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Categoria: Saúde

Ministério da Saúde garante repasse de R$ 12 milhões por ano para o Hospital Municipal de Natal

(DIVULGAÇÃO/SMS)

(DIVULGAÇÃO/SMS)

O ministro da Saúde, Marcelo Castro, assinou uma portaria nesta quarta-feira (13) aumentando em R$ 12 milhões por ano o repasse de recursos para o Sistema Único de Saúde para a média e alta complexidade de Natal, levando em consideração o Hospital Municipal de Natal. Pela portaria, o Fundo Nacional da Saúde vai providenciar o repasse regular e automático de parcelas mensais de R$ 1 milhão para o Fundo Municipal de Saúde de Natal.

O secretário Luiz Roberto Fonseca destacou o empenho pessoal do prefeito Carlos Eduardo Alves, que esteve esta semana em Brasília, pleiteando a liberação dos recursos, no Ministério da Saúde e agradeceu o apoio do ex-ministro Henrique Eduardo Alves, na articulação junto ao ministro Marcelo Castro para agilizar o processo de liberação dos recursos.

“O prefeito foi pessoalmente a Brasília para garantir esse recurso, por entender a necessidade e importância que o Hospital Municipal de Natal tem para a população. Foi uma força-tarefa, com a união de forças, para garantir a liberação do recurso”, disse o secretário. Acrescentando que o Hospital estava sendo gerido apenas com recursos do município.

O Hospital Municipal de Natal conta com Pronto Atendimento Adulto, Infantil e de Ortopedia, além de cinco leitos de internação de psiquiatria, oito de pediatria clínica e 35 de clínica médica,dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e até o final do semestre deve abrir a ala cirúrgica, com três salas de cirurgia e 22 leitos de internação.

Dilma contraria médicos e Anvisa e sanciona lei que libera produção e venda da “pílula do câncer”

pílula do cancer

 

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que permite a comercialização e uso da chamada “pílula do câncer da USP” mesmo sem registro da Anvisa, apesar de estudos científicos não terem apontado nenhuma eficácia de sua substância, a fosfoetanolamina sintética, no tratamento da doença. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14).

Na terça, a Casa Civil recomendou à presidente a liberação do uso da substância para evitar qualquer ameaça de desgaste (e de perda de votos) às vésperas da  votação do impeachment na Câmara.

O texto do projeto de lei permite que pacientes diagnosticados com câncer usem a substância por livre escolha, desde que assinem termo de consentimento e responsabilidade, antes de concluídas as pesquisas científicas para seu registro definitivo na Anvisa.

Médicos e Anvisa se posicionaram contra liberação

Pareceres técnicos preparados pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Saúde; Ciência, Tecnologia e Inovação, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pela Advocacia Geral da União sugeriram à presidente o veto integral do projeto.Assim como sociedades médicas e pesquisadores.

Os principais argumentos são a falta de estudos para confirmar se o composto não é uma ameaça à saúde dos pacientes e o risco de tal aprovação abalar a imagem do controle sanitário no país.

“Não sabemos se funciona, se é tóxico, se interfere no tratamento convencional. Não sabemos nada a respeito da pílula. Estamos no escuro”, afirma o oncologista Auro Del Giglio, do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer. Para ele, a pílula “não deve ser assunto político”.

Embora o produto tenha sido preparado pela primeira vez há 20 anos em um laboratório de química, ele nunca foi alvo de pesquisas científicas para comprovar sua eficácia contra o câncer ou segurança. Os responsáveis pelo produto também nunca pediram o registro na Anvisa.

Apresentado por 26 deputados, o texto teve uma tramitação relâmpago no Congresso Nacional. Ele foi aprovado na Câmara dia 8 de março e duas semanas depois já havia sido aprovado também no Senado.

UOL

Médico potiguar usa rede social para denunciar situação “desesperadora” da saúde privada do RN

O MÉDICO MADSON VIDAL USOU O SEU PERFIL NO TWITTER PARA FAZER AS DENÚNCIAS.

O MÉDICO MADSON VIDAL USOU O SEU PERFIL NO TWITTER PARA FAZER AS DENÚNCIAS.

