30 de março de 2017 às 06:44
30 de março de 2017 às 06:57
PACIENTES PASSAM POR ATENDIMENTO PARA AVALIAÇÃO, TRIAGEM E, SE NECESSÁRIO, AGENDAMENTO DE CIRURGIAS
A Secretaria de Saúde de Parnamirim realizou nesta quarta-feria, 29, um mutirão para combater o tratar o glaucoma – doença ocular que provoca danos irreparáveis no nervo óptico. Os atendimentos, realizados na Hope, clínica credenciada à Prefeitura, localizada no bairro de Monte Castelo, beneficiam cerca de duzentos pacientes, que passam por avaliação, triagem e, se necessário, agendamento de cirurgias. Os colírios também são fornecidos pelo poder público.
Saulo Adriano faz o tratamento de glaucoma desde 1999. “Tudo é feito pelo SUS e minha doença está controlada. Não tenho o que reclamar do atendimento”, disse o paciente enquanto aguardava sua vez.
José Albuquerque da Silva, 79, morador em Emaus já realizou cirurgia e veio apenas fazer o acompanhamento. “Não tenho o que reclamar. Sempre fui muito bem atendido. E, o controle trimestral é muito importante”, disse.
A paciente Isabel Barbosa, 67, moradora em Santa Teresa, compareceu à clínica Hope para receber atendimento. “Vim pegar os colírios porque se tivesse que comprar não teria condições. E, sempre sou muito bem recebida”, disse.
A equipe da Clínica Hope informa que no próximo mês deverá agendar uma data para realizar um novo mutirão, atendendo mais 200 pacientes.
28 de março de 2017 às 07:52
28 de março de 2017 às 07:52
UNIDADE MÓVEL CONTA COM ENFERMEIRA, ORIENTADORA EM SAÚDE, TÉCNICAS DE RADIOLOGIA, ARTÍFICE E MÉDICO
Depois de um período em Serra de São Bento, o Sesc Saúde Mulher chega a Nova Cruz. O projeto pioneiro do Sistema Fecomércio, realizado por meio do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), oferecerá gratuitamente exames e orientações em saúde às mulheres do município até dia 26/06. A solenidade de inauguração será na quarta-feira (29/03), às 19h, na Rua Vereador José André Dias, s/n (atrás da Paróquia São Sebastião). Os agendamentos iniciam no mesmo dia da solenidade e seguem durante a semana.
A nova unidade móvel, recém chegada ao estado para substituir a anterior, conta com uma equipe formada por enfermeira, orientadora em saúde, técnicas de radiologia, artífice e médico. A estrutura é equipada com consultório médico, sala de mamografia (mamógrafo digital e proteção radiológica), banheiro, sala de atendimento e área externa para orientações sobre saúde.
Para fazer a mamografia, a mulher precisa ter entre 50 e 69 anos; já o preventivo, chamado Papanicolau, contempla a faixa etária de 25 a 64 anos. Para solicitar o agendamento, a mulher deve estar munida de documentos de identidade (RG e CPF), cartão SUS e comprovante de residência. A expectativa é de que sejam realizadas 1.938 mamografias e 1.632 preventivos durante a permanência em Nova Cruz, além dos atendimentos na área de educação em saúde.
Unidade móvel
Inaugurada em julho de 2012 no RN como um projeto pioneiro no país, a primeira unidade móvel do Sesc Saúde Mulher já passou por Natal, Angicos, Lajes, Extremoz, Fernando Pedroza, Santana do Matos, Parelhas, Caicó, Currais Novos, São José do Campestre, Parnamirim, Areia Branca e Afonso Bezerra. Desde a inauguração até março de 2017, foram realizados 253.423 atendimentos nos municípios.
Serviço:
O quê? Sesc Saúde Mulher em Nova Cruz
Quando? De 29/03 até 26/06 | Atendimento de terça a quinta-feira (8h às 12h e das 13h às 17h) e nas sextas-feiras (8h às 12h).
Onde? Rua Vereador José André Dias, s/n (atrás da Paróquia São Sebastião).
Solenidade de inauguração? 29/03 (quarta-feira), às 19h, no local onde unidade ficará estacionada
Agendamento? Começam no dia da solenidade de inauguração
28 de março de 2017 às 07:43
28 de março de 2017 às 07:43
MINISTÉRIO DA SAÚDE AVALIA A ATENÇÃO À SAÚDE MATERNO-INFANTIL OFERECIDA NA MATERNIDADE DIVINO AMOR
Um grupo de técnicos do Ministério da Saúde está na Maternidade Divino Amor, e Parnamirm, para avaliar a atenção à saúde materno-infantil oferecida na unidade. Durante três dias, as avaliadoras irão coletar informações da rede cegonha, que deve assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, além de assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro.
