5 de fevereiro de 2018 às 15:14
5 de fevereiro de 2018 às 16:20
Com o tema “Hemofolia 2018, no Batuque do coração faça sua doação“, o Hemocentro do RN (Hemonorte), unidade da rede pública de saúde do Governo do Estado, lança nesta quarta-feira (07), a partir das 10 horas, a campanha de carnaval para doação de sangue, na sede do Hemocentro.
A campanha visa incentivar o aumento no número de doações e garantir o atendimento às demandas transfusionais do período carnavalesco. De acordo com o Diretor Geral do Hemonorte, “nesta época de carnaval o número de doadores tende a cair, enquanto as demandas aumentam, por isso é importante manter o estoque em dia”.
Quem for doar na quarta-feira, no Hemonorte, será recebido em clima de carnaval, pois o evento conta com a participação do Rei Momo, Silvano Jeferson e da Rainha do Carnaval de Natal, Rozeane Albuquerque. A ação abre a Semana do Carnaval e serve para chamar atenção da população sobre a importância de manter o estoque de sangue abastecido para o feriado.
Os interessados em doar sangue devem comparecer ao Hemonorte, de segunda à sábado, das 7h às 18h, na Av. Alexandrino de Alencar,1800, Tirol (próximo ao parque das Dunas).
Na segunda-feira (12) o Hemonorte funciona até às 15h e na terça-feira (13) estará fechado, devido o feriado. A partir da quarta volta a funcionar normalmente.
Requisitos básicos para doação:
• Ter tem entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos de idade precisam de consentimento do responsável legal);
• ser saudável;
• Pesar acima de 50 kg;
• Ter dormido 6 horas na noite anterior;
• Evitar alimentos gordurosos antes da doação,
• Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores
• Apresentar um documento oficial com foto.
2 de fevereiro de 2018 às 12:11
2 de fevereiro de 2018 às 12:54
O Brasil deve registrar cerca de 600 mil novos casos de câncer por ano em 2018 e 2019, divulgou hoje (2) o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) na Estimativa 2018 de Incidência de Câncer no Brasil. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país, e a segunda posição é ocupada pelo câncer de próstata, para homens, e de mama, para mulheres.
Considerado menos letal, o câncer de pele não melanoma deve ter cerca de 165 mil novos casos diagnosticados por ano. Se esses casos não forem levados em consideração, as mulheres brasileiras terão como tipos de câncer mais incidentes o de mama (59 mil casos), de intestino (com quase 19 mil) e o de colo de útero (16 mil).
Entre os homens, a próstata é a parte do corpo que deve ser mais acometida pela doença, com 68 mil casos, seguida pelo pulmão, com 18 mil, e o intestino, com 17 mil.
O perfil da incidência de câncer no Brasil varia de acordo com a região, se assemelhando mais a países desenvolvidos nas Regiões Sul e Sudeste, com mais tumores de intestino e menor incidência de câncer de colo de útero em mulheres e estômago em homens.
Nas regiões Nordeste e Norte, o câncer de estômago tem uma incidência maior entre homens, e o câncer de colo de útero ainda está mais presente entre as mulheres. Esses dois tipos de câncer são mais associados a infecções, possuem maior potencial de prevenção e têm maior incidência em países menos desenvolvidos.
Os homens devem apresentar mais casos de câncer que as mulheres em 2018, com cerca de 300 mil casos, enquanto elas devem ter 282 mil novos casos.
Ao apresentar os dados, o Inca exibiu vídeos de pessoas que se curaram de câncer e reforçou a campanha contra a estigmatização da doença, que tem como slogan “o câncer não pode acabar com a vontade de viver”.
O instituto reforçou também a necessidade de combater a desinformação sobre a doença, promovendo um debate sobre fake news, saúde e câncer. A diretora-geral do Inca, Ana Cristina Pinho Mendes destacou que as notícias falsas podem afastar as pessoas do tratamento correto e gerar frustrações.
“A proliferação de mensagens falsas e incompletas leva muitos a seguir conselhos que na maioria das vezes são desprovidos de qualquer embasamento científico”, disse a diretora ao destacar que um terço dos casos de câncer podem ser evitados, por serem associados a fatores como o tabagismo, a inatividade física, a obesidade e infecções como o HPV.
