3 de janeiro de 2018 às 15:28
3 de janeiro de 2018 às 16:28
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou no fim de dezembro a primeira vacina para a febre tifoide que pode ser ampliada em crianças maiores de 6 meses.
A informação foi divulgada pelo organismo nesta quarta-feira (3). As vacinas conjugadas contra a febre tifoide (TCV, na sigla em inglês) são inovadoras por gerarem uma imunidade maior do que as mais antigas, requerem menos doses e podem ser administradas em crianças pequenas por meio de programas rotineiros de imunização.
Outras vacinas também foram aprovadas internacionalmente para serem usadas em humanas, mas só a partir dos dois anos.
O aval da OMS faz com que a vacina possa ser adquirida pelas demais agências da ONU, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Gavi, a Aliança Mundial para Vacinas.
A decisão foi tomada depois de o grupo de especialistas de assessoria estratégica sobre imunização, que aconselha a OMS, ter recomendado em outubro de 2017 a TCV para uso rotineiro em crianças maiores de seis meses em países onde a febre tifoide é endêmica.
O grupo de especialistas recomendou, além disso, a introdução da vacina conjugada de maneira prioritária em países com as taxas mais elevadas de febre tifoide ou de resistência antibiótica à bactéria Salmonella Typhi, que causa a doença.
O uso da vacina também deve ajudar a conter o uso frequente de antibióticos contra a doença e, portanto, auxiliar a reduzir o “alarmante aumento” da resistência da bactéria aos medicamentos.
Pouco depois da recomendação do grupo de especialistas, o conselho da Gavi aprovou um financiamento de US$ 85 milhões para adotar o uso da TCV a partir de 2019.
A febre tifoide é uma infecção grave, às vezes mortal, contraída através da água ou alimentos contaminados. Entre os sintomas da doença estão febre, cansaço, dor de cabeça, de estômago, diarreia e resfriados.
Para milhões de pessoas em países pobres, a doença é uma realidade diária. A cada ano são registrados entre 11 milhões e 20 milhões de casos, além de cerca de 161 mil mortes.
3 de janeiro de 2018 às 14:28
3 de janeiro de 2018 às 15:29
O Ministério da Saúde divulgou mudanças no Calendário Nacional de Vacinação 2018. As mudanças, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) estão relacionadas com imunização contra a varicela (catapora) e meningite.
Antes disponibilizadas apenas para crianças menores de cinco anos, agora a segunda dose da vacina contra a varicela pode ser aplicada em crianças até os seis anos de idade (6 anos, 11 meses e 29 dias). Já a de meningite, antes apenas para adolescentes entre 12 e 13 anos, agora também está disponível para a faixa etária entre 11 e 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias).
A capital potiguar segue sendo uma cidade sem recomendação de vacinação para residentes ou viajantes contra a febre amarela. Porém, os natalenses podem pesquisar os municípios que possuem essa recomendação, para caso viagem para alguns desses lugares buscarem a imunização em postos de saúde de Natal. As novas áreas de recomendação para vacinação podem ser consultadas pelo link.
Vale salientar que a vacinação é ‘porta aberta’, ou seja, a população pode ir em qualquer unidade de saúde, mesmo que não seja de sua área de cobertura, para ser imunizada.
3 de janeiro de 2018 às 12:13
3 de janeiro de 2018 às 13:07
É necessário ficar atento aos sintomas da tuberculose para dar início ao tratamento e, com isso, interromper a contaminação das outras pessoas. Foto: Agecom Bahia
No Brasil, os números dos últimos anos apontam para uma desaceleração tanto no número de diagnósticos quanto na mortalidade por tuberculose. Mas a quantidade de novos casos da tuberculose a cada ano ainda é considerada alta, principalmente entre populações mais vulneráveis, como os indígenas, pessoas privadas de liberdade e em situação de rua.
Cerca de 75 mil casos novos e reincidentes de tuberculose foram registrados no país em 2016. O montante corresponde a aproximadamente 200 casos por dia no país. Estima-se que desse total aproximadamente, 6 mil pessoas (8%) vivem com HIV. No mundo, cerca de 10,4 milhões de pessoas foram infectadas por tuberculose em 2016, sendo que 10% das vítimas têm HIV.
