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Categoria: Saúde

“Pílula do câncer” falha em teste com animais

CÁPSULAS DE FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA. NOVA BATERIA DE ESTUDOS NÃO ENCONTROU EFEITO ANTITUMORAL (FOTO: REPRODUÇÃO DE VÍDEO)

CÁPSULAS DE FOSFOETANOLAMINA SINTÉTICA. NOVA BATERIA DE ESTUDOS NÃO ENCONTROU EFEITO ANTITUMORAL (FOTO: REPRODUÇÃO DE VÍDEO)

Novos estudos do grupo coordenado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, encarregado de estudar a eficácia e segurança da fosfoetanolamina sintética, sugerem que a substância não é capaz de combater o câncer em camundongos. A substância, chamada de “pílula do câncer”, foi distribuída irregularmente por anos na Universidade de São Paulo (USP) como cura para todos os tipos de câncer, sem nunca ter passado pelas etapas mais básicas de pesquisa. Os primeiros testes feitos a pedido do governo, realizados em dezembro do ano passado, já haviam apontado ausência de efeitos antitumorais em células cultivadas em laboratório.

Desta vez, os estudos foram conduzidos pelo Laboratório de Oncologia Experimental do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da Universidade Federal do Ceará. Os pesquisadores avaliaram a atividade anticâncer da fosfoetanolamina sintética em camundongos que tiveram dois tipos de tumores estimulados: carcinossarcoma e sarcoma.

Os animais foram divididos em grupos, de acordo com o tipo de substância que receberiam como tratamento. Um dos grupos recebeu a ciclofosfamida, uma substância com ação anticâncer comprovada, na concentração de 25 miligramas por quilo. Outro grupo recebeu uma solução de soro fisiológico, que não tem ação anticâncer. O terceiro grupo recebeu a fosfoetanolamina sintética na concentração de 1 grama por quilo, que era a substância a ser avaliada. Após dez dias de tratamento, os animais foram mortos e o tamanho dos tumores foi comparado entre os três grupos. Os tumores dos animais que receberam a ciclofosfamida não cresceram. Já os tumores dos animais que receberam o soro fisiológico e a fosfo cresceram na mesma proporção, indicando que a fosfoetanolamina não teve nenhum tipo de ação contra os dois tipos de câncer.

Essas baterias de estudos, conduzidos por um grupo de trabalho criado pelo ministério, não servirão para o registro do produto como medicamento, mas para avaliar a qualidade e a segurança da substância que era distribuída para pacientes com câncer.

Em novembro, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu sua produção e distribuição, já que não há evidências de ação antitumoral em humanos.Um projeto de lei que autorizava o uso da fosfoetanolamina sintética por pacientes diagnosticados com câncer chegou a ser sancionado em abril pela presidente afastada Dilma Rousseff, às vésperas da suspensão de seu mandato pelo Senado. Porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a lei em 19 de maio por entender que a ausência de estudos científicos com a substância pudesse trazer riscos aos pacientes. O pedido de medida cautelar acatado pelo STF foi apresentado ao órgão pela Associação Médica Brasileira.

Época

País tem primeiro teste rápido nacional para zika; resultado sai em 20 minutos

São Paulo - Pesquisadores Jean Pierre Schatzmann Peron e Patricia Baleeiro Beltrão Braga falam sobre pesquisa da USP referente ao Zika virus (Rovena Rosa/Agência Brasil)

TESTE RÁPIDO NACIONAL PARA DETECTAR ZIKA É APRESENTADO NA BAHIA E TERÁ RESULTADO EM 20 MINUTOSROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

A Secretaria de Saúde da Bahia obteve o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e apresentou hoje (31) em Salvador, o primeiro teste sorológico rápido nacional para detecção do vírus Zika. Assim, o exame que costumava levar semanas terá resultado em até 20 minutos.

O Secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, destaca que o teste rápido facilitará a vida da população, ao permitir às mulheres, por exemplo, saberem se já foram ou estão infectadas pelo vírus.