O médico anestesiologista Mádson Vidal, usou as redes sociais para relatar uma situação que julga “desesperadora” na assistência médica pediátrica do RN. Segundo o relato postado inicialmente no Twitter e que rapidamente começou a circular pelos grupos de Whatasap, atualmente, não existe sequer um leito de UTI ou enfermaria para internar uma criança no estado. O profissional cita alguns hospitais de rede privada que já não oferecem mais os serviços,cobra ações do Ministério Público e encerra conclamando a população para que “rezem”. Leiam abaixo:

“Situação DESESPERADORA na assistência pediátrica do RN. Hoje não há 1 leito de qualquer natureza( uti ou enfermaria) para internar uma criança. Aqui, na Promater para dar um alento ao sofrimento de pais e crianças transformaram a recepção infantil num espaço para internar as crianças doentes. Já são 10 crianças internadas nessas condições. Não há mais sequer um ponto de oxigênio no PS. Situação de revolta e de muita dor. Investir em cuidar de crianças não dá lucro, dizem os donos de hospital. No público os gestores desdenham do sofrimento e ignoram os óbitos de “anjos” diariamente por falta de UTI. Que sociedade é essa que vivemos? Onde está o MP? Conhecem a situação é nada fazem. Ninguém tá nem aí…. Ninguém se envolve e se incomoda. Essa situação foi anunciada há muito tempo. De lá para cá, só diminuíram os leitos…. Alguém só grita e esperneia quando é um filho. Muita dor e lamento!”
O Papi vai fechar…. Só temos a promater…. Rezemos para que nossas crianças não precisem de internamento. Caso contrario teremos q ir p outro Estado.

RN registra 414 casos suspeitos de microcefalia

(FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE)

(FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE)

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), divulgou o novo boletim com as informações atualizadas sobre a situação epidemiológica da microcefalia e outras malformações no Rio Grande do Norte.

Foram notificados 414 casos suspeitos de microcefalia relacionados às infecções congênitas. Desses, 314 são de nascimentos ocorridos em 2015, 86 são de nascimentos ocorridos até a semana epidemiológica nº 14, encerrada em 09/04 (quatro foram de 2014 e os demais foram abortos e pré-natal). Os casos notificados estão distribuídos em 81 municípios do estado.

Do total, 295 estão sob investigação, 85 foram confirmados e 34 foram descartados (descartados por apresentar exames normais, por apresentar microcefalia e/ou malformações congênitas por causas não infecciosas ou por não se enquadrar nas definições de casos).

Dos casos notificados, 3,7% evoluíram para óbito após o parto ou durante a gestação (abortamento espontâneo ou natimorto), o que corresponde a 15 óbitos, sendo 9 confirmados e 6 ainda em investigação.  Dos 9 óbitos confirmados, 5 apresentaram resultado de exame de imagem com presença de alterações típicas indicativas de infecção congênita, e 4 foram confirmados por critério clínico-laboratorial com identificação do vírus Zika.

O Ministério da Saúde orienta as gestantes a adotar medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se da exposição aos mosquitos, como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

No dia do beijo, saiba quais são os benefícios desse ato de carinho para sua saúde

O BEIJO PODE COMBATER ATÉ A DEPRESSÃO. (ILUSTRAÇÃO)

O BEIJO PODE COMBATER ATÉ A DEPRESSÃO. (ILUSTRAÇÃO)

Hoje é comemorado o Dia do Beijo. O beijo, além de ser uma demonstração de afeto, faz parte da rotina de jovens e adultos, e o que muitos não sabem é que o ato de beijar pode trazer vários benefícios para a saúde.

O psicólogo do Hapvida Saúde, Paulo Castro, explica que a língua é conhecida como o órgão dos sentidos, por isso, quando as pessoas se beijam conseguem movimentar cerca de 17 músculos, que ativam a memória, provocam sensações, percepções e ritmos. “Quando beijamos, o cérebro produz endorfina, responsável pela sensação de bem estar, que melhora a autoestima e promove uma boa sensação mental e física,” disse.

Segundo o médico, o beijo pode combater a depressão, pois as estimulações de bem estar e autoestima provocada pela endorfina e adrenalina quando se beija, age no organismo como antídoto para o estado depressivo. Uma vez que a autoestima e o afeto são sensações que o corpo necessita para trabalhar aspectos emocionais como carência e segurança.

Outro benefício à saúde destacado pelo psicólogo, é que beijos longos são similares aos exercícios, pois a adrenalina que é liberada causa o aumento da pressão arterial, ritmo cardíaco e frequência respiratória, deixando o metabolismo ativo.