O Brasil tem um terço (33%) de toda a carga de tuberculose das Américas e figura no grupo de países que congregam quase 40% de todos os casos de tuberculose do mundo e cerca de 34% dos casos de coinfecção com HIV. O dado preocupa a OMS, que tem visto com “cuidado o que a tuberculose vem causando no país”.
“Embora nos últimos 15 anos tenha havido uma queda de aproximadamente 2% dos casos ao ano, ainda é um número muito elevado. São 70 mil casos por ano, então a Opas vê com muita preocupação, embora considera-se que haja uma boa perspectiva de controle”, disse Fábio Moherdaui, consultor nacional de tuberculose da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).
A Agência Brasil publica esta semana uma série de matérias sobre a infecção simultânea de pessoas com o vírus HIV e a bactéria da tuberculose. Menos da metade das pessoas com ambas as infecções tomam antirretrovirais.
Questões sociais
A tuberculose está diretamente ligada a desafios sociais, como a pobreza, miséria, exclusão, invisibilidade e preconceito. Além das pessoas soropositivas, as populações indígena, carcerária e pessoas em situação de rua estão entre os mais vulneráveis a contrair a doença. Moradores de rua chegam a ter 56 vezes mais chance de contrair a tuberculose por combinar diferentes vulnerabilidades, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
“Quanto mais pobre é uma pessoa, maior é o risco de ela adquirir tuberculose. A população indígena, na hora de dormir, vai pra maloca, bota a fogueira e fica todo mundo encolhido, respirando o mesmo ar. E ainda tem a questão do fumo, ou da fumaça da fogueira, que reduzem a capacidade do pulmão de se proteger contra a infecção. Na população em situação de rua, muitas vezes eles estão desnutridos e com a imunidade baixa, e se você associa isso a pessoa que usa crack, ou que tem HIV, então tem um prato cheio pra tuberculose”, explica o infectologista Rafael Sacramento, integrante da Organização Médico sem Fronteiras.
Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que as pessoas privadas de liberdade, apesar de representarem cerca de 0,3% da população brasileira, correspondem a 9,2% dos pacientes de tuberculose no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a cada 100 mil presos, 897 são contagiados dentro do sistema prisional, enquanto que entre a população geral essa taxa é de 36 a cada 100 mil pessoas.
Especialistas explicam que boa parte deles já chega infectado nos presídios, porque já viviam em situação de vulnerabilidade e pobreza antes de iniciar o cumprimento da pena. Mas a chance de desenvolver a doença aumenta dentro do presídio devido às condições insalubres do ambiente. “As pessoas vivem amontoadas, respirando o mesmo ar, com pouca ventilação, com pouca entrada de sol, e isso também favorece a disseminação da tuberculose lá dentro”, descreve Sacramento.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que vai lançar no segundo semestre deste ano uma campanha educativa em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para orientar profissionais de saúde, agentes e familiares que têm contato com os encarcerados. A ideia é sensibilizá-los para comunicar possíveis sintomas da doença.
Observação dos sintomas
A tuberculose se caracteriza pela infecção do chamado bacilo de Koch, entre outros agentes, e é transmitida pelo ar. A pessoa infectada pela tuberculose pulmonar tem geralmente os seguintes sintomas: tosse constante por duas ou três semanas, escarro (às vezes com presença de sangue), dor no peito, fraqueza, perda de apetite, de peso, febre e sudorese. Nos casos em que a tuberculose afeta outros órgãos, os sintomas podem variar.
Se o paciente seguir de forma regular a terapia padrão com os quatro medicamentos básicos, ele tem 100% de chance de cura, caso não esteja infectado pelo tipo resistente da tuberculose. O tratamento dura pelo menos seis meses e pode se estender por até um ano. Se não aderir ao tratamento adequadamente, o indivíduo pode infectar de 10 a 15 pessoas no período de um ano, segundo estimativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Nem sempre a infecção evolui para a doença, mantendo-se de forma latente no organismo. Além das pessoas que vivem com HIV, pacientes com diabetes, fumantes ou alcoólatras, ou que apresentam qualquer condição que reduza a imunidade também estão mais propensos a desenvolver a enfermidade.