“Hoje existe uma quantidade de pessoas com sintomas que não têm o diagnóstico definitivo, ou seja, você acha que a pessoa tem a zika, mas pode ser uma outra virose. A partir de agora, principalmente para as mulheres em idade gestacional, ter a informação se ela teve ou ainda não zika é extremamente relevante para a decisão dela, em iniciar uma gestação”, ressalta Fábio Villas-Boas.

Procedimento

O dispositivo tem duas fitas portáteis (cassetes), que usam uma pequena amostra de soro do paciente. Uma das fitas reage com o anticorpo IgM, identificando infecções de até duas semanas. Já o segundo cassete reage ao IgC e identifica se o paciente já teve a infecção há mais tempo. Isso permite que o teste rápido detecte os anticorpos contra o vírus da Zika, no organismo do paciente, em qualquer fase da doença.

“A zika, antes era diagnosticada, em laboratório através do PRC [método que detecta a presença de carga genética do vírus], o que era demorado e muito custoso. A partir de agora, poderemos oferecer o diagnóstico em qualquer posto de saúde nos lugares mais distantes do país, e em apenas 20 minutos, a população terá a resposta se tem ou teve zika”, explica o secretário.

Agência Brasil

OMS rechaça pedido de cientistas para adiar ou transferir Olimpíada do Rio por conta do Zika

Fumigação para combater o Zika vírus no Sambódromo do Rio de Janeiro. LEO CORREA AP

Fumigação para combater o Zika vírus no Sambódromo do Rio de Janeiro. LEO CORREA AP

Um grupo de 150 cientistas e especialistas em saúde de universidades de prestígio como Harvard, Columbia e Zurique enviou uma carta aberta à Organização Mundial da Saúde (OMS) instando-a a “reconsiderar” sua posição e assumir a postura “ética” de recomendar o adiamento ou a mudança de local dos Jogos Olímpicos previstos para agosto no Rio de Janeiro devido ao Zika vírus.

“A OMS deve avaliar a questão do Zika e adiar ou mudar o lugar dos Jogos”, afirmam os signatários de uma “carta aberta” dirigida à diretora-geral do organismo, Margaret Chan, com “cópia” para o Comitê Olímpico Internacional (COI). Eles também pediram que a OMS crie um grupo independente para assessorar de forma “transparente” o COI sobre essa questão. Não fazê-lo seria “irresponsável” tendo em vista as consequências “éticas e em matéria de saúde pública” que implicaria, enfatizam.

A OMS rebateu o pedido, em nota, dizendo que uma mudança não iria “alterar significativamente a disseminação internacional do Zika vírus” e que “não há justificativa de saúde pública para adiar ou cancelar os jogos”. “O Brasil é um dos quase 60 países e territórios que ainda reportam transmissão do Zika por mosquitos. As pessoas continuam a viajar entre estes países e territórios para uma variedade de motivos. A melhor maneira de reduzir o risco de doença é seguir os conselhos de viagem de saúde pública”, diz a organização, enumerando uma série de conselhos.

Os especialistas que fizeram o pedido de adiamento dizem que, de acordo com os últimos testes, a cepa do Zika vírus que afeta o Brasil tem consequências médicas mais graves do que se acreditava até agora. O vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, produz na maioria dos casos uma infecção leve, mas está vinculado à microcefalia em bebês de mães infectadas e a outros distúrbios neurológicos graves.

Com cerca de 26.000 casos notificados, o Rio de Janeiro “é uma das áreas mais afetadas do país” pelo Zika, lembram. Tudo isso torna “imperativo” que a OMS faça “uma nova avaliação baseada em evidências do Zika e dos Jogos, assim como de suas recomendações para os viajantes” reclamam.

“Cria-se um risco desnecessário se for permitido que 500.000 turistas estrangeiros de todos os países viajem para assistir aos Jogos, adquiram potencialmente o vírus e voltem para suas casas em lugares onde ele poderia se tornar endêmico”, insistem os cientistas. Correr esse tipo de risco “não é ético”, advertem.

A carta foi escrita pelos professores Amir Attaran, da Universidade de Ottawa; Christopher Gaffney, da Universidade de Zurique e Arthur Caplan e Lee Igel, da Universidade de Nova York.