2 de fevereiro de 2018 às 10:29
2 de fevereiro de 2018 às 11:24
Os dados epidemiológicos da febre amarela no Rio Grande do Norte mostram que o RN não é área de recomendação de vacina, ou seja, somente as pessoas que moram no Estado, mas que vão viajar para as áreas de recomendação, devem procurar um posto de saúde, uma vez que não há evidências da circulação do vírus e nem caso confirmado da doença até o momento.
Para os potiguares é recomendado que se vacinem apenas as pessoas que vão se deslocar para aquelas áreas onde há transmissão e que tem recomendação de vacina. “A orientação é que essas pessoas procurem os postos de saúde com antecedência mínima de dez dias para se vacinar, munidos de comprovação de viagem (passagem aérea ou terrestre, comprovante de hospedagem ou endereço e contato de local em que irá se hospedar)”, explica a Coordenadora de Promoção à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Iraci Nestor.
A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. No Rio Grande do Norte foram disponibilizadas 55.300 doses no ano de 2017, sendo que o estoque atual na rede é de 11.110 doses. Todos os municípios estão abastecidos com a vacina e o RN tem estoque suficiente para atender a população nas situações recomendadas (viajantes com comprovação).
Além do RN, também estão fora da área de risco os estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Ceará. A coordenadora lembra que a vacina da febre amarela, apesar de segura, tem reações adversas. “Por isso, assim como toda vacina, é preciso avaliar as condições clínicas de pessoas imunideprimidas, grávidas, idosos, alérgicos a proteína do ovo, entre outras”.
Vigilância da Sesap mantém população segura
A Sesap possui uma equipe de vigilância epidemiológica que monitora todos os casos suspeitos, em homens e animais, para que a população possa se sentir segura sobre a situação da febre amarela e de outras doenças que possam ocorrer no estado, como dengue, zika e chikungunya, chamadas de arboviroses por serem transmitidas por mosquitos.
Apesar do Rio Grande do Norte se localizar fora da área de risco para a febre amarela, desde o mês de janeiro de 2016 a Sesap vem intensificando as ações de monitoramento das notificações de casos e de óbitos suspeitos por arboviroses que apresentam manifestações hemorrágicas.
As medidas de vigilância e controle para a febre amarela ocorrem a partir da notificação de evento suspeito. A partir dele, a Sesap inicia as ações preconizadas para a vigilância epidemiológica, ambiental e laboratorial para investigação, tais como: envio de sorologia para laboratório para confirmação ou descarte das doenças investigadas, investigação hospitalar e investigação ambiental na tentativa de encontrar evidências para esclarecer o caso, incluindo a disponibilização de equipes para apoio técnico ao município.
Casos humanos e epizootias, doença ou morte em primatas não humanos, foram recentemente registrados em algumas áreas do país, principalmente na região Sudeste. Porém, a Sesap esclarece que no Rio Grande do Norte não há evidências da circulação do vírus e nem caso confirmado da doença até o momento.
A subcoodenadora de vigilância epidemiológica da Sesap, Maria Lima, explica que o Rio Grande do Norte não tem histórico de febre amarela. O único óbito suspeito, ocorrido em 2016, foi investigado e teve resultado negativo. Dos 24 casos de epizootias (morte de primatas) enviados ao Laboratório Evandro Chagas, no Pará, 20 já foram descartados para febre amarela.
“Fazemos uma vigilância constante, e a melhor forma de identificar a circulação do virus é através da investigação de primatas doentes ou mortos, que passam por exames laboratoriais que podem identificar a febre amarela e outras doenças”. Caso seja detectada a febre amarela nesses animais, todas as medidas que estão acontecendo em outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro, serão tomadas, e uma delas é a vacinação.
1 de fevereiro de 2018 às 15:28
1 de fevereiro de 2018 às 16:09
No mês escolhido pelo Ministério da Saúde para lembrar a luta contra a hanseníase, o Janeiro Roxo, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) faz um alerta à população para a necessidade de se conhecer a doença e assim aumentar a possibilidade de cura. Isso porque, apesar de ser uma das enfermidades mais antigas que se tem registro, sua detecção tardia, devido à falta de diagnóstico precoce, resulta em incapacidades físicas irreversíveis para o paciente.