Os principais testes realizados no país para detectar a tuberculose pulmonar são a baciloscopia (conhecida como exame do escarro) e a cultura. Eles podem ser feitos na rede pública de saúde. “A gente tem também o exame molecular. O nome da máquina mais comum é genexpert e ela consegue dizer se tem a bactéria no escarro em duas horas e ainda diz se tem resistência primária à rifampicina e a isoniazida, que são as duas drogas do tratamento básico. Se esse tipo de teste fosse popularizado e estivesse realmente disperso em todas as unidades de saúde, a gente aceleraria o diagnóstico. E uma vez no tratamento, em cerca de 21 dias a pessoa já não transmite mais”, afirma o infectologista Rafael Sacramento.
Além da baixa capacidade de testagem, o médico aponta ainda que outro empecilho para o diagnóstico e tratamento precoce da coinfecção de tuberculose e HIV é o medo do preconceito em razão do estigma que ainda cerca as duas doenças. “Se a gente conseguisse reduzir o preconceito, as pessoas revelariam mais cedo, fariam o teste mais cedo e teriam acesso ao tratamento cada vez mais cedo e isso seria um grande promotor de saúde. O estigma e a baixa capacidade de testagem mantêm as pessoas distantes do tratamento, afirmou Sacramento.
2 de janeiro de 2018 às 14:23
2 de janeiro de 2018 às 15:18
O Sindicato dos Servidores em Saúde do RN (Sindsaúde RN) emitiu uma nota em seu site oficial sobre a continuidade da greve da saúde estadual, que completou 50 dias de greve no primeiro dia de 2018. O sindicato relatou ainda os atrasos na folha de pagamento dos servidores, confira na íntegra:
A saúde do Rio Grande do Norte completou 50 dias de greve no primeiro dia do ano. 2017 acabou, mas têm servidores que ainda não receberam o salário de novembro e nem o 13º salário.
A folha de dezembro nem se fala, só foi paga até agora aos servidores da ativa de órgãos da administração indireta e da educação, que têm recursos próprios. Os demais servidores, aposentados e pensionistas, contudo, continuam sem receber. O Governo anunciou que só deve concluir a folha, apenas no dia 30 de janeiro.
Na reta final de 2017, o que os servidores ganharam foi apenas desprezo do governador Robinson Faria (PSD), demonstrando que não se importa com a vida dos servidores e nem de suas famílias.
Os trabalhadores e a população do Rio Grande do Norte estão vivendo dias cada vez mais dramáticos. Mergulhado no caos econômico, político e social, o RN se aproxima da situação em que se encontra o estado do Rio de Janeiro. Aqui, assim como em outros lugares do país, os efeitos da crise econômica também são descarregados nas costas dos trabalhadores.
Os servidores públicos vêm amargando uma das maiores crises dos últimos anos. Desde janeiro de 2016, o governador Robinson Faria (PSD) está atrasando os salários do funcionalismo e o pagamento é feito de forma escalonada: primeiro recebem aqueles com salários mais baixos; depois, conforme entram recursos, os demais servidores. O atraso no pagamento tem afetado as necessidades mais básicas dos trabalhadores, em especial os da saúde pública. Falta dinheiro para ir ao trabalho e até mesmo para se alimentar.
Endividados, com as contas atrasadas e sem dinheiro sequer para o transporte, os servidores públicos estão chegando ao limite e já começaram a faltar o trabalho, a exemplo dos trabalhadores da saúde. Alguns setores como o centro cirúrgico do Walfredo Gurgel foi fechado por falta de funcionários.
Em meio ao caos e descaso do governo com a vida dos trabalhadores, duas categorias do funcionalismo têm dado exemplo de luta e resistência. Em greve há mais de um mês, os servidores da saúde e os professores da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte vêm realizando manifestações conjuntas e já enfrentaram a repressão policial e a truculência do governo por duas vezes. Já acamparam na Governadoria do Estado e também ocuparam a Secretaria de Planejamento. E nem mesmo as bombas de efeito moral, spray de pimenta e gás lacrimogêneo fizeram o movimento retroceder.
