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Categoria: Saúde

Brasil já registra 230 mortes por H1N1 em 2016

CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE SERÁ ABERTA OFICIALMENTE NO PRÓXIMO SÁBADO (30), EM NATAL COMEÇOU ONTEM (25)

CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE SERÁ ABERTA OFICIALMENTE NO PRÓXIMO SÁBADO (30), EM NATAL COMEÇOU ONTEM (25)

O Brasil registrou este ano, até o 16 de abril, 230 mortes pelo vírus influenza A (H1N1). De acordo com levantamento do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (25), ao todo, foram registrados 1.365 casos da doença em todo o país neste período.

Com 976 notificações, a Região Sudeste concentra o maior número de casos de H1N1 este ano, com  883 apenas no estado de São Paulo. Também houve registro de H1N1 em 2016 em Santa Catarina (102), Goiás (62), Rio de Janeiro (44), Minas Gerais (44), Pará (42), Distrito Federal (36), Rio Grande do Sul (32), Bahia (32), Paraná (30), Mato Grosso do Sul (14), Pernambuco (11), Alagoas (6), Ceará (6), Rio Grande do Norte (6), Espírito Santo (5), Mato Grosso (4), Paraíba (3), Amapá (1) e Sergipe (1).

Embora pelo menos cinco estados tenham começado a imunização, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe será aberta oficialmente no próximo sábado (30) em todas as cidades do país e é voltada a públicos com maior risco de complicações pelos vírus, como crianças com menos de seis anos, gestantes, idosos e profissionais da saúde.

Sintomas

Os principais sintomas da chamada gripe A são infecção aguda das vias aéreas e febre – em geral mais acentuada em crianças do que em adultos. Também podem surgir calafrios, mal-estar, dor de cabeça e de garganta, moleza e tosse seca, além de diarreia, vômito, fadiga e rouquidão.

A prevenção da doença é feita com regras básicas de higiene, como cobrir a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos com frequência. Também se deve evitar permanecer por muito tempo em ambientes fechados, sem ventilação e com aglomeração de pessoas.

Agência Brasil

Quase metade da população global está em risco de contrair malária, alerta OMS

DESDE 2000, A TAXA DE MORTALIDADE POR MALÁRIA CAIU 60% EM TODO O MUNDO

DESDE 2000, A TAXA DE MORTALIDADE POR MALÁRIA CAIU 60% EM TODO O MUNDO

No Dia Mundial da Malária, lembrado hoje (25), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que quase a metade da população mundial – o que equivale a 3,2 bilhões de pessoas – ainda corre o risco de contrair a doença. Apenas no ano passado, 214 milhões de novos casos foram identificados em 95 países e mais de 400 mil pessoas morreram vítimas da infecção.

“Um ano após a assembleia da Organização Mundial da Saúde decidir eliminar a malária de pelo menos 35 países até 2030, a OMS divulga um relatório que mostra que a meta, apesar de ambiciosa, é alcançável”, informou a entidade. Em 2015, nenhum país-membro da OMS na Europa reportou casos de malária em indígenas, contra 90 mil registrados em 1995.

Os dados mostram que oito países fora da região europeia também não reportaram nenhum caso da doença em 2014. São eles: Argentina, Costa Rica, Iraque, Marrocos, Omã, Paraguai, Sri Lanka e Emirados Árabes Unidos. Outros oito países computaram menos de 100 casos em indígenas no mesmo período, enquanto 12 países identificaram entre 100 e mil casos.

Desde 2000, a taxa de mortalidade por malária caiu 60% em todo o mundo. Nos países africanos, o índice caiu 71% entre crianças menores de 5 anos. Os avanços, segundo a OMS, foram alcançados por meio do uso de ferramentas de controle amplamente implantadas na última década, como mosquiteiros tratados com inseticida, pulverização residual de interiores e testes de diagnóstico rápido.

