20 de outubro de 2016 às 11:41
20 de outubro de 2016 às 12:28
A MAIORIA DOS PACIENTES APRESENTOU SINTOMAS RECORRENTES COMO DISPNEIA, TOSSE E SIBILO, OS PRINCIPAIS SINTOMAS DE AGRAVOS RESPIRATÓRIOS ANALISADOS
Durante os meses de maio e agosto deste ano foram notificados 1.930 casos de agravos respiratórios em crianças menores de cinco anos de idade no município de Natal, conforme o relatório da Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Poluentes Atmosféricos (Vigiar Natal), divulgado pelo Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (DVS-SMS). A zona Oeste registrou 1.176 ocorrências, o equivalente a 60,93% das notificações, sendo os bairros de Felipe Camarão e Planalto com 345 e 225 casos, respectivamente.
A zona Leste de Natal aparece com o segundo maior número de registros, 320, ou 16,58% das notificações, com os bairros de Mãe Luíza e Alecrim os responsáveis por 101 e 55 casos, cada. Em terceiro lugar está a zona Norte, onde foram computados 250 casos (12,58%), sendo 59 em Nossa Senhora da Apresentação e 58 na Redinha. A zona Sul teve 184 notificações (9,53%), com Ponta Negra com 50 casos e Capim Macio e Pitimbu, com 36 cada um.
Conforme o documento, a maioria dos pacientes apresentou sintomas recorrentes como dispneia, tosse e sibilo, os principais sintomas de agravos respiratórios analisados pelas unidades Sentinela Vigiar, instaladas no Hospital Municipal de Natal Dr. Newton Azevedo e as unidades de pronto atendimento Esperança e Potengi.
O responsável técnico do Vigiar Natal, João Igor Miranda, explica que o setor está trabalhando no planejamento das ações de vigilância em saúde ambiental nas áreas de maiores ocorrências. Ele afirmou que a estratégia de investigação de campo terá início na zona Oeste, especificamente no bairro de Felipe Camarão, que obteve o maior número de casos absolutos analisados durante o período correspondente ao segundo quadrimestre de 2016.
“Nossa atuação compete à identificação e avaliação dos fatores de risco, monitoramento de agravos nas populações expostas e a promoção de ações que minimizem os problemas de saúde. As ações de controle da qualidade do ar são de competência da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), que receberá o relatório contendo as informações do programa Vigiar, para as providências cabíveis, para solução do problema em nível local”.
20 de outubro de 2016 às 09:59
20 de outubro de 2016 às 09:59
OS CASOS NOTIFICADOS ESTÃO DISTRIBUÍDOS EM 89 MUNICÍPIOS DO ESTADO
O mais recente boletim divulgado pela Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) aponta que, no Rio Grande do Norte, foram notificados 469 casos suspeitos de microcefalia relacionados às infecções congênitas. Desses, 334 são de nascimentos ocorridos em 2015, 124 são de nascimentos ocorridos até a semana epidemiológica (SE) nº 41, terminada em 15/10/2016, quatro foram de nascimentos ocorridos em 2014 e os demais estão entre os abortos e pré-natal.
Os casos notificados estão distribuídos em 89 municípios do estado. Do total, 128 estão sob investigação, 140 foram confirmados e 201 foram descartados. Os casos confirmados estão distribuídos em 47 municípios do Estado.
Natal é o município com maior registro da doença, sendo 98 casos notificados, 39 confirmados, 47 descartados em 12 casos estão em investigação. Mossoró é o segundo município, com 89 casos notificados, 14 confirmados e 52 em investigação. Parnamirim aparece na listagem como o terceiro municio mais afetado, com 37 casos notificados, 9 confirmados, 22 descartados e 6 casos em investigação.
Nesta segunda-feira (17), o número de pacientes em macas foi o maior desde o início do corredômetro em junho de 2015, 224 pessoas aguardando atendimento nos quatro maiores hospitais do estado.
No Walfredo Gurgel haviam 155 pacientes em macas, 69% do total. Hoje (18), eram 120 nos corredores. Para Manoel Egídio, coordenador-geral do Sindsaúde-RN e enfermeiro do Walfredo, “é absurda a superlotação, cada servidores tem que acompanhar mais de 15 pacientes por turno, a gente faz o que pode, mesmo sem as mínimas condições de trabalho”.
A situação de superlotação se repete nos demais hospitais. No Deoclécio Marques, em Parnamirim, existiam 33 pacientes em macas, sendo 27 nos corredores. Na Zona Norte, no Santa Catarina, 11 pessoas aguardavam em macas. Em Mossoró, no Tarcísio Maia, haviam 25 pessoas na mesma situação. Sem leitos suficientes, os pacientes aguardam receber atendimento médico em macas, colchões no chão ou cadeiras, durante dias.