Mesmo com a tentativa de criminalizar a greve por parte do governo e o total descaso da gestão em solucionar os problemas, a luta das categorias continua forte e cresce a cada dia, recebendo inclusive o apoio da população.
No dia 19 de dezembro, o quadro dramático pelo qual passam os servidores se intensificou e levou os policiais militares a também cruzarem os braços, junto com os demais trabalhadores. A população de Natal e do Rio Grande do Norte passaram a virada do ano em suas casas, com dedo da violência e insegurança, mesmo com a Força Nacional nas ruas.
Entretanto, a insegurança no estado já é uma constante e tem colocado o RN em segundo lugar no ranking de estados mais violentos do Brasil, atrás apenas de Sergipe, conforme dados do 11º Anuário de Segurança Pública, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em outubro deste ano, o Rio grande do Norte atingiu a marca de 2 mil homicídios. Um número alarmante. O abandono do estado na segurança pública também se reflete na saúde e educação, que enfrentam problemas semelhantes, como as péssimas condições de trabalho e a falta de pessoal.
Esta situação de colapso nos serviços públicos poderia ser evitada se o preço da crise econômica fosse pago por seus reais responsáveis.
Assim como fizeram seus antecessores, o governador Robinson repete que o estado não tem dinheiro para honrar seus compromissos, sobretudo com os trabalhadores. É verdade que existe uma crise econômica, mas o governo não diz ao povo tudo o que sabe nem faz o que deveria fazer.
No Rio Grande do Norte, apenas 100 grandes empresas devem ao Estado R$ 2,8 bilhões. O valor é quase metade de toda a Dívida Ativa do RN, estimada em R$ 6 bilhões, conforme levantamento feito pela agência de reportagem potiguar Saiba Mais, com base nos dados da Procuradoria Geral do Estado. Se o débito das empresas fosse quitado, o governo pagaria o equivalente a seis meses de salário dos servidores públicos. A maior parte dessa dívida está relacionada ao pagamento de ICMS, mas há também multas do Procon, Idema e Tribunal de Contas do Estado.
Na verdade, para manter os lucros e privilégios dos ricos e poderosos, o governo repassa os prejuízos da crise econômica para os trabalhadores e a população mais pobre, sacrificando aqueles que não são responsáveis pelo caos no estado. A servidora da saúde, o professor, o policial e todos que precisam dos serviços públicos. Junto com o discurso da crise, patrões e governos como o de Robinson e Temer dizem que os direitos dos trabalhadores são privilégios e inventam reformas da previdência e trabalhista para que os mais pobres paguem a conta.
Assim como todo o Brasil, o Rio Grande do Norte precisa unir todos os trabalhadores, servidores públicos e a população, numa grande greve geral que derrote os ataques do governo e faça os ricos e poderosos pagarem pela crise que criaram.
29 de dezembro de 2017 às 15:23
29 de dezembro de 2017 às 16:09
Foto: Demis Roussos
O Governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesap) assinou nesta sexta-feira, 29, os contratos e as ordens de serviço para construção de 40 novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s).
São 20 novos leitos em Natal para o Hospital Walfredo Gurgel que serão construídas na área que hoje também abriga o Hospital João Machado, na avenida Alexandrino de Alencar. Outros 20 novos leitos serão construídos no Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró.
O secretário de Saúde, George Antunes destacou que “estamos atendendo determinação do governador Robinson Faria de levar assistência de saúde para perto do cidadão, evitando grandes deslocamentos e desafogando os serviços na capital do Estado”. George Antunes acrescentou que a instalação de novas UTI’s “fecha um ciclo no processo para dotar as unidades regionais de saúde de maior resolutividade”.
Os novos leitos de UTI’s serão construídos e equipados com recursos próprios do Governo do Estado. Em Natal o valor do investimento nas instalações físicas é de R$ 1,9 milhão com prazo de conclusão de 360 dias. Em Mossoró, o custo é de R$ 2,4 milhões, com prazo de 300 dias, ambos contados a partir de 02 de janeiro de 2018.
Mais Leitos
Neste mês de janeiro de 2018 o Governo do Estado vai entregar mais 20 novos leitos de UTI. São 10 leitos em Pau dos Ferros e outros 10 em Caicó. Outros 10 leitos estão em construção no município de Currais Novos, com conclusão prevista para o mês de março.