As técnicas foram recebidas pela diretora da Maternidade Divino Amor, Júlia Ferreira Lopes, que se colocou à disposição para apresentar todos os dados e documentos que o grupo necessitar. “Esse tipo de avaliação é muito positivo porque permite identificarmos os problemas e ajustá-los para a melhoria do atendimento”, justificou.
Ana Lúcia Nunes, assistente social e avaliadora, explicou que a ideia é fazer todo o percurso da paciente, desde a entrada na maternidade, realizando a contagem de leitos, entrevistando os gestores, os trabalhadores e as pacientes. “Essa vistoria e coleta de dados é nacional e devemos concluí-la até maio”, disse.
Depois da coleta de dados, o governo Federal terá um prazo de seis meses para repassar o resultado da avaliação aos estados. “Trata-se de um trabalho pedagógico que não tem caráter punitivo. O que estamos fazendo é apenas um diagnóstico da rede cegonha com a proposta de melhorar o atendimento”, explicou Ana Lúcia Nunes.
A equipe técnica é formada também pela enfermeira Verdande Trotskaya Medeiros, nutricionista Maria Fernandes e Acácia Cândido.
24 de março de 2017 às 07:22
24 de março de 2017 às 07:22
MATERNIDADE DIVINO AMOR RETOMOU AS CIRURGIAS ELETIVAS GINECOLÓGICA E GERAL
A Maternidade Divino Amor retomou as cirurgias eletivas ginecológica e geral (hérnias, vesículas, varizes e mama) desde o mês de janeiro desse ano. Apesar da retomada, a demanda reprimida é de 278 pacientes, o que deverá ser reduzida com a contratação de mais quatro cirurgiões. “A contratação se dará agora no mês de abril e esperamos em breve reduzir consideravelmente essa fila de espera”, disse a diretora da Maternidade, Júlia Ferreira Lopes.
De acordo com a diretora com as novas contratações de profissionais, as cirurgias poderão ser realizadas nos períodos da manhã e da tarde. Os pacientes que necessitam de cirurgias são encaminhadas pelo posto de saúde para consulta com o cirurgião na Maternidade, que solicita os exames necessários e marca o procedimento. “Essa é uma demanda que não para de crescer, mas nossa meta é atender a todos o mais rápido possível”, justificou a diretora.
Na Maternidade Divino Amor são realizadas 1.800 consultas por mês e a unidade conta em cada plantão com três obstetras, 2 pediatras e 2 anestesistas. Ao todo são cerca de 500 funcionários, entre servidores e contratados.
Maria Carlete, 43, moradora de Santa Teresa, realizou nessa semana a cirurgia de vesícula. “O meu procedimento foi muito rápido, não precisei esperar muito tempo. Fui bem atendida e só tenho a agradecer”, disse a paciente que aguarda receber alta.
A moradora de Passagem de Areia, Ana Ferreira da Silva, 74, também é paciente da Maternidade Divino e Amor. “Fiz histerectomia e graças a Deus correu tudo bem. A equipe que me atendeu está de parabéns”, disse, comemorando o sucesso da cirurgia.
As cirurgias eletivas são as cirurgias que não se tratam de emergência e que não envolvem risco iminente de morte.
24 de março de 2017 às 06:13
24 de março de 2017 às 06:13
MÉDICOS DESCOBRIRAM QUE O SARGENTO MÁXIMO TEM UM TUMOR DE 9 CENTÍMETROS NA CABEÇA
Familiares e amigos do policial militar, Sargento Máximo, atualmente lotado no 12º Batalhão da Polícia Militar do RN, fazem uma campanha nas redes sociais a fim de ajudar o PM a arrecadar dinheiro para custeio de uma cirurgia, para retirada de um tumor de 9 centímetros.
Há algumas semanas, o militar vinha sentindo dores na cabeça. Na época, foi diagnosticado como sinusite, pois as dores eram leves. No último sábado (18), quando estava de serviço em Caraúbas, o PM passou muito mal. No domingo, ele procurou atendimento no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), já em um quadro grave.
Após realizar exames, os médicos descobriram que o policial tem um tumor de 9 centímetros na cabeça, o que está provocando dores, desmaios e vômitos. A solução é realizar, o quanto antes, o procedimento cirúrgico para retirada do tumor.