Ministério da Saúde confirma 1.113 casos de microcefalia em todo o país

OS 1.113 CASOS CONFIRMADOS ATÉ AGORA OCORRERAM EM 416 MUNICÍPIOS, LOCALIZADOS EM 22 UNIDADES DA FEDERAÇÃO

OS 1.113 CASOS CONFIRMADOS ATÉ AGORA OCORRERAM EM 416 MUNICÍPIOS, LOCALIZADOS EM 22 UNIDADES DA FEDERAÇÃO

O Ministério da Saúde confirmou 1.113 casos de crianças que nasceram com microcefalia e outras alterações no sistema nervoso desde outubro do ano passado até o dia 9 de abril. São 67 novas confirmações em uma semana. Deste total, 189 tiveram a relação da malformação com a infecção da mãe pelo vírus Zika confirmada em teste laboratorial.

Embora haja confirmação da associação ao Zika de apenas de 189 casos, o ministério considera que a maior parte das mães que tiveram bebês com microcefalia tiveram a infecção, já que as secretarias de Saúde ainda têm dificuldades de comprovar essa relação laboratorialmente.

Outros 3.836 bebês identificados com suspeita de microcefalia estão sendo examinados para um diagnóstico conclusivo. Ao todo, foram notificados 7.015 casos suspeitos desde o início das investigações, em outubro de 2015, sendo que 2.066 foram descartados.

Os 1.113 casos confirmados até agora ocorreram em 416 municípios, localizados em 22 unidades da federação: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul.

No mesmo período, foram registradas 235 mortes de bebês com suspeita de terem microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. As mortes aconteceram após o parto ou durante a gestação. Deste total, 50 tiveram a microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central confirmada, 155 continuam em investigação e 30 foram descartados.

Agencia Brasil

RN tem 1.918 casos de dengue confirmados somente em 2016

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE EM GOIANDIRA (GO), NOTIFICOU CERCA DE 600 CASOS DE DENGUE NA CIDADE

O AEDES AEGIPTY, O MOSQUITO TRANSMISSOR DAS DOENÇAS

 

No Rio Grande do Norte foram notificados 31.397 casos suspeitos de dengue em 2016, até a semana epidemiológica número 13 (terminada em 02/04/2016), representando uma incidência de 1.098,37/100.000 hab, um aumento considerável se comparada à incidência do mesmo período de 2015 que foi de 477,49/100 mil hab.

Os dados divulgados pelo boletim do Núcleo Estadual de Vigilância das Arboviroses da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) apontam que, até o momento, foram confirmados 1.918, ou seja, 6,1% dos casos notificados, sendo 1.884 para dengue, 29 como dengue com sinais de alarme e 5 como dengue grave.  Em 2015, no mesmo período, forma confirmados 3.070, para dengue foram 3.042, dengue com sinais de alarme foram 24 e 4 como dengue grave.

De acordo com o Programa Estadual de Controle da Dengue (PECD), em 2016, 88 municípios do RN (52,7%) apresentam uma alta incidência acumulada de dengue, justamente aqueles que notificaram mais de 300 casos da doença por 100.000 habitantes. Outros 41(24,6%) municípios com média incidência, e 28(16,8%) com baixa incidência, além de 10(6%) municípios que  estão silenciosos, ou seja, não notificaram nenhum caso suspeito de dengue nesse período.

Novamente o relatório aponta para uma subnotificação de casos suspeitos e indica a necessidade de sensibilizar os profissionais de saúde para a responsabilidade de notificarem todos os atendimentos que se enquadrarem na definição de caso suspeito para dengue definido pelo Ministério da Saúde. Ou seja: “Toda pessoa que viva ou tenha viajado nos últimos 14 dias para área onde esteja ocorrendo dengue ou que tenha a presença de Aedes Aegypti que apresente febre, usualmente entre 2 a 7 dias, e apresente duas ou mais das seguintes manifestações: náuseas, vômitos, exantemas, mialgias, artralgia, cefaleia, dor retroorbital, petéquias ou prova do laço positiva e leucopenia”, recomenda o relatório.

MUNICÍPIOS COM ALTA INCIDÊNCIA

Os municípios de Natal, com 5.648 notificações, Guamaré (2.405), Parelhas (1.335) e Currais Novos com 1.333 lideram o ranking de notificações da dengue até a 12ª semana. Quanto aos óbitos, o relatório mostra que a ocorrência de grande número no estado, caracterizando uma situação preocupante para a vigilância epidemiológica uma vez que o óbito por dengue é, em sua maioria, evitável. No ano de 2015 foram notificados 13 óbitos e em 2016 são 81 óbitos, o que representa um aumento de 523% no número de óbitos notificados, destes, 2  para dengue grave, 3 descartados, e os demais em investigação.

