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Categoria: Saúde

Estudantes de Natal criam pastilha contra mosquito Aedes aegypti

Estudantes de Natal desenvolveram pastilha contra mosquito da dengue para evento de ciências (Foto: Divulgação)

Com a proposta de combater o Aedes aegypti, que transmite dengue, chikungunya e zika, estudantes da 2ª série do Ensino Médio do Colégio Nossa Senhora das Neves, em Natal, desenvolveram uma pastilha natural que serve como inseticida contra a larva do mosquito. O produto será apresentado ao público nesta terça-feira (19), durante o Painel Científico 2017, promovido pela escola.

Ideal para ralos, a “pastilha anti-dengue” foi produzida no laboratório de Ciências da instituição e passou por um processo de pesquisa, criação, observação e testes que durou cinco meses. Com custo econômico baixo, o experimento tem durabilidade de três a cinco dias e leva em sua composição hipoclorito de sódio, que possui propriedades que contribuem na prevenção da proliferação do pernilongo.

De acordo com o Ministério da Saúde, os recipientes que acumulam água e que estão a céu aberto, se não forem vistoriados com frequência, são possíveis focos do mosquito, o que fortalece ainda mais a importância do trabalho desenvolvido pelos alunos, orientados pelo professor de Química, Robson Correia. “É algo que vem para somar na luta contra o Aedes”, afirma.

Além da iniciativa de criar o experimento, chama a atenção a maneira como os adolescentes arrecadaram recursos financeiros para produzi-lo. “Boa parte do dinheiro doado para a pesquisa foi de economias de nossas mesadas. Afinal, pesquisa é um investimento e nossa intenção é ajudar a sociedade”, lembra Jorge Eduardo Oliveira, 16 anos.

 

Rio Grande do Norte tem 439,3 mil doses para atualizar vacinação de crianças e adolescentes

Neste sábado, 16, postos de saúde do estado abrirão com oferta de 13 vacinas para crianças até nove anos e oito para adolescentes de 10 a 15 anos

Rio Grande do Norte recebeu 439 mil doses de vacinas para colocar em dia a situação vacinal de crianças e adolescentes do estado. Desse total, 250,4 mil são doses extras destinadas para a campanha de Multivacinação 2017, que acontece até o próximo dia 22 (sexta-feira). Neste sábado, postos de saúde de todo país estarão de portas abertas, disponibilizando 21 vacinas contra doenças que ainda não estão eliminadas e, portanto, representam riscos para quem não estiver imunizado.

“Todos os dias são dias de vacina, mas este sábado é uma excelente oportunidade para incluir, no programa da família, a ida aos postos de saúde e verificar a situação das carteiras de vacinação de crianças e adolescentes. Só com a conscientização da importância das vacinas é que a população brasileira estará protegida de uma série de doenças que são facilmente preveníeis apenas com a vacinação,” enfatiza o ministro da Saúde Ricardo Barros.

Neste ano, a campanha convoca mais de 47 milhões de crianças menores de cinco anos, crianças de nove anos e também adolescentes de 10 a 15 anos incompletos, para atualizarem o calendário vacinal. Mais da metade (53%) desse público já deveriam ter sido estar com o seu calendário de vacinação completo e o Ministério alerta sobre os riscos da baixa cobertura vacinal.

A ação envolverá 36 mil postos fixos de vacinação e 350 mil profissionais de saúde. Além do envio de 143,9 milhões de doses de vacina de rotina, o Ministério da Saúde ainda distribuiu aos postos de saúde 14,8 milhões de doses extras de 15 vacinas para a campanha. A campanha publicitária deste ano traz o slogan “Todo mundo unido, fica mais protegido”, chamando pais e responsáveis para a mobilização. Terão peças de TV, rádio, com veiculação nacional, internet, além de banners e cartazes que serão distribuídos nos postos de vacinação.

Congresso da Dor: médico sugere que cancelamento envolveu o viés “dinheiro” e responsabiliza o governo Robinson Faria pelo fim do evento

MÉDICO MONTE NETO ACUSA O GOVERNO DE NÃO BUSCAR UMA SOLUÇÃO CONCILIATÓRIA PARA EVITAR O CANCELAMENTO DO CONGRESSO

É pior do que se imagina a repercussão negativa em torno do  cancelamento, pelo Corpo de Bombeiros do RN, do Congresso Brasileiro da Dor, acontecimento que estava sendo realizado no Centro de Convenções de Natal e foi interditado em pleno andamento, deixando a ver navios cerca de mil congressistas – médicos, empresários do setor e cientistas –  que viajaram para a capital potiguar para participar do evento.

