Estudantes da UFRN realizam VIII Campanha Sangue Universitário

A CAMPANHA CHEGA NA SUA OITAVA EDIÇÃO.

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O VEÍCULO CIRCULA ENTRE AS QUATRO ZONAS DA CAPITAL POTIGUAR, PERMANECENDO DOIS OU TRÊS DIAS EM CADA LOCAL. (FOTO: ARGEMIRO LIMA)

CONSUMIR APENAS 400 ML DE BEBIDAS ADOÇADAS COM AÇÚCAR OU ARTIFICIALMENTE (AS DIET OU ZERO) TRAZ O DOBRO DE RISCOS DE DIABETES PARA QUEM AS CONSOME. (OCUSFOCUS/THINKSTOCK)
Consumir menos de meio litro de bebidas açucaradas por dia é o suficiente para dobrar o risco de se desenvolver diabetes, mostra um estudo publicado pela European Society of Endocrinology. E, ao contrário do que pode parecer, quem opta pelas versões diet ou zero não sai ileso a esse risco.
As versões adoçadas artificialmente, conhecidas como zero ou diet, apresentaram resultados semelhantes às convencionais. Segundo o estudo, tal relação pode ser explicada, entre outros fatores, por um efeito estimulante ao apetite provocado por elas.
Além da diabetes tipo 2, a pesquisa analisou também uma variedade mais rara da doença, a LADA – que é autoimune, assim como a tipo 1, e geralmente ocorre em adultos. Nos dois casos, constatou-se o risco em dobro como consequência do consumo de duas doses diárias, cada uma de 200 ml.
Também foi analisado o consumo de mais de um litro das bebidas por dia; nesse caso, o risco de desenvolver a diabetes tipo 2 chegou a ser dez vezes maior do que entre os que não consomem nenhuma quantidade. Por conta da baixa frequência com que esse hábito foi relatado, o estudo destaca que esse resultado é menos expressivo.
A relação da diabetes tipo 2 com as bebidas açucaradas já tem sido evidenciada em pesquisas anteriores. Os riscos em relação à LADA, por outro lado, não são tão evidentes e foram o principal foco do estudo.
Segundo os pesquisadores, ainda são necessárias novas pesquisas para investigar a relação das bebidas com a LADA e, também, para esclarecer os efeitos das bebidas adoçadas artificialmente.
Exame
Tem início nesta segunda-feira (7), mais um curso de “Cuidador” realizado pelo Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG). O curso tem como objetivo, capacitar pessoas maiores de 18 anos, no cuidado a idosos, portadores de necessidades especiais e deficientes. As aulas acontecerão no auditório Rosângela Morais, nos dias 7, 8, 9, 11 e 14 próximos, no horário das 13:30h às 17h e somam uma carga horária de 20h. Na segunda-feira (7), às 14h, será realizada a cerimônia de abertura do curso.
Composto de palestras abrangendo as áreas de enfermagem, fonoaudiologia, psicologia e medicina, também são abordados temas como doenças da terceira idade, envelhecência, pé diabético e terapia ocupacional (TO), serviço social (direitos e deveres do paciente), e nutrição. O público alvo do curso abrange pessoas de ambos os sexos (já formadas em cuidadoras ou não), agentes comunitários de saúde e toda a comunidade em geral.
As aulas são divididas em teóricas e práticas. Os alunos participam de oficinas de tecnologia assistida (onde cada cuidador aprenderá a confeccionar próteses que proporcionem maior conforto ao paciente como utensílios adaptados para alimentação, andar ou até mesmo para pentear os cabelos), de fisioterapia (posicionamento, transferência, mobilização e manuseios corretos). Qualquer pessoa pode fazer o curso de cuidador e não precisa ter formação anterior na área de enfermagem.
Implantado em abril de 2006, o SAD oferece assistência integral aos pacientes idosos ou com necessidades especiais, portadores de doenças infecto contagiosas que podem receber alta hospitalar precocemente (recebendo acompanhamento de uma equipe multiprofissional), em suas residências, visando diminuir as complicações por internações prolongadas e reinternações.
Para mais informações quanto ao curso, o telefone do SAD é o 3232-7615.