Segundo Maria Lima, subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, “a hanseníase tem cura, seu tratamento é gratuito e todo feito no Sistema Único de Saúde. No entanto, o problema é que, geralmente, as pessoas acometidas pela doença buscam as unidades de saúde quando a enfermidade já está no estágio avançado e já provocou alguma incapacidade física. A cura ocorre, no entanto a deformidade permanece”.
De acordo com o Programa Estadual de Hanseníase da Sesap, de 2010 a 2017 foram detectados no RN 2.084 mil casos novos da doença. Para acelerar o processo de diagnóstico precoce, a Secretaria investe continuamente em educação permanente dos profissionais que atuam nas Unidades Básicas de Saúde, que fazem o primeiro contato com o paciente. Além disso, disponibiliza a população três hospitais de referência para tratamento no estágio avançado da doença, são eles: o Giselda Trigueiro, em Natal, o Tarcísio Maia e o Rafael Fernandes, ambos em Mossoró.
Outra iniciativa da Sesap, dessa vez em parceria com os municípios, foi o “Projeto Carreta da Saúde: Ponto Final na Hanseníase”, que em dezembro de 2017 conseguiu atender 858 pessoas nos municípios de Natal (416), Mossoró (260) e Parnamirim (158), onde foram diagnosticados precocemente 24 novos casos da doença.
Causada pela bactéria Mycobacterium leprae, a hanseníase se caracteriza por afetar os nervos e provocar lesões de pele em todo o corpo, que podem ser confundidas com micoses. Além disso, em sua fase inicial pode apresentar pele seca, alterações na sensibilidade ao calor, frio, dor ou formigamento no trajeto dos nervos, ou ainda o aparecimento de caroços ou placas em qualquer lugar do corpo e a diminuição de força muscular (dificuldade para segurar objetos). “São sintomas que devem chamar a atenção, sobretudo as manchas indolores, caso surjam, o médico deve ser procurado imediatamente”, alerta Maria Lima.
A doença pode ser transmitida pelas vias aéreas por meio de secreções nasais, saliva, tosse, espirro ou fala de pessoas que ainda não começaram o tratamento da forma transmissível da doença. Uma vez iniciado, não há risco de transmissão.
31 de janeiro de 2018 às 14:11
31 de janeiro de 2018 às 14:51
Diante dos casos de Febre Amarela Silvestre, registrados em boa parte do país, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal, por meio do Centro de Controle de Zoonoses, tem intensificado o monitoramento das áreas silvestres da cidade buscando ampliar a sensibilidade da vigilância em áreas que têm possibilidade de circulação do vírus.
O chefe do Centro de Controle de Zoonoses, Alessandre Medeiros, tranquiliza a população e afirma que “não temos epidemia, evidências ou situação de surto de Febre Amarela em Natal, mas a função do Centro é realizar a vigilância ativa desses animais, os saguis, para identificação de indícios de circulação e tomar as ações de prevenção”.
Os animais – macacos, saguis – não transmitem o vírus. Eles são vítimas. E, ao serem contaminados, fazem o papel de “sentinela”, alertando para o surgimento da doença. Atentos a esta situação, o Núcleo de Vigilância de Reservatórios e Animais Amplificadores do Centro de Controle de Zoonoses já fez a coleta de 15 saguis no Parque das Dunas, salientando que nenhum foi positivado para o vírus da Febre Amarela Silvestre.
Segundo Alessandre, o que se cogita no país, São Paulo, Minas Gerais e Bahia, é uma transmissão silvestre, tida por um outro grupo de vetores, o Aedes albopictus e o Haemagogus. “As áreas que estão recebendo maior atenção pelas equipes do CCZ em Natal são o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, Parque das Dunas (Bosque dos Namorados) e a UFRN”.
A Secretaria Municipal de Saúde alerta à população para não matar os animais. Em caso de encontrar algum sagui morto, a população não deve ter contato com o animal, mas sim, procurar as equipes do Centro de Controle de Zoonoses para a coleta pelo telefone 3232-9788.