O médico anestesiologista natalense, Sebastião Monte Neto, jantou na noite desta quinta-feira, 14, com o presidente do Congresso da Dor, o médico Irimar de Paula Posso, que detalhou ao colega potiguar como ocorreu todo o  Imbróglio sobre  a interdição do evento.

Em postagem nas redes sociais, Monte Neto sugere que houve o viés “dinheiro no andamento do processo que culminou com a eliminação do Congresso Nacional da Dor.

O médico responsabiliza o governo Robinson Faria pelo cancelamento do evento, e alega que em nenhum momento as autoridades governamentais buscaram uma solução conciliatória para evitar o vexame nacional.

Em nota, presidente do Congresso da Dor lembra que secretaria de turismo não cumpriu promessa de entregar o Centro de Convenções em junho de 2017

Promessa pela secretaria de turismo do uso do novo pavilhão foi registrada em notícia do site da Associação Brasileira de Empresas de Eventos

O presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Dr. Irimar de Paula, emitiu uma nota oficial sobre o vexame nacional protagonizado pelo governo do Rio Grande do Norte, através do Corpo de Bombeiros ao interditar o 13° Congresso Brasileiro de Dor, evento que vinha sendo realizado no Centro de Convenções de Natal e que é considerado o maior acontecimento sobre o tema no Brasil.

Irimar de Paula ressaltou que mesmo com a promessa de utilização do novo pavilhão de eventos, que ainda continua em obras, não diminuiu a vontade de realizar o evento no Rio Grande do Norte. Confira na íntegra:

No final da tarde desta quarta-feira, 13, fomos surpreendidos com a interdição das principais estruturas do XIII CONGRESSO BRASILEIRO DA DOR, montadas dentro do pavilhão principal do Centro de Convenções de Natal.

Embora tenhamos encontrado o esqueleto de um novo pavilhão que poderia nos ter acolhido, se inaugurado em junho de 2017, como prometido pela secretaria de turismo e registrado em notícia do site da Associação Brasileira de Empresas de Eventos, nada diminuiu nosso entusiasmo em transformar esta terra maravilhosa na capital brasileira para o estudo da dor.

Acreditando que não desaprendemos a fazer eventos depois de 12 edições, fechamos contrato com o setor público com dois anos de antecedência e expusemos, nos últimos dias, uma estrutura de segurança que todos os participantes presenciaram, com fácil visualização de bombeiros civis, extintores e ambulância.

Profundamente consternados com o ocorrido, sobretudo porque os participantes de um Congresso com essa magnitude pagam caro pelo aprimoramento científico, porque toda a montagem da estrutura foi realizada sem restrições e a interdição acontece com mais de 50% da programação realizada, reservamo-nos a tomar as providência cabíveis posteriormente, ora que concentramos todos os esforços para minimizar os danos e prosseguir com o principal propósito de estarmos em Natal, que é promover o conhecimento!

O conhecimento, aliás, é inatingível e inviolável, pois carregado pelo incontável número de notáveis especialistas que trouxemos, do Brasil e do exterior, segue para além das barreiras, acompanhando quem o domina onde quer que seja.

Agradecemos aos colegas locais pelo esforço hercúleo, deixando claro que levaremos dos potiguares as melhores impressões, pena que com a dor de recebermos nenhum incentivo pelo fomento que trouxemos ao conhecimento, ao turismo e à economia. Dor intensificada por burocracias demasiadas. E olha que de dor a gente entende!

Muito obrigado aos parceiros e participantes pela compreensão e irrestrito apoio.

Dr. Irimar de Paula – presidente da SBED

VEXAME NACIONAL: Corpo de Bombeiros interdita Congresso da Dor e deixa mais de mil médicos congressistas a ver navios

Médico anestesiologista potiguar, Sebastião Monte Neto

O governo do Rio Grande do Norte, através do Corpo de Bombeiros protagonizou um vexame nacional ao interditar de forma sumária o 13° Congresso Brasileiro de Dor, evento que vinha sendo realizado no Centro de Convenções de Natal e que é considerado o maior acontecimento sobre o tema no Brasil. Segundo o médico anestesiologista potiguar, Sebastião Monte Neto, a interdição ocorreu sem diálogo e sem nenhuma tentativa de conciliação, sob a  alegação de que o evento não estava com o documento de liberação temporária para a sua realização.

O Congresso Brasileiro da Dor reuniu em Natal cerca de mil mil médicos e empresários da área da saúde na cidade. O BLOG DO FM obteve cópia do laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros, resultado de uma vistoria realizada no Centro de Convenções de Natal.

Auto de interdição emitido pelo Corpo de Bombeiros do RN

Em sua página no Facebook o médico Monte Neto relatou o ocorrido e responsabilizou o governo do Rio Grande do Norte pela interdição do evento.