UNIDADE MÓVEL OFERECERÁ EXAMES E ORIENTAÇÕES SOBRE SAÚDE SEXUAL DE FORMA GRATUITA ÀS MULHERES DA CIDADE. INAUGURAÇÃO SERÁ NESTA TERÇA (08)
A unidade móvel Sesc Saúde Mulher chega à cidade de Afonso Bezerra. O projeto pioneiro do Sistema Fecomércio, realizado por meio do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), oferecerá gratuitamente exames e orientações em saúde às mulheres do município até dia 16/12. A solenidade de inauguração será nesta terça-feira (08/11), às 19h, na Rua Baltazar da Rocha Bezerra, ao lado da igreja matriz, local onde a unidade ficará estacionada. Os agendamentos começam logo após a solenidade e seguem durante a semana.
A nova unidade móvel, recém chegada ao estado para substituir a anterior, conta com uma equipe formada por enfermeira, orientadora em saúde, técnicas de radiologia, artífice e médico. A estrutura é equipada com consultório médico, sala de mamografia (com um dos poucos mamógrafos digitais existentes no RN e proteção radiológica), banheiro, sala de atendimento e área externa para orientações sobre saúde.
Para fazer a mamografia, a mulher precisa ter entre 50 e 69 anos; já o preventivo, chamado Papanicolau, contempla a faixa etária de 25 a 69 anos. Para solicitar o agendamento, a mulher deve estar munida de documentos de identidade (RG e CPF), cartão SUS e comprovante de residência.
A expectativa é de que sejam realizadas 864 mamografias e 768 preventivos durante os 24 dias úteis de permanência da unidade em Afonso Bezerra, além de 2.100 atendimentos na área de educação em saúde.
Inaugurada em julho de 2012 no RN como um projeto pioneiro no país, a primeira unidade móvel já passou por Natal, Angicos, Lajes, Extremoz, Fernando Pedroza, Santana do Matos, Parelhas, Caicó, Currais Novos, São José do Campestre, Parnamirim e Areia Branca. Até a metade deste ano, mais de 125 mil atendimentos foram realizados nos municípios, e cerca de 26 mil mulheres foram atendidas.
Serviço:
O quê? Sesc Saúde Mulher chega a Afonso Bezerra
Quando? De 08/11 a 16/12 | Atendimento das 8h às 12h e das 13h às 17h
Onde? Rua Baltazar da Rocha Bezerra (ao lado da igreja matriz)
Solenidade de inauguração? 08/11, às 19h, no local onde unidade ficará estacionada
Agendamento? Iniciam após a solenidade de inauguração
Na manhã desta sexta-feira (04), os servidores da saúde do município de Natal realizarão uma assembleia no auditório do Sindsaúde, às 08h. A categoria irá discutir a construção de uma greve contra o atraso de salários e agora com a nova ameaça do prefeito Carlos Eduardo, de parcelamento do pagamento.
Os servidores também irão discutir a construção dos próximos dias de luta que ocorrerão em Natal e em todo o país, nos dias 11 e 25 de novembro e eleições das Comissões de Base por local de trabalho.
Após a assembleia, a categoria sairá em caminhada em direção à prefeitura contra o pacote de medidas de ajuste do prefeito Carlos Eduardo, para reduzir despesas na folha do município. Entre uma das medidas está a ampliação da jornada de trabalho de seis horas para oito horas em algumas secretarias do município. Durante o percurso da manifestação, outras categorias, como os servidores da saúde estadual – que também estarão em assembleia, se somarão ao protesto.
Segundo informações de um áudio do secretário de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, o salário dos servidores será pago de forma escalonada. Os servidores que recebem até 2 mil reais receberão o pagamento integral, mas quem recebe acima desse valor, receberão em três pagamentos. A primeira parcela será 30% do salário, a segunda novamente em 30% e a última parcela em 40%. Além disso, o secretário anunciou uma possível ameaça de corte do ponto daqueles servidores que entrarem em greve contra o atraso de salários.
DE ACORDO COM O IASP (INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR THE STUDY OF PAIN), 72% DOS PACIENTES COM CÂNCER DE PRÓSTATA, EM MÉDIA, SOFRERÃO COM A CONDIÇÃO EM ALGUM MOMENTO DA EVOLUÇÃO DA DOENÇA
O dia 17 de novembro é o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, de forma que o mês é marcado por ações de conscientização e prevenção da doença, visando chamar a atenção da população sobre os cuidados necessários para evitar a doença, além de discutir avanços no tratamento e na qualidade de vida destes pacientes. Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), a estimativa (2016-2017) aponta a ocorrência de 600 mil novos casos de câncer no Brasil e, com exceção do câncer de pele não melanoma, os cânceres de próstata serão os mais frequentes: 61 mil casos, o que corresponde a 28,6% de todos os novos casos em homens deste ano.
