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Categoria: Saúde

Unidade móvel oferece exames de mamografia digital no Outubro Rosa

Abrindo a programação do Outubro Rosa em Parnamirim, a Prefeitura Municipal em parceria com a Câmara de Vereadores disponibiliza à população, os serviços de atendimento à prevenção do câncer de mama, por meio da Unidade Móvel de Mamografia Digital Amigos do Peito.

Até a próxima sexta-feira (06), o serviço estará disponível no estacionamento da Câmara Municipal, realizando até 80 atendimentos por dia, a partir das 08h00.

“Avançando na meta de cuidar bem do cidadão, estaremos oferecendo este serviço também neste fim de semana, em Pium e Pirangi, e posteriormente, nos bairros, conforme o planejamento da Secretaria de Saúde”, disse o Prefeito Rosano Taveira.

O Secretário de Saúde João Albérico lembrou que a Prefeitura de Parnamirim já disponibiliza os exames de mamografia em outras duas clínicas. Para isso, basta à cidadã levar a solicitação do exame à Central de Regulação, localizada no Centro.

“A Unidade Móvel de Mamografia Digital, de maneira diferenciada, permitirá um rastreamento das mulheres entre 50 e 69 anos de idade, faixa de maior risco na prevenção ao câncer de mama”, disse o Secretário de Saúde João Albérico.

Maria José Gomes, moradora do bairro Monte Castelo, foi uma das parnamirinenses que procurou o atendimento da Unidade Móvel de Mamografia Digital hoje (04). “Acho fundamental a prevenção ao câncer de mama, minha irmã foi vítima fatal da doença e desde então, venho fazendo os exames preventivos anualmente”, disse a dona de casa, Maria José.

Hospitais do Estado podem ficar sem oxigênio por falta de pagamento; Sesap reconhece atraso

Atualmente o governo tem um débito em atraso de R$ 4.000.000.00 (quatro milhões de reais) com a empresa LINDE GASES LTDA

A principal emergência do Rio Grande do Norte, o hospital Walfredo Gurgel e outros hospitais do RN poderão ficar sem a distribuição do serviço de oxigênio pela falta de pagamento do governo estadual. Atualmente o governo tem um débito em atraso de R$ 4.000.000.00 (quatro milhões de reais) com a empresa LINDE GASES LTDA que fornece o oxigênio para diversos hospitais do RN.

Com a intenção de receber os pagamentos pelo serviços já prestados a empresa acionou a justiça por meio de uma ação para que seus equipamentos fossem retirados dos hospitais no RN. O juiz estadual Bruno Bezerra deu a sentença favorável a empresa, determinando a retirada dos equipamentos. Caso não se cumpra os prazos estipulados na decisão judicial será aplicada multa diária de 50.000,00.

Outro Lado

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou por meio de nota que em momento algum deu calote em qualquer empresa que presta serviços à Secretaria. O que houve, com relação à compra de oxigênio é que o contrato que havia com a empresa que prestava o serviço à rede pública hospitalar se encerrou e a empresa queria retirar os equipamentos dos hospitais, mas a justiça determinou que ela mantivesse os equipamentos até a conclusão de uma nova licitação.

A saúde estadual também informou que o Secretário de Saúde determinou que orientassem a empresa a fazer a cobrança dos serviços prestados e ainda não pagos, que a Sesap faria o pagamento pela via indenizatória. A Sesap irá pagar todo o atrasado. Outra medida para evitar que os hospitais fiquem sem o gás, a Secretária fez um contrato emergencial para a prestação do serviço.

Feira Vida Mais RN debate envelhecimento ativo e aguarda três mil participantes em dois dias

EVENTO SERÁ EM 17 E 18 DE OUTUBRO, NO HOLIDAY INN NATAL, DAS 9H ÀS 21H

Natal sediará um grande evento em outubro voltado para o público 50+. Trata-se da Feira Vida Mais RN, cuja segunda edição se realizará nos dias 17 e 18 de outubro nos salões Índico e Pacífico, no andar térreo do hotel Holiday Inn Natal.

Com estandes comerciais, auditório formatado para 400 pessoas (onde haverá palestras e debates sobre a temática do envelhecimento ativo), oficinas terapêuticas e lounge interativo, a Vida Mais RN tem formato único no país e proposta igualmente exclusiva.