A família conseguiu transferir o PM do Hospital Tarcísio Maia para o Hospital Wilson Rosado, onde ele está internado no momento.
Segundo Cíntia Ingrid, sobrinha de Sargento Máximo, já foram gastos, até o momento, mais de R$ 16,4 mil em atendimentos, exames e medicamentos, e ainda precisam de mais R$ 15 mil para pagar a cirurgia e outros procedimentos.
A família está tentando marcar a cirurgia para este próximo sábado (25), em Mossoró, mas estão enfrentando dificuldade para encontrar um anestesista. Os interessados em ajudar Sargento Máximo podem doar qualquer valor, através da conta bancária:
Favorecido: José Máximo da Silva Agência: 1038-3 Conta Corrente: 13.337-X Banco do Brasil
22 de março de 2017 às 07:34
22 de março de 2017 às 07:37
SÍNDROME DE ROKITANSKY ATINGE 1 EM CADA 5 MIL MULHERESIMAGEM: GETTY IMAGES
O início da vida sexual da dona de casa Márcia Marques, 41 anos, não foi nada fácil. Transar com o namorado da adolescência –com quem é casada até hoje –era sinônimo de sofrimento. “Sentia muita dor e sangrava. Como tive uma criação conservadora, não conversava sobre isso com ninguém. Simplesmente fui levando”, conta. Com o passar dos anos, ela começou a ficar mais confortável na cama com o parceiro. Mas o diagnóstico de seu problema veio bem mais tarde: Márcia é portadora da Síndrome de Rokitansky, caracterizada por uma má formação do órgão sexual feminino, que pode ter a vagina encurtada ou até ausente, e inexistência de útero.
Como Márcia, as portadoras da doença demoram para se dar conta de que há algo errado. A parte da externa da genitália, a vulva, é completamente normal e as mulheres sentem prazer por estimulação clitoriana. Os problemas começam quando há penetração.
Em geral, o tratamento da doença é realizado com a introdução de moldes de plástico que esticam o canal e, em casos mais severos, com cirurgia corretiva. Mas Márcia não precisou de nenhum dos dois. Os anos de prática sexual dolorosa ao menos serviram para fazer uma abertura na vagina. “A dilatação natural pode ocorrer e é indicada principalmente para as mulheres que têm parceiro fixo, que tenha compreensão do problema”, afirma a médica Aline Pic, do Observatório de Doenças Raras da Universidade de Brasília.
DESINFORMAÇÃO: MÁRCIA MARQUES OUVIU DE SEU MÉDICO QUE PODIA SER UM HOMEM.IMAGEM: ARQUIVO PESSOAL
“Médico duvidou que eu fosse mulher”
Mesmo não tendo que enfrentar o tratamento, Márcia viveu situações constrangedoras, causadas principalmente pela falta de informação dos médicos. “O primeiro ginecologista disse que eu teria que fazer um teste de cromossomo para confirmar se eu era mesmo uma mulher”, explica. “Na época, eu tinha 24 anos, e fiquei arrasada! Como contar para o meu marido que ele poderia ter se casado com um homem?”
Para evitar que outras portadoras da síndrome vivessem esse drama, Márcia criou um blog com dados sobre a doença, que atinge 1 em cada 5 mil mulheres. Em suas primeiras pesquisas sobre o tema, há 17 anos, encontrou confortou ao obter informações online, no perfil de uma portuguesa em uma rede social, que também tinha a doença.
“Quando recebi o diagnóstico, me sentia uma aberração. Sozinha, única”, conta. Além da questão sexual, o ponto de não poder gerar um filho sempre mexeu muito com Márcia, que sempre sonhou ser mãe. Mas a doença não foi impeditivo e ela realizou seu sonho através da adoção.
“Meu namorado terminou pelo celular”
“Não há riscos de vida para quem tem a síndrome”, explica a ginecologista Cláudia Takano, uma das poucas especialistas no assunto. “Apesar disso, ela afeta completamente a vida dessas mulheres que não podem ter filhos e encaram problemas para ter uma vida sexual saudável. Elas relatam um sentimento de ‘incompletude’ ou de ‘ser menos mulher”.
A atendente de telemarketing Nayara*, 22, começou a notar que havia algo diferente em sua vagina aos 18. Ao transar pela primeira vez com o namorado, sentiu dores e o pênis não entrava. Quando teve acesso ao diagnóstico, em 2013, ela ainda precisou lidar com a incompreensão do parceiro, que terminou a relação.