Os dois últimos já haviam feito um apelo semelhante em fevereiro, num artigo publicado na revista Forbes. O professor Attaran também escreveu na revista especializada em saúde pública da Universidade de Harvard que o evento “pode acelerar a propagação do vírus” e sugeriu que seja realizado em outra cidade brasileira ou que seja adiado. As autoridades olímpicas e políticas não cogitam essa possibilidade a menos de três meses dos Jogos, quando esperam a visita de quase um milhão de turistas.

Até agora, a OMS tinha se limitado a publicar um guia com recomendações para evitar contrair o Zika vírus destinada a atletas, jornalistas e turistas que visitarão o Rio de Janeiro durante os Jogos Olímpicos, em agosto, mas evitou dar o passo pedido pelos signatários da carta. A opinião destes não é, além disso, compartilhada por toda a comunidade científica. O diretor do Centro de Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Tom Frieden, rejeitou a proposta esta semana.

“Não há nenhuma razão de saúde pública para cancelar ou atrasar os Jogos”, disse ele numa conversa com jornalistas em Washington. Conforme afirmou, o CDC estudou o impacto potencial do fato de que tantas pessoas de tantos lugares diferentes viajem para uma área com Zika vírus e o resultado não mudaria substancialmente o risco de propagação geral desse vírus. “Viajar para os Jogos representaria menos de 0,25% de todas as viagens que se realizam às áreas afetadas pelo Zika”, explicou. “Assim, mesmo se fosse decidido não realizar os Jogos, ainda continuaria existindo um risco de 99,75% que o Zika continue a se propagar”, acrescentou.

Mergulhado numa grave crise política, o Governo brasileiro, interinamente nas mãos de Michel Temer, dedicou pouco tempo nas últimas semanas a falar sobre os Jogos. As autoridades do Rio repetem que a cidade está preparada.

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

“O que diz a lei”: Delegado diz ainda não saber se houve estupro e causa polêmica

Advogada da vítima pediu a saída do delegado Alessandro Thiers do caso

Advogada da vítima pediu a saída do delegado Alessandro Thiers do caso

O caso da menina de 16 anos estuprada por mais de 30 homens no Rio ganhou um novo desdobramento após o delegado Alessandro Thiers afirmar ainda não estar convencido de realmente houve estupro.

“A gente está investigando se houve consentimento dela, se ela estava dopada e se realmente os fatos aconteceram. A política não pode ser leviana de comprar a ideia de estupro coletivo quando na verdade a gente não sabe ainda”, disse, em entrevista coletiva após os depoimentos da vítima e de suspeitos.

A advogada da vítima, Eloísa Samy, acusou Thiers, que é titular da Delegacia de Repressão de Crimes de Informática do Rio, de machismo e pediu seu afastamento do caso.
“Ele não tem condições de conduzir esse caso. Durante o depoimento da vítima, fez perguntas que claramente tentavam culpá-la pelo estupro. Ele chegou a perguntar: ‘Você tem por hábito participar de sexo em grupo’. Não acreditei e encerrei o depoimento”, disse Samy.

“Ele mostra uma atitude machista por claramente desqualificar a vítima e a violência que ela sofreu, a responsabilizando pela violência do estupro. Assim, ela faz com que ela sofra duas vezes, com a violência do estupro e a violência inconstituicional pelo descrédito que lhe é dirigido”, acrescentou a advogada.

“Assim fica fácil perceber o que faz com que tantas vítimas de estupro deixem de denunciar seus agressores no Brasil.” A imprensa procurou a Polícia Civil para comentar as acusações – o crime está sendo investigado em conjunto pela Delegacia da Criança e Adolescente Vítima e pela Delegacia de Repressão de Crimes de Informática.

Segundo a assessoria de imprensa do órgão, “a investigação é conduzida de forma técnica e imparcial, na busca da verdade dos fatos, para reunir provas do crime e identificar os agressores, os culpados pelo crime”.