No ano passado, em dois dias, a feira atraiu cerca de duas mil pessoas. Para este ano, os organizadores (Argus Eventos e Agência Lar) estimam, com base nas inscrições já realizadas, mais de três mil participantes nos dois dias. Detalhe: o acesso é gratuito, mediante rápida inscrição no site www.vidamaisrn.com.br.

A ideia da feira em outubro surgiu mediante dois acontecimentos marcantes do mês: o Dia do Idoso (1º de outubro) e o Outubro Rosa, uma série de ações preventivas ao câncer de mama. Apesar de ser voltada para pessoas com mais de 50 anos, que estão mais atentas a certas prevenções, a edição do ano passado reuniu muitos jovens, que levaram, pais ou avós para o evento.

Com propostas bem atuais e pertinentes ao atual momento de prevenção com a saúde, a 2 ª Feira  Vida Mais RN debaterá, entre outros temas, “Rompendo tabus do envelhecimento”, a cargo de geriatras; “Viver melhor é possível em qualquer idade”, debate com sexólogo e autor de livros sobre o tema; “O impacto do envelhecimento na dinâmica familiar”, com advogados e médica perita do INSS; e até mesmo “O gerenciamento do estresse”, que terá à frente psiquiatra e psicóloga.

Shows e espetáculos de dança farão o encerramento (nos dois dias), assim como apresentações culturais. Haverá ainda sorteios de brindes e serviços médicos diversos nos estandes, como aferição de pressão arterial e de batimentos cardíacos, entre outros benefícios.

Três americanos ganham Nobel de Medicina por estudos sobre ritmo circadiano

Os americanos Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young foram os ganhadores do Prêmio Nobel de Medicina 2017, por suas “descobertas dos mecanismos moleculares que controlam o ritmo circadiano” – conhecido como relógio biológico. O anúncio foi feito nessa segunda-feira (2) pela Assembleia do Nobel, do Instituto Karolinska de Estocolmo.

Fonte: Agência EFE

A cada 40 segundos, uma pessoa morre vítima de doença cardiovascular no Brasil

Em todo o mundo, cerca de 17,5 milhões de pessoas morrem vítimas de doenças cardiovasculares, a cada ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a situação não é diferente. A média anual chega a 350 mil, o que corresponde a uma vida perdida a cada 40 segundos; a duas vezes mais que todas as mortes decorrentes de câncer e seis vezes mais que as provocadas por todas as infecções no país.

Apenas entre janeiro e setembro deste ano, foram 240 mil mortes por problemas cardíacos.Para alertar a sociedade, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) promove nesta sexta-feira, 29, Dia Mundial do Coração, a campanha Movidos pelo coração.

O objetivo da campanha é convencer a população a adotar medidas preventivas. Atividades em algumas cidades e ações na Internet promoverão essa sensibilização, que pode ser definitiva na vida de muitas pessoas. Isso porque, segundo o presidente da SBC, Marcus Bolivar Malachias, “a metade dessas mortes poderia ser evitada ou postergada por muitos anos com prevenção e cuidado”.

Praticar atividades físicas; ter uma alimentação balanceada; controlar o colesterol, a pressão arterial e o diabetes; evitar fumar; consumir moderadamente álcool e sal e usar corretamente a medicação indicada pelo médico, quando for o caso, são exemplos do que deve ser feito para evitar doenças arteriais coronárias, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e outros problemas.

Embora as doenças e também as formas de combatê-las sejam conhecidas da comunidade médica e mesmo da população em geral, o Brasil tem vivenciado a ocorrência precoce desses problemas. Metade dos infartos fatais, que deveriam atingir sobretudo idosos, ocorre, atualmente, em pessoas com menos de 60 anos.

O número de atingidos com menos de 40 também tem crescido, segundo a SBC. Uma das explicações para esses fatores é que “o brasileiro não se trata”, sentencia Marcus Bolivar Malachias. Ele aponta que 80% dos hipertensos sabem que devem se cuidar, mas não adotam reeducação alimentar ou atividades físicas. Muitos também não tomam os remédios indicados para o tratamento, inclusive porque esse tipo de doença não costuma ser sintomática. Caso tudo isso fosse feito, a pessoa hipertensa poderia ter mais 16,5 anos de expectativa de vida.

