mais velhos que não têm problemas de saúde subjacentes, uma quantidade limitada pode ajudar a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes.

Extra Online

Estudo mostra que homens vão menos ao médico do que as mulheres

FOTO: MARCELO CAMARGO

A demanda entre homens e mulheres por atendimento médico no Sistema Único de Saúde (SUS) permanece desequilibrada, embora a distância entre os gêneros venha se reduzindo ao longo dos anos.

Levantamento inédito da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), com dados do Sistema de Informação Ambulatorial do Ministério da Saúde, indica que, enquanto mais de 312 milhões de homens já foram atendidos em 2022, as mulheres ultrapassam 370 milhões. No ano passado, foram mais de 725 milhões de homens contra mais de 860 milhões de mulheres.

Para o coordenador do Departamento de Andrologia, Reprodução e Sexualidade da SBU, Eduardo Miranda, por uma questão cultural, o homem vai menos ao médico que as mulheres.

“Ainda há um certo tabu, muitas vezes, [eles] não têm a cultura do autocuidado e ir ao médico é visto como sinal de fraqueza. Há também a questão cultural. A menina é levada pela mãe ao ginecologista desde a primeira menstruação, enquanto o homem não vai ao médico depois que ele não precisa mais de acompanhamento regular com pediatra. Esse é um processo que precisamos trabalhar ao longo de gerações e espero que possamos ver um aumento da ida dos homens [aos consultórios] para fazer acompanhamento de rotina com o urologista”, afirmou.

A diferença na demanda entre homens e mulheres fica bem evidente nos atendimentos específicos. Neste ano, houve mais de 1,2 milhão de atendimentos femininos por ginecologistas, mas a procura dos homens por urologistas ficou em 200 mil atendimentos.

“As mulheres estão mais habituadas a realizar exames preventivos anuais e se preocupam mais com a saúde. Elas geralmente marcam as consultas para seus maridos. Mas os homens têm procurado mais o urologista por uma maior conscientização por meio de campanhas, por exemplo”, destacou o supervisor da disciplina de câncer de bexiga da SBU, Felipe Lott.

Para o presidente da SBU, Alfredo Canalini, as principais causas que afastam o homem das consultas médicas são o medo e a desinformação. “Mas as campanhas que a SBU promove ano após ano indicam uma mudança de comportamento, e já sentimos uma diferença significativa com a procura espontânea, principalmente para a avaliação da próstata”, argumentou.

A diretora de Comunicação da SBU, Karin Anzolch, ponderou, no entanto, que, apesar de os homens se mostrarem mais conscientes com relação aos cuidados com a saúde, estudos desse tipo mostram que ainda há um longo caminho a trilhar. A médica acrescentou que, por atuar em problemas extremamente impactantes na qualidade de vida e sobrevida dos homens, a Urologia apoia a causa.

Agência Brasil

ESCÂNDALO: “Pacientes são reoperados 2 ou 3 vezes por uso de material ruim no RN”, diz presidente do Sinmed

FOTO-CEIDA

No vídeo acima ele relata que colegas médicos cirurgiões do hospital Tarcísio Maia de Mossoró, denunciam que estão recebendo paciente para reoperar devido o material usado ser de péssima qualidade. 

PACIENTES SÃO REOPERADOS DUAS OU TRÊS VEZES POR USO DE MATERIAL RUIM NO HOSPITAL TARCÍSIO MAIA

Nas últimas vezes que visitamos o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, um problema gravíssimo tem sido recorrente: material cirúrgico inadequado e de má qualidade para as cirurgias vasculares e cranianas, comprometendo o resultado ou mesmo inviabilizando o procedimento.

Na Cirurgia Geral, responsável pela maior parte dos atendimentos, a falta de fios adequados e o uso de fios de má qualidade para fechar a cirurgia tem sido motivo de maus resultados, com os pontos abrindo e o pacientes precisando com frequência serem reoperados.