Ainda de acordo com a polícia, a delegacia comandada por Thiers afirmou que, durante o depoimento, a vítima foi questionada sobre “ter conhecimento de que havia um outro vídeo sendo divulgado em mídias sociais em que ela apareceria mantendo relações sexuais com homens, conforme relato de uma testemunha”.

A jovem afirmou desconhecer as imagens e que elas não eram verdadeiras, disse a polícia. “A mãe da vítima acompanhou todo o depoimento, sendo que, em determinado momento, houve discordância entre a advogada e o desejo da mãe da vítima. Por esta razão a oitiva da mãe foi feita sem a presença da advogada.”

Provas

A advogada da vítima também critica o fato de o delegado não ter pedido a prisão preventiva dos suspeitos ouvidos pela política. “Ele (o delegado) reitera que divulgar imagens como essas envolvendo menores é crime, chama os suspeitos para depor, eles confessam e daí eles são liberados? Não consigo entender. O vídeo não é prova o suficiente?”

Samy afirma ainda que o fato de a gravação mostrar que a garota está desacordada já é prova o suficiente de estupro. O delegado, no entanto, alegou que não ainda havia subsídios para pedir a prisão preventiva.

Para o procurador de Justiça Mario Sarrubbo, professor da Faculdade de Direito da Faap, de São Paulo, o vídeo que mostra a garota deitada e desacordada enquanto os rapazes tocam suas partes íntimas e debocham é um “indício forte” de que houve o estupro, e deve ser confrontado com outras provas. “Eu teria pedido a preventiva. Temos um vídeo com confissão”, diz ele. “Eles afirmam (em gíria própria) que houve estupro.”

Congresso nacional sobre saúde mental discute políticas públicas para as mulheres

A secretária de políticas públicas para as mulheres de Natal, Aparecida França, está em São Paulo nesta sexta-feira (27), onde participa do 5º Congresso Brasileiro de Saúde Mental. Promovido pela Associação Brasileira de Saúde Mental, o evento se propõe a discutir e defender o bem-estar coletivo, no âmbito da saúde mental, no território brasileiro. Iniciado nesta quinta-feira (26), o encontro segue até sábado (28).

Aparecida França, que é psicanalista, especialista em socialização e doutora em Psicologia, participará de uma mesa de discussão a respeito dos desafios da política pública para atender às mulheres, especialmente as que apresentam algum tipo de transtorno mental. “Precisamos nos preparar para atender uma demanda crescente de mulheres, que além de submetidas à violência física, psicológica, material, é também usuária de droga e apresenta algum tipo de transtorno mental”, alerta Aparecida França.

Pesquisa brasileira pode aumentar longevidade de pacientes com câncer de pulmão

Pesquisadores do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho,  da Universidade Federal do Rio de Janeiro descobriram por meio de pesquisas  que pode aumentar a qualidade e a longevidade de pacientes com câncer de pulmão com metástase óssea. Eles identificaram maior risco de metástase óssea em um subtipo do câncer: adenocarcinoma de pulmão,  explicou o coordenador da pesquisa, Marcelo Bragança dos Reis.

Foram selecionados 413 pacientes diagnosticados entre 2003 e 2012. A pesquisa ocorreu durante o ano de 2015, e o estudo foi publicado recentemente no periódico Lung Cancer, a mais importante revista científica sobre câncer de pulmão.

“Os ossos são um dos principais locais de metástase no organismo e esse risco aumenta em pacientes com adenocarcinoma. Com esta descoberta, temos como avaliar por exames e tentar rastrear o osso do paciente com adenocarcinoma. Se identificarmos que se espalhou para o osso, podemos tratar mais cedo e aumentar as chances de vida desse paciente”, disse.

O exame para detectar metástase nos ossos é feito normalmente quando o paciente sente dores, disse Bragança. Embora não seja o mais comum, o câncer de pulmão é o que mais mata no mundo, alertou o ortopedista, e o adenocarcinoma é o subtipo mais comum.