“Nosso maior desafio é diminuir o hiato entre a ciência, os conhecimentos e as tecnologias e a sua aplicatividade, por isso é importante fazer com que as pessoas se conscientizem, porque a saúde começa com o autocuidado”.

De acordo com Malachias, o Brasil possui um número alto de cardiologistas, 14 mil, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. O sistema de saúde do país também possibilita o cuidado, apesar das dificuldades que podem ser encontradas para se obter assistência médica especializada. “Hoje, nós demandamos muita consulta com pouca resolutividade, porque após a consulta o tratamento deve continuar”, explica.

Além disso, o estresse tem se tornado um fator de risco recorrente, inclusive entre os jovens. A alta liberação de hormônios como a adrenalina e cortisol provocam instabilidade e elevam a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos, podendo provocar infarto ou AVC. Para combatê-lo, a SBC indica algumas pequenas práticas, como se alimentar melhor, praticar atividades físicas, dormir melhor e até rir mais. Em caso desse estado de tensão ocorrer com frequência, é importante buscar ajuda para saber se pessoa está sofrendo de algum distúrbio de ansiedade.

Alimentação equilibrada

A obesidade é outro fator de risco que pode ser enfrentado. Hoje, cerca de 50% da população brasileira tem sobrepeso. O crescimento do problema tem acompanhado as mudanças nos hábitos alimentares, como a proliferação de fast foods. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, os pratos tradicionais das diferentes regiões do país são aliados no combate à obesidade e outras doenças, pois são baseados em alimentos frescos produzidos nas proximidades dos locais de consumo, e diversificados, o que garante o necessário balanceamento alimentar.

Por isso, o presidente da SBC defende que é preciso estimular e garantir condições para que as pessoas possam comer alimentos in natura de forma mais barata e que elas tenham informações, como a procedência dos produtos. Ele também alerta a população para que não mude seus hábitos para seguir qualquer informação disponibilizada, por exemplo, em redes sociais. Nelas é possível encontrar notícias diversas que propõem, por exemplo, consumo excessivo de ovo ou gordura como supostas descobertas do mundo científico. “O melhor a fazer é seguir a natureza, que é equilibrada. Não existe alimento bom ou ruim A moderação é o que faz bem”, conclui.

Sete em cada dez brasileiros não praticam atividade física, mostra Pnud

Levantamento inédito feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) revela que apenas três em cada dez brasileiros na idade adulta praticam atividades físicas e esportivas com regularidade. O levantamento mostra ainda que os homens praticam atividade física 28% a mais do que as mulheres e as pessoas com maior renda têm mais acesso à prática esportiva.

De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional 2017 – Movimento é Vida: Atividades Físicas e Esportivas para Todas as Pessoas, em 2015, 37,9% dos brasileiros entrevistados disseram praticar esporte. Entre os homens, o índice ficou em 42,7% e entre as mulheres, em 33,4%. O Distrito Federal (50,4%) é a unidade da Federação em que as pessoas mais praticam atividade física, enquanto Alagoas (29,4%) tem o menor percentual.

“Os dados analisados reforçam a compreensão de que realizar atividade física e esportiva não se restringe somente a uma decisão individual, mas é também produto de como a sociedade pauta a vida coletiva. Isso significa que aconselhar os indivíduos a praticar mais exercícios, sem criar oportunidades efetivas para as pessoas se engajarem com as práticas, nem enfrentar os condicionantes sociais que limitam o envolvimento, dificilmente mudará o cenário”, diz o relatório.

O levantamento, que traz dados sobre o perfil da prática esportiva no Brasil, faz recomendações aos governos nas áreas de saúde, educação, esporte e desenvolvimento humano. De acordo com o Pnud, a intenção do estudo é “contribuir para o aumento das práticas esportivas de modo a oportunizar patamares mais elevados de desenvolvimento humano para todas e todos”.

Segundo o estudo, ser homem, jovem, branco, sem deficiência e de alto nível socioeconômico e educativo significa praticar muito mais atividades físicas e esportivas do que o restante da população. Em contrapartida, as mulheres de baixo nível socioeconômico e educativo, as pessoas idosas, as pessoas negras e as pessoas com deficiência são a maioria entre os não praticantes.