Bem mais grave que o caso da dona de casa Márcia, Nayara teria que passar por uma cirurgia para ter uma vida sexual regular. “Eu precisaria usar dilatadores de diversos tamanhos por aproximadamente seis meses para moldar o meu canal vaginal. Ao saber disso, meu namorado foi se afastando e rompeu comigo por mensagem de celular.”
Nayara abriu mão da cirurgia e optou por fazer a dilatação, mas não conseguiu levar o tratamento adiante. “Doía e eu me sentia um lixo fazendo isso. Minha cabeça ficava me dizendo que ninguém nunca ia me querer”.
Ela adiou por quase dois anos a busca por uma solução. Durante todo esse caminho, foi na internet que ela encontrou apoio, em um grupo do Facebook que reunia outras mulheres com a síndrome, trocando experiências e informações. “Foi muito importante, a gente entende o que a outra sente”, explica ela. Hoje o grupo tem 280 mulheres com a síndrome e Nayara é uma das administradoras da comunidade.
“Depois do tratamento, passei a sentir prazer”
A causa da Síndrome de Rokitansky ainda não foi identificada. “Provavelmente é genética, mas não se sabe quais genes exatamente estão envolvidos”, afirma Cláudia Takano. Ela explica também que, além do útero e do canal vaginal, a doença pode estar associada a tipos de malformações, principalmente do sistema urinário. “Em até 30 % dos casos, a mulher pode nascer com apenas um dos rins”.
As mulheres afetadas pela doença não podem ter filhos, mas a questão da sexualidade pode ser resolvida com tratamentos que criam o canal vaginal. A dilatação traz menos riscos e envolve o uso de próteses, metálicas ou de silicone, para ir moldando gradativamente os músculos da vagina. A técnica de informática Tamires Coutinho, 29, optou por esse tratamento.
“Eu preciso ficar no mínimo 10 minutos por dia com o molde. Dói um pouco, incomoda, mas em cinco meses meu canal foi de meio centímetro para quase cinco”, conta. Segundo as especialistas da Rede Raras da UnB, uma vez aberto, o canal não volta a fechar.
A segunda opção de tratamento para que a mulher tenha a vida sexual com penetração é a cirurgia, que foi o que Nayara acabou optando por fazer em 2015. O procedimento dura cerca de uma hora, durante a qual os médicos constroem com enxertos um canal vaginal. Depois da operação, a mulher precisa usar por até um ano um molde de silicone que garante que o canal não se feche.
“Depois de dois meses e meio de operada, eu tentei transar pela primeira vez com meu novo namorado e foi perfeito. Eu senti prazer e até minha lubrificação foi normal”, garante. O caso de Nayara não é exceção. Em qualquer uma das opções de tratamento, as portadoras da síndrome de Rokitansky podem ter uma vida sexual completamente normal.
21 de março de 2017 às 08:02
21 de março de 2017 às 08:02
VEREADORA CARLA DICKSON (CENTRO) CHAMOU A ATENÇÃO PARA A CONTAMINAÇÃO DO LENÇOL FREÁTICO POR NITRATO
O Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março, foi o tema de uma audiência pública proposta pela Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Natal, nesta segunda-feira (20). Participaram dos debates representantes da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Natal (ARSBAN) e do Ministério Público do RN, além de líderes comunitários e integrantes de movimentos sociais organizados.
Duas questões delimitaram o caminho que norteou as discussões da audiência: a utilização consciente dos recursos hídricos e o racionamento de água na Zona Norte da capital potiguar. Junto a isso, reflexões sobre problemas ambientais como poluição das águas e solos devido a falta de saneamento básico nas áreas urbanas e rurais, falta de políticas de gerenciamento de resíduos sólidos e o desmatamento de mata ciliar, que influi no assoreamento do leito de rios e compromete a qualidade da água potável.
A vereadora Carla Dickson (PROS) chamou a atenção do plenário para a contaminação do lençol freático por nitrato, substância que provoca câncer e outras doenças no ser humano. “A cidade está perdendo grande parte da água que servia para o abastecimento por causa disso. Os estudos mostram valores crescentes de contaminação. Destaque para o bairro de Felipe Camarão e o conjunto Pirangi, que apresentam situações preocupantes”.