30 de janeiro de 2018 às 17:46
30 de janeiro de 2018 às 18:40
O Ministério da Saúde (MS) divulgou, nesta terça-feira (30), dados atualizados sobre a ocorrência da febre amarela no país. Desde o dia 23, quando foi apresentado o último balanço, foram mais 83 casos de febre amarela, sendo que 28 vieram a óbito.
Ao todo, entre os dias 1º de julho de 2017 e 30 de janeiro de 2018, foram confirmados 213 casos de febre amarela no país e 81 mortes. A pasta também detalhou que 1.080 casos suspeitos foram analisados, sendo que 432 foram descartados e 435 continuam em investigação.
A circulação do vírus da febre amarela em áreas mais amplas do que vinha sendo observado nos anos anteriores – incluindo cidades com maior concentração de pessoas – tem gerado preocupação na população e busca por vacina em postos de saúde. Por isso, o governo federal decidiu a antecipar a campanha de imunização, com doses fracionadas, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
No entanto, o número de casos entre julho de 2016 e janeiro de 2017 foi maior que o que tem sido observado. Segundo o ministério, naquela época foram 468 casos confirmados e 147 óbitos.
Para viabilizar ações de combate à doença, a pasta se comprometeu a encaminhar aos estados R$ 54 milhões. Do total, já foram repassados R$ 15,8 milhões para São Paulo e R$ 30 milhões para Rio de Janeiro, onde na segunda-feira (29), o número de mortes pela doença chegou a nove, conforme informou a Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde.
30 de janeiro de 2018 às 16:09
30 de janeiro de 2018 às 16:49
A coordenadoria do Programa de Residência Médica em Cirurgia Geral do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) divulgou a relação dos classificados no processo seletivo para o Programa de Residência Médica 2018. Foram disponibilizadas seis vagas.
Para conferir o resultado, basta fazer o download tanto do gabarito quanto da lista dos aprovados acessando: www.walfredogurgel.rn.gov.br – SERVIÇOS – DOCUMENTOS. Para concorrer a uma vaga, todos os candidatos foram submetidos a uma prova escrita e a uma entrevista. O Programa, que existe há 12 anos, já formou mais de 60 cirurgiões gerais, muitos deles, inclusive, atuando na rede pública de saúde do Rio Grande do Norte (RN).
Para outras informações: Coordenadoria de Residência Médica – 3232-7622
29 de janeiro de 2018 às 16:37
29 de janeiro de 2018 às 17:37
As novas regras de contratação de plano de saúde coletivo empresarial por empresário individual entraram em vigor nesta segunda-feira (29). Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a regra deve ajudar a coibir abusos relacionados a esse tipo de contrato, como por exemplo a criação de empresas exclusivamente para esse fim. A Agência lançou uma cartilha para auxiliar beneficiários e novos contratantes dessa modalidade de plano de saúde, que pode ser acessada no link http://www.ans.gov.br/images/stories/Cartilha_MEI.pdf.
De acordo com a nova norma, para ter direito a esse tipo de plano, o empresário individual deverá apresentar documentos que confirmem sua inscrição nos órgãos competentes (Junta Comercial ou outro) e sua regularidade cadastral na Receita Federal pelo período mínimo de seis meses. A manutenção do contrato também depende da continuidade da inscrição nos órgãos competentes e da situação regular na Receita Federal. As operadoras e as administradoras de planos de saúde deverão pedir esses documentos no momento da contratação do plano e no aniversário do contrato, anualmente.
A ANS explicou que a operadora ou administradora de benefícios deve informar ao contratante as principais características do plano que está sendo contratado, esclarecendo o tipo de contratação e as regras relacionadas. Além disso, foi criada uma nova regra para os casos de rescisão unilateral imotivada pela operadora.
“A partir de agora, o contrato só poderá ser rescindido imotivadamente após um ano de vigência, na data de aniversário e mediante notificação prévia de 60 dias. A operadora deverá apresentar ao contratante as razões da rescisão no ato da comunicação”, informou a Agência.
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