“Mas alcançar o próximo nível – a eliminação – não será fácil”, ressaltou a OMS. “A eficácia das ferramentas que garantiram melhorias nos primeiros anos deste século estão agora ameaçadas. A resistência de mosquitos a inseticidas utilizados nas telas e na pulverização residual está crescendo, assim como a resistência do parasita a componentes de um dos medicamentos mais poderosos contra a malária. Maiores progressos vão exigir novas ferramentas que não existem atualmente, além do aperfeiçoamento de novas tecnologias”, afirma a nota da organização.

Agência Brasil

Sociedades médicas lançam campanha para evitar ‘overdose’ de exames

Campanha internacional tenta mostrar riscos de 'epidemia de diagnósticos'. (Imagem: Reprodução)

Campanha internacional tenta mostrar riscos de ‘epidemia de diagnósticos’. (Imagem: Reprodução)

Quantos mais exames o médico pede, mais você está protegendo sua saúde? Pode não ser bem assim. Sociedades médicas brasileiras – de Cardiologia e de Medicina de Família – estão trazendo para o Brasil uma campanha internacional que tenta mostrar os riscos do que chamam de “epidemia de diagnósticos”.

Ela seria causada por um excesso de exames, que poderia levar a uma “overdose” de tratamentos desnecessários e, em alguns casos, danosos. Mas como saber se uma prescrição está correta? A ausência de uma resposta exata gera discussão entre médicos e dúvidas entre pacientes.

“Com exames mais sofisticados, os diagnósticos e tratamentos aumentaram. Mas a mortalidade não caiu para nenhum tipo de câncer, nem para doenças cardiovasculares, segundo pesquisas. Certos procedimentos têm efeitos colaterais piores que algumas formas das doenças”, afirma André Volschan, coordenador do Centro de Estudos do Hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro.

Lista de exames

Para evitar mal-entendidos entre os médicos, a campanha no Brasil, que ganhou o apoio da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), adotou a estratégia da norte-americana, impulsionada pelo Conselho Americano de Medicina Interna. A ideia não é impor condutas aos doutores, mas estimular as sociedades médicas a criarem suas listas de procedimentos a serem evitados.

Em sua lista, a Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que seja deixada de lado uma intervenção que movimenta um mercado de US$ 10 bilhões por ano: a colocação de “stents” em pacientes assintomáticos – pequenos tubos que abrem vasos entupidos por placas de gordura no coração.

Primeiro Centro de Robótica do Norte/Nordeste será lançado nesta segunda-feira, 25

 

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

Na próxima segunda-feira(25) será lançado o primeiro Centro de Robótica do Norte/Nordeste com o uso do robô Da Vinci, o Si HD, no Hospital Santa Joana Recife, em Pernambuco. A implantação desse equipamento vai beneficiar a população da região, que poderá ter acesso ao que há de mais moderno em tecnologia na área de cirurgia.

O evento vai contar com a presença do médico norte-americano Vipul Patel, maior especialista em cirurgia robótica do mundo. A instituição é a primeira das duas regiões a realizar cirurgia com a mais moderna versão do robô Da Vinci, o Si HD, e o primeiro hospital de Pernambuco a oferecer à população do Estado um centro de robótica.

A cirurgia será transmitida ao vivo para o auditório do hospital durante o seminário para capacitar as equipes de médicos, enfermeiros e técnicos.

Mais que um rostinho bonito: Ju Thai encara ex-campeã em busca de ascensão no UFC

Juliana encara ex-campeã Foto: Jozie Di Maria / divulgação

Juliana encara ex-campeã Foto: Jozie Di Maria / divulgação

Nome ainda não muito conhecido no universo do MMA, Juliana Lima, a Ju Thai, quer ser muito mais do que um rosto bonito. Neste sábado, em Las Vegas — o card principal começa às 19h15m (de Brasília), com transmissão do Combate —, ela encara a ex-campeã Carla Esparza, dos Estados Unidos, no UFC 197.

Representante da categoria peso palha, a mineira de Belo Horizonte aposta na leveza fora do octógono para conseguir resultados e subir no ranking. Para melhorar a sua performance, a preparação de Ju Thai vai além do trabalho físico.

|Drama| Falta de UTIs pediátricas chama atenção da Defensoria Pública no RN

Foto: Arquivo/ Tribuna

Foto: Arquivo/ Tribuna

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE-RN) está acompanhando de perto o problema da falta de leitos de UTIs pediátricas nos hospitais das redes pública e privada de Saúde do estado. De acordo com levantamento preliminar de profissionais médicos, e déficit desse tipo de unidade no RN é de 200 leitos. Um comitê, encabeçado pelo médico José Madson Vidal, foi criado para discutir soluções para o problema.

De acordo com os defensores públicos Bruno Henrique Magalhães Branco e Cláudia Carvalho Queiroz, que estão acompanhando o caso, o comitê é formando por médicos, profissionais liberais e representantes da sociedade civil organizada. O objetivo do grupo é tentar mobilizar a população e cobrar uma solução junto aos planos de saúde e o Poder Público. Entre as medidas adotadas está a criação de uma comunidade na rede social Facebook, para que a população possa acompanhar as ações do comitê. O grupo foi denominado de “Criança Viva”.

Durante reunião, realizada na última terça-feira (19), profissionais médicos fizeram uma exposição do problema, que está atingindo hospitais públicos e privados. Segundo eles, o RN tem apenas 40 leitos de UTI pediátrica (dos quais 34 são da rede pública e apenas seis na rede privada), quando seria necessário um total de 240 unidades. A conta, segundo o grupo, é de um leito para cada 10 mil crianças. A defensora pública destacou que existe um descaso dos planos de saúde que atuam no Rio Grande do Norte. “O que está acontecendo em relação a rede privada é que os planos não estão contratando esse tipo de serviço junto aos hospitais. Como não há contratação, os hospitais, por sua vez, não investem na ampliação desse tipo de leito. Ou seja, as administradoras vendem o serviço aos clientes mas não contratam junto aos hospitais para que os usuários possam usufruir efetivamente do que foi ofertado”, explicou.

Cláudia Queiroz afirmou ainda que a Defensoria Pública irá continuar acompanhando as reuniões do comitê e vai atuar de forma prioritária na busca pela solução do problema. “Estamos trabalhando junto a esse grupo e já estudando de que forma poderemos atuar na busca pela resolução dessa situação, que é gravíssima e atinge toda nossa população”, comentou.

Hospital Regional Tarcísio Maia recebe 36 novos leitos

Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), de Mossoró, recebeu 10 respiradores da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Os equipamentos vieram se somar aos 36 novos leitos que a unidade recebeu da Maçonaria daquela cidade, ampliando os serviços. A obra foi entregue ontem (21) à população, numa solenidade que contou com a presença do secretário Ricardo Lagreca.

Com a ampliação da unidade hospitalar, foi necessário ampliar o quadro de pessoal do HRTM e com isso a Sesap está relotando 37 servidores do Hospital Regional da PM de Mossoró para a unidade, sem prejuízo para o seu funcionamento.Estão sendo remanejados 1 médico, 1 assistente social, 6 cirurgiões dentistas, 3 enfermeiros, 1 nutricionista, 19 auxiliares de saúde, 1 técnico administrativo, 5 assistentes técnicos em saúde.

O Hospital Regional Dr. Tarcísio Maia é um hospital geral de grande porte, referência para toda a região Oeste do Estado. Tem a função de atendimento de Urgência e Emergência pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Estão nos serviços prestados por essa Unidade de Saúde: Clínica Médica; Clínica Cirúrgica; Clínica Pediátrica, UPI (Unidade de Pacientes Infectados); Traumatologia, Oftalmologia, Odontologia, Cirurgia Buco Maxilo Facial; Unidades de Enfermagem; Serviço Social, Nutrição e Dietética; Fisioterapia; Terapia Ocupacional e Saúde Ocupacional.

A unidade conta ainda com um Centro Cirúrgico, com 4 salas e uma UTI – Unidade de Terapia Intensiva com 9 leitos; Serviço de Diagnóstico e Imagem como: Raios X, Endoscopia, Ultrassonografia e Tomografia computadorizada, além de um Laboratório de Análises Clínicas e outro de microbiologia.