Segundo a representante do Ministério Público, Ana Cláudia Lima, existe o Plano Municipal de Abastecimento de Água elaborado pela Caern a pedido do MPRN que reúne medidas importantes para o enfrentamento dos desafios hídricos na Zona Norte.
“Por exemplo, a alteração de adutoras da região que apresentaram problemas de vazamento. No entanto, desde 2012 que alertamos sobre a capacidade limitada da Lagoa de Extremoz, fato que ficou evidente com a diminuição das chuvas. Esse tempo todo e nenhuma ação concreta foi tomada pelo poder público. Agora estamos à mercê de iniciativas emergenciais e de um inverno generoso para resolver o problema”, afirmou.
Lamarcos Teixeira, superintendente de Manutenção e Operações da Caern, disse que as últimas chuvas melhoraram a situação do manancial que, atualmente, está com 50% da sua capacidade hídrica. “Adotamos a instalação de hidrômetros residenciais para ajudar a aferir de forma real qual o volume do consumo do cliente e a produção do sistema”, informou Teixeira, que completou:
“O inverno começa na segunda quinzena de maio e vai até o final de julho. A expectativa é que as chuvas façam a Lagoa de Extremoz alcançar 70% do seu potencial de abastecimento. Quando chegarmos neste patamar, vamos sentar com a equipe do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) para definir sobre a necessidade ou não de continuar o racionamento na Zona Norte. Independente das chuvas, o combate ao desperdício é crucial para o futuro da sociedade”.
Ao final da audiência, o vereador Fernando Lucena (PT) ressaltou que a água é um recurso natural que transforma a realidade das pessoas. “Quando falamos de água estamos falando de vida. Porque não existe vida sem água, com qualidade e abundância. Portanto, a avaliação que faço do encontro é positiva, haja vista o elevado nível dos debatedores e a relevância dos assuntos abordados”, concluiu o presidente da Comissão de Saúde.
18 de março de 2017 às 10:47
18 de março de 2017 às 10:47
OS AGENDAMENTOS DAS 500 VAGAS DISPONÍVEIS ACONTECEM NO DIA 20 DE MARÇO, A PARTIR DAS 9H, NA UNIDADE MÓVEL QUE ESTÁ ESTACIONADA AO LADO DA IGREJA MATRIZ
Na próxima terça-feira (21/03), a cidade de São Paulo do Potengi, receberá a unidade móvel OdontoSesc. Durante 90 dias úteis, a iniciativa do Sistema Fecomércio, realizada por meio do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), e com o apoio da Prefeitura Municipal de São Paulo do Potengi, oferecerá gratuitamente serviços odontológicos e orientações sobre promoção à saúde.
Os procedimentos disponibilizados envolvem tanto a parte curativa (restauração, extração) e preventiva quanto ações de educação em saúde, com atividades em escolas voltadas a alunos e professores.
Os agendamentos das 500 vagas disponíveis acontecem no dia 20 de março, a partir das 9h, na unidade móvel que está estacionada ao lado da Igreja Matriz. Para marcar a consulta, o público deverá apresentar comprovante de residência e documento de identidade (RG). Se for comerciário, deverá apresentar, ainda, a declaração da empresa que trabalha. Os estudantes, por sua vez, deverão apresentar a declaração da escola contendo matrícula e frequência do aluno.
Sobre a OdontoSesc
A unidade móvel OdontoSesc é equipada com modernos aparelhos de ponta. Possui quatro consultórios, sala de esterilização, de escovação e de raios-X, com revestimento e área de espera. Cada consultório tem um monitor, que exibe vídeos educativos ou musicais para relaxar o paciente. Desde 2001, ano em que começou a atuar, o OdontoSesc já realizou 414.317 procedimentos clínicos e 181.104 atividades educativas.
O diferencial da atuação do OdontoSesc é que o paciente realiza todo o seu tratamento bucal. Após avaliação da equipe de profissionais da unidade, o paciente sabe quantas consultas são necessárias para a conclusão do tratamento, disponibilizado integralmente por meio do projeto. Por este motivo, as vagas são limitadas.
Além da unidade móvel, a assistência odontológica do Sesc RN também inclui três clínicas fixas localizadas em Natal, Mossoró e Macaíba.
Serviço:
O quê? OdontoSesc em São Paulo do Potengi Onde ficará estacionada? Rua Manoel Henrique, Centro (próximo à Igreja Matriz)
Inauguração? 21/03 (terça-feira) | 20h | Mesmo local onde a unidade ficará estacionada Agendamento de consultas? Dia 20/03 | a partir das 9h | unidade móvel
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