Hoje mesmo recebemos a denúncia de plantonistas de cirurgia do hospital, de que pacientes internados às vezes precisam ser reoperados duas ou três vezes por falta dos fios adequados, que substituídos por outros inapropriados criam complicações para os pacientes. Muitos relatórios já foram encaminhados à Direção e às autoridades, mas até agora, sem nada ter sido feito, sofrem os pacientes, com risco para suas próprias vidas.

Esse drama, apesar de persistente em Mossoró, também é observado em outros hospitais regionais, onde equipamentos, materiais e medicamentos sempre estão em falta.

O sucateamento dos hospitais, a falta de equipamentos, materiais e medicamentos, além da falta de recursos humanos, que em 60% tem seus contratos precarizados por empresas, criam um quadro preocupante na saúde Estadual.

Assina Dr. Geraldo Ferreira
Presidente licenciado do SINMED RN

Fonte: Portal Grande Ponto

Número de infartos em 2022 é o maior dos últimos 3 anos no RN e supera covid

FOTO: ILUSTRAÇÃO/PIXABAY

Notícias de mortes decorrentes de infartos têm tido maior constância no noticiário nos últimos meses. Nesta quinta-feira (7), por exemplo, o jovem Luis Felipe, de 23 anos, filho do secretário de Planejamento e Finanças do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, morreu vítima de uma parada cardíaca. Um reflexo dessas situações é que o número de infartos em 2022 é o maior dos últimos 3 anos, quando comparado ao mesmo período de 2021 e 2020. Os dados estão disponíveis no portal da transparência do Registro Civil.

Há quem questione qual seria o motivo. Muito se fala das sequelas da Covid-19 e, alguns, até citam um suposto efeito adverso da vacina contra o coronavírus. Para esclarecer melhor sobre o que realmente poderia estar causando o crescimento no índice de óbitos pela causa, o Portal 96 procurou o médico e presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia no RN, Antônio Amorim, que revelou não ter uma interferência comum direta de ambos nos ataques cardíacos.

“A covid pode causar uma inflamação no coração e levar a um problema que se chama miocardite. Isso facilita o paciente a ter arritmias cardíacas. Não é comum originar infarto, mas esse quadro inflamatório pode sim contribuir. Porém, o mecanismo é diferente dos infartos mais comuns que são por obstrução dos vasos. Com relação à vacinação, não existe relação com ocorrência de infarto. As vacinas são seguras e nos ajudam a proteger das formas graves de covid. Importante se vacinar porque justamente as formas mais graves do covid podem contribuir com problemas cardiovasculares”, explicou.

Conforme o Registro Civil, o número de mortes por infarto, até o início de julho deste ano, é superior quase 30 caso a mais, com relação aos números obtidos no ano passado. No total, 923 pessoas já morreram vítimas dessa causa em 2022.

Antônio Amorim ainda ressaltou que os números elevados nos picos da pandemia cobriu a letalidade por outras causas que, normalmente, lideram os índices.

“O número de casos de infarto sempre foi elevado. O que aconteceu foi que nos últimos dois anos passamos por um período crítico e pela primeira vez em muitas décadas uma doença conseguiu superar as doenças cardiovasculares em relação a primeiro lugar na mortalidade, que foi o Covid. Com a vacinação e diminuição dos casos graves do covid, o infarto do miocárdio voltou a assumir o primeiro lugar”, contou.

Após o início da pandemia, em 2020, apenas neste ano que o índice de mortes por Covid-19 é inferior às ocasionadas por infarto no estado.

Para a cardiologista Raíssa Gabriela, alterar a rotina, em caso de sedentarismo e cuidados médicos, caso sofra de hipertensão ou diabetes, podem garantir que o ataque cardíaco seja evitado.

“Mudanças no estilo de vida de uma forma geral. É importante que a gente atente para quando estivermos acima do peso e acrescentar o exercício físico. Tudo isso vai fazer com que a gente reduza o risco de um infarto”, explicou.