“Esse cuidado de inserir na rotina o rastreamento dos ossos durante e após o tratamento ainda não é feito. A segunda fase da pesquisa é tentar comprovar e detectar precocemente a metástase, que trará benefícios na sobrevida desse paciente”, comentou. O tratamento para a metástase óssea é  por meio de medicamento intravenoso e cirurgia. Infelizmente, não existe cura para a metástase óssea.

Além de Bragança, participaram do trabalho os médicos do Instituto de Doenças do Tórax Marcos Eduardo Machado Paschoal e Fernanda Carvalho de Queiroz Mello.

Agência Brasil

Defensoria irá propor TAC para Amil ampliar a assistência pediátrica no RN

O TAC DEVERÁ SER ENVIADO PARA ANÁLISE DA OPERADORA ATÉ A PRÓXIMA SEXTA-FEIRA (27).(ASCOM/DEFENSORIA)

O TAC DEVERÁ SER ENVIADO PARA ANÁLISE DA OPERADORA ATÉ A PRÓXIMA SEXTA-FEIRA (27).(ASCOM/DEFENSORIA)

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE-RN) irá propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que a Amil, administradora de planos de saúde, realize a ampliação do número de leitos de UTI e internação pediátrica, bem como disponibilizar novos consultórios de pronto atendimento no Hospital Promater. O TAC deverá ser enviado para análise da operadora até a próxima sexta-feira (27).

A proposta para formulação de um Termo de Ajustamento de Conduta surgiu durante uma reunião realizada na tarde desta segunda-feira (23), entre os defensores públicos Cláudia Carvalho Queiroz, Bruno Henrique Magalhães Branco e Igor Melo Araújo e a diretoria regional da Amil. A mediação aconteceu em decorrência do procedimento aberto pela DPE-RN em fevereiro deste ano, para apurar as questões envolvendo a falta de leitos de UTI Pediátrica no RN.

De acordo com a defensora pública Cláudia Queiroz, durante a reunião, a diretoria da Amil informou que já vem adotando, dentro da estrutura da Promater, algumas medidas em caráter provisório, como a transformação de quatros leitos de internação em UTIs Pediátricas e a abertura de mais dois consultórios para atendimento de urgência e emergência, além da realização de uma reforma que irá possibilitar outras melhorias.

Com as informações repassadas pela direção do plano de saúde, a Defensoria decidiu formular o TAC. No documento, serão incluídas todas as medidas que a Amil deverá adotar (dentro de prazo a ser definido), de acordo com as necessidades dos seus usuários. Nele, a Defensoria irá determinar a instalação de dez leitos de UTI Pediátrica, a ampliação dos leitos de internação convencional e a ampliação dos consultórios de pediatria do pronto atendimento da Promater.

“O Termo irá formalizar as propostas apresentadas na reunião de mediação. Ele será analisado, conjuntamente, pelas diretorias da Amil e da Promater, dentro de um prazo máximo de dez dias após seu recebimento. Caso o TAC seja acatado, a Defensoria irá suspender o procedimento para a Ação Civil Pública que está sendo preparada em desfavor da operadora”, afirmaram os defensores públicos.

Galeno Torquato solicita equipamentos de saúde para atender região Oeste

O DEPUTADO ESTADUAL GALENO TORQUATO.

O DEPUTADO ESTADUAL GALENO TORQUATO.

O deputado estadual Galeno Torquato (PSD), que tem na saúde uma das bandeiras do seu mandato, apresentou requerimento na Assembleia Legislativa solicitando à Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) a aquisição de um aparelho de raio-x móvel para o Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade, no município de Pau dos Ferros, no Oeste potiguar.

“Existe uma alta incidência de traumas ortopédicos na região que necessitam de exames de radiografia. A aquisição do equipamento é fundamental para garantir o acesso da população aos exames, dar celeridade aos atendimentos e evitar que os pacientes sejam encaminhados para outras unidades de saúde”, destaca Galeno Torquato.

Além do aparelho de raio-x, o parlamentar requereu ainda a aquisição de uma ambulância para compor a estrutura do Hospital Regional Dr. Cleodon Carlos de Andrade. De acordo com Galeno, além da população de Pau dos Ferros, a unidade regional atende moradores de outros 36 municípios da região Oeste.