18 de outubro de 2016 às 16:19
18 de outubro de 2016 às 16:19
HOSPITAL WALFREDO GURGEL
Segundo a direção do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, as cirurgias não podem acontecer porque dentro das salas do centro cirúrgico há pacientes que foram operados e que necessitam de leitos com respiradores/monitores, ou seja, leitos de UTI, onde não há vagas.
A retomada das cirurgias vai acontecer na medida em que forem transferidos para leitos os pacientes que estão nas salas cirúrgicas. Infelizmente esse tem sido um problema recorrente, devido a grande demanda/entrada de pacientes graves. O hospital conta hoje com 45 leitos de UTI.
UTI Pediátrica
Apesar do cumprimento da carga horária integral por parte da equipe médica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, o Hospital não terá equipe médica disponível para os plantões do referido serviço a partir do dia 28/10/2016. Esse fato é decorrente de aposentadorias, exonerações e licenças prêmios com fins de aposentadoria.
18 de outubro de 2016 às 11:57
18 de outubro de 2016 às 11:57
O Ministério da Saúde informou hoje (18) que vai financiar mais de mil novas vagas de residência – sendo 400 de residência médica e 600 de residência em área profissional da saúde, com ênfase em residências multiprofissionais.
A expansão, segundo a pasta, será feita por meio do Pro-Residência, programa que incentiva a formação de especialistas por meio do financiamento de bolsas. Instituições interessadas devem enviar proposta por meio do Sistema de Informações Gerenciais do Pró-Residência, no endereço.
O prazo para envio de propostas vai até 30 de novembro. Podem concorrer aos editais instituições públicas estaduais, municipais e do Distrito Federal e instituições privadas sem fins lucrativos, exceto instituições federais vinculadas ao Ministério da Educação e instituições privadas com fins lucrativos.
De acordo com o ministério, o financiamento das bolsas poderá ser solicitado tanto para vagas novas, decorrentes da criação de novo programa de residência, quanto para vagas novas decorrentes da expansão de programa existente em situação regular junto à Comissão Nacional de Residência Médica.
Zika, dengue e chikungunya
Ainda segundo a pasta, uma novidade dos dois editais é a priorização de propostas de programas de residência que considerem as necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para responder demandas decorrentes da chamada tríplice epidemia – Zika, dengue e chikungunya – e do cuidado às pessoas com microcefalia.
“Na análise das propostas, os programas de residência em regiões com maior concentração de casos da doença, segundo dados estatísticos referenciais, terão prioridade. As regiões beneficiadas pela inclusão deste critério são Nordeste, Norte e Centro-Oeste, nesta ordem de prioridade”, informou o ministério.
Especialidades
Outro critério que consta nos editais a ser usado na concessão das bolsas é a área de especialização. No caso de programas de residência médica, serão priorizadas as especialidades de maior relevância para o SUS, como clínica médica, ginecologia e obstetrícia, neurocirurgia, pediatria e psiquiatria.
Já na residência em área profissional da saúde, serão priorizadas áreas de concentração como a atenção básica/Saúde da Família, atenção clínica especializada com ênfase em infectologia, enfermagem obstétrica, neonatologia, reabilitação e vigilância em saúde.
18 de outubro de 2016 às 11:33
18 de outubro de 2016 às 11:33
A CLASSIFICAÇÃO DE BAIXO RISCO É DADA A MEDICAMENTOS DOS QUAIS A ANVISA JÁ CONHECE O PERFIL DE SEGURANÇA E EFICÁCIA E O MENOR IMPACTO NA SAÚDE DE QUEM O UTILIZA.
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e o Núcleo de Controle de Medicamentos está divulgando a atualização da lista de medicamentos de baixo risco, conforme Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 107/16. A classificação de baixo risco é dada a medicamentos dos quais a Anvisa já conhece o perfil de segurança e eficácia e o menor impacto na saúde de quem o utiliza.
A medida foi aprovada no mês de agosto pela Agência. A atualização inclui mais 37 medicamentos na lista de baixo risco sujeitos a notificação simplificada. Segundo o chefe do Núcleo de Controle de Medicamentos, Sérgio Augusto Albuquerque, a Anvisa ampliou este mês, a lista de medicamentos de baixo risco. Os Produtos da lista precisam ser notificados na Agência e ser produzidos por empresas autorizadas, mas estão dispensados de registro.