Conforme o levantamento, pessoas com rendimento mensal domiciliar per capita de cinco salários mínimos ou mais praticam até 71% a mais do que a média das pessoas adultas no Brasil. Já o grupo de pessoas sem nenhum nível de instrução pratica até 54% a menos que a média das pessoas adultas.

“Esse não é um problema exclusivamente do Brasil, em que as pessoas estão cada vez mais sedentárias”, argumentou o professor de educação física, especializado em treinamento de alto rendimento, Marcio Atalla. Segundo ele, a própria história da humanidade explica um pouco a dificuldade de o ser humano sentir-se motivado a praticar esportes.

“A origem do problema é o ser humano, que é poupador. Se buscarmos a história, o ser humano sempre se movimentou porque o meio ambiente exigia. Até o fim da década de 1980, as pessoas tinham uma quantidade maior de movimento por viver sem celular, computador, com poucas escadas rolantes, muito pouco controle remoto. Com muita tecnologia, as pessoas passam a não se movimentar. No automático, por ser poupador, o ser humano não vai se movimentar. Daí a importância de trabalhos como esse do Pnud, que tentam mapear a situação para encontrar uma solução”, disse Atalla.

Escola

De acordo com o levantamento, somente 0,58% das escolas brasileiras é considerada Escola Ativa (classificação pleno e avançado), enquanto 38,56% estão ainda no patamar insuficiente. Metade das escolas está no nível elementar.

O relatório define Escola Ativa como aquela em que a distribuição do tempo, da arquitetura e do mobiliário dos espaços, das regras de conduta é mais apropriada para o estímulo e a prática das atividades físicas. “A proposição da Escola Ativa, defendida na perspectiva do desenvolvimento humano, trata de fazer da escola um local em que o mover-se seja compreendido como uma capacidade valorosa na vida das pessoas”, afirma o relatório.

Entre as escolas públicas, mostra o estudo, quase metade (46,1%) está no nível elementar, enquanto 42% estão no nível insuficiente. Entre as particulares, 61% estão no nível elementar e 24% no nível insuficiente. No Brasil, 39% das escolas oferecem atividades físicas extracurriculares e 20% abrem nos fins de semana para a prática esportiva.

Conforme o relatório do Pnud, entre os estudantes de 13 a 17 anos, 29,2% fariam atividades físicas e esportivas na maioria dos dias da semana se pudessem e apenas 5,9 não fariam, mesmo que fosse possível.

Como sugestão para melhorar os índices de práticas esportivas no país, o relatório afirma que os governos, o setor privado e as organizações da sociedade civil devem adotar políticas públicas e iniciativas condizentes com a importância das atividades. “As políticas de promoção de atividades físicas e esportivas não podem estar focadas somente na responsabilização individual e na mudança de comportamento. Diversas condições estruturais causam impacto nessa prática. Assim, as políticas devem corrigir desigualdades, bem como pensar em soluções sistêmicas, com ênfase na participação e no controle social”, diz o texto.

Para o Pnud, há uma alta “alta concentração do investimento privado”, feito especialmente pela famílias. Segundo o relatório, em 2013 as famílias investiram R$ 51 bilhões em esporte. No mesmo ano, os clubes investiram R$ 4 bilhões e as empresas investiram R$ 2,13 bilhões. Já o financiamento público ficou em R$ 590 milhões, por parte do governo federal, R$ 2,37 milhões das secretarias estaduais e R$ 1,39 milhões das secretarias municipais.

“A ausência do Estado no fomento ao esporte de participação obriga as pessoas interessadas a recorrer ao mercado e pagar para ter acesso a essas práticas”, diz ainda o estudo.

Fonte: Agência Brasil

Natal terá aplicativo de agendamentos de consultas médicas a partir de outubro

Rilton Campos, diretor da Global Gapps Markerting, responsável pelo aplicativo

A partir do próximo mês Natal passará a ter um aplicativo de consultas médicas que garantirá mais agilidade e mais comodidade tanto para os usuários/pacientes quanto para os próprios profissionais da saúde. O aplicativo Bomédico estará disponível gratuitamente para os sistemas iOS (App Store) e Android (Google Play) a partir do dia 1º de outubro.