Em pacientes oncológicos, estima-se que pelo menos 50% deles sofram de dor crônica – índice que pode chegar até 90% nos casos avançados. De acordo com o IASP (International Association for the Study of Pain), 72% dos pacientes com câncer de próstata, em média, sofrerão com a condição em algum momento da evolução da doença e os especialistas alertam para o cuidado com esta condição que dificilmente é tratada de forma adequada.
“Em sua fase inicial, o câncer da próstata tem evolução silenciosa, e a dor costuma ser um dos primeiros sintomas que aparecem conforme a doença avança. A presença de sintomas urinários, como por exemplo dificuldade para micção, e dor pélvica ou em outros locais podem indicar um estágio mais avançado da doença. Além da recomendação dos exames preventivos para homens com mais de 45 anos, uma vez que a doença é diagnosticada, é fundamental que haja diálogo entre o paciente e a equipe médica multidisciplinar para que seja indicado o melhor tratamento objetivando a cura, nos casos da doença inicial, ou aumento da sobrevida, alívio das sintomas e, consequente, melhoria na qualidade de vida, nos casos da doença avançada”, explica Dr. Fernando Sabino Marques Monteiro, oncologista clínico do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Santa Lúcia, de Brasília (DF).
O tratamento para a dor envolve uma equipe multidisciplinar e diversas terapias, dentre elas o uso de analgésicos opioides nos casos de dor moderada e intensa, conforme a indicação da Organização Mundial da Saúde (OMS). “O Brasil está entre os países que menos prescrevem opioides, com média de 13.13mg per capita, quando o considerado adequado seria 192,91mg – ou seja, quase 15x maior, números que sugerem o subtratamento da dor”, alerta Dr. Sabino.
De acordo com os próprios especialistas, este cenário é resultados de diversos fatores, incluindo os entraves bucrocráticos ao acesso às medicações para o tratamento adequadro das dores oncológicas – seja no SUS ou junto aos convênios de saúde. “Se, por um lado, a rede pública aguarda revisão do protocolo que padroniza o tratamento para dor, na expectativa de que haja ampliação das opções de analgésicos opioides disponibilizados aos pacientes, por outro, a saúde suplementar avança nas discussões sobre o tratamento da condição, ainda que tenhamos um longo caminho a percorrer”, adianta o especialista.
Desde 2014, está vigente a Lei da Quimioterapia Oral (Lei nº 12.880/2013 – RN nº 387/2015) que garante aos pacientes com câncer o fornecimento do tratamento quimioterápico em casa, incluindo apenas terapias para dor decorrente da quimioterapia. “Os estudos apontam que de 15% a 25% dos pacientes sintam dor como um efeito colateral das terapias – seja quimioterapia, radioterapia ou das próprias cirurgias. O grande problema é que a maioria dos pacientes, cerca de 80%6, têm dor associada à ação direta do tumor e, portanto, não estão contemplados nesta lei. Além de ser uma medida pouco conhecida, nós médicos vemos a possibilidade de ampliar esse acesso e temos buscado discutir formas de beneficiar ainda mais pacientes”, comenta Dr. Fernando Sabino.
Neste mês de conscientização, o especialista reforça ainda que “o objetivo principal é continuar divulgando informações sobre a prevenção do câncer de próstata e, quando falamos de tratamento, mencionar também que o controle da dor é fundamental para que os pacientes possam ter uma melhor qualidade de vida”.
Novo Jornal

DO TOTAL DE NOTIFICAÇÕES, 128 FORAM DE NASCIMENTOS OCORRIDOS EM 2016 E 334 FORAM DE BEBÊS NASCIDOS EM 2015.
O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) recebeu, no mês de outubro, sete notificações de casos suspeitos de microcefalia no Rio Grande do Norte. Nesta quinta-feira, 03, a Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou boletim atualizado, com dados de janeiro de 2015 até 29 de outubro de 2016.
Nesse período foram notificados 473 casos de microcefalia no estado, sendo 142 confirmados, 130 ainda sob investigação e 201 casos descartados. Do total de notificações, 128 foram de nascimentos ocorridos em 2016 e 334 foram de bebês nascidos em 2015.
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