“Já está disponível a atualização da lista dos medicamentos de baixo risco, ou seja, medicamentos que passam apenas pelo processo de notificação simplificada na Anvisa antes de chegarem ao mercado. A medida está na resolução RDC 107/16, publicada do Diário Oficial da União (DOU)”, destacou Sérgio.
A norma traz uma tabela atualizada com todos os medicamentos que se enquadram na categoria de baixo risco com informações sobre concentração, indicação, modo de uso e advertência, entre outros.
Quando enquadrados nesta categoria, as empresas são dispensadas do protocolo do processo de registro e recebem da Agência a autorização para fabricar e comercializar os medicamentos listados, por meio de um procedimento eletrônico que confere maior agilidade ao processo de liberação de medicamentos para o mercado: a notificação simplificada.
Estão na lista da nova RDC, entre os 112 itens, medicamentos anteriormente classificados como genéricos, similares e específicos. Como exemplo, podemos citar a Simeticona, usada para alívio dos sintomas relacionados ao excesso de gases intestinais, em diferentes concentrações e formas farmacêuticas: comprimido, comprimido mastigável, cápsula gelatinosa e emulsão oral.
Medicamentos de baixo risco
A categoria dos medicamentos de baixo risco foi criada há dez anos por meio da Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa RDC 199/2006, publicada no ano de 2006, que ainda está vigente, define em seu Anexo I que a Anvisa faria uma Instrução Normativa (IN) listando e nominando os medicamentos que poderiam ser enquadrados como de baixo risco e que estariam sujeitos a notificação.
A primeira revisão do Anexo I da RDC 199/2006 se deu com a publicação pela Anvisa da Instrução Normativa – IN 3/2009. Naquela ocasião a lista trazia 75 medicamentos. A resolução RDC 107/16 revoga a IN 3/2009 e amplia a lista de 75 medicamentos em mais 37 produtos. O que totaliza 112 medicamentos de baixo risco.
14 de outubro de 2016 às 11:33
14 de outubro de 2016 às 11:33
(DIVULGAÇÃO/SMS)
A Campanha de Vacinação Antirrábica para cães e gatos a partir de dois meses de idade, foi prorrogada pela Secretaria Municipal de Saúde de Natal, por meio do Centro de Controle de Zoonoses de 11 a 28 de outubro. A estratégia adotada pelo CCZ é com visitas casa a casa. A campanha iniciada em 16 de julho e estava prevista para terminar no dia 10 de outubro.
A equipe do CCZ realizou vacinação em áreas de difícil acesso, acumuladores de animais (a partir de cinco animais); áreas de risco onde houve casos de raiva em morcegos; condomínios e regiões limítrofes (São Gonçalo, Extremoz, Macaíba e Parnamirim). O Dia “D”, ponto alto da campanha, ocorrido em 10 de setembro, quando a Secretaria Municipal de Saúde disponibilizou 590 profissionais e 112 postos de vacinação distribuídos nas regiões dos cinco Distritos Sanitários de Natal.
Dados do Centro de Controle de Zoonoses apontam um percentual de 45,8% de vacinados, o que corresponde a 65.033 animais vacinados, sendo 47.977 cães e 17. 056 gatos imunizados até agora. A população de animais que falta se imunizados é de 76.822 animais, entre cães e gatos. A meta da campanha para este ano, é imunizar 80% da população canina e 60% da população felina.
RAIVA
A raiva é uma zoonose (doença transmitida pelos animais ao homem) de letalidade elevada, chegando a 100% nos animais que desenvolvem sintomas da doença. Por este motivo, apesar da redução dos casos de raiva canina e felina no país, ainda é extremamente necessário vacinar os animais. A vacinação de cães e gatos é de suma importância para a proteção da vida animal, porque proporciona imunidade sobre a doença, fazendo com que o organismo crie anticorpos necessários para combatê-la.
14 de outubro de 2016 às 09:33
14 de outubro de 2016 às 09:33
Leia a nota:
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (Sesap) informa que com relação ao atraso no pagamento dos salários dos médicos servidores do mês de setembro, o Governo do Estado já se pronunciou e está efetivando o pagamento de acordo com as faixas salariais.
A Sesap solicita a compreensão da categoria no sentido de manter os serviços sem prejuízo à população. O secretário George Antunes vai receber nesta sexta-feira (14) à tarde, representantes do Sindicato dos Médicos para discutir o assunto.
Com relação à Operação Padrão, a secretaria esclarece que as UPAs não são de responsabilidade do Governo do RN, mas do município de Natal.
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