Segundo o médico Monte Neto, a falta de diálogo entre a fiscalização e a organização do evento gerou um prejuízo de grandes cifras para a economia e o turismo potiguar. “A interdição do evento, sem perigo aparente, é uma obstrução a entrada de recursos através de grandes eventos médicos. Foi uma atitude no mínimo antipática. Por que não resolver de modo conciliatório, para gerar mais turismo de eventos em nossa cidade?”, questionou

O anestesiologista também avaliou que o vexame protagonizado na capital potiguar deverá, no mínimo, inibir a realização de “novos congressos desse porte em Natal”.

Segundo ele, “mais de 1000 médicos de várias áreas que trabalham com a dor, junto com os seus familiares, estavam gastando, gostando e divulgando Natal, o que seria mais um chamativo para que outros grandes eventos médicos fosse realizados em Natal”.

O 13° Congresso Brasileiro de Dor é realizado pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, a mais importante e atuante Sociedade Científica em Dor da América Latina e estava programado para acontecer em Natal de 12 a 15 deste mês.

 

Projeto que destina recursos recuperados da corrupção à Saúde avança para CCJ

Aprovado pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviços Públicos nesta quarta-feira (13), o Projeto de Lei 2760/2015, de autoria do deputado federal Beto Rosado (PP), que determina a destinação dos recursos recuperados de esquemas de corrupção diretamente para a Saúde Pública do País, segue para a última fase de tramitação na Câmara dos Deputados: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O texto, elaborado em parceria com a Fraternidade Ivan Brasil (FIB) da Maçonaria, prevê a criação de uma conta no Ministério da Saúde para receber os recursos recebidos em condenações e devolução de dinheiro público desviado indevidamente. Atualmente, os recursos são depositados numa conta judicial e a destinação só é definida no final do processo. Se aprovada pela CCJ, a matéria seguirá para o Senado.

Crise econômica, desemprego e preconceito aumentam o risco de suicídio, diz Ipea

A cada 40 segundos, um suicídio ocorre no mundo. Ao todo, são 800 mil registros anuais, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Embora tenha forte componente individual, determinantes sociais – como questões econômicas – também têm influência em diversos casos investigados. Episódios de suicídio são registrados em todos os países, mas segundo dados da OMS, 75% dos episódios ocorreram em nações de baixa e média renda em 2012.

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) sobre austeridade e saúde diagnosticou, a partir da análise de diferentes estudos, que as crises econômicas e o consequente aumento do desemprego aumentam o risco de suicídio e de mortes decorrentes do abuso de álcool.

Falta de esperança, dificuldades de se enquadrar no ambiente social e econômico são problemas apontados pela autora da análise e especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Fabiola Sulpino Vieira.

Crise e austeridade

Em momentos de crise, a demanda por atendimento de saúde cresce, tanto pela degradação das condições de saúde quanto pela dificuldade de ter acesso a um serviço privado. Por isso, a possibilidade de ocorrência de suicídios pode aumentar com a adoção de políticas de austeridade.

“A crise gera uma série de problemas, à medida que você provoca uma situação de instabilidade muito forte. Quando vem a austeridade, que geralmente vem por meio do corte de despesas da área social, você acaba tirando possibilidades de mitigação dos efeitos da crise na vida das pessoas”, explica Fabiola.

Após analisar vários países que enfrentaram crises ao longo da história, a pesquisadora concluiu que aqueles que mantiveram políticas de reinserção das pessoas no mercado de trabalho e renda mínima, além de serviços públicos de saúde e educação, “não só mitigaram os efeitos da crise sobre a situação de saúde das pessoas, como também tiveram resultado em conseguir retomar o crescimento econômico em um prazo mais curto do que os que adotaram a austeridade”.

Enfatizando a necessidade de prevenção, o estudo alerta que “programas de proteção social e voltados para o mercado de trabalho podem reduzir o risco de desfechos negativos sobre a saúde mental e problemas relacionados ao abuso de álcool, além disso, podem promover a saúde e o bem-estar”.

A situação do Brasil

O Brasil não está fora desse quadro. O país tem taxa proporcional de suicídio baixa. Segundo o Ministério da Saúde, em 2014, foram registrados 10.653 óbitos por suicídio no Sistema de Informação de Mortalidade, taxa média de 5,2 por 100 mil habitantes, praticamente metade da média mundial, que é de 11,4 casos para o mesmo grupo. No entanto, tem sido diagnosticado um crescimento constante do número de ocorrências, especialmente, em relação a determinados grupos sociais.