Portal 96 FM

Secretaria Estadual de Saúde confirma segundo caso suspeito da Varíola dos Macacos

VARIOLA DOS MACACOS. FOTO-ILUSTRATIVA

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informa a ocorrência de um caso suspeito de contaminação pelo vírus Monkeypox, transmissor da doença popularmente conhecida como varíola dos macacos, no Rio Grande do Norte. O caso suspeito foi notificado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nesta segunda-feira (4) e está sendo acompanhado pela Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige).

O paciente de 34 anos é residente em Natal-RN e tem histórico de viagem recente à Europa, com passagem por Inglaterra, Portugal e Espanha. A pessoa foi atendida no Hospital Giselda Trigueiro, uma das unidades de referência para tais casos no RN, e está em isolamento domiciliar, com quadro de saúde estável.

Casos de varíola dos macacos chegam a 76 em todo o país. No RN tem um caso confirmado

ROUTERS/ DADO RUVIC. DIREITOS RESEVADOS

O Ministério da Saúde informou neste domingo (3) que, até o momento, 76 casos de varíola dos macacos (monkeypox) foram confirmados em todo o país. Desse total, foram registrados um caso no Distrito Federal, um no Rio Grande do Norte, dois em Minas Gerais, dois no Rio Grande do Sul, dois no Ceará, 16 no Rio de Janeiro e 52 em São Paulo.

“A pasta, por meio da Sala de Situação e Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Nacional) segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos dos pacientes”, disse o ministério.

Também em nota, a Secretaria de Saúde do Rio  relatou que até a última sexta-feira (1º), haviam sido notificados no estado 39 casos suspeitos da doença, dos quais 13 foram confirmados, sendo nove pacientes no município do Rio, incluindo o caso que veio para a capital, procedente de Londres, Inglaterra.

Os demais estão assim distribuídos: um em Maricá, na Região dos Lagos; um em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; um em Queimados, também na Baixada e residente em Portugal; e um em Niterói, na região metropolitana do Rio, procedente da Inglaterra. Mais seis casos permanecem em investigação e 20 foram descartados.

A diferença entre o total relatado pela secretaria e pelo Ministério da Saúde pode ser explicada, segundo a assessoria do órgão estadual, pela não confirmação de casos ainda pela área técnica. “Os casos confirmados e suspeitos são monitorados diariamente pela secretarias estaduais e pelas equipes de Vigilância em Saúde dos municípios”, informou.

A secretaria ressaltou que embora a doença tenha sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não tem relação com esses animais.

AGÊNCIA BRASIL

Rio Grande do Norte tem 30.850 casos suspeitos de dengue notificados

MOSQUITO TRANSMISSOR DA DENGUE-FOTO-DIVULGAÇÃO

Foram notificados 30.850 casos suspeitos de dengue no Rio Grande do Norte, dos quais 4.614 foram confirmados, 27.252 casos considerados prováveis, 3.598 descartados, dois óbitos confirmados e 19 em processo de investigação. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira em boletim de arboviroses no estado. A incidência apresentada foi de 765,31 casos prováveis por 100.000 habitantes.

Com relação à Chikungunya, foram notificados no RN, até a Semana Epidemiológica 24, 10.559 casos suspeitos da doença, sendo confirmados 1.634 casos, 9.146 casos considerados prováveis, 1.413 descartados e nenhum óbito confirmado e três em processo de investigação. A incidência foi de 256,84 casos prováveis por 100.000 habitantes.

Já no que diz respeito à Zika, entre a semana epidemiológica 1 e 24 de 2022 no RN, foram notificados 3.673 casos suspeitos da doença, sendo confirmados 232 casos, 3.002 casos considerados prováveis, 671 descartados e nenhum óbito confirmado. A incidência foi de 84,30 casos prováveis por 100.000 habitantes.

Com relação a casos de Zika em gestante, houve 10 casos confirmados em 2022, por critério laboratorial. O quantitativo de casos de Zika em gestantes é destacado na análise do cenário epidemiológico, devido à capacidade do Zika Vírus provocar microcefalia ou alterações no sistema nervoso central do feto gestado.

PN NEWS

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