O aplicativo faz parte de uma plataforma de agendamento e gerenciamento de consultas que tem por objetivo promover uma maior agilidade na marcação, no gerenciamento das consultas e no relacionamento com os pacientes, reduzindo assim os custos administrativos. Rilton Campos, diretor da Global Gapps Markerting, responsável pelo aplicativo, explicou que o Bomédico vai organizar todo o processo de atendimento médico.

“Atualmente, os pacientes precisam buscar o médico em catálogos ou na internet e depois ligar para a clínica ou consultório para agendar a consulta. Aí é quando começa o tormento, pois na maioria das vezes não conseguimos nos comunicar com as atendentes nas primeiras ligações, exigindo muitas vezes que o paciente efetue mais de dez ligações para conseguir marcar uma consulta. Quando conseguimos marcar, surge outra dificuldade; o esquecimento da consulta marcada quando esta é agendada para uma data distante. Sem contar que as atendentes precisam perder tempo confirmando com cada paciente a consulta agendada, ou seja, é uma perda de tempo, de dinheiro e ainda um desgaste em todo o processo de marcação da consulta, que deveria ser algo simples. Diante de todas as dificuldades nós resolvemos aproveitar a falha do processo e apresentar exatamente uma solução para facilitar a vida dos pacientes, dos profissionais e das atendentes, já que o aplicativo se propõe a marcar a consulta on line, avisar ao paciente sobre a consulta na data anterior e pedir confirmação da presença para todos os pacientes do dia através de um só comando”, destacou.

Nessa plataforma, o paciente se cadastra informando a sua cidade e plano de saúde, localiza o profissional por especialidade, subespecialidade e gênero, e com apenas um toque já agenda a consulta. Entre os benefícios diretos para os médicos estão: a disponibilidade da agenda, aumento na participação do mercado, criação de um canal de relacionamento direto com os pacientes (via atendente), preenchimento e organização da agenda, aumento do número de atendimentos e a redução dos custos administrativos.

Há pelo menos sete aplicativos de consultas médicas atuando nos grandes centros do país, com cerca de 6.000 profissionais cadastrados. Em alguns, os profissionais atendem em casa; em outros, só em clínicas e consultórios. Os serviços não tem custo adicional para o paciente, apenas para o profissional de saúde, que paga um percentual sobre o valor da consulta efetiva que foi agendada pela plataforma e que varia de 5% a 20%. O Bomédico trabalhará com a menor margem: 5%.

Secretaria de Saúde deve preparar estudo para realizar reforma do Hospital Ruy Pereira

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou ao secretário estadual de Saúde Pública a realização de estudo jurídico para definir os reparos estruturais necessários ao Hospital Estadual Dr. Ruy Pereira, localizado no bairro de Petrópolis, em Natal. A recomendação foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (20). No estudo, o secretário também deve mensurar o impacto financeiro, a viabilidade técnica e a provável perspectiva de conclusão da obra.

O Hospital passou por auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus), em que foram identificadas diversas fragilidades relacionadas à necessidade de melhorias na estrutura física, assim como no abastecimento, nos processos de aquisição de bens e serviços e na obtenção de regularidade sanitária.

O MPRN reforça que a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) deverá também definir como as intervenções no Hospital Ruy Pereira serão realizadas, já que se trata de imóvel privado, contemplando objetivamente as responsabilidades do Estado e do locador na concretização da reforma.

A recomendação é fruto de inquérito civil que tramita na 47ª Promotoria de Justiça de Natal, que busca investigar as não conformidades apontadas no relatório do Denasus. Desde a instauração deste Inquérito Civil, somente foram realizados reparos de manutenção na estrutura do Hospital Ruy Pereira que não atenderam as recomendações do Denasus, segundo análise do próprio departamento.

Em recente manifestação apresentada pela Sesap, o Grupo Auxiliar de Engenharia e Projetos (Gaep) informou que o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) chegou a apresentar trabalhos que não se caracterizam como um projeto para reforma, mas sim como um relatório de inspeção.

O MPRN concedeu o prazo de 30 dias para que a Sesap apresente as informações necessárias.