Jovens

“Fatores puramente econômicos como o desemprego e a renda causam maior impacto sobre a taxa de suicídio ao grupo de pessoas mais jovens”, destacou o Ipea, em pesquisa sobre determinantes sociais do suicídio, publicada em 2010. Pressão social por sucesso e desemprego estrutural entre os jovens são alguns dos fatores que explicam essa situação, segundo o Ipea. O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos no mundo, segundo a OMS.

A questão de gênero é outra questão destacada na análise. Verificando microdados do Ministério da Saúde relativos ao intervalo entre 2000 e 2010, o Ipea constatou que 79% das vítimas são do sexo masculino. Já estudo que trata da relação entre acesso às armas de fogo e suicídio destacou que, quando consideradas apenas as mortes cometidas com armas de fogo, esse percentual chega a 88%.

Brancos

A diferença racial não aparenta ser tão determinante na análise das ocorrências gerais. Há 5% a mais de vítimas brancas. Quando destacado o uso da arma de fogo, esse percentual aumenta em quase dois terços.

“Isto pro­vavelmente reflete que os indivíduos de cor branca são em média mais ricos que os não brancos e, portanto, possuem mais facilidade de adquirir armas de fogo”, avalia o Ipea.

O estudo aponta ainda que a disponibilidade de armas desse tipo pode favorecer a ocorrência de suicídios, de forma geral.

Indígenas

O acesso às armas de fogo em regiões de fronteira ou nas regiões agrícolas, onde muitos conflitos são registrados, ajuda a compreender a distribuição geográfica das ocorrências. Exemplo disso é o número bastante elevado de suicídios em Mato Grosso e no Amazonas. Enquanto a média nacional é de 5,2 casos por grupo de 100 mil habitantes, nesses locais a taxa é de 13,6 e 11,9, segundo dados do Mapa da Violência 2017.

LGBTs

Em 2016, a ocorrência de casos desse tipo no âmbito da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) chamou a atenção do Grupo Gay da Bahia (GGB) que, todos os anos, produz relatório sobre violência homofóbica. O grupo registrou 26 suicídios, sendo 21 gays, três lésbicas e duas pessoas transexuais. O número deve ser maior, já que a pesquisa contabiliza apenas casos noticiados por jornais e pela internet.

Políticas públicas

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza acompanhamento psicológico e psicoterápico, incluindo terapia ocupacional, bem como assistência hospitalar a todas as pessoas com transtornos mentais ou problemas decorrentes do uso de álcool e outras drogas.

Preocupado com o crescimento do número de suicídios, em 2006, o Ministério da Saúde publicou as Diretrizes Nacionais de Prevenção do Suicídio (Portaria 1.876/2006) e o manual dirigido aos profissionais das equipes de saúde mental dos serviços de saúde.

A iniciativa integra a Estratégia Nacional de Prevenção do Suicídio, que tem como objetivo reduzir as taxas de óbitos por esta causa, bem como as tentativas e os danos associados aos sujeitos envolvidos, além de estruturar a rede de suporte social e comunitária.

Em nota enviada à Agência Brasil, o ministério destacou que o Brasil está entre os 28 países, de um universo de mais de 160 analisados pela OMS, que tem uma estratégia de prevenção desse tipo. A portaria que estabelece a política está sendo avaliada pelo Comitê de Enfrentamento do Suicídio, criado recentemente pelo órgão, que deverá atualizar as diretrizes da estratégia.

O ministério também tem trabalhado em parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV) – serviço que oferece apoio emocional por meio de ligação telefônica, a fim de evitar o suicídio – para ampliar o alcance do serviço de apoio gratuito por telefone para todo o país até 2020.

Fonte: Agência Brasil

Hemocentro do RN se prepara para obter a certificação da ISO 9001

Responsável pela política de sangue no Estado, o Hemocentro do RN (Hemonorte)  vem investindo no aprimoramento de seus processos,  com foco no atendimento ao cidadão para a  implantação da ISO 9001, norma reconhecida internacionalmente que garante a gestão da qualidade de uma instituição.

Para  assessorar o Hemonorte na busca da certificação, a Empresa  que ganhou o certame,  H2 Consultoria, realiza uma auditoria de 11 a 15 deste mês, com o objetivo de traçar um diagnóstico e verificar os procedimentos adotados pela instituição. Ao final da auditoria,  a Empresa entregará ao Hemonorte um relatório situacional, identificando as melhorias a serem implementadas  para  o processo de  Certificação .

O sistema de gestão da qualidade ISO 9001  busca auxiliar as organizações a padronizar seu sistema de gestão oportunizando as mesmas aprimorar sua habilidade em fornecer produtos e serviços com qualidade, e assim satisfazendo as necessidades dos seus usuários.