O Governo do Estado também está em processo de contratação de mais 20 leitos de UTI, sendo 10 para o Hospital Regional de São José do Mipibu e 10 para o Hospital Regional de Macaíba. “Enfrentamos dificuldades, mas o nosso Governo se mantém firme nas ações que efetivamente vêm para melhorar os serviços públicos e o atendimento às necessidades da nossa população, como fazemos agora com mais este investimento na saúde”, afirmou Robinson Faria.
28 de dezembro de 2017 às 09:11
28 de dezembro de 2017 às 09:48
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou nesta quarta-feira, dia 27, em Natal, ações de reforço ao tratamento para os pacientes com câncer. No Estado do Rio Grande do Norte a principal medida para qualificar o acesso da população aos procedimentos oncológicos no Sistema Único Saúde (SUS) é a inclusão do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), no Plano Nacional de Expansão dos Serviços de Radioterapia.
Com a oficialização do projeto, a unidade gerida pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) receberá um equipamento para radioterapia, com o objetivo de reduzir a demanda reprimida no Estado. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o RN tem 5.590 novos casos de câncer por ano, sendo 1.640 apenas em Natal.
Atualmente, o HUOL realiza cerca de 10.500 consultas e 450 cirurgias e procedimentos em Oncologia por ano, além de ofertar tratamento quimioterápico para 200 pacientes/mês. Com o serviço de radioterapia, o hospital oferecerá atendimento integral na especialidade e será referência para o SUS, assim como a Liga Contra o Câncer do RN.
27 de dezembro de 2017 às 15:21
27 de dezembro de 2017 às 16:21
Serviço essencial para a saúde pública da capital potiguar, o Serviços de Atendimento Médico de Urgência (Samu Natal 192) realizou em 2017 mais de 40 mil atendimentos. O balanço foi divulgado nesta quarta-feira (27), contendo relatório estatístico com a quantidade total de atendimentos de acordo com a especializada médica.
De janeiro até novembro deste ano, foram mais 40 mil atendimentos realizados na capital potiguar. Desse total, foram 22.248 atendimentos clínicos; 3.986 psiquiátricos; 1.855 pediátricos; 793 obstétricos; 230 de neonatal; 9.605 atendimentos de trauma; e em 5.950 dos casos a especialidade não foi informada.
O relatório ainda apontou quantas vezes cada tipo veículo do Samu foi utilizado nas ocorrências; as motolâncias (veículo mais rápido, utilizado para prestar os primeiros socorros) foram solicitadas em 300 oportunidades; Unidade de Suporte Básico (USB), em 12.496; e Unidade de Suporte Avançado (USA), em 2.853.
O mês com o maior número de atendimentos foi maio, com 4.357, seguido por: março, com 4326; abril, com 4.015; outubro, com 3980; setembro, com 3890; e novembro, com 3.765.
27 de dezembro de 2017 às 11:06
27 de dezembro de 2017 às 11:58
O governo federal liberou, nesta quarta-feira (27), recursos no valor de R$ 180 milhões para custeio e manutenção da rede de Saúde Pública do Rio Grande do Norte, atendendo pleito do deputado federal Fábio Faria (PSD). “Quero agradecer ao presidente Michel Temer e ao ministro Ricardo Barros pela sensibilidade com a Saúde Pública do RN neste momento de crise”, disse o parlamentar.
Esses recursos se somam aos R$ 150 milhões já conseguidos este ano pelo parlamentar para a manutenção dos serviços de saúde do RN. São R$ 330 milhões aplicados em custeio, manutenção e investimentos em hospitais da rede pública em Natal e no interior.
Além disso, Fábio Faria também destinou emendas individuais para a ampliação e reforma do Hospital Walfredo Gurgel e hospitais regionais, e mais R$ 1 milhão para instituições filantrópicas, como a Associação Amigos do Coração da Criança (AMICO), o Grupo de Apoio à Criança com Câncer do Rio Grande do Norte (GACC), a Liga Contra o Câncer e o Hospital Infantil Varela Santiago.
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