CHIKUNGUNYA

No RN, no ano de 2015, foram notificados 4.352 casos de chikungunya, destes, nenhum caso foi confirmado. Em 2016, até a semana epidemiológica número 12 (terminada em 02/04), foram notificados 2.240 casos, sendo confirmados 195. Em relação à região de notificação, a maior quantidade de casos de chikungunya vem da 7ª Região de Saúde, composta pelos municípios de Extremoz, Macaíba, Natal, Parnamirim  e São Gonçalo do Amarante.

ZIKA

Em 2015, até a SE nº 13 foram notificados 329 casos suspeitos de zika vírus, em 2016 no mesmo período foram notificados 1.534, apresentando um maior número de casos na SE nº 7. Dos casos notificados, foram confirmados 76 em 2015 e 3 em 2016. Os casos notificados em 2015 estão distribuídos em nove municípios e em 2016 no mesmo período, em 53 municípios, destes, Natal é responsável por 1029 (67%) dos casos, seguido por Mossoró com 94 (6%) dos casos notificados.

Secretário de Saúde de Natal presta esclarecimentos na Câmara

 LUIZ ROBERTO FONSECA APRESENTOU OS INVESTIMENTOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE NATAL EM VÁRIOS SETORES E SERVIÇOS DA SAÚDE. (FOTO: ELPÍDIO JUNIOR)


LUIZ ROBERTO FONSECA APRESENTOU OS INVESTIMENTOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE NATAL EM VÁRIOS SETORES E SERVIÇOS DA SAÚDE. (FOTO: ELPÍDIO JUNIOR)

 

O secretário Municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, participou da reunião da Comissão de Saúde, Assistência Social e Direito do Consumidor da Câmara Municipal de Natal (CMN), nesta segunda-feira (11), atendendo à convocação feita pela Casa Legislativa, através de requerimento protocolado pelo vereador Aroldo Alves (PSDB). Na oportunidade, Luiz Roberto esclareceu questionamentos realizados pelos parlamentares, pelo Conselho Municipal de Saúde, Sindicato de Saúde,  Ministério Público e sociedade civil.

Ao longo da reunião foram levantados problemas nas unidades básicas de atendimento, maternidades e hospital municipal, relacionados à falta de infraestrutura física e profissional; indisponibilidade de leitos e vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI); dificuldade de marcação de consultas e exames; falta de medicamentos; obras inacabadas, entre outros.

“O maior problema que identificamos no sistema de saúde de Natal é a dificuldade de acesso da população à serviços generalizados. É uma série de demandas que chega ao ponto de nós termos dificuldades em elencar as mais urgentes e prioritárias”, destacou Geolípia Jacinto, presidente do Conselho Municipal de Saúde.

Em sua explanação, Luiz Roberto Fonseca apresentou os investimentos da Prefeitura Municipal de Natal em vários setores e serviços da saúde,  incluindo a confirmação de concurso público, contemplando mais de 1300 vagas em diversas áreas; licitações para conclusão de obras;  Inauguração do Hospital Municipal de Natal; reestruturação das unidades de saúde; reativação de serviços relativos ao SAMU e enfrentamento de epidemias, por exemplo.

O secretário deixou a Câmara antes do término da reunião da Comissão, sendo substituído no debate pela secretária adjunta da Secretaria Municipal de Saúde (SMN), e não falou com a imprensa.

Autor do requerimento que gerou a convocação de Luiz Roberto, Aroldo Alves ressaltou a importância dos dados apresentados pelo secretário, mas solicitou uma audiência na Secretaria de Saúde. “Fomos apresentados à informações de grande relevância e até então desconhecidas por parte de várias pessoas. Porém, há fatos ditos por ele [Luiz Roberto] que precisam ser esclarecidos e nós queremos ir além desse debate”, destacou Aroldo.

Para o presidente da Comissão de Saúde, Fernando Lucena (PT), “a audiência que durou mais de cinco horas gerou um excelente debate para a sociedade”. “A crise na saúde é um problema que interessa a todo mundo. O secretário deu suas explicações, mas nós sabemos que nem tudo é do jeito ele diz. Com essa reunião, ampliamos o debate pra grande parte da população e agora vamos continuar cobrando, para tomarmos um melhor rumo na Saúde”, disse.