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Categoria: Saúde

Servidores da saúde farão protesto no Ipern nesta quarta (25)

Nesta quarta-feira (25), a partir das 09h, o Sindicato dos Servidores da Saúde do RN fará um protesto na sede do Instituto de Previdência dos Servidores Estaduais (IPERN), na Rua Jundiaí, 410, para exigir a retomada do pagamento dos processos dos servidores da saúde.

Segundo estimativas do Sindsaúde, o IPERN ainda deve aproximadamente R$ 5 milhões a cerca de 1.600 servidores da saúde estadual. Todos tiveram descontos indevidos em seus contracheques, sobre plantões eventuais (horas extras), que não contam para a aposentadoria.

Desde 2012 que o Sindsaúde negocia calendários de pagamento desta dívida com o governo estadual, mesmo sem correção monetária. No último acordo, em setembro, o governo estadual assinou um documento se comprometendo com parcelas mensais de R$ 150 mil, mas o pagamento foi feito apenas sobre dois meses.

“Desde janeiro que nada é pago. O IPERN pegou esse dinheiro que é nosso, aplicou em fundos de investimento, e nem sequer o que ganhou devolveu pra gente”, denuncia Manoel Egídio Jr, do Sindsaúde-RN. “Temos pessoas precisando, muitos aposentados, passando dificuldades e sem saber se irão receber isso antes de morrer”, afirma.

O sindicato também reivindica a retirada do Projeto de Lei que cria a Previdência Complementar do funcionalismo estadual, retomado pelo governo na Assembleia Legislativa. O protesto tem o apoio do Fórum Estadual dos Servidores, que prepara uma paralisação unificada no dia 02 de junho, contra os atrasos no pagamento e pela garantia do 13º salário.

Brasil registra 1.434 casos de bebês com microcefalia

 NO RECIFE, BEBÊS COM MICROCEFALIA FAZEM EXERCÍCIOS PARA ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO (SUMAIA VILLELA/AGÊNCIA BRASIL)


NO RECIFE, BEBÊS COM MICROCEFALIA FAZEM EXERCÍCIOS PARA ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO (SUMAIA VILLELA/AGÊNCIA BRASIL)

Boletim divulgado nesta terça (24) pelo Ministério da Saúde confirma que 1.434 bebês nasceram com microcefalia e outras alterações no sistema nervoso devido a infecção congênita. Desses, 1.273 estão na Região Nordeste.

Dos 1.434 casos, 208 foram confirmados por exame de laboratório para infecção pelo vírus Zika. Porém, o ministério estima que a maioria dos casos está relacionada ao Zika.

Ao todo, os casos confirmados são 50 a mais em comparação ao boletim da semana passada. Ainda não há diagnóstico conclusivo para 3.257 recém-nascidos que podem ter a malformação.

Os 1.434 casos confirmados estão distribuídos por 517 municípios, localizados em 25 unidades da Federação.

Os números são referentes ao período de outubro de 2015 a 21 de maio de 2016, quando foram registrados 7.623 casos suspeitos. Deste total, 2.932 foram descartados por terem exames normais ou microcefalia derivada de outras causas.

No mesmo período, foram registradas 285 mortes suspeitas de microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central após o parto ou durante a gestação (abortamento ou natimorto) no país. Desses, 60 foram confirmados para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central. Outros 187 continuam em investigação e 38 foram descartados.

Zika

Transmitido por um mosquito bem conhecido dos brasileiros, o Aedes aegypti, o vírus Zika começou a circular no Brasil em 2014, mas teve os primeiros registros feitos pelo Ministério da Saúde em maio de 2015. O que se sabia sobre a doença, até o segundo semestre do ano passado, era que sua evolução costumava ser benigna e que os sintomas, geralmente erupção cutânea, fadiga, dores nas articulações e conjuntivite, além de febre baixa, eram mais leves do que os da dengue e da febre chikungunya, também transmitidas pelo mesmo mosquito.

Porém, em outubro de 2015, exame feito pela médica especialista em medicina fetal, Adriana Melo, descobriu a presença do vírus no líquido amniótico de um bebê com microcefalia. Em 28 de novembro, o Ministério da Saúde confirmou que, quando gestantes são infectadas pelo vírus podem gerar crianças com microcefalia, uma malformação irreversível do cérebro que pode vir associada a danos mentais, visuais e auditivos. Pesquisadores confirmaram que a Síndrome de Guillain-Barré também pode ser ocasionada pelo Zika.

A microcefalia pode ter como causa diversos agentes infecciosos, além do Zika, como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes viral.

Pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) encontrou, pela primeira vez, mosquitos do Aedes aegypti infectados pelo vírus Zika na natureza, o que prova que o inseto é o transmissor da doença.

Agência Brasil

Walfredo Gurgel abre mais uma sala de cirurgia

O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) foi beneficiado, nesta sexta-feira (20), com a abertura de mais uma sala de cirurgia. A utilização do espaço para procedimentos cirúrgicos realizados pela maior unidade de saúde pública para atendimentos do trauma, foi possível através da ação da secretária estadual da Saúde Pública do RN, Eulália de Alburquerque Alves.

No segundo dia após a posse, a gestora da pasta da saúde no RN, tratou do assunto com a diretora geral do Walfredo Gurgel, Maria de Fatima Pereira Pinheiro. “Ela veio rapidamente ao hospital e disse que queria a sala funcionando. Ela nos enviou alguns equipamentos e hoje estamos com a sala aberta. Agora temos cinco salas equipadas para cirurgias. Há ainda a promessa da secretária de abrirmos a sexta”, comemora Fátima.

Dentre os equipamentos que compõem a nova sala, estão: uma mesa cirúrgica, foco, bisturi elétrico, carro de anestesia e monitor multiparâmetro. O ambiente também é totalmente climatizado. Para se ter uma ideia da demanda do Centro Cirúrgico do HMWG, durante o mês de março foram realizadas 525 cirurgias de urgência e 25 eletivas (de pacientes que já se encontravam internados).

Epidemia de dengue e chikungunya recua em Natal

EPIDEMIA DE DENGUE E CHIKUNGUNYA RECUA EM NATAL

EPIDEMIA DE DENGUE E CHIKUNGUNYA RECUA EM NATAL

A epidemia de dengue no município de Natal acabou. A confirmação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (20) pelo secretário municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca e o chefe do Centro de Controle de Zoonoses, Alessandre de Medeiros, durante entrevista coletiva realizada no auditório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em Areia Preta.

Luiz Roberto explicou que o número de casos notificados de dengue durante as últimas seis semanas está inferior a linha epidêmica e que a diminuição dos números se deve graças à atuação intensiva da SMS com ações de prevenção e combate ao Aedes aegypti e ao Vigiadengue, sistema de monitoramento ativo com base nas vigilâncias epidemiológica e entomológica das doenças transmitidas por vetores.

No entanto, apesar da boa notícia, o município irá continuar as ações intensivas contra o mosquito, responsável ainda pela transmissão da febre chikungunya e do zika vírus. E que o gabinete de gerenciamento de crise de combate ao Aedes aegipty continuará com as reuniões semanais para discutir a situação epidemiológica do município e as novas estratégias de combate ao vetor.

“Sair da epidemia não significa que iremos relaxar com as ações já desenvolvidas, pelo contrário, continuaremos trabalhando para que Natal não volte a sofrer. A metodologia anterior fazia com que a epidemia se perpetuasse por mais tempo porque tratava a cidade como um todo, como se todos os bairros apresentassem o mesmo número de casos. Com o Vigiadengue, passamos a ter uma atuação mais eficaz e enérgica contra a doença”.

O chefe do CCZ, Alessandre de Medeiros, afirmou que o fato da SMS ter iniciado as ações de prevenção e combate antes do período crítico foi um dos fatores determinantes para o pequeno tempo da epidemia. E que o apoio e interação da população é essencial para o sucesso das ações, já que 85% dos criadouros do mosquito estão dentro das casas. “A dengue está controlada, mas precisamos manter os cuidados necessários para manter essa situação de segurança”.

Vigiadengue

O sistema de monitoramento ativo é baseado nas vigilâncias epidemiológica e entomológica das arboviroses, com a finalidade de identificar as áreas de maior risco para a ocorrência de surtos e epidemias, além de criar categorias de risco a partir dos indicadores já usados na rotina e outros a serem desenvolvidos. O Vigiadengue também estabelece categorias de intervenção ou estágio de resposta para cada nível de risco.

Com a nova metodologia é possível classificar semanalmente a cidade em áreas com distintos níveis de risco, orientar a intervenção de acordo com o nível de risco de cada área, considerando as intervenções mais adequadas para cada nível, além de mensurar e documentar o tempo entre a identificação do risco e o início da resposta.

Campanha de vacinação contra H1N1 é prorrogada em Natal

DIA D DE MOBILIZAÇÃO CONTINUA MANTIDO PARA O DIA 30.

CAMPANHA TERMINARIA HOJE (20), MAS SEGUE ATÉ O DIA 03 DE JUNHO.

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal prorrogou a campanha de vacinação contraH1N1 até o dia 3 de junho. Até a manhã de quarta-feira (18), Natal imunizou 106.256 pessoas que fazem parte dos grupos prioritários, o que corresponde a 63,88% da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. A meta é imunizar aproximadamente 165 mil pessoas na capital potiguar, o que corresponde a 80% da população total do público-alvo, que é de 189 mil pessoas, cumprindo o calendário nacional de vacinação. Para garantir o cumprimento da meta, o município disponibilizará 69 salas de vacinas espalhadas pelos cinco distritos sanitários de Natal, aberta das 8h às 16h.

A campanha nacional de vacinação contra H1N1 tem como objetivo reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções pelo vírus na população alvo da campanha. Para se vacinar é preciso levar a carteira de identidade e cartão de vacinação. No caso de portador de doença crônica, é necessário levar um documento que comprove a doença.

Entre os grupos prioritários, já foram imunizados 56.470 idosos (66,14% da meta), 4.309 gestantes (48,43%), 783 puérperas (53,56%), 17.322 trabalhadores de saúde (83,31%) e 27.372 crianças entre seis meses e cinco anos de idade (55,40%).

Os grupos prioritários e que devem tomar a vacina são crianças de seis meses a menores de cinco anos, gestantes, puérperas, trabalhador de saúde, povos indígenas, indivíduos com 60 anos ou mais de idade, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, pessoas portadoras de outras condições clínicas especiais (doença respiratória crônica, doença cardíaca crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica, doença neurológica crônica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias).

G1 RN

STF suspende lei que autoriza produção e uso da “pílula do câncer”

A ANVISA VAI ESTUDAR JURIDICAMENTE MANOBRAS CAPAZES DE FAZER COM QUE O DANO À SAÚDE DAS PESSOAS SEJA MINIMIZADO (MARCOS SANTOS/USP/DIVULGAÇÃO)

 (MARCOS SANTOS/USP/DIVULGAÇÃO)

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quinta-feira (19) a eficácia da lei que permite a fabricação, distribuição e o uso da fosfoetanolamina sintética, conhecida como “pílula do câncer”. Por 6 votos a 4, a Corte máxima do país acatou pedido da Associação Médica Brasileira (AMB) para suspender os efeitos da lei aprovada pelo Congresso no final de março e sancionada pela presidenta afastada da República Dilma Rousseff em 14 de abril. Ao julgar o mérito da questão, sem data definida, a Corte decidirá sobre a anulação ou não da lei.

A maioria dos ministros acompanhou voto do relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, que entendeu que o Congresso invadiu a competência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de liberar substâncias médicas. Além de ser temerária, a liberação da “pílula do câncer” ocorreu sem as pesquisas científicas necessárias. Acompanharam o relator, os ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavaski, Luiz Fux, Cármen Lúcia e presidente da Corte, Ricardo Lewandowski.

Para o relator, é temerária, e potencialmente danosa, a liberação genérica do medicamento sem os estudos clínicos, em razão da ausência, até o momento, de elementos técnicos da viabilidade da substância para o bem-estar do organismo humano. “Salta aos olhos, portanto, a presença dos requisitos para o implemento da medida cauteladora”, disse Marco Aurélio.

Na avaliação do ministro Luís Roberto Barroso, houve por parte do Congresso, violação da reserva de administração, ou seja, de competência do Poder Executivo. Assim, como o relator, Barroso afirmou que o risco da liberação do medicamento sem teste é maior do que os resultados positivos relatados por alguns pacientes que fizeram uso do medicamento.

O presidente do STF disse que o Estado tem que agir “racionalmente”. “O Estado de Direito que se organiza em bases racionais. Não me parece ser possível que hoje o Estado, sobretudo em um campo tão sensível, que é o campo da saúde, possa,  agir irracionalmente, levando em conta em ordem metafísica e fundamentada em suposições que não tenham base em evidências científicas”, disse Lewandowski.

Para o ministro Luiz Fux, a Lei 13.269 de 2016 abriu um “carta de alforria” e representa um grande risco à saúde das pessoas. “Sem saber os malefícios dos efeitos colaterais essa substância pode violar o direito a saúde e uma vida digna”.

Divergência

O ministro Luiz Edson Fachin abriu divergência e foi acompanhado pelos ministros Rosa Weber, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Para Fachin, a liminar deveria ser concedida, exceto para os casos de pacientes terminais.

Agência Brasil

Hospital Walfredo Gurgel recebe novos equipamentos

A EXPECTATIVA É QUE OS NOVOS EQUIPAMENTOS AGILIZEM EXAMES E PROCEDIMENTOS. (DIVULGAÇÃO/SESAP)

A EXPECTATIVA É QUE OS NOVOS EQUIPAMENTOS AGILIZEM EXAMES E PROCEDIMENTOS. (DIVULGAÇÃO/SESAP)

O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), maior unidade de saúde pública do Rio Grande do Norte para atendimentos do trauma, recebeu uma série de novos equipamentos para agilizar exames e procedimentos realizados na agência transfusional da unidade. Foram adquiridos um freezer para conservação de hemoderivados (plasma e crio), duas centrífugas (uma para exames de micro hematócrito e outra para tubos de ensaio), dois banhos-maria e um agitador de plaquetas.

Dentre as demandas diárias atendidas pela agência transfusional do HMWG estão cerca de 15 classificações sanguíneas (tipo do sangue) e 24 provas cruzadas (teste para identificar se o sangue doado é compatível com o paciente receptor).

Segundo a coordenadora da agência transfusional, Lúcia Fontes, “estas novas máquinas vão garantir mais celeridade nos exames realizados. Antes nós só usávamos o sistema de turbo. Agora passamos a usar também o lissgel que aumentou, inclusive, a confiabilidade dos exames. O de prova cruzada chega agora a 90%. E isso é ótimo para a segurança do paciente”.

O Setor também já chegou a fornecer (em apenas um dia) 40 bolsas (entre sangue e hemoderivados) para diversos setores do hospital – como Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e Centro Cirúrgico. A reposição diária dos estoques é feita através de pedidos enviados ao Hemocentro Dalton Cunha (Hemonorte) e chega a aproximadamente 20 novas bolsas/dia. Dos tipos de sangue solicitados, o mais utilizado no HMWG é o “O” positivo.

A diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro, diz que “nos últimos anos temos investido em novos equipamentos como forma de elevar ainda mais a assistência prestada aos nossos pacientes. Para estas máquinas da agência transfusional investimos mais de R$ 100.000,00”.

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Campanha contra a Influenza segue até 20 de maio

CAMPANHA CONTRA A INFLUENZA SEGUE ATÉ 20 DE MAIO

CAMPANHA CONTRA A INFLUENZA SEGUE ATÉ 20 DE MAIO

A campanha contra a Influenza, que teve inicio no Rio Grande do Norte em 25 de abril e prossegue até 20 de maio de 2016, alcançou até o momento 58,06% de cobertura vacinal em todo o estado.

De acordo com o Programa Estadual de Imunizações, até agora apenas dois municípios atingiram a meta mínima que é de vacinar 80% da população prioritária: Lucrécia (86%) e São Vicente (84,85%).

De acordo com Zaira Santiago, responsável técnica pelo Programa Estadual de Imunizações, “todos os municípios já receberam doses suficientes para o alcance da meta. Ontem, dia 16, iniciou-se a distribuição da cota referente a completitude de 100% das doses. Pedimos a colaboração e empenho de todos os municípios no tocante ao alcance das metas, considerando a relevância da Campanha no controle da morbimortalidade do vírus Influenza”.

São grupos prioritários: indivíduos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses até menores de 5 anos, gestantes, puérperas (até 45 anos pós-parto), trabalhadores da saúde (todos os níveis de complexidade), povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, além de adolescentes e jovens sob medida socioeducativas